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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo do megaman que consegue ser um RPG absurdo com foco maior na historia que gera estranheza, neste episodio com o maravilhoso @Eternal Players

MEGAMAN X Command MISSION é o FIM de TUDO ( @Eternal Players )

Espero que gostem!


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Mais sobre Megaman X Comand Mission

História
Algum tempo após os eventos de Megaman X8, no ano 22XX, o mineral desconhecido “Force Metal” foi extraído de um fragmento do asteróide 2202XA8, que caiu na Terra.

Esse “Force Metal” trouxe uma inovação à tecnologia Reploid, e para a mineração do “Force Metal”, uma grande fábrica foi construída na ilha artificial “Gigantis”.

O progresso da ilha artificial parecia estar indo bem mas… depois de um tempo, alguns dos Reploids da ilha conhecidos como o grupo “Liberion” começaram uma rebelião. O governo concluiu que o líder do grupo, General Epsilon, era um Maverick.

A equipe dos Maverick Hunters foi chamada para a ilha, mas logo na entrada uma armadilha separa X de Zero e Shadow, e este posteriormente se revela um traidor, fazendo com que X tenha que fugir saltando de cima do prédio e perdendo contato com Zero, que foi atingido pelos inimigos.

O jogo segue o estilo de RPG em que você deve andar, encontrar inimigos, destrui-los e ganhar experiência para passar de nível. O jogo conta com 10 fases que são seguidas em ordens de capítulos.

Personagens Jogáveis
Megaman X – Todos os capítulos

Zero – capítulos – 1 – 5 – 6 – 7 – 8 – 9 – 10

Axl – capítulos – A partir do 5

Spider – capítulos – 2 – 3 – 4 – 5 – 6

Marino – capítulos – A partir do 4

Massimo – capítulos – A partir do 3

Cinnamon – capítulos – A partir do 4

Hiper Modes
Todos os personagens jogaveis possuem Hiper modes que podem ser ativados durante as lutas.

Megaman X – X fire e Ultimate Armor(secreto) — 6 turnos

Zero – Black Zero e Absolute Zero(secreto) — 3 turnos

Spider – Trickstar — 2 turnos

Cinnamon – Iron maiden — 4 turnos

Axl – Stealth Mode — 2 turnos

Massimo – Glint Armor — 3 turnos

Marino – Quicksilver — 5 turnos

OBS: Existe um item que que pode aumentar a duração do hiper mode,mas não de ao spider pois ele não será jogável depois do capítulo 6

Action Triggers
Os Action Trigers são os “ataques especiais” de cada personagem

Megaman X – Charge Shot – Atinge todos oponentes.

X – Fire – Charge Collider – Atinge um único oponente, mas é bem mais forte que o Charge shot.

Ultimate Armor – Nova Strike – Você pode mudar o alvo no meio do ataque, fazendo com que atinja apenas um ou vários oponentes.

Zero/Black Zero – Command Arts – Atinge um único oponente.

Absolute Zero – Calamitous Arts – Atinge um único oponente, mas é muito mais poderoso que o Command Arts.

Axl/Stealth Mode – DNA Change – Você deve inserir o comando correspondente à transformação que deseja, dependendo do chefe em que você se torna o ataque atinge um ou multiplos alvos.

Massimo/Glint Armor – Berserk Charge – Atinge um único inimigo, mas é forte e pode adicionar “Bugs” ao oponente.

Marino/QuickSilver – Emotion Reels – Atinge um único inimigo. Funciona como um cassino, dependendo da combinação acontece um efeito diferente.

Cinnamon/Iron Mainden – Angelic Aid – Recupera a vida de todos os aliados em campo.

Spider/TrickStar – Fortune Card – Funciona como Poker, dependendo da combinação acontece um efeito diferente.

Chefes
Hippopressor (5000 hp) – Capítulo 1

*Wild Jango (9000 hp) – Capítulo 2

*Silver Horn (17000 hp) – Capítulo 3

*Dr. Psyche (12000 hp) – Capítulo 4

*Mad Nautilus (10000 hp) – Capítulo 4

*Mach Jentra (28000 hp) – cápitulo 5

Shadow 1 (18000 hp, porém a luta acaba depois de 8 turnos) – Capítulo 6

Shadow 2 (28000 hp) – Capítulo 6

*Incentas (36000 hp) – Capítulo 6

Botos (40000 hp) – cápitulo 7

Ferham (50000 hp) – Capítulo 8

ScarFace (42500 hp) – Capítulo 9

Epsilon 1 (34500 hp) – Capítulo 9

Epsilon 2 (43500 hp) – Capítulo 9

Depth Dragoon (64500 hp) – Capítulo 10

Colonel Repids (51500 hp) – Capítulo 10

Great Repids – Chefe Final (72500 hp) – Capítulo 10

Todos os chefes marcados com “*” são enfrentados novamente, porém mais poderosos, no último capítulo.

Games

Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Análise

Quem deve comprar a nova versão de Sonic Frontiers para Nintendo Switch 2?

A chegada de Sonic Frontiers: Definitive Edition ao Nintendo Switch 2 finalmente entrega uma versão que faz justiça ao jogo da SEGA. Mas a grande pergunta é: vale a pena comprar essa edição?

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A chegada de Sonic Frontiers: Definitive Edition ao Nintendo Switch 2 finalmente entrega uma versão que faz justiça ao jogo da SEGA. Mas a grande pergunta é: vale a pena comprar essa edição?

A resposta depende de quem você é.

O mesmo jogo, mas muito melhor tecnicamente

Se você nunca jogou Sonic Frontiers, essa é facilmente uma das melhores formas de conhecer a aventura. O conteúdo continua exatamente o mesmo.

Você vai explorar enormes ilhas em mundo aberto, descobrir os mistérios de uma antiga civilização, reunir as Esmeraldas do Caos, resolver puzzles, enfrentar Titãs gigantescos e participar de atividades paralelas, incluindo a famosa pescaria que acabou se tornando um dos momentos mais divertidos do jogo.

A estrutura da aventura permanece idêntica. O grande destaque desta edição está na parte técnica.

A diferença gráfica é enorme

A versão de Switch 2 apresenta uma evolução visual muito clara.

Os ambientes contam com texturas de maior qualidade, a distância de visão foi ampliada e os cenários passam uma sensação muito maior de profundidade. O resultado é um mundo muito mais bonito e agradável de explorar.

Quem jogou no Switch original percebe a diferença logo nos primeiros minutos.

O modo desempenho é a melhor escolha

O Switch 2 oferece dois modos gráficos.

O primeiro é o Modo Desempenho, que roda o jogo a 60 FPS e transforma completamente a experiência. Sonic é um personagem que depende muito da sensação de velocidade, e a fluidez faz toda a diferença.

Já o Modo Qualidade prioriza os gráficos, mas mantém o jogo limitado a 30 FPS. Apesar da imagem um pouco mais bonita, a perda de fluidez acaba prejudicando a experiência, principalmente em um jogo tão rápido.

Na prática, o Modo Desempenho é a melhor opção.

Ainda não é perfeito

Mesmo com todas as melhorias, ainda existem algumas limitações.

O pop-in de vegetação continua aparecendo em alguns momentos, especialmente na primeira ilha. Conforme a aventura avança, esse problema diminui bastante, principalmente nas áreas desérticas e em cenários mais abertos.

Mesmo assim, o resultado final fica muito mais próximo das versões de PlayStation 5 e Xbox Series do que da antiga versão de Switch.

Quem já tem a versão de Switch 1 deve comprar de novo?

Aqui está a maior crítica.

Infelizmente, esta edição é exclusiva do Nintendo Switch 2 e não existe um upgrade pago para quem já comprou o jogo no Switch original.

Curiosamente, existe até a opção de importar o save da versão anterior, o que mostra que um sistema de upgrade faria bastante sentido.

É uma decisão difícil de entender e certamente poderia ter sido mais amigável para quem já apoiou o jogo na geração passada.

Vale a pena?

Se você acabou de comprar um Nintendo Switch 2 e está procurando jogos além dos grandes lançamentos da Nintendo, Sonic Frontiers é uma excelente escolha.

Muita gente acabou ignorando o jogo por causa do período em que o console foi lançado, mas ele continua sendo uma das aventuras mais diferentes da franquia.

Para quem nunca jogou, a recomendação é simples: vá direto na versão de Switch 2.

Por via de Interesse na compra, aqui esta diposnivel.

MERCADO LIVRE

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Ela entrega gráficos muito melhores, desempenho excelente em 60 FPS e oferece, sem dúvida, a melhor experiência possível para quem deseja jogar Sonic Frontiers em um console da Nintendo.

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