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SABADOS Secretos, é um velho desenho da cartoon network, ele é insano por que faz parte do multiverso do Ben 10, tendo crossover com Ben 10 Ominiverso

JOGO dos PARCEIROS do Ben 10 😨| SABADOS SECRETOS

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PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS

The Secret Saturdays (no Brasil: Os Sábados Secretos) é uma série de desenho animado estadunidense que foi produzida de 2008 a 2010 pelo Cartoon Network Studios, estúdio de produções do canal de televisão por assinatura Cartoon Network, em parceria com a empresa PorchLight Entertainment; exibida pelo Cartoon Network e criada pelo animador e cartunista canadense Jay Stephens.

Estreou nos Estados Unidos em 3 de outubro de 2008 e no Brasil em 13 de fevereiro de 2009.

Os Saturdays aparecem no episódio “T.G.I.S.” de Ben 10: Omniverse, onde ocorre uma parceria com Ben Tennyson e Zak Saturday para deter o vilão o Dr. Animal que traz de volta a vida o arqui-inimigo dos Saturdays, V.V. Argost. O episódio confirma que The Secret Saturdays e Ben 10 pertence ao mesmo universo, algo que já havia sido sugerido com referências a Ben 10 em episódios de The Secret Saturdays.

A série conta a história de um garoto chamado Zak Sábado, seus pais Solomon “Doutor” Sábado e Drica Sábado, e seus animais de estimação exóticos Gogato, Komodo e Zon, que juntos formam uma família de criptozoólogos secretos chamados “Os Sábados Secretos”. Juntos, eles têm o dever de proteger o mundo e a humanidade dos planos de seu arqui-inimigo V.V. Argost.

Produção
A série é baseada em séries de desenho animado dos gêneros ação e aventura produzidas pela empresa Hanna-Barbera na década de 1960, tais como Jonny Quest e Os Herculóides, apresentando uma família de criptozoólogos como personagens principais que junto com seus animais de estimação exóticos vivem aventuras enfrentando um vilão que tenta dominar o mundo, características típicas das séries citadas.

Antes de sua estreia, o desenho passou por três nomes de produção até chegar ao seu título definitivo. Começou inicialmente a ser produzido sob o nome “Cryptids”, um termo relacionado à criptozoologia. Um tempo depois foi renomeado para “The Secret Adventures of Zak Saturday” (em português: As Aventuras Secretas de Zak Sábado), sendo posteriormente alterado para The Secret Saturdays.

Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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Games

O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?

Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

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Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.

Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.

Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.

Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.

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