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0:00 Inicio 1:32 Gameplay 3:28 Poderes 6:02 Historia 8:50 Mundo 1 (grama) 12:08 Meta Knight 12:55 Mundo 2 (Praia ) 14:38 Mundo 3 ( Parque ) 15:59 Mundo 4 ( Gelo ) 17:15 Mundo 5 ( Deserto ) 18:10 Mundo Final ( Rio de Janeiro ) 19:39 Plot twist 20:45 Furros e o Chefe Final
🔥 #rkplay #kirby #nintendoswtich
Kirby and the Forgotten Land (星のカービィ ディスカバリー Hoshi no Kābī Disukabarī?) é um jogo eletrônico de plataforma desenvolvido pela HAL Laboratory e publicado pela Nintendo. É o décimo sétimo título principal da série Kirby, bem como o primeiro jogo principal em 3D da série, sem incluir spin-offs. Foi lançado em 25 de março de 2022 para Nintendo Switch.
Em Kirby and the Forgotten Land, o jogador controla Kirby em uma aventura pela Forgotten Land para resgatar Waddle Dees sequestrados por um grupo de animais chamado The Beast Pack. Para completar cada estágio com o objetivo de salvar os Waddle Dees, Kirby precisa usar uma ampla variedade de habilidades para ajudar a combater os inimigos e progredir no jogo. O desenvolvimento e lançamento do jogo serviu para coincidir com o 30º aniversário da série Kirby.
Kirby and the Forgotten Land é o primeiro jogo de plataforma principal da série Kirby com jogabilidade completamente tridimensional (3D), onde o jogador deve guiar Kirby por meio de vários estágios diferentes para salvar os Waddle Dees no final. Como na maioria dos jogos da franquia, Kirby pode pular e deslizar, bem como inalar inimigos e objetos que ele pode cuspir como projéteis ou engolir para ganhar uma Habilidade de Cópia. Juntamente com o retorno dessas habilidades, este jogo introduz duas novas Habilidades de Cópia na forma de Drill e Ranger,bem como um sistema de atualização para Habilidades de Cópia e um novo “Mouthful Mode” onde Kirby pode engolir e controlar objetos maiores, como carros e máquinas de venda automática.[5] Semelhante ao Kirby Battle Royale e Kirby and the Rainbow Curse, um segundo jogador pode participar e jogar como Bandana Waddle Dee, que usa uma lança como sua principal forma de ataque.
O objetivo de cada estágio é resgatar os Waddle Dees no final da fase. Uma vez resgatados, eles são devolvidos a Waddle Dee Town, o ponto central do jogo. À medida que o jogador resgata mais Waddle Dees, o tamanho da cidade aumenta, bem como desbloqueia minijogos nos quais o jogador pode competir com outros on-line pela pontuação máxima.
Kirby aparece nas praias de um novo mundo pós-apocalíptico chamado “The Forgotten Land”.Ele descobre que as criaturas, principalmente os Waddle Dees, estão sendo sequestradas por uma força maligna conhecida como “The Beast Pack”. Kirby, ao lado de um novo companheiro resgatado chamado Elfilin, se aventura pelo novo mundo para resgatar os sequestrados Waddle Dees e confronta o Beast Pack ao longo do caminho.
Metroid Prime 4 é Bom Mesmo? Análise Completa do melhor jogo do Nintendo Switch 2
Metroid Prime 4 divide opiniões com seu mundo semiaberto, foco em exploração e mudanças na jogabilidade. Veja a análise completa com pontos positivos, negativos e final explicado.
Metroid Prime 4 chegou cercado de expectativa. Depois de anos em desenvolvimento, reinícios e silêncio absoluto da Nintendo, o jogo finalmente foi lançado prometendo renovar a franquia. Mas será que conseguiu?
Neste artigo, vou analisar tudo o que Metroid Prime 4 faz de certo, onde ele erra e se realmente vale a pena jogar.
Metroid Prime 4 tenta reinventar a franquia
O jogo aposta forte em uma estrutura que mistura exploração, narrativa e mundo semiaberto, algo que não fazia parte da essência da franquia original.
Apesar disso, ele ainda carrega o DNA clássico do Metroid:
exploração metódica
backtracking
progressão por habilidades
foco em ambientação
O problema é que essa nova abordagem nem sempre funciona.
Metroid Prime 4 não é um mundo aberto de verdade
Mesmo parecendo um mundo aberto, o jogo é altamente limitado.
Você explora grandes áreas conectadas, mas:
só avança quando desbloqueia habilidades específicas
precisa seguir uma ordem pré-definida
muitas áreas parecem abertas, mas são bloqueadas artificialmente
Isso faz com que o jogo finja liberdade, mas mantenha tudo sob controle.
Combate funciona, mas não é o foco
O combate é sólido e bem construído, principalmente nos chefes. Porém, o foco do jogo não é ação intensa, e sim exploração e observação.
Se você espera algo próximo de um FPS rápido, vai se frustrar.
Metroid Prime 4 é mais sobre entender o ambiente do que reagir rapidamente.
Samus muda, mas continua distante
Após a recepção negativa de Metroid: Other M, a Nintendo optou por deixar Samus praticamente muda.
Ela quase não se expressa. Outros personagens falam por ela.
Isso cria uma narrativa estranha, distante e pouco emocional. Em muitos momentos, parece que os acontecimentos não têm peso real.
História ambiciosa, mas irregular
A trama envolve:
uma civilização extinta
cristais psíquicos
um planeta condenado
o retorno de Silux
A ideia é boa, mas a execução sofre. Muitos personagens surgem e desaparecem rápido demais, sem criar conexão emocional.
O vilão tem presença, mas não impacto suficiente.
O problema do mundo aberto e da moto
A inclusão da moto e das áreas abertas é um dos pontos mais controversos.
O mapa é grande, mas vazio. A exploração vira deslocamento. A moto serve mais como transporte do que como mecânica divertida.
O jogo tenta ser um Zelda moderno, mas não tem a liberdade que faz Zelda funcionar.
Chefes e desafios
Os chefes são o ponto alto do jogo:
visuais impressionantes
uso criativo dos poderes
boa variedade
Mas alguns encontros são longos demais e dependem de mecânicas pouco intuitivas.
Progressão travada e ritmo quebrado
Para avançar, o jogo obriga o jogador a:
coletar cristais
revisitar áreas antigas
cumprir objetivos secundários obrigatórios
Isso quebra totalmente o ritmo da narrativa e alonga artificialmente a campanha.
Final e conclusão
O final é simbólico, bonito e coerente, mas previsível.
Samus cumpre seu papel, o ciclo se fecha e a história termina de forma segura, sem grandes riscos narrativos.
Existe um final secreto, mas ele pouco altera o impacto geral.
Metroid Prime 4 – Um jogo que Nintendista não quer, mas o Nintendo Switch precisa
Metroid Prime 4 finalmente chegou, e depois de tantos anos de espera, a pergunta é inevitável: valeu a pena tudo isso? A resposta curta é: depende muito do tipo de jogador que você é.
Metroid Prime 4 finalmente chegou, e depois de tantos anos de espera, a pergunta é inevitável: valeu a pena tudo isso? A resposta curta é: depende muito do tipo de jogador que você é.
Muita gente acabou se decepcionando com Metroid Prime 4, mas isso acontece principalmente por uma expectativa errada. Estamos falando de um jogo que atrasou praticamente uma geração inteira para ser lançado e que não segue o padrão mais “tradicional” da Nintendo, aquele mais colorido, acessível e direto ao ponto. Aqui, o foco é outro.
Metroid Prime 4 é ficção científica espacial pura. Você controla Samus Aran em um planeta completamente novo, lidando com mistérios, ruínas alienígenas e uma civilização inédita que introduz novos poderes e mecânicas. E já é importante deixar claro: isso não é um jogo de tiro comum. Não dá para comparar com algo mais direto como Halo ou até jogos de ação em terceira pessoa. Metroid Prime nunca foi sobre sair atirando sem pensar.
O coração do jogo continua sendo o que sempre definiu a franquia: exploração. Aqui você anda, observa, analisa o cenário, volta para áreas antigas com habilidades novas e descobre caminhos que antes estavam inacessíveis. O ritmo é mais cadenciado, quase investigativo. Muitas vezes, o jogo exige que você preste atenção em detalhes do ambiente em vez de simplesmente seguir um marcador no mapa.
A grande diferença em Metroid Prime 4 está no escopo. O mundo é muito maior, mais interconectado e mais denso do que nos jogos anteriores. As áreas funcionam como verdadeiras dungeons em 3D, cheias de segredos, atalhos e puzzles ambientais. Isso é fantástico para quem gosta de se perder no mapa, mas pode ser frustrante para quem espera algo mais linear.
No Nintendo Switch 2, o jogo também se beneficia bastante do hardware. A ambientação é mais detalhada, os efeitos de iluminação ajudam muito na imersão e a sensação de estar dentro daquele planeta é constante. Não é um jogo que impressiona pelo espetáculo, mas sim pela atmosfera.
Então, vale a pena comprar Metroid Prime 4? Se você gosta de jogos de exploração, ritmo mais lento, ficção científica e daquele sentimento de solidão e mistério que só Metroid entrega, a resposta é sim. Agora, se você esperava um shooter frenético ou algo no molde dos grandes blockbusters de ação, talvez esse jogo não seja para você.
Metroid Prime 4 não tenta agradar todo mundo. Ele é, acima de tudo, Metroid. E para quem entende isso, o jogo entrega exatamente o que promete.
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