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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de video game de terror chamado Bendy and the ink machine ( batim ) que é inspirado em lendas urbanas dos antigos estúdios de animação conhecidos pelos desenhos de Mickey da wall disney, e gato felix dos estudios Fleischer Studios

A HISTÓRIA REAL DE BENDY AND THE INK MACHINE

Espero que gostem!

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Historia Detalrune https://youtu.be/s2ZCYTHW4oM

 

EPISODIOS SONIC EXE

Sonic.exe O inicio https://youtu.be/9zhpLnHeWUY
Sonic.exe 2 , o retorno https://youtu.be/IMQCsSsMt4Y
Sonic Fear 2 https://youtu.be/ZbDhbl0BHKg

Sunky the game https://youtu.be/vOd4W5m_4Bc
SUnky 2 a volta do ouriço zueiro https://youtu.be/Vs69PW7gfeo

Detalhes sober a Origem de Bendy

Bendy and the Ink Machine (em português: Bendy e a Máquina de Tinta) é um jogo eletrônico de terror de sobrevivência em primeira pessoa desenvolvido e publicado pela theMeatly Games. O primeiro capítulo do jogo, Moving Pictures, foi lançado para Linux, macOS e Microsoft Windows via Game Jolt no dia 10 de fevereiro de 2017. O segundo capítulo, The Old Song, saiu, juntamente com uma versão remasterizada do primeiro, no dia 18 de abril de 2017. Após o jogo ter sucesso na Steam no dia 28 de fevereiro de 2017,[1] ambos os capítulos disponíveis foram lançados para a Steam a partir de 27 de abril de 2017. O terceiro capítulo, Rise and Fall, lançou em 28 de setembro de 2017. O quarto capítulo, Colossal Wonders, foi lançado no dia 30 abril de 2018, juntamente com uma versão refeitas e remasterizadas dos capítulos anteriores, principalmente a primeira. O quinto e último capítulo, The Last Reel, Está programado para ser lançado em 26 Outubro de 2018. O jogo sairá completo com todos os cinco capítulos para os consoles PlayStation 4 ,Xbox One e Nintendo Switch em 20 de Novembro, e está sendo feito pela Rooster Teeth Games. O jogo saiu completo com os 5 capítulos no Steam em 26 de Outubro de 2018. Um spin-Off de celular chamado Bendy: Nightmare Run, saiu em 15 de Agosto de 2018, sendo feito pela Karman LTD. A idade recomendada para jogar é de 12 anos de idade.

Capítulo Um: Figuras que se Movem (Moving Pictures)
O jogador começa o jogo como Henry, um animador, que recebe uma carta para retornar ao seu antigo local de trabalho, um estúdio de animação chamado Joey Drew Studios. Mas ao chegar, ele se depara com um segundo estúdio chamado “Silivision”, do mesmo proprietário que é homônimo e um velho amigo de Henry, chamado Joey Drew.

Capítulo Dois: A Velha Canção (The Old Song)
Depois de drenar a piscina de tinta, Henry é atacado e desmaiado por Sammy Lawrence. Sammy prende Henry a uma cadeira e explica que ele tem que sacrificar Henry para fazer com que “Bendy” o liberte de seu corpo de tinta. Quando “Bendy” chega, ele ataca e mata Sammy em vez disso, e eventualmente persegue Henry; Depois de fugir, Henry encontra uma versão viva de Boris e, logo após, o capítulo termina.

Após os créditos, é mostrado os restos de Sammy Lawrence, uma poça de tinta com a máscara no meio e um machado do lado.

Capítulo Três: Subir e Descer (Rise and Fall)
Após desmaiar, Então após Henry preparar uma sopa com 3 latas de sopa de bacon para Boris, Boris dá ao Henry uma caixa de ferramentas que contém uma alavanca para sair da “Safe House”. Henry encontra uma sala dedicada a personagem “Alice, o Anjo”. Enquanto ele explora a sala, a própia Alice aparece, porém com uma aparência deformada e monstruosa. Depois, Henry encontra dois caminhos: o do “ANJO” e o do “DEMÔNIO”.

*Após os créditos, mostra figuras de tintas seguindo Bendy (caso se tenha ido pelo Caminho do Demônio) e Alice se preparando para matar Boris, que se encontra preso e amordaçado (caso se tenha ido pelo Caminho do Anjo).*

Capítulo Quatro: Maravilhas Colossais (Colossal Wonders)
Henry se recupera após a aterrissagem do elevador, ele parte a procura do Boris no Safe, seguindo pela sala dos arquivos, onde encontra formas humanas de tinta, em frente a uma estátua do Bendy

Capítulo Cinco: O Último Rolo (The Last Reel)
Henry acorda em um quarto trancado por barricadas e vê que Allison está cantando uma Musica. Ela Conversa com ele dizendo que não sabe quem ele é . Ele diz o seu nome, diz que um velho amigo o chamou. Então ela manda ele descansar que depois eles conversam então Henry vê uma conversa entre ela e o Tom, Ela diz que vai sair

Análise

Vale a pena jogar My Hero Academia all justice agora no Switch 2?

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Vale a pena jogar My Hero Academia no Nintendo Switch 2? Cara, vou te falar que vale sim.

O jogo é praticamente o mesmo que você já conhece nas outras plataformas, mas essa versão para o Switch 2 chega com algumas concessões. Afinal, estamos falando de um lançamento que chegou com cerca de um ano de atraso, então temos algumas diferenças na taxa de FPS e adaptações na resolução.

Mesmo assim, é um porte muito decente. Quando você coloca a versão do Switch 2 lado a lado com as versões de outras plataformas, é difícil encontrar perdas realmente significativas. Para mim, é um dos portes que mais impressionam justamente por conseguir entregar uma experiência muito próxima da versão original.

Na jogabilidade, temos aquele esquema clássico dos jogos de luta de anime da Bandai Namco. Os combates acontecem em arenas completamente circulares, permitindo que você se movimente livremente pelo cenário enquanto tenta encontrar uma abertura para atacar o adversário.

O problema é que o sistema de combate ainda tem algumas limitações. Existem poucas oportunidades para realizar um contra-ataque ou utilizar uma defesa para escapar de determinados combos. Em muitos momentos, quem consegue acertar primeiro acaba levando uma vantagem enorme.

Por outro lado, existe um elemento que faz bastante diferença durante as partidas: a formação da equipe.

Na hora de escolher os personagens, você consegue montar uma composição de time, e isso muda bastante a maneira como cada combate pode acontecer. Escolher bem os personagens e entender como eles funcionam juntos pode ser tão importante quanto dominar os golpes individualmente.

E como estamos falando de um jogo de anime, você já pode imaginar que existe aquele velho problema do meta.

Alguns personagens são simplesmente muito mais apelões do que outros. Normalmente, protagonistas e vilões importantes dos grandes arcos acabam tendo vantagens enormes, então dependendo de quem você escolher, pode acabar entrando diretamente no meta do jogo.

O jogo também tenta fugir um pouco daquela estrutura tradicional de menus. Em vez de simplesmente apresentar uma tela cheia de opções, temos um hub que funciona como uma espécie de área para explorar, substituindo aquele menu convencional de seleção de modos.

O modo história também segue uma estrutura que lembra bastante outros jogos de anime, como os títulos de Naruto. Você escolhe os capítulos e acompanha os acontecimentos da história, mas existe uma diferença interessante: dependendo do personagem escolhido, você pode acompanhar determinados acontecimentos pelo ponto de vista dele.

Isso significa que a experiência não precisa necessariamente seguir uma ordem completamente cronológica. A perspectiva do personagem escolhido pode mudar a forma como você acompanha determinados momentos da história.

No geral, eu não acho que seja um jogo ruim. Muito pelo contrário. Para mim, My Hero Academia é um dos melhores portes que já joguei no Nintendo Switch 2.

Eu já tenho o jogo no PlayStation 5 e, obviamente, aquela versão continua sendo excelente. Mas fiquei bastante surpreso com o resultado no Switch 2. É aquele tipo de porte que você consegue jogar tranquilamente no console da Nintendo sem sentir que está abrindo mão de uma parte enorme da experiência.

O grande problema, pelo menos para nós brasileiros, continua sendo a ausência de português do Brasil.

E isso é algo que eu considero bastante lamentável, principalmente em um jogo baseado em uma franquia de anime tão popular por aqui. Ter uma localização em português ajudaria bastante a tornar a experiência mais acessível para o público brasileiro.

Mas se você estava esperando uma versão para jogar no Switch 2, eu diria que pode ir sem medo.

My Hero Academia no Switch 2 é um porte muito competente, mantém praticamente toda a experiência que já conhecemos e consegue entregar uma versão bastante próxima das plataformas mais poderosas.

Agora só falta a Bandai olhar para o Brasil e lembrar que português também existe.

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Análise

Vale a pena comprar Elden Ring no Switch 2?

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

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Cara, vou te falar uma coisa: se você nunca jogou Elden Ring e está pensando em pegar a versão para o Switch 2, eu acho que vale a pena sim.

Ela custa por volta de R$ 200 e já vem com o jogo completo e a expansão. Mas, para mim, o que realmente chama atenção aqui é a forma como o jogo está rodando no console.

Eu confesso que estava com um certo receio antes de jogar. Afinal, a versão para Switch 2 demorou para receber as otimizações e muita gente ficou preocupada com o desempenho.

Só que, jogando de verdade, a história é bem diferente.

O jogo consegue ficar ali nos 30 FPS na maior parte do tempo e, sendo bem sincero, dá para sentir que existe uma boa estabilidade. Não é aquela experiência em que você fica o tempo inteiro pensando se o jogo vai começar a travar.

É claro que não é perfeito.

Quando aparece uma horda muito grande de inimigos na tela, dá para perceber alguns engasgos. Mas, ao mesmo tempo, é até engraçado porque normalmente isso acontece justamente naqueles momentos em que você já está cercado, com pouca vida e pensando: “agora eu vou morrer”.

Nas lutas contra os chefes, que para mim são uma das partes mais importantes de Elden Ring, o desempenho me surpreendeu bastante. Como muitas dessas batalhas acontecem em arenas mais fechadas, o jogo consegue manter uma performance bem melhor.

E isso é importante porque ninguém quer chegar naquele chefe gigantesco que você está tentando derrotar há meia hora e começar a enfrentar problema de desempenho.

Além disso, estamos falando de Elden Ring completo.

A essência continua aqui. É aquele Soulslike da FromSoftware que exige atenção, que faz você morrer, aprender o padrão dos inimigos e voltar para tentar de novo.

Só que Elden Ring também tem uma pegada muito mais cinematográfica e uma história muito maior. Tem mais cenas, mais personagens e muito mais coisa acontecendo ao seu redor.

E essa versão também traz novas possibilidades para quem gosta de testar classes e estilos diferentes.

Tem opção para quem quer jogar com um personagem completamente pesado, mas também tem uma classe mais leve e focada em mobilidade. Tem até uma opção que combina muito bem com ataques de estocada e combos.

Eu particularmente gostei bastante dessas possibilidades para quem curte um estilo mais físico e agressivo.

Mas, no fim, acho que o grande ponto dessa versão é justamente poder levar Elden Ring para o Switch 2 sem sentir que você está jogando uma versão capada.

Não cortaram conteúdo para fazer o jogo funcionar no console. Você tem a experiência completa e, considerando o tamanho desse jogo, o resultado da otimização ficou muito bom.

Então, se você nunca jogou Elden Ring, eu acho que essa é uma ótima forma de conhecer o jogo.

Agora, se você já tem Elden Ring no PlayStation, Xbox ou PC, aí eu sinceramente não vejo tanto motivo para comprar novamente.

E o principal problema é o cross-save.

Se você já colocou dezenas ou até centenas de horas no jogo em outra plataforma, seria muito bom simplesmente pegar o Switch 2, sincronizar seu progresso e continuar exatamente de onde parou.

Mas isso não acontece.

Então você acaba comprando o jogo novamente para começar praticamente uma nova experiência.

Por isso, minha recomendação fica bem simples: se você nunca jogou Elden Ring, vale muito a pena pegar no Switch 2. Se você já tem em outra plataforma, eu pensaria bastante antes de gastar esses R$ 200 novamente.

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

E para um jogo desse tamanho rodando no Switch 2, cara, ficou muito bom.

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