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Queridos, eu sou Roberto e venho infelizmente dizer que o iphone Xs, Iphone Xs max, iphone xr, junto do samsung galaxy note 9 e samsung galaxy s9 são muito fracos se compararmos com o MI 8 lite

MI 8 LITE 64 GB http://bit.ly/mi_8_lite_64
MI 8 LITE 128GB http://bit.ly/MI_8_lite_128

OUTROS CELULARES QUE RECOMENDO

Redmi Note 6 Pro http://bit.ly/Redmi_note_6_Pro
XIAOMI BLACK SHARK com DESCONTO http://bit.ly/celular_black_shark_gamer
MI MI 8 COM DESCONTO http://bit.ly/celular_xiaomi_mi_8
MI A2 COM DESCONTO https://goo.gl/o3KpX7
Xiaomi MI MIX 2S http://bit.ly/xiaomi_mi_mix_2s
Xiaomi MI MIX 2 Comum http://bit.ly/xiaomi_mi_mix_2_normal

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Detalhes tecnicos

O Xiaomi Mi 8 Lite é um smartphone Android avançado e abrangente em todos os pontos de vista com algumas características excelentes. Tem uma grande tela de 6.26 polegadas com uma resolução de 2280×1080 pixels. As funcionalidades oferecidas pelo Xiaomi Mi 8 Lite são muitas e inovadoras. Começando pelo LTE 4G que permite a transferência de dados e excelente navegação na internet. Enfatizamos a excelente memória interna de 64 GB mas sem a possibilidade de expansão.
Respeitável a câmera de 12 megapixels que permite ao Xiaomi Mi 8 Lite tirar fotos com uma resolução de 4032×3024 pixels e gravar vídeos em 4K a espantosa resolução de 3840×2160 pixels. Muito fino, 7.5 milímetros, o que torna o Xiaomi Mi 8 Lite realmente interessante.

A sigla “SE” vem do inglês “Special Edition”. Apesar do nome, trata-se de uma versão menos potente do Mi 8. Como consequência, o Mi 8 SE é mais barato do que o “irmão maior”, porém oferece um custo-benefício tão bom quanto.

Nele se encontra o intermediário Snapdragon 710, capaz de abrir apps e jogos sem sequer suar, combinado com 6 GB de RAM e 64 GB de armazenamento nativo. A câmera traseira vem em dose dupla, prometendo capturar excelentes imagens com os sensores de 12 MP e 5 MP.

Seu verdadeiro diferencial, todavia, se faz presente na câmera de selfies; são 20 MP para registrar um autorretrato de respeito. De resto, ele tem o Android 8.1 Oreo sob a interface MIUI 9.5 e a entrada USB Tipo-C, embora a saudosa P2 tenha se ausentado.

O preço por ele? Sente-se antes de ler:

Já o modelo Mi 8 Lite, apelidado de Youth Edition, oferece um chip Snapdragon 660, sistema de câmera dupla na traseira com lentes de 12 MP + 5 MP, com um foco maior na câmera de selfies com incríveis 24 MP e sensor Sony IMX576, superando os 20 MP da lente frontal do Mi 8.

Com tela LCD de 6,26 polegadas, o aparelho também conta com bateria de 3.350 mAh e leitor de digitais na parte traseira.

Preços e disponibilidade
Como de costume, ambos os aparelhos móveis já estão disponíveis em pré-venda no mercado chinês. O Mi 8 Pro custa aproximadamente US$ 467, pelo modelo com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno, e cerca de US$ 525 para a variante de 8 GB + 128 GB. Também foi revelado que a edição Pro será vendida nas cores Twilight Gold (dourado e rosa) e preto com traseira transparente. O dispositivo será lançado oficialmente na China no dia 21 de setembro.

Cumprindo o seu objetivo de ser o aparelho mais acessível da família, o Mi 8 Lite será disponibilizado por cerca de US$ 204 pelo modelo de 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento. Há também versões com 6 GB + 64 GB, no valor de aproximadamente US$ 248 e outra com 4 GB de RAM e 128 GB, pela etiqueta de US$ 292. Em termos de cores, o dispositivo virá em uma versão com dégradé azul e roxo e outra em laranja e amarelo. O dispositivo será lançado oficialmente em território chinês a partir de 25 de setembro.

Conforme as próprias nomenclaturas sugerem, o modelo Pro vem com alguns upgrades nas configurações, enquanto o Lite reduz alguns recursos do aparelho, sendo esta uma opção mais acessível em termos de preço.

Na China, o Mi 8 Pro foi apelidado de Mi 8 Screen Fingerprint Edition, destacando a principal novidade do dispostivo que é o sistema de impressão digital sensível à pressão de tela. Em termos de configurações, o flagship traz o SoC Snapdragon 845, 6 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento interno.

Games

Tales of Arise no Nintendo Switch 2: Vale a Pena Jogar?

A Bandai Namco trouxe Tales of Arise para o Nintendo Switch 2, dando aos jogadores a oportunidade de aproveitar um dos JRPGs mais elogiados dos últimos anos em uma plataforma portátil. Mas será que vale a pena embarcar nessa aventura?

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A Bandai Namco trouxe Tales of Arise para o Nintendo Switch 2, dando aos jogadores a oportunidade de aproveitar um dos JRPGs mais elogiados dos últimos anos em uma plataforma portátil. Mas será que vale a pena embarcar nessa aventura?

Uma história de revolução e descobertas

O jogo apresenta o mundo de Dahna, um planeta que foi escravizado durante 300 anos por um povo de um mundo tecnologicamente muito mais avançado. Você controla Alphen, um homem mascarado que perdeu a memória, não sente dor e vive como escravo.

À primeira vista, a trama parece ser uma simples história de revolução contra um império opressor. No entanto, conforme a aventura avança, a narrativa cresce muito mais do que isso, explorando o passado dos protagonistas, seus conflitos e os mistérios que envolvem os dois mundos.

Combate dinâmico e divertido

Um dos grandes destaques de Tales of Arise é seu sistema de combate. O jogo mistura elementos de RPG de ação com mecânicas estratégicas. Ao encontrar inimigos pelo cenário, os confrontos acontecem em arenas dedicadas, onde você controla seu personagem enquanto coordena ataques e habilidades do restante do grupo.

O resultado é um combate rápido, visualmente impressionante e extremamente satisfatório.

Visual impressionante no Switch 2

A boa notícia é que o jogo está muito bonito no Nintendo Switch 2. Os cenários, efeitos visuais e personagens continuam impressionando, enquanto o desempenho se mantém sólido tanto no modo portátil quanto na TV.

Além disso, o jogo conta com diversas cenas em estilo anime que ajudam a desenvolver a narrativa e aprofundar a relação entre os personagens.

Finalmente com legendas em português

Outro ponto positivo é a presença de legendas em português. Os relançamentos recentes da franquia vêm recebendo localização para o nosso idioma, tornando a experiência muito mais acessível para os jogadores brasileiros.

Vale a pena?

Se você gosta de JRPGs com uma história envolvente, personagens carismáticos e um sistema de combate divertido, Tales of Arise continua sendo uma excelente opção. A versão para Nintendo Switch 2 entrega uma ótima experiência portátil, mantendo a qualidade que fez o jogo se destacar em outras plataformas.

E para quem não possui um Switch 2, o título também está disponível em outras plataformas, permitindo que mais jogadores conheçam essa aventura épica.

Tales of Arise é uma excelente porta de entrada para a franquia e uma ótima escolha para quem procura um JRPG de alta qualidade.

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Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

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Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

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