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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo do pikachu que nunca deveria ter EXISTIDO

JOGO do POKEMON que não deveria ter EXISTIDO 😵| PIKACHU 2

Espero que gostem!


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Pocket Monster II é um jogo de plataforma para o Sega Mega Drive e uma sequência direta de Pocket Monster, ambos provavelmente desenvolvidos por ex-trabalhadores da Chuanpu Technology e talvez publicados por X Boy.
Este jogo mostra melhorias significativas em relação ao original, pois a arte e o áudio foram aprimorados, embora o primeiro ainda seja roubado de outros jogos e ainda mostra todas as falhas anteriores, além de uma nova. A música é refeita principalmente a partir da série japonesa de TV Pokémon, com músicas que incluem o tema de abertura japonês original (Estágio 1 e Estágio 4) e a música ‘Hyakugojyuichi’ como o tema final do piloto japonês como o tema principal do jogo.

Este jogo é incrivelmente curto no geral, pois contém apenas quatro níveis, com um único chefe final no final do último. No entanto, a duração do jogo é punir ações levemente descuidadas com uma quantidade muito grande de saltos de fé e saltos cegos em geral, em combinação com a falta de pontos de verificação. Além disso, apesar do jogo ter muito poucos estágios, eles são incrivelmente longos, então tudo isso torna o jogo agravante às vezes. Cair é quase uma garantia se você não tiver o mapa completamente memorizado. No entanto, os abundantes captadores de vida extra, que se regeneram após a morte, impedem você de terminar o jogo cedo demais. Os quatro níveis em si também são incrivelmente genéricos. Eles não têm nomes, mas seus temas são os seguintes: floresta, desfiladeiro / vale, castelo e usina. O único dos quatro níveis com um mecânico específico é o terceiro, com uma porta acionada por botão.

Aqui você se move com o painel de controle e pula com o botão ‘C’. Ao contrário do Pocket Monster, Pikachu não pode usar um ataque elétrico em toda a tela. Em vez disso, ele pode jogar Pokébolas com o botão ‘B’ quando elas forem coletadas. Você pode matar inimigos com eles, mas são inúteis graças à falta de alcance e ao fato de você soltar todas as suas Pokébolas ao ser atingido.

Pikachu só pode controlar a altura de seu salto enquanto está perfeitamente imóvel, tornando incrivelmente difícil desviar de certos inimigos enquanto avança no palco.
Na mesma nota, Pikachu pode pular de plataformas em movimento vertical (subindo) se ele pular muito baixo.
Às vezes, as plataformas móveis mencionadas acima podem desaparecer se estiverem na borda da tela, devido aos objetos serem programados para desaparecer se rolarem para fora da tela.
O Pikachu pode pular novamente depois de pular em um Pokémon, o que também se aplica sempre que o Pikachu for danificado.
Quando uma Pokébola é lançada e na tela, ela se move como Pikachu.
Às vezes, quando você joga uma Pokébola contra um inimigo, o jogo congela. Parece acontecer tanto em emuladores quanto em hardware real.

Algumas músicas deste jogo foram reutilizadas no Fengkuang Dafuweng (também conhecido como Crazy Richman / Crazy Monopoly) pela Vast Fame.
Os gráficos de nível do nível 2 parecem ser retirados do estágio Sting Chameleon do Mega Man X (SNES).
Os gráficos de nível 3 são retirados de Pink Goes To Hollywood.
Os gráficos de nível do nível 4 são retirados de Sparkster no SNES e alguns dos inimigos são retirados de uma variedade de jogos Mega Drive, incluindo Mega Bomberman e Magical Taluluto (o último, apropriadamente, foi desenvolvido por Game Freak, os criadores de Pokémon. )
O caranguejo e o macaco azul do primeiro nível foram roubados de um jogo original Sega Genesis licenciado Wonder Boy in Monster World por Westone.

Games

Pokemon Presets mostra a força da franquia e confirma novo jogo com localização pt BR

O evento de 30 anos de Pokémon foi aquele misto de nostalgia, surpresa e algumas decisões meio esquisitas. Três décadas de franquia é coisa pra caramba. Se você jogou Yellow, Silver, Ruby, Emerald, Platinum ou Black e White como eu, sabe que foi feliz por muito tempo com esses jogos. O vídeo comemorativo deixou isso bem claro: Pokémon marcou gerações.

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O evento de 30 anos de Pokémon foi aquele misto de nostalgia, surpresa e algumas decisões meio esquisitas. Três décadas de franquia é coisa pra caramba. Se você jogou Yellow, Silver, Ruby, Emerald, Platinum ou Black e White como eu, sabe que foi feliz por muito tempo com esses jogos. O vídeo comemorativo deixou isso bem claro: Pokémon marcou gerações.

Entre os anúncios, tivemos novidades interessantes. O Pokémon Champions finalmente traz a ideia que muita gente esperava: usar os Pokémon guardados no Pokémon Home ao longo dos anos para batalhas competitivas, inclusive com suporte a celular. A proposta lembra bastante a vibe de Pokémon Stadium, mas agora integrada ao ecossistema moderno. Se funcionar bem, pode valorizar todo o legado que a gente construiu.

Também tivemos a confirmação de Pokémon XD no Switch Online em março, um RPG diferente da era GameCube, e o relançamento pago de Pokémon FireRed com conexão ao Home. Aqui entra a polêmica: R$ 120 é um preço salgado, especialmente para um remake que já existe há anos. Ainda assim, a conectividade salva o projeto. Sem isso, realmente não faria sentido.

@eurkplay

O Novo Pokémon Ondas e Ventos são o bastante para Salvar a Franquia?

♬ som original – Rk play – Rk play

Sobre Pokémon Unite e TCG, nada muito impactante. Já Pokémon Legends ZA recebeu atualização, mas não me empolgou tanto quanto a revelação principal da noite: Pokémon Winds and Waves, que será traduzido oficialmente para português. Só isso já é histórico. Visualmente é o Pokémon principal mais bonito até agora, mesmo não sendo o mais impressionante do Switch 2. Os iniciais parecem promissores e o mundo aberto parece mais ambicioso do que tudo que vimos antes.

O problema? Lançamento só em 2027. Vai ser uma longa espera.

No geral, saí feliz. Pokémon faz parte da nossa história. Mesmo com críticas e ressalvas, é uma franquia que continua tentando evoluir. E talvez esteja na hora de trazer mais Pokémon de volta pro canal. Afinal, 30 anos não se comemoram todo dia.

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Games

Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 é uma prova que de Tudo que é bom tem um custo

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

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Eu joguei Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 e já vou direto ao ponto: depende muito do seu perfil como jogador.

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

O problema começa quando olhamos para o preço.

Ele custa o mesmo que um novo Zelda. E aí a comparação pesa.

Se eu fosse montar uma escala de prioridade dentro do universo Nintendo, ficaria mais ou menos assim: primeiro um Mario Kart, depois um jogo principal do Mario em plataforma ou até mesmo Donkey Kong Bananza. Só depois eu colocaria um Mario Tennis como terceira opção de compra.

Isso não significa que o jogo é ruim. Muito pelo contrário.

O modo online funciona bem e é um dos grandes pontos positivos. As partidas são estáveis e competitivas, o que aumenta bastante a vida útil do game. Além disso, o sistema de gameplay vai além do simples tênis. Não é só escolher um personagem com atributos diferentes. Você também pode usar raquetes com poderes especiais que lançam fogo, gelo, aplicam efeitos no adversário ou até criam clones seus na quadra. Algumas habilidades são até apelonas, mas deixam tudo mais dinâmico e divertido.

Você pode jogar tanto no controle tradicional quanto usando sensor de movimento, o que ajuda a variar a experiência.

Já o modo história é o ponto mais fraco. Ele tem boas animações, mas é bem cru. Grande parte da experiência é baseada em diálogos com personagens parados e funciona quase como um grande tutorial estendido. Não é algo que vá te prender por muitas horas.

No fim das contas, não acho que seja um arrependimento de compra. É um jogo divertido, competente e funciona muito bem no que se propõe. Mas é aquele tipo de título que faz você parar e pensar: será que eu prefiro investir esse valor nele ou em um Zelda pelo mesmo preço?

Se você ama jogos esportivos arcade e quer algo competitivo para jogar online, pode valer a pena. Se você está buscando uma experiência mais robusta e épica para o seu Nintendo Switch 2, talvez seja melhor repensar a prioridade.

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