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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de video game que é a historia de sonic rush, jogo exclusivo para nintendo ds, que vale a pena ser destacado

Espero que gostem!

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EPISODIOS SONIC EXE

Playlist

Sonic.exe O inicio https://youtu.be/9zhpLnHeWUY
Sonic.exe 2 , o retorno https://youtu.be/IMQCsSsMt4Y

Sonic Fear https://youtu.be/UzaucXiLJOk
Sonic Fear 2 https://youtu.be/ZbDhbl0BHKg

Sunky the game https://youtu.be/vOd4W5m_4Bc
SUnky 2 a volta do ouriço zueiro https://youtu.be/Vs69PW7gfeo

HISTORIA DE SONIC

Playlist

Historia de Sonic 1 https://youtu.be/GzL9-XRMHwI
Historia de Sonic CD https://youtu.be/52ff02U8tnw
Sonic 1 e 2 do master system https://youtu.be/LptAcsYlGSo

Sonic 3d Blast https://youtu.be/2MjgwZmMENI
Sonic 4 episode 1 e Episode 2 https://youtu.be/KAvTxAo3b98

Sonic COLORS https://youtu.be/BqPqrhNcL3Y
SONIC GENERATIONS 3ds https://youtu.be/25fivCNADXg
Sonic Lost world https://youtu.be/jnjiWVZm-RU

SONIC MANIA https://youtu.be/JmMit0GGAo0

Shadow the hedgehog https://youtu.be/_DdntO7XCag
Tails adventure https://youtu.be/OQ6_Yt30j8A
LEGO SONIC https://youtu.be/tB-KqoCbVtE

Detalhes Tecnicos

Sonic Rush (ソニック・ラッシュ, Sonikku Rasshu?)[1] é um jogo eletrônico portátil de plataforma desenvolvido pela Sonic Team e Dimps exclusivamente para Nintendo DS como parte da série Sonic the Hedgehog. Foi lançado em 15 de novembro de 2005 na América do Norte e na região PAL em 18 de novembro do mesmo ano. É um jogo de plataforma em 2D, porém os sprites de Sonic e Blaze são renderizados em 3D, criando um efeito 2,5D. As batalhas contra os chefes, assim como as fases especiais, são completamentes em 3D. O enredo do jogo entrelaça as aventuras de uma nova personagem, Blaze the Cat, com o protagonista da série, Sonic the Hedgehog. Eles respectivamente batalham contra Doctor Eggman e o doppelgänger Eggman Nega em determinados pontos ao longo jogo.

O jogo foi anunciado com o título provisório de Sonic DS na Electronic Entertainment Expo (E3) de 2004, e sob Sonic Rush na E3 de 2005. O formato 2,5D do jogo foi baseado na ideia do grupo Sonic Team de combinar elementos 2D e 3D dos jogos da série. Após o lançamento, Sonic Rush foi bem recebido pela crítica, com elogios decorrentes da música e a semelhança com jogos mais antigos da série. Uma sequência intitulada, Sonic Rush Adventure, foi criada e lançada em 2007.

Enredo

Blaze the Cat (que é da dimensão do sol) cai de alguma forma no mundo de Sonic. No seu mundo havia sete Esmeraldas do Sol semelhante as Esmeralda do Caos, entretanto, elas foram roubadas pelo Doctor Eggman.[2] Ela, portanto, impõe o objetivo de recuperá-las; nessa altura Sonic encontra ela. Enquanto que Sonic está procurando pelas Esmeraldas do Caos, Blaze está procurando pelas Esmeraldas do Sol.[7] Miles “Tails” Prower, no entanto, descobre que os mundos de Blaze e Sonic estão começando a unir-se de alguma forma.[2] Sonic começa a suspeitar de Blaze e, junto com Tails, vai procurá-la. Eles a encontram junto de Cream the Rabbit. Sonic questiona Blaze sobre sua índole, porém ela se recusa a dar qualquer informação e parte com Cream. Sonic segue ela, e a encontra na base de Eggman Nega, onde é revelado que Eggman e Eggman Nega estão trabalhando juntos para coletar ambas as esmeraldas. Blaze declara que ela é a única que pode salvar seus mundos, portanto, Sonic não deve ajudá-la. Quando ele se recusa, eles começam a lutar. No entanto, Sonic ganha a luta, e Blaze percebe o equívoco em suas atitudes. Eggman sequestra Cream, e Blaze vai atrás dele, enquanto Sonic segue atrás de Eggman Nega. Sonic recolhe a última das sete Esmeraldas do Caos, e encontra Blaze, que não conseguiu proteger as Esmeraldas do Sol. Sonic e seus amigos ajudam Blaze a perceber o significado da amizade, e ela se transforma em Burning Blaze[nota 1] enquanto Sonic se transforma em Super Sonic. Eles lutam contra Eggman e Eggman Nega até derrotá-los. Os dois mundos são restaurados, forçando Blaze a voltar para seu próprio mundo. Enquanto ela voa, percebe que realmente entendeu seus poderes. Não obstante, no planeta do Sonic, Cream está chorando porque Blaze se foi, mas Sonic diz a ela que Blaze prometeu voltar um dia.

Sonic Rush é um jogo eletrônico de plataforma em 2D, semelhante aos jogos anteriores da série, bem como os posteriores, como Sonic Advance. O jogador pode controlar Sonic the Hedgehog ou Blaze the Cat, que diferem em termos de habilidades especiais

Análise

Vale a pena jogar o Scott Pilgrim com a DLC nova e um modo arcade incrível

Scott Pilgrim está de volta com uma nova DLC que adiciona alguns personagens e, principalmente, um modo completamente arcade que muda bastante a experiência do jogo.

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Scott Pilgrim está de volta com uma nova DLC que adiciona alguns personagens e, principalmente, um modo completamente arcade que muda bastante a experiência do jogo.

Entre as novidades está a Knives, ex-namorada do Scott e uma ninja, que chega para aumentar ainda mais a variedade de personagens disponíveis. Mas, para mim, a grande novidade mesmo é o novo modo Arcade.

O legal desse modo é que ele pega aquela fórmula de briga de rua que a gente já conhece do modo principal e transforma tudo em uma experiência muito mais direta, no estilo clássico de passar de fase. Você vai avançando pelos eventos da história, enfrentando inimigos e chefes em uma sequência muito mais tradicional de beat ’em up.

E vou falar uma coisa: na minha opinião, esse modo Arcade é infinitamente melhor que o modo principal.

Scott Pilgrim continua sendo um jogo muito divertido justamente por causa das suas referências. Ele praticamente funciona como uma grande homenagem ao universo dos videogames, colocando referências escondidas por todos os lados. Enquanto você joga, vai encontrando elementos que lembram desde jogos clássicos até títulos mais modernos.

E o mais interessante é que o jogo não fica apenas nas referências visuais. A história brinca bastante com viagem dimensional e diferentes versões dos personagens, criando situações completamente absurdas e divertidas.

A trama coloca os filhos do ex-namorado número 7 da Ramona, vindos do futuro, em uma busca por vingança contra Scott e todo mundo envolvido nessa história. É uma espécie de continuação espiritual do universo de Scott Pilgrim, mas levando a ideia para um caminho completamente diferente.

O jogo também mantém aquela mistura de pancadaria com elementos de evolução de personagem, permitindo melhorar suas habilidades enquanto você avança. E o melhor é que dá para aproveitar essa experiência em praticamente qualquer console atual.

E claro, não dá para falar de Scott Pilgrim sem comentar as referências aos videogames. Tem tanta coisa escondida que você começa a jogar e fica tentando descobrir qual será a próxima referência.

Tem viagem dimensional, personagens e situações absurdas e homenagens que vão desde jogos antigos até clássicos contemporâneos.

Agora me explica uma coisa: vai falar que você não viu essa Triforce aí? E essa esmeralda do caos?

É justamente esse tipo de detalhe que faz Scott Pilgrim ser tão divertido para quem cresceu jogando videogame.

Se você curte beat ’em ups, referências a videogames e o universo de Scott Pilgrim, essa nova DLC merece bastante atenção. E, pelo menos para mim, o novo modo Arcade deixou a experiência ainda mais divertida e muito mais próxima daquela estrutura clássica de um bom jogo de briga de rua.

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Análise

Zelda Ocarina of Time Remake é a resposta da Nintendo a onda de Hype do GTA 6

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O novo remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time finalmente mostrou suas principais novidades, e a primeira impressão pode causar estranheza. Diferente do visual mais cartunesco que marcou vários jogos recentes da franquia, o novo projeto aposta em uma direção de arte muito mais realista e detalhada.

Mas depois de assistir à gameplay com mais atenção, fica difícil não se impressionar com o resultado.

Um Ocarina of Time completamente reimaginado

O jogo original de Nintendo 64 foi um dos maiores marcos da história dos videogames, mas suas limitações técnicas eram evidentes. Os cenários eram simples, as texturas extremamente limitadas e muitos elementos precisavam ser representados de maneira bastante básica.

Agora, a Nintendo está levando aquele mesmo mundo para uma escala completamente diferente.

Hyrule Field, por exemplo, ganhou muito mais profundidade visual. A iluminação, a névoa, os efeitos de brilho e a quantidade de detalhes fazem com que o mundo pareça muito mais próximo daqueles grandes filmes de fantasia e feitiçaria.

E talvez seja justamente esse o maior acerto do remake: ele não está apenas tentando deixar Ocarina of Time mais bonito. Ele está tentando mostrar como aquele jogo poderia ter sido na imaginação de quem jogou o original.

O gameplay também recebeu mudanças

Apesar de preservar diversas mecânicas clássicas, o remake não pretende ser uma cópia perfeita do jogo de Nintendo 64.

Uma das principais mudanças é a inclusão de um botão dedicado para pular. No original, Link realizava determinados saltos automaticamente. Agora, o jogador terá mais controle sobre seus movimentos.

Também existe um botão para correr, algo que deve deixar a exploração muito mais rápida.

O sistema de itens também foi modernizado, permitindo trocar equipamentos de maneira mais prática. A ideia parece claramente inspirada nos jogos mais recentes da franquia.

Mesmo com essas mudanças, elementos fundamentais permanecem, como o sistema de mira e combate, a exploração das dungeons e a estrutura clássica de progressão.

Dungeons podem ganhar novidades

Uma das possibilidades mais interessantes é que o remake possa expandir algumas áreas que eram pequenas ou pouco exploradas no jogo original.

Existem teorias envolvendo possíveis novos templos e áreas, incluindo conceitos relacionados a elementos que apareceram durante o desenvolvimento de Ocarina of Time, mas não chegaram à versão final.

Isso faria bastante sentido para um remake que parece estar tentando expandir a experiência em vez de simplesmente reconstruí-la com gráficos modernos.

O jogo também promete personagens com mais ações e diálogos, algo que pode ajudar a dar mais vida ao mundo.

Hyrule está muito mais viva

Uma das transformações mais impressionantes está nas cidades e nos ambientes.

A cidade de Hyrule, por exemplo, não parece mais apenas um espaço limitado com elementos de fundo. Agora temos um ambiente tridimensional muito mais detalhado, que transmite uma sensação maior de exploração.

A passagem do tempo também promete acontecer em diferentes locais, aumentando a sensação de que o mundo realmente está funcionando enquanto Link explora.

Outro elemento interessante é a tapeçaria apresentada anteriormente, que retorna como uma espécie de guia visual para os objetivos do jogador.

É praticamente uma representação da própria lenda de Zelda dentro do mundo do jogo.

A Ocarina vai ganhar uma função ainda mais interessante

A música sempre foi uma das partes mais importantes de Ocarina of Time, e o remake parece querer levar essa ideia ainda mais longe.

Além de tocar as músicas normalmente, o jogo poderá reconhecer comandos de voz relacionados às melodias.

Também existe a possibilidade de utilizar uma Ocarina real para interagir com o jogo.

A Nintendo parece estar aproveitando os recursos do Switch para transformar um dos elementos mais icônicos de Ocarina of Time em algo ainda mais interativo.

E isso combina bastante com a importância que o instrumento ganhou graças ao próprio jogo.

60 FPS e muito mais detalhes

Outro ponto que chama bastante atenção é a confirmação de que o jogo vai rodar a 60 quadros por segundo.

Isso faz uma diferença enorme para um jogo de ação e exploração, principalmente quando estamos falando de um remake que possui movimentação, combate e exploração muito mais fluidos.

Visualmente, a quantidade de detalhes também impressiona.

A Árvore Deku, Hyrule Field, os inimigos, as cidades e até pequenas áreas que eram extremamente simples no Nintendo 64 agora possuem uma quantidade enorme de elementos visuais.

A sensação é de estar vendo aquele mesmo jogo pela primeira vez.

O remake também terá dublagem em português

Para os jogadores brasileiros, existe outra novidade muito importante: o jogo terá dublagem em português.

O trailer já mostrou parte do trabalho de dublagem, e a localização parece fazer parte de uma nova estratégia da Nintendo para aproximar suas grandes franquias do público brasileiro.

Isso também significa que alguns nomes e termos tradicionais da franquia estão recebendo adaptações para português.

Pode parecer estranho no começo para quem está acostumado com os nomes antigos, mas essa pode ser uma excelente oportunidade para uma nova geração conhecer Zelda completamente localizada.

O filme de Zelda também apareceu

Durante a apresentação, também tivemos novidades relacionadas ao filme de The Legend of Zelda.

Apesar das expectativas por mais informações, a apresentação não revelou tantos detalhes quanto alguns fãs esperavam.

O projeto deverá utilizar diferentes elementos da franquia em uma história completamente nova, o que abre espaço para uma adaptação que não precisa simplesmente reproduzir a história de um único jogo.

Ainda existe muita curiosidade para descobrir como personagens como Link, Zelda e Ganon serão apresentados no cinema.

Ocarina of Time está pronto para uma nova geração

Depois de toda a apresentação, aquela primeira estranheza causada pelo visual mais realista começa a desaparecer.

O remake parece estar tentando fazer algo mais ambicioso do que simplesmente atualizar os gráficos de um clássico.

A Nintendo está reconstruindo Ocarina of Time com novas mecânicas, novos detalhes, mais interações, dublagem, melhorias de exploração e uma direção de arte completamente diferente.

E o mais interessante é que, mesmo com todas essas mudanças, a essência do jogo original continua presente.

Para quem jogou Ocarina of Time no Nintendo 64, pode ser uma oportunidade de reencontrar Hyrule de uma maneira completamente diferente.

Para quem nunca jogou, pode finalmente ser a melhor porta de entrada para conhecer um dos jogos mais importantes da história dos videogames.

Depois de ver tudo isso, a estranheza inicial passou.

Agora é só esperar pelo lançamento.

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