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Sobre O Huawei Honror Play

O atraente mas sempre elusivo smartphone para jogos – muitos tentaram construí-lo, até mesmo a Razer, mas ninguém fez isso perfeitamente. Agora, Honor também está se juntando à corrida de jogos, mas com um novo conceito. Em vez de grandeza, o novo jogo de honra está buscando acessibilidade. E essa é uma virada bem-vinda de eventos.

The Honor Play parece com a maioria dos smartphones hoje – um corpo de metal, tela entalhada e uma câmera dupla na parte de trás. O chip Kirin 970 é o responsável pela sessão de jogos e o Play tem o GPU Turbo da Huawei fora da caixa.

O Kirin 970 é conhecido como uma das peças de hardware mais eficientes para jogos móveis – não custa muito, mas oferece um desempenho estável e sustentável. E com o GPU Turbo, as coisas só podem melhorar.

A tela de 6,3 “1080p, entalhe ou não, é o suficiente para jogos, há uma bateria grande, e você pode ter o Honor Play com 4 ou 6 GB de RAM. E nesse preço atrativo no lançamento – CNY 1 999, INR 19.999, £ 279, € 329 – nos colorem intrigados.
Honor Play especificações:
Corpo: corpo de alumínio, 157,9 x 74,3 x 7,5 mm, 176g
Tela: LCD IPS de 2,3 “x 2,340 x 1.080 px (19,5: 9), 409ppi, entalhado
Chipset: HiSilicon Kirin 970, Octa-core (Cortex-A73 de 4 x 2,4 GHz e Cortex-A53 de 4 x 1,8 GHz), GPU Mali-G72 MP12
Memória: 4 / 6GB de RAM, 64GB de armazenamento, slot (micro) híbrido
Câmera: Dual: 16MP RGB (f / 2.2) + 2MP para detecção de profundidade, autofoco de detecção de fase; Vídeo de 2160p a 30fps
Selfie cam: 16MP (f / 2.0), vídeo 1080p
OS: Android 8.1 Oreo com recursos do Huawei EMUI 8.2 + AI
Bateria: 3,750 mAh não removível, carregamento rápido de 18W
Conectividade: Dual Nano-SIM; USB-C (USB 2.0), NFC, Bluetooth 4.2, GPS, GLONASS
Diversos: Sensor de impressão digital montado na parte traseira, alto-falante de disparo de fundo único, porta de áudio de 3,5 mm

Muitas omissões podem ser perdoadas quando um telefone é tão acessível quanto o Honor Play. Como o entalhe. E o slot híbrido do SIM. E a falta de rádio FM.

A Huawei lançará o chipset Kirin 980 a qualquer momento, o que possibilitou reduzir ainda mais o preço do Kirin 970 e, ainda assim, mantê-lo valioso graças aos recentes upgrades do GPU Turbo. Nós já vimos que não é apenas uma palestra de RP e o Turbo pode fazer a diferença, então o Honor Play parece uma adição pensada para a série de Honra, que de outra forma estaria lotada.

O telefone já está disponível na China e na Índia, enquanto a Europa o está adquirindo agora. Vai jogo embora? Vamos descobrir!

Unboxing o jogo de honra
A caixa de varejo branca do Honor Play contém o próprio telefone, um cabo USB-C branco e um carregador branco de 18W. Não há fones de ouvido incluídos, mas uma porta de áudio analógica está disponível, então sinta-se à vontade para conectar seu par favorito.

Android 8.1 com EMUI 8.2
O Honor Play roda no Android 8.1 com o EMUI 8.2 – uma combinação semelhante ao que vimos no Honor 10 há algum tempo. O EMUI é tão personalizado quanto um lançador pode obter, então os puristas do Android podem querer procurar em outro lugar por uma experiência de baunilha. A nova v8.2 melhora o Face Unlock e o Gallery com aprendizado de máquina, há alguns novos truques de Gaming e um novíssimo Party Mode para reprodução de música sincronizado em diferentes dispositivos.

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Games

Rhythm Heaven Groove é a despedida perfeita do Nintendo Switch? REVIEW

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

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A Nintendo sempre surpreendeu quando resolveu apostar em ideias diferentes. Quando o Nintendo Switch foi anunciado, muita gente duvidou que um videogame híbrido pudesse fazer sucesso. O resultado foi exatamente o contrário. O console se tornou um fenômeno mundial, recebeu apoio massivo de estúdios terceiros e marcou uma das gerações mais bem-sucedidas da empresa. Agora, com o Nintendo Switch 2 já no mercado, chega a hora de dar adeus ao primeiro Switch, e Rhythm Heaven Groove assume esse papel de forma inesperada.

Um jogo de ritmo diferente de tudo

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

A maior parte dos minigames utiliza apenas um ou dois botões, normalmente o botão A e o direcional para baixo. O objetivo é acompanhar perfeitamente o ritmo da música enquanto executa pequenas ações, como pular, acelerar, frear ou interagir com personagens. Parece fácil, mas o jogo constantemente muda o ritmo, cria distrações na tela e surpreende o jogador com animações inesperadas.

Minigames criativos e muito carisma

O grande destaque de Rhythm Heaven Groove está na enorme variedade de desafios.

Cada fase apresenta uma situação completamente diferente. Há sapos gigantes observando seus movimentos, carros que exigem precisão absoluta, gatos atrapalhando a coleta de frutas, alienígenas sendo abduzidos, personagens treinando musculação e diversos outros cenários extremamente criativos.

Essa diversidade faz com que o jogo permaneça divertido do começo ao fim, sempre apresentando uma nova mecânica antes que a anterior fique repetitiva.

Os remixes são o verdadeiro desafio

Depois de completar uma sequência de minigames, o jogador desbloqueia um Remix.

Essas fases misturam diversos desafios anteriores em uma única música inédita. O jogador precisa alternar rapidamente entre mecânicas completamente diferentes enquanto mantém o ritmo perfeito.

É justamente aqui que a memória muscular entra em ação. Saber exatamente quando trocar de comando e lembrar de cada minigame transforma os Remixes nos momentos mais difíceis e também mais recompensadores da aventura.

Muito conteúdo além da campanha

Apesar da campanha principal já oferecer dezenas de desafios, Rhythm Heaven Groove ainda apresenta modos extras bastante interessantes.

O multiplayer adiciona novos minigames cooperativos, enquanto um curioso modo RPG coloca o jogador no controle de uma personagem maga que lança feitiços seguindo o ritmo da música. A ideia é bastante criativa e mostra um potencial enorme que poderia até render um jogo próprio futuramente.

Vale a pena?

Rhythm Heaven Groove talvez não seja a grande superprodução que muitos esperavam para encerrar a vida do Nintendo Switch. Não é um novo Zelda nem um novo Mario.

Mesmo assim, ele representa perfeitamente aquilo que a Nintendo faz de melhor: transformar uma ideia extremamente simples em uma experiência divertida, criativa e viciante.

Para quem gosta de jogos de ritmo, desafios de precisão e minigames cheios de personalidade, esta é uma excelente despedida para o Nintendo Switch e um título que certamente merece entrar na coleção antes da transição definitiva para o Switch 2.

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Games

Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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