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Rayman é o mascote da Ubisoft, mas chegou a vez dele ter um final perturbador

Final Pertubador do Rayman 😵| Rayman.exe Pc Port – Rk Play

Espero que gostem!

credito
animacao do proprio jogo
Arte de @artedocarneiro

Edição @gabrielbarge

arte de Felipe Carneiro

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PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS

0:00 Inicio
1:14 Rayman Historia
4:17 Final Pertubador

Rayman é uma série de jogos eletrônicos de plataformas criada por Michel Ancel e propriedade da Ubisoft.

O Rayman original (1995) é um jogo de plataformas similar a outros da era de 32-bit. Rayman 2: The Great Escape (1999) moveu a série para o 3D, acrescentando mais variedade nas acções como ser puxado por uma cobra para dentro de um pântano, andar num foguete ou nadar temporariamente na água. Rayman 3: Hoodlum Havoc (2003) manteve a base de Rayman 2, mas deu maior ênfase ao combate. Os jogos portáteis são na sua maior parte em 2D; Rayman DS e Rayman 3D são as únicas excepções, vistos que ambos são portabilidades de Rayman 2.

Rayman Raving Rabbids, planeado originalmente para ser um jogo de plataformas clássico, acabou por ficar uma colecção de mini-jogos depois da equipa de produção experimentar o Wii Remote e o Nunchuck. Os primeiros vídeos do jogo mostram uma atmosfera mais negra longe do típico jogo Rayman, e mostra o protagonista Rayman a cavalgar animais como uma aranha gigante. Rayman podia alterar a sua aparência e o estilo de dança para entrar nos Rabbids. A ideia acabou por ser abandonada, e substituida por mini-jogos baseados em movimentos, similar a WarioWare: Smooth Moves. Apesar de ter sido concebido para o comando de movimentos da consola Wii, Rayman Raving Rabbids também foi lançado para Xbox 360, PlayStation 2, Nintendo DS e PC substituindo as acções físicas pelos botões e movimentos dos vários comandos. Rayman M mostra os personagens Rayman a correr através de níveis do género plataformas e lutando num modo arena. Já Rayman Junior, um jogo educativo, foca-se menos na jogabilidade e mais na aprendizagem.

Os jogos principais da série tem histórias e cenários muito distintos, descritos muitas vezes por diferentes reinos dentro do mundo de Rayman. Não obstante, para além do personagem titulo, vários personagens (Globox, Murfy, Ly) e temas (libertar seres mágicos de jaulas, coleccionar energia mágica, etc.) aparecem com regularidade. Em Novembro de 2015, a série já tinha vendido mais de 28 milhões de unidades em todo o mundo

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Sonic do Fortnite não o Sonic verdadeiro

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Assim que foi confirmado o Sonic no jogo de Fortnite na nova temporada, a duvida ficou no seu visual, mas apesar de ser uma adaptação onde os personagens se adaptam ao formato humano, aqui a Sega e a Epic Games criaram uma justificativa até canonica para a participação do Sonic na historia de fortnite

Mais detalhes sobre aqui.

abaixo temos alguns quadrinhos traduzidos

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Games

Review | Splatoon Raiders muda a fórmula da franquia e aposta em uma grande campanha single player

A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

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A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

A aventura leva o jogador para ilhas inéditas e diferentes ambientes para explorar. Durante a campanha é possível encontrar novas armas, aprimorar os equipamentos com upgrades e completar diversas missões que variam bastante em estrutura. Algumas colocam o jogador contra grandes hordas de inimigos em áreas abertas, enquanto outras acontecem em regiões subterrâneas repletas de desafios, incluindo inimigos mais poderosos e torres que precisam ser destruídas dentro de um limite de tempo para que a missão seja concluída.

Apesar do foco na experiência solo, o multiplayer continua presente. Você pode chamar amigos para participar das missões ou entrar nas salas de outros jogadores para completar sessões cooperativas e conquistar recompensas adicionais, aumentando ainda mais a longevidade da aventura.

O mais interessante é que toda essa estrutura faz o jogo parecer uma porta de entrada para novos jogadores. Para quem conhece apenas os Splatoon tradicionais, a sensação é de que a campanha original da série acabou se transformando em um enorme tutorial perto do que Splatoon Raiders oferece. A exploração é maior, o sistema de progressão é mais profundo e a experiência consegue agradar tanto quem gosta do competitivo quanto quem sempre quis aproveitar o universo de Splatoon de uma forma mais focada na aventura.

Outro ponto que chama atenção é a evolução da progressão do personagem. Em vez de apenas cumprir objetivos lineares, o jogador é constantemente incentivado a explorar cada canto do mapa em busca de recursos, melhorias e novos equipamentos. Isso faz com que a campanha tenha um ritmo bem diferente dos jogos anteriores da franquia, oferecendo uma sensação de descoberta que lembra outros títulos de aventura e sobrevivência.

Ainda existem desafios opcionais espalhados pelas ilhas, incentivando a revisitar áreas já exploradas depois de desbloquear novas habilidades ou armas mais poderosas. Essa liberdade torna a experiência muito mais variada e aumenta bastante o tempo de jogo para quem gosta de completar tudo. Mesmo mantendo a identidade visual colorida e o sistema de combate baseado em tinta, Splatoon Raiders mostra que a Nintendo está disposta a experimentar novas ideias sem abandonar a essência da série. Se essa direção continuar nos próximos jogos, a franquia pode conquistar um público muito maior do que apenas os fãs das partidas online.

Além disso, a estrutura das missões evita que a campanha fique repetitiva. Existem objetivos de combate, exploração, coleta de recursos, defesa de áreas e confrontos contra chefes que exigem estratégias diferentes. Como cada arma possui características próprias, o jogador acaba sendo incentivado a testar novos estilos de jogo em vez de utilizar sempre o mesmo equipamento do início ao fim.

Outro destaque é que a campanha consegue explicar naturalmente diversas mecânicas tradicionais de Splatoon. Quem nunca jogou um título da série aprende como utilizar a tinta para se locomover, alcançar áreas escondidas, escapar de ataques e obter vantagem durante os combates. Tudo isso acontece de forma integrada à aventura, sem depender de longos tutoriais ou explicações excessivas.

Essa mudança também pode representar um passo importante para o futuro da franquia. Durante muitos anos, Splatoon foi visto principalmente como um jogo competitivo, mas Splatoon Raiders mostra que existe espaço para expandir esse universo com uma campanha mais ambiciosa e cheia de conteúdo. Caso a recepção dos jogadores seja positiva, é bem possível que a Nintendo continue investindo nesse formato e transforme o modo história em um dos pilares da série daqui para frente.

No fim das contas, fica a sensação de que Splatoon Raiders funciona como um grande laboratório para o futuro da franquia. A Nintendo parece estar testando novas mecânicas, um mundo mais aberto, sistemas de progressão e uma campanha muito mais ambiciosa para entender como os jogadores vão reagir. Se a recepção for positiva, é bem possível que muitas dessas ideias sejam levadas para um futuro Splatoon 4.

Afinal, a série já mostrou que consegue sustentar um multiplayer extremamente forte. Agora, a grande oportunidade é transformar o modo história em algo tão importante quanto as partidas online. Caso isso aconteça, Splatoon 4 pode se tornar o jogo mais completo da franquia, unindo uma campanha profunda, exploração, evolução de equipamentos e o competitivo que já conquistou milhões de jogadores ao redor do mundo. Splatoon Raiders pode até parecer um spin-off, mas também pode representar o primeiro passo para a maior evolução que a série já teve.

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