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Team Sonic Racing é um jogo de corrida de kart de 2019 e um spinoff da série Sonic the Hedgehog da Sega. Controlando um dos 15 personagens do elenco da série, os jogadores competem em corridas usando carros esportivos. Eles vêem o jogo a partir de uma perspectiva em terceira pessoa enquanto realizam manobras, drifting e coletam power-ups. O Team Sonic Racing difere dos tradicionais pilotos de kart devido ao seu foco na jogabilidade cooperativa, semelhante ao tipo apresentado em Splatoon (2015) e Overwatch (2016) – o jogador faz parte de uma equipe de corredores e ganha corridas por eficiência e não por velocidade. Modos de jogo incluem ganhar competindo para ganhar pontos, contra-relógio, personalizar as regras de corrida e uma campanha guiada pela história que serve como um tutorial.
A Sumo Digital, que trabalhou na Sonic & Sega All-Stars Racing (2010) e na Sonic & All-Stars Racing Transformed (2012), desenvolveu a Team Sonic Racing. O chefe da Sonic Team e produtor de jogos, Takashi Iizuka, concebeu a jogabilidade cooperativa, e a Sumo Digital usou o Sonic Heroes (2003) baseado em equipe como um ponto de referência. Ao contrário dos jogos de corridas anteriores da Sumo Digital, a Team Sonic Racing apresenta apenas personagens da Sonic, já que a equipe queria expandir a lista de personagens e personagens da série. Eles tinham como objetivo destacar o jogo em comparação com outros jogos de corrida e desenvolveram-no usando uma versão modificada do mecanismo de jogo All-Stars. O músico Jun Senoue, que não contribuiu para um grande jogo do Sonic desde Generations (2011), compôs a trilha sonora.
A existência do jogo veio à tona quando um memorando Sumo Digital vazou em janeiro de 2018, com a Sega oficialmente confirmando o mês de maio seguinte. Team Sonic Racing está programado para ser lançado em 21 de maio de 2019 para o Nintendo Switch, PlayStation 4, Windows e Xbox One.
Enredo
Um tanuki alienígena chamado Dodon Pa envia convites para Sonic the Hedgehog e vários de seus amigos, convidando-os a competir em uma série de corridas em equipe. Ele constrói carros equipados com tecnologia avançada para cada um dos pilotos, oferecendo-os como prêmio para a equipe vencedora. Embora sejam céticos em relação às motivações de Dodon Pa, Sonic e os outros concordam. A competição os leva ao redor do mundo, com Dodon Pa colocando-os contra desafios cada vez mais difíceis.
Durante a competição, os pilotos continuam desconfiados de Dodon Pa, acreditando que ele está trabalhando com o doutor Eggman. Investigando mais, descobrem que ele é o rei do planeta Donpa Kingdom e o presidente da corporação automotiva Donpa Motors. A empresa está construindo um Ultimate Energy Engine, que obtém o poder da Ultimate Team Energy gerada pelo trabalho em equipe. Pretendendo usá-lo para fins filantrópicos, Dodon Pa usava as corridas para coletar dados de pesquisa do motor e gerar energia para alimentá-lo.
Depois de tentar, sem sucesso, roubar o motor, Eggman e seus capangas sequestram Dodon Pa e o levam ao seu navio de guerra Final Fortress. Eggman engana Dodon Pa para terminar o motor para ele, forçando Sonic e os outros a continuarem correndo para alimentá-lo. Após a conclusão, Eggman instala o motor em um robô do juízo final, mas fica descontrolado e destrói o navio de guerra. Sonic e seus amigos conseguem resgatar Dodon Pa enquanto o navio explode, embora os carros sejam destruídos no processo. Como obrigado por salvá-lo, Dodon Pa constrói todos os carros novos, e todos se preparam para correr juntos novamente.
Team Sonic Racing é um jogo de corridas de kart com temas do Hedgehog, com modos single-player e multiplayer.
Review | Splatoon Raiders muda a fórmula da franquia e aposta em uma grande campanha single player
A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.
A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.
A aventura leva o jogador para ilhas inéditas e diferentes ambientes para explorar. Durante a campanha é possível encontrar novas armas, aprimorar os equipamentos com upgrades e completar diversas missões que variam bastante em estrutura. Algumas colocam o jogador contra grandes hordas de inimigos em áreas abertas, enquanto outras acontecem em regiões subterrâneas repletas de desafios, incluindo inimigos mais poderosos e torres que precisam ser destruídas dentro de um limite de tempo para que a missão seja concluída.
Apesar do foco na experiência solo, o multiplayer continua presente. Você pode chamar amigos para participar das missões ou entrar nas salas de outros jogadores para completar sessões cooperativas e conquistar recompensas adicionais, aumentando ainda mais a longevidade da aventura.
O mais interessante é que toda essa estrutura faz o jogo parecer uma porta de entrada para novos jogadores. Para quem conhece apenas os Splatoon tradicionais, a sensação é de que a campanha original da série acabou se transformando em um enorme tutorial perto do que Splatoon Raiders oferece. A exploração é maior, o sistema de progressão é mais profundo e a experiência consegue agradar tanto quem gosta do competitivo quanto quem sempre quis aproveitar o universo de Splatoon de uma forma mais focada na aventura.
Outro ponto que chama atenção é a evolução da progressão do personagem. Em vez de apenas cumprir objetivos lineares, o jogador é constantemente incentivado a explorar cada canto do mapa em busca de recursos, melhorias e novos equipamentos. Isso faz com que a campanha tenha um ritmo bem diferente dos jogos anteriores da franquia, oferecendo uma sensação de descoberta que lembra outros títulos de aventura e sobrevivência.
Ainda existem desafios opcionais espalhados pelas ilhas, incentivando a revisitar áreas já exploradas depois de desbloquear novas habilidades ou armas mais poderosas. Essa liberdade torna a experiência muito mais variada e aumenta bastante o tempo de jogo para quem gosta de completar tudo. Mesmo mantendo a identidade visual colorida e o sistema de combate baseado em tinta, Splatoon Raiders mostra que a Nintendo está disposta a experimentar novas ideias sem abandonar a essência da série. Se essa direção continuar nos próximos jogos, a franquia pode conquistar um público muito maior do que apenas os fãs das partidas online.
Além disso, a estrutura das missões evita que a campanha fique repetitiva. Existem objetivos de combate, exploração, coleta de recursos, defesa de áreas e confrontos contra chefes que exigem estratégias diferentes. Como cada arma possui características próprias, o jogador acaba sendo incentivado a testar novos estilos de jogo em vez de utilizar sempre o mesmo equipamento do início ao fim.
Outro destaque é que a campanha consegue explicar naturalmente diversas mecânicas tradicionais de Splatoon. Quem nunca jogou um título da série aprende como utilizar a tinta para se locomover, alcançar áreas escondidas, escapar de ataques e obter vantagem durante os combates. Tudo isso acontece de forma integrada à aventura, sem depender de longos tutoriais ou explicações excessivas.
Essa mudança também pode representar um passo importante para o futuro da franquia. Durante muitos anos, Splatoon foi visto principalmente como um jogo competitivo, mas Splatoon Raiders mostra que existe espaço para expandir esse universo com uma campanha mais ambiciosa e cheia de conteúdo. Caso a recepção dos jogadores seja positiva, é bem possível que a Nintendo continue investindo nesse formato e transforme o modo história em um dos pilares da série daqui para frente.
No fim das contas, fica a sensação de que Splatoon Raiders funciona como um grande laboratório para o futuro da franquia. A Nintendo parece estar testando novas mecânicas, um mundo mais aberto, sistemas de progressão e uma campanha muito mais ambiciosa para entender como os jogadores vão reagir. Se a recepção for positiva, é bem possível que muitas dessas ideias sejam levadas para um futuro Splatoon 4.
Afinal, a série já mostrou que consegue sustentar um multiplayer extremamente forte. Agora, a grande oportunidade é transformar o modo história em algo tão importante quanto as partidas online. Caso isso aconteça, Splatoon 4 pode se tornar o jogo mais completo da franquia, unindo uma campanha profunda, exploração, evolução de equipamentos e o competitivo que já conquistou milhões de jogadores ao redor do mundo. Splatoon Raiders pode até parecer um spin-off, mas também pode representar o primeiro passo para a maior evolução que a série já teve.
REVIEW | R-Type Dimensions 3 chega para resgatar um dos maiores clássicos dos jogos de navinha
No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.
Os jogos de nave podem não dominar mais o mercado como antigamente, mas houve uma época em que esse gênero era um dos mais populares dos videogames. Pensando justamente em resgatar essa nostalgia, R-Type Dimensions chega como uma versão remasterizada de um dos maiores clássicos da franquia.
O grande destaque do jogo é a possibilidade de alternar, a qualquer momento, entre os gráficos originais e uma versão totalmente refeita em 3D. Basta apertar um botão para comparar como era o visual clássico e como ele ficou com a nova apresentação, trazendo um efeito bem interessante para quem gosta de revisitar títulos antigos.
Mesmo sendo um remaster, R-Type Dimensions mantém toda a essência da série. O jogador controla uma nave que avança automaticamente pelos cenários enquanto enfrenta ondas de inimigos, coleta novos poderes e precisa desviar de uma enorme quantidade de projéteis e obstáculos.
A franquia R-Type é considerada uma das mais importantes da história dos shoot ’em ups, ajudando a popularizar o gênero durante décadas. Para quem já conhece esse estilo de jogo, a experiência continua extremamente competente e divertida.
Outro ponto positivo é a presença do modo multiplayer, um recurso cada vez mais raro em lançamentos atuais e que torna a experiência ainda mais interessante para quem deseja jogar com um amigo.
As fases continuam sendo um dos grandes atrativos. Em determinados momentos, o cenário inteiro trabalha contra o jogador. Há trechos em que gotas de ácido caem do teto, abrindo lentamente passagens que antes estavam bloqueadas, enquanto outras fases exigem atenção constante ao ambiente, já que o perigo não vem apenas dos inimigos, mas também dos próprios elementos do cenário.
Apesar de manter um nível de desafio elevado, R-Type Dimensions não chega a ser frustrante. Como um lançamento moderno, o jogo conta com continues e sistemas de salvamento, tornando a experiência muito mais acessível do que nos arcades da época.
No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.
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