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Queridos, eu sou Roberto e venho comparar o iphone Xr e samsung J7 com este maravilhoso celular da Xiaomi redmi 6


Xiaomi Redmi 6 http://bit.ly/xiaomi_redmi_6_normal
Xiaomi Redmi 6 Pro http://bit.ly/xiaomi_redmi_6_pro

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O Xiaomi Redmi 6 é um smartphone Android de bom nível, ótimo para fotos, que pode satisfazer até o mais exigente dos usuários. Tem uma grande tela Touchscreen de 5.45 polegadas com uma resolução de 1440×720 pixels. Sobre as características deste Xiaomi Redmi 6 na verdade não falta nada. Começando pelo LTE 4G que permite a transferência de dados e excelente navegação na internet, além de conectividade Wi-fi e GPS. Tem também leitor multimídia, rádio, videoconferência e bluetooth. Enfatizamos a boa memória interna de 32 GB mas sem a possibilidade de expansão.
O Xiaomi Redmi 6 é um produto com poucos concorrentes em termos de multimídia graças à câmera de 12 megapixels que permite ao Xiaomi Redmi 6 tirar fotos de alta qualidade com uma resolução de 4032×3024 pixels e gravar vídeos em alta definição (Full HD) com uma resolução de 1920×1080 pixels. Muito fino, 8.3 milímetros, o que torna o Xiaomi Redmi 6 realmente interessante.

A Xiaomi tem algumas linhas de smartphone, como o Mi Mix (quase sem bordas na tela), Mi Max (com bateria grande), Redmi Note e Redmi. Este último reúne os aparelhos intermediários, e ganhou dois novos membros: conheça o Redmi 6 e 6A.

Há várias diferenças entre os dois aparelhos, mas um aspecto em comum é a tela. São 5,45 polegadas, resolução HD+ e proporção 18:9. Ela ocupa 80,5% da parte frontal.

O Redmi 6 tem processador MediaTek Helio P22 octa-core de até 2 GHz. (A geração anterior tem chip Snapdragon.) Ele está disponível em combinações 3 GB/32 GB e 4 GB/64 GB de RAM e armazenamento.

A câmera traseira é dupla, com sensores de 12 megapixels e 5 MP. Os pixels no sensor principal medem 1,25 µm e absorvem mais luz. A câmera frontal tem 5 MP, e tem reconhecimento facial para desbloqueio.

Enquanto isso, o Redmi 6A traz o processador Helio A22 quad-core de até 2 GHz, 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento. A câmera traseira tem 13 megapixels, enquanto a câmera frontal é de 5 MP.

O Redmi 6 e 6A têm bateria de 3.000 mAh e possuem corpo feito de policarbonato, com acabamento de metal escovado. Ambos rodam Android 8.1 Oreo, acompanhados pela assistente de voz Xiao AI que promete reconhecer plantas, veículos e itens para compra direto da câmera.

A Xiaomi vai lançar os dois aparelhos na China em 15 de junho. O Redmi 6A custa o equivalente a R$ 350, enquanto o Redmi 6 sai por R$ 460 (na versão 3 GB/32 GB) e R$ 580 (na versão 4 GB/64 GB).

Games

Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Games

Isso que o achei de Fading Echo

Quando fui à Gamescom este ano, tive a oportunidade de conhecer um jogo chamado Fading Echo. Até aquele momento eu nunca tinha ouvido falar dele, mas bastaram alguns minutos jogando para ele chamar minha atenção.

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Quando fui à Gamescom este ano, tive a oportunidade de conhecer um jogo chamado Fading Echo. Até aquele momento eu nunca tinha ouvido falar dele, mas bastaram alguns minutos jogando para ele chamar minha atenção.

Fading Echo é um jogo de ação, exploração e plataforma que coloca você no controle de uma personagem capaz de alternar entre sua forma humana e uma esfera de água. Essa mecânica é a grande estrela da experiência, já que muda completamente a maneira como você explora os cenários, resolve puzzles e enfrenta inimigos.

A proposta mistura elementos de plataforma com combate hack and slash, criando uma jogabilidade dinâmica e cheia de possibilidades. Durante a demonstração que testei, pude utilizar diferentes fluidos, como água, lava, ácido e outros elementos especiais. Cada um deles influencia a exploração e abre novas formas de interagir com o ambiente.

Grande parte da aventura gira em torno dessas transformações e da manipulação dos fluidos. Você precisa entender como cada elemento funciona para alcançar áreas secretas, superar obstáculos e descobrir novos caminhos pelo mapa.

Outro aspecto que me chamou bastante atenção foi o visual. O jogo utiliza uma direção artística que lembra o estilo cel shading, aquele visual mais cartunesco que deixa tudo muito bonito e cheio de personalidade. Foi justamente esse estilo gráfico que despertou minha curiosidade logo de cara.

A versão que joguei durante a Gamescom ainda estava em desenvolvimento. A demo disponível na época era apenas em inglês e apresentava algumas pequenas falhas gráficas, algo totalmente compreensível considerando que certas cenas ainda nem estavam finalizadas. Mesmo assim, já era possível enxergar todo o potencial do projeto.

Agora o jogo continua evoluindo e tudo indica que contará com dublagem. Além disso, uma demonstração já pode ser testada em algumas plataformas, incluindo a Steam.

Fading Echo ainda não é um dos jogos mais conhecidos do mercado, mas acredito que vale a pena ficar de olho nele. Como alguém que adora jogos de plataforma, exploração e mecânicas criativas, encontrei aqui várias ideias interessantes. Somado a isso, o combate hack and slash ajuda a manter o ritmo da aventura sempre ativo, tornando a experiência muito mais envolvente.

Se você gosta de jogos que misturam movimentação fluida, exploração, puzzles inteligentes e combate dinâmico, Fading Echo certamente merece entrar no seu radar.

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