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Sonic the Hedgehog Genesis, simplesmente se referindo a Sonic the Hedgehog no jogo, é um remake do Sonic the Hedgehog original para o Game Boy Advance. Foi lançado como parte da celebração do 15º aniversário de Sonic the Hedgehog, mas o jogo foi lançado apenas na América do Norte.
Jogabilidade
Sonic the Hedgehog Genesis é uma tentativa de trazer o primeiro lançamento do Sonic para o Game Boy Advance, mas enquanto muitos recursos artísticos são compartilhados, o mecanismo do jogo é completamente diferente e muito do áudio é muito mais simples. Em termos de conteúdo, é semelhante ao primeiro jogo, no entanto, o movimento Spin Dash de Sonic the Hedgehog 2 pode ser usado em um novo “modo de aniversário”. O jogo também inclui economia de bateria, permitindo que os jogadores revisem facilmente as etapas concluídas.
Embora alguns gráficos tenham sido alterados para se adequar melhor à resolução da tela do Game Boy Advance (240×160, versus os 320×224 usados no Mega Drive), muito permanece o mesmo que o jogo de 1991, significando que menos área de jogo é visível a qualquer momento. Isso torna o Gênesis um título mais difícil, pois é mais difícil ver o que está por vir. Os códigos de truques do jogo Mega Drive não foram portados.
Vencer o jogo desbloqueia o modo jukebox para ouvir a música do jogo. Coletar todas as seis Chaos Emeralds adiciona efeitos sonoros à jukebox.
Crítica
O Genesis foi amplamente criticado no lançamento por ser uma representação infiel do jogo original. Seu mecanismo não é preciso, com física de salto “mais pesada” dificultando a eliminação de algumas lacunas e taxas diferentes de aceleração / desaceleração, o que significa que o Sonic pode parar quase instantaneamente. Sonic também se recupera depois de ser atingido e pode reagir estranhamente a certos objetos, diminuindo o ritmo do jogo.
O mais notável é que Sonic the Hedgehog Genesis raramente mantém uma taxa de quadros consistente, diminuindo a velocidade sempre que há muitos objetos na tela. Essa variação no desempenho afeta severamente o tratamento de caracteres, tornando algumas seções da plataforma mais complicadas do que deveriam. Sprites posicionados parcialmente na tela geralmente não são renderizados, o que significa que objetos maiores aparecem mais abruptamente do que no Mega Drive. Efeitos como plataformas em colapso e paredes quebráveis também são simplificados.
O áudio é cortado, com versões mais simples de músicas do Sonic sendo geradas pelo hardware Game Boy Advance. Alguns efeitos sonoros são amostrados no hardware Mega Drive, mas a maioria também é gerada, desta vez a partir de ondas quadradas simples e um canal de ruído, semelhante ao jogo comum (monocromático) Game Boy e Game Boy Color. Alguns efeitos sonoros estão completamente ausentes.
Apenas alguns meses após o lançamento, o membro da comunidade Sonic Retro Stealth lançou Sonic the Hedgehog GBA, uma conversão mais precisa do Sonic the Hedgehog em hardware Game Boy Advance. Mais tarde, Stealth seria contratado pela Sega para ajudar a produzir a versão 2013 do jogo (e mais tarde Sonic Mania).
Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?
No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.
Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.
A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.
A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.
Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.
O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.
Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.
Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.
O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.
No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.
Quem deve comprar a nova versão de Sonic Frontiers para Nintendo Switch 2?
A chegada de Sonic Frontiers: Definitive Edition ao Nintendo Switch 2 finalmente entrega uma versão que faz justiça ao jogo da SEGA. Mas a grande pergunta é: vale a pena comprar essa edição?
A chegada de Sonic Frontiers: Definitive Edition ao Nintendo Switch 2 finalmente entrega uma versão que faz justiça ao jogo da SEGA. Mas a grande pergunta é: vale a pena comprar essa edição?
A resposta depende de quem você é.
O mesmo jogo, mas muito melhor tecnicamente
Se você nunca jogou Sonic Frontiers, essa é facilmente uma das melhores formas de conhecer a aventura. O conteúdo continua exatamente o mesmo.
Você vai explorar enormes ilhas em mundo aberto, descobrir os mistérios de uma antiga civilização, reunir as Esmeraldas do Caos, resolver puzzles, enfrentar Titãs gigantescos e participar de atividades paralelas, incluindo a famosa pescaria que acabou se tornando um dos momentos mais divertidos do jogo.
A estrutura da aventura permanece idêntica. O grande destaque desta edição está na parte técnica.
A diferença gráfica é enorme
A versão de Switch 2 apresenta uma evolução visual muito clara.
Os ambientes contam com texturas de maior qualidade, a distância de visão foi ampliada e os cenários passam uma sensação muito maior de profundidade. O resultado é um mundo muito mais bonito e agradável de explorar.
Quem jogou no Switch original percebe a diferença logo nos primeiros minutos.
O modo desempenho é a melhor escolha
O Switch 2 oferece dois modos gráficos.
O primeiro é o Modo Desempenho, que roda o jogo a 60 FPS e transforma completamente a experiência. Sonic é um personagem que depende muito da sensação de velocidade, e a fluidez faz toda a diferença.
Já o Modo Qualidade prioriza os gráficos, mas mantém o jogo limitado a 30 FPS. Apesar da imagem um pouco mais bonita, a perda de fluidez acaba prejudicando a experiência, principalmente em um jogo tão rápido.
Na prática, o Modo Desempenho é a melhor opção.
Ainda não é perfeito
Mesmo com todas as melhorias, ainda existem algumas limitações.
O pop-in de vegetação continua aparecendo em alguns momentos, especialmente na primeira ilha. Conforme a aventura avança, esse problema diminui bastante, principalmente nas áreas desérticas e em cenários mais abertos.
Mesmo assim, o resultado final fica muito mais próximo das versões de PlayStation 5 e Xbox Series do que da antiga versão de Switch.
Quem já tem a versão de Switch 1 deve comprar de novo?
Aqui está a maior crítica.
Infelizmente, esta edição é exclusiva do Nintendo Switch 2 e não existe um upgrade pago para quem já comprou o jogo no Switch original.
Curiosamente, existe até a opção de importar o save da versão anterior, o que mostra que um sistema de upgrade faria bastante sentido.
É uma decisão difícil de entender e certamente poderia ter sido mais amigável para quem já apoiou o jogo na geração passada.
Vale a pena?
Se você acabou de comprar um Nintendo Switch 2 e está procurando jogos além dos grandes lançamentos da Nintendo, Sonic Frontiers é uma excelente escolha.
Muita gente acabou ignorando o jogo por causa do período em que o console foi lançado, mas ele continua sendo uma das aventuras mais diferentes da franquia.
Para quem nunca jogou, a recomendação é simples: vá direto na versão de Switch 2.
Por via de Interesse na compra, aqui esta diposnivel.
Ela entrega gráficos muito melhores, desempenho excelente em 60 FPS e oferece, sem dúvida, a melhor experiência possível para quem deseja jogar Sonic Frontiers em um console da Nintendo.
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