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Nickelodeon all star brawl é um jogo estilo smash bros da Nick com referencias a tudo quanto desenho classico e memes, mas que é um jogo estilo Smash Bros bem interessante

NICKELODEON All Star Brawl é um jogo TRIUNFAL ou DECEPÇÃO!?

Espero que gostem!

Arte de @artedocarneiro

Edição @gabrielbarge

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PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS

Nickelodeon All-Star Brawl é um jogo de luta crossover desenvolvido pela Ludosity e Fair Play Labs e publicado pela GameMill Entertainment. É o primeiro jogo de console na longa série Nickelodeon Super Brawl de jogos de navegador e jogos mobile. Com personagens de vários programas da Nickelodeon, o jogo foi lançado em 5 de outubro de 2021 para Microsoft Windows, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X/Se Nintendo Switch.

Nickelodeon All-Star Brawl apresenta jogabilidade semelhante à série Super Smash Bros. da Nintendo, com jogadores lutando em diferentes palcos e tentando derrubar seus oponentes fora dos limites da arena. [7] Cada etapa oferece um layout diferente, com alguns também tendo riscos adicionais que podem causar danos aos personagens. O movimento toma lugar em um plano bidimensional, com personagens capazes de se mover correndo, pulando, saltando duas vezes ou realizando um traço no ar em qualquer uma das oito direções. Os personagens têm três tipos diferentes de ataques: ataques leves, que são fracos, mas rápidos e podem ser usados para executar combos; ataques fortes, que são mais lentos, mas fazem mais dano aos oponentes de batida mais longe; e ataques especiais, as propriedades das quais variam de caráter. Diferentes ataques também podem ser realizados empurrando para cima ou para baixo em combinação com um dos botões de ataque. Os jogadores também podem agarrar e lançar adversários ou projéteis inimigos, mesmo no ar, e proteger contra ataques sem penalidade, embora eles serão empurrados para trás ao fazê-lo. Exclusivo do jogo é a função “strafe”, onde os jogadores podem segurar um botão para evitar que seu personagem se vire enquanto se movem em direções diferentes; isso pode ser usado para continuar atacando um oponente enquanto se retira ativamente deles. À medida que os personagens tomam danos, a quantidade de knockback causada pelos ataques dos oponentes aumentará, tornando-os mais fáceis de derrubar do palco.

O jogo suporta multiplayer local e online para até quatro jogadores, com a funcionalidade online do jogo utilizando o netcode de reversão em plataformas suportadas. [4] O jogo também possui um modo arcade single-player e um modo “Sports”, baseado no tipo de jogo “Slap Ball” do jogo de luta anterior do desenvolvedor Slap City. No modo Esportes, os jogadores devem bater uma bola no gol do adversário, com diferentes tipos de bolas tendo propriedades diferentes, como bolas de futebol sendo incapazes de serem agarradas. [2] Os jogadores são capazes de desbloquear imagens exibidas em uma galeria no jogo, música para o teste de som do jogo e ícones de perfil on-line. [8]

Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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Games

O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?

Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

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Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.

Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.

Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.

Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.

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