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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de COrrida do SOnic que é o team Sonic Racing

HISTORIA TEAM SONIC RACING e OS TIMES DO SONIC de CORRIDA!!!

Espero que gostem!


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#rkplay #historiasonic #sonic

HISTORIA DE SONIC

Playlist !!

Sonic 3d Blast https://youtu.be/2MjgwZmMENI
SONIC HEROES https://youtu.be/cDrlSPx2kkQ
Sonic Riders https://youtu.be/qhicC3Tj_3s

Sonic Advance https://youtu.be/IP-jL0Bkk
Sonic Advance 2 https://youtu.be/wQKtQUEgG7o
Sonic Pokect Adventure https://youtu.be/qvrNybZhVfw

Sonic Adventure 2 https://youtu.be/K_TTLmvYNJk
Sonic COLORS https://youtu.be/BqPqrhNcL3Y
SONIC GENERATIONS 3ds https://youtu.be/25fivCNADXg
Sonic Lost world https://youtu.be/jnjiWVZm-RU

Sonic Rivals https://youtu.be/B-c7mqEFT4Q
SONIC MANIA https://youtu.be/JmMit0GGAo0

Mais Sobre team SOnic Racing

Team Sonic Racing é um jogo de corrida de kart de 2019 e um spinoff da série Sonic the Hedgehog da Sega. Controlando um dos 15 personagens do elenco da série, os jogadores competem em corridas usando carros esportivos. Eles vêem o jogo a partir de uma perspectiva em terceira pessoa enquanto realizam manobras, drifting e coletam power-ups. O Team Sonic Racing difere dos tradicionais pilotos de kart devido ao seu foco na jogabilidade cooperativa, semelhante ao tipo apresentado em Splatoon (2015) e Overwatch (2016) – o jogador faz parte de uma equipe de corredores e ganha corridas por eficiência e não por velocidade. Modos de jogo incluem ganhar competindo para ganhar pontos, contra-relógio, personalizar as regras de corrida e uma campanha guiada pela história que serve como um tutorial.

A Sumo Digital, que trabalhou na Sonic & Sega All-Stars Racing (2010) e na Sonic & All-Stars Racing Transformed (2012), desenvolveu a Team Sonic Racing. O chefe da Sonic Team e produtor de jogos, Takashi Iizuka, concebeu a jogabilidade cooperativa, e a Sumo Digital usou o Sonic Heroes (2003) baseado em equipe como um ponto de referência. Ao contrário dos jogos de corridas anteriores da Sumo Digital, a Team Sonic Racing apresenta apenas personagens da Sonic, já que a equipe queria expandir a lista de personagens e personagens da série. Eles tinham como objetivo destacar o jogo em comparação com outros jogos de corrida e desenvolveram-no usando uma versão modificada do mecanismo de jogo All-Stars. O músico Jun Senoue, que não contribuiu para um grande jogo do Sonic desde Generations (2011), compôs a trilha sonora.

A existência do jogo veio à tona quando um memorando Sumo Digital vazou em janeiro de 2018, com a Sega oficialmente confirmando o mês de maio seguinte. Team Sonic Racing está programado para ser lançado em 21 de maio de 2019 para o Nintendo Switch, PlayStation 4, Windows e Xbox One.

Enredo
Um tanuki alienígena chamado Dodon Pa envia convites para Sonic the Hedgehog e vários de seus amigos, convidando-os a competir em uma série de corridas em equipe. Ele constrói carros equipados com tecnologia avançada para cada um dos pilotos, oferecendo-os como prêmio para a equipe vencedora. Embora sejam céticos em relação às motivações de Dodon Pa, Sonic e os outros concordam. A competição os leva ao redor do mundo, com Dodon Pa colocando-os contra desafios cada vez mais difíceis.

Durante a competição, os pilotos continuam desconfiados de Dodon Pa, acreditando que ele está trabalhando com o doutor Eggman. Investigando mais, descobrem que ele é o rei do planeta Donpa Kingdom e o presidente da corporação automotiva Donpa Motors. A empresa está construindo um Ultimate Energy Engine, que obtém o poder da Ultimate Team Energy gerada pelo trabalho em equipe. Pretendendo usá-lo para fins filantrópicos, Dodon Pa usava as corridas para coletar dados de pesquisa do motor e gerar energia para alimentá-lo.

Depois de tentar, sem sucesso, roubar o motor, Eggman e seus capangas sequestram Dodon Pa e o levam ao seu navio de guerra Final Fortress. Eggman engana Dodon Pa para terminar o motor para ele, forçando Sonic e os outros a continuarem correndo para alimentá-lo. Após a conclusão, Eggman instala o motor em um robô do juízo final, mas fica descontrolado e destrói o navio de guerra. Sonic e seus amigos conseguem resgatar Dodon Pa enquanto o navio explode, embora os carros sejam destruídos no processo. Como obrigado por salvá-lo, Dodon Pa constrói todos os carros novos, e todos se preparam para correr juntos novamente.

Team Sonic Racing é um jogo de corridas de kart com temas do Hedgehog, com modos single-player e multiplayer.

Games

Rhythm Heaven Groove é a despedida perfeita do Nintendo Switch? REVIEW

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

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A Nintendo sempre surpreendeu quando resolveu apostar em ideias diferentes. Quando o Nintendo Switch foi anunciado, muita gente duvidou que um videogame híbrido pudesse fazer sucesso. O resultado foi exatamente o contrário. O console se tornou um fenômeno mundial, recebeu apoio massivo de estúdios terceiros e marcou uma das gerações mais bem-sucedidas da empresa. Agora, com o Nintendo Switch 2 já no mercado, chega a hora de dar adeus ao primeiro Switch, e Rhythm Heaven Groove assume esse papel de forma inesperada.

Um jogo de ritmo diferente de tudo

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

A maior parte dos minigames utiliza apenas um ou dois botões, normalmente o botão A e o direcional para baixo. O objetivo é acompanhar perfeitamente o ritmo da música enquanto executa pequenas ações, como pular, acelerar, frear ou interagir com personagens. Parece fácil, mas o jogo constantemente muda o ritmo, cria distrações na tela e surpreende o jogador com animações inesperadas.

Minigames criativos e muito carisma

O grande destaque de Rhythm Heaven Groove está na enorme variedade de desafios.

Cada fase apresenta uma situação completamente diferente. Há sapos gigantes observando seus movimentos, carros que exigem precisão absoluta, gatos atrapalhando a coleta de frutas, alienígenas sendo abduzidos, personagens treinando musculação e diversos outros cenários extremamente criativos.

Essa diversidade faz com que o jogo permaneça divertido do começo ao fim, sempre apresentando uma nova mecânica antes que a anterior fique repetitiva.

Os remixes são o verdadeiro desafio

Depois de completar uma sequência de minigames, o jogador desbloqueia um Remix.

Essas fases misturam diversos desafios anteriores em uma única música inédita. O jogador precisa alternar rapidamente entre mecânicas completamente diferentes enquanto mantém o ritmo perfeito.

É justamente aqui que a memória muscular entra em ação. Saber exatamente quando trocar de comando e lembrar de cada minigame transforma os Remixes nos momentos mais difíceis e também mais recompensadores da aventura.

Muito conteúdo além da campanha

Apesar da campanha principal já oferecer dezenas de desafios, Rhythm Heaven Groove ainda apresenta modos extras bastante interessantes.

O multiplayer adiciona novos minigames cooperativos, enquanto um curioso modo RPG coloca o jogador no controle de uma personagem maga que lança feitiços seguindo o ritmo da música. A ideia é bastante criativa e mostra um potencial enorme que poderia até render um jogo próprio futuramente.

Vale a pena?

Rhythm Heaven Groove talvez não seja a grande superprodução que muitos esperavam para encerrar a vida do Nintendo Switch. Não é um novo Zelda nem um novo Mario.

Mesmo assim, ele representa perfeitamente aquilo que a Nintendo faz de melhor: transformar uma ideia extremamente simples em uma experiência divertida, criativa e viciante.

Para quem gosta de jogos de ritmo, desafios de precisão e minigames cheios de personalidade, esta é uma excelente despedida para o Nintendo Switch e um título que certamente merece entrar na coleção antes da transição definitiva para o Switch 2.

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Games

Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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