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Sonic Frontiers (ソニックフロンティア Sonikku Furontia?) é um jogo eletrônico de plataforma desenvolvido pela Sonic Team e publicado pela Sega. Foi lançado em 8 de novembro de 2022 para Microsoft Windows, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S. Em Frontiers, Sonic explora as misteriosas ilhas Starfall, onde há desertos e ruínas com cachoeiras, em busca das esmeraldas do caos depois de se separar dos amigos
A história começa quando Sonic, Tails e Amy são separados e presos numa ilha isolada. Certo elemento da história, uma inteligência artificial, guia os jogadores, a controle do Sonic, enquanto buscam completar atividades as quais concedem itens para a coleta das esmeraldas do caos, atravessando paisagens variadas, como campos floridos, bosques, ruínas antigas e desertos.
Sonic, Tails e Amy Rose decidem investigar a atividade que atraiu as Esmeraldas do Caos para o arquipélago das Ilhas Starfall. Ao se aproximar, seu avião é sugado para um buraco de minhoca para um reino digital chamado Cyber Space, do qual apenas Sonic escapa para as ilhas do mundo real. Uma voz desencarnada elogia Sonic e o encarrega de encontrar as Esmeraldas do Caos e destruir os “Titãs” robóticos da ilha para remover a fronteira que separa os mundos real e digital. Acreditando que isso salvará seus amigos, que são capazes de se projetar como hologramas no mundo real, Sonic viaja entre as dimensões em busca de chaves necessárias para libertá-los – incluindo Knuckles the Echidna, que foi transportado para lá das ruínas do Sky Sanctuary – de suas gaiolas virtuais; no entanto, o processo corrompe gradualmente o corpo de Sonic ao longo do tempo.
Sonic é observado por Sage, uma inteligência artificial criada pelo Doutor Eggman para controlar a antiga tecnologia encontrada nas ilhas. Sage usa os guardiões robóticos das ilhas para antagonizar Sonic, repetidamente avisando-o contra continuar sua missão enquanto ela tenta libertar Eggman do Cyber Space, onde ele também foi preso durante uma simulação com Sage dando errado. Eggman se torna afetuoso com Sage por protegê-lo dos perigos do Cyber Space, enquanto Sage se solidariza com Sonic depois de testemunhar suas interações com seus amigos.
Durante sua exploração, Sonic e seus amigos aprendem sobre a história das ilhas através de visões de seus antigos habitantes, os Antigos, que estão armazenados no Cyber Space. Os Antigos são revelados como uma raça extraterrestre que se estabeleceu na Terra depois que seu planeta foi destruído por uma entidade chamada “o Fim”; quando o Fim os seguiu e arruinou sua nova civilização, eles usaram as Esmeraldas do Caos – que se originaram do planeta dos Antigos e foram atraídas para a Esmeralda Mestra na Terra – para alimentar os Titãs e selar o Fim no Ciberespaço. As essências dos Antigos permanecem dentro de seus acessórios, os Kocos, que se tornam inertes quando Sonic e seus amigos os ajudam a realizar seus desejos finais na vida.
Depois de destruir três dos Titãs e desativar as torres que mantêm o limite espacial, Sonic sucumbe à sua corrupção e fica preso entre as dimensões. Lançado junto com os amigos de Sonic e Eggman, a entidade que guia Sonic revela ser o End, que usa o quarto e último Titã para retomar seu ataque à Terra, levando os amigos de Sonic a purgar a corrupção dele sacrificando suas formas físicas. Sage convence Eggman a cooperar com Sonic na coleta das Esmeraldas do Caos espalhadas, que permitem que Sonic derrote o último Titã. Sage então assume o controle do Titã e ajuda Sonic a perseguir o End no espaço, onde ela se sacrifica para destruir o inimigo. Os amigos de Sonic estão restaurados e agora desejando fazer a diferença em suas vidas, deixe as ilhas com ele.
Vale a pena jogar My Hero Academia no Nintendo Switch 2? Cara, vou te falar que vale sim.
O jogo é praticamente o mesmo que você já conhece nas outras plataformas, mas essa versão para o Switch 2 chega com algumas concessões. Afinal, estamos falando de um lançamento que chegou com cerca de um ano de atraso, então temos algumas diferenças na taxa de FPS e adaptações na resolução.
Mesmo assim, é um porte muito decente. Quando você coloca a versão do Switch 2 lado a lado com as versões de outras plataformas, é difícil encontrar perdas realmente significativas. Para mim, é um dos portes que mais impressionam justamente por conseguir entregar uma experiência muito próxima da versão original.
Na jogabilidade, temos aquele esquema clássico dos jogos de luta de anime da Bandai Namco. Os combates acontecem em arenas completamente circulares, permitindo que você se movimente livremente pelo cenário enquanto tenta encontrar uma abertura para atacar o adversário.
O problema é que o sistema de combate ainda tem algumas limitações. Existem poucas oportunidades para realizar um contra-ataque ou utilizar uma defesa para escapar de determinados combos. Em muitos momentos, quem consegue acertar primeiro acaba levando uma vantagem enorme.
Por outro lado, existe um elemento que faz bastante diferença durante as partidas: a formação da equipe.
Na hora de escolher os personagens, você consegue montar uma composição de time, e isso muda bastante a maneira como cada combate pode acontecer. Escolher bem os personagens e entender como eles funcionam juntos pode ser tão importante quanto dominar os golpes individualmente.
E como estamos falando de um jogo de anime, você já pode imaginar que existe aquele velho problema do meta.
Alguns personagens são simplesmente muito mais apelões do que outros. Normalmente, protagonistas e vilões importantes dos grandes arcos acabam tendo vantagens enormes, então dependendo de quem você escolher, pode acabar entrando diretamente no meta do jogo.
O jogo também tenta fugir um pouco daquela estrutura tradicional de menus. Em vez de simplesmente apresentar uma tela cheia de opções, temos um hub que funciona como uma espécie de área para explorar, substituindo aquele menu convencional de seleção de modos.
O modo história também segue uma estrutura que lembra bastante outros jogos de anime, como os títulos de Naruto. Você escolhe os capítulos e acompanha os acontecimentos da história, mas existe uma diferença interessante: dependendo do personagem escolhido, você pode acompanhar determinados acontecimentos pelo ponto de vista dele.
Isso significa que a experiência não precisa necessariamente seguir uma ordem completamente cronológica. A perspectiva do personagem escolhido pode mudar a forma como você acompanha determinados momentos da história.
No geral, eu não acho que seja um jogo ruim. Muito pelo contrário. Para mim, My Hero Academia é um dos melhores portes que já joguei no Nintendo Switch 2.
Eu já tenho o jogo no PlayStation 5 e, obviamente, aquela versão continua sendo excelente. Mas fiquei bastante surpreso com o resultado no Switch 2. É aquele tipo de porte que você consegue jogar tranquilamente no console da Nintendo sem sentir que está abrindo mão de uma parte enorme da experiência.
O grande problema, pelo menos para nós brasileiros, continua sendo a ausência de português do Brasil.
E isso é algo que eu considero bastante lamentável, principalmente em um jogo baseado em uma franquia de anime tão popular por aqui. Ter uma localização em português ajudaria bastante a tornar a experiência mais acessível para o público brasileiro.
Mas se você estava esperando uma versão para jogar no Switch 2, eu diria que pode ir sem medo.
My Hero Academia no Switch 2 é um porte muito competente, mantém praticamente toda a experiência que já conhecemos e consegue entregar uma versão bastante próxima das plataformas mais poderosas.
Agora só falta a Bandai olhar para o Brasil e lembrar que português também existe.
No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.
Cara, vou te falar uma coisa: se você nunca jogou Elden Ring e está pensando em pegar a versão para o Switch 2, eu acho que vale a pena sim.
Ela custa por volta de R$ 200 e já vem com o jogo completo e a expansão. Mas, para mim, o que realmente chama atenção aqui é a forma como o jogo está rodando no console.
Eu confesso que estava com um certo receio antes de jogar. Afinal, a versão para Switch 2 demorou para receber as otimizações e muita gente ficou preocupada com o desempenho.
Só que, jogando de verdade, a história é bem diferente.
O jogo consegue ficar ali nos 30 FPS na maior parte do tempo e, sendo bem sincero, dá para sentir que existe uma boa estabilidade. Não é aquela experiência em que você fica o tempo inteiro pensando se o jogo vai começar a travar.
É claro que não é perfeito.
Quando aparece uma horda muito grande de inimigos na tela, dá para perceber alguns engasgos. Mas, ao mesmo tempo, é até engraçado porque normalmente isso acontece justamente naqueles momentos em que você já está cercado, com pouca vida e pensando: “agora eu vou morrer”.
Nas lutas contra os chefes, que para mim são uma das partes mais importantes de Elden Ring, o desempenho me surpreendeu bastante. Como muitas dessas batalhas acontecem em arenas mais fechadas, o jogo consegue manter uma performance bem melhor.
E isso é importante porque ninguém quer chegar naquele chefe gigantesco que você está tentando derrotar há meia hora e começar a enfrentar problema de desempenho.
Além disso, estamos falando de Elden Ring completo.
A essência continua aqui. É aquele Soulslike da FromSoftware que exige atenção, que faz você morrer, aprender o padrão dos inimigos e voltar para tentar de novo.
Só que Elden Ring também tem uma pegada muito mais cinematográfica e uma história muito maior. Tem mais cenas, mais personagens e muito mais coisa acontecendo ao seu redor.
E essa versão também traz novas possibilidades para quem gosta de testar classes e estilos diferentes.
Tem opção para quem quer jogar com um personagem completamente pesado, mas também tem uma classe mais leve e focada em mobilidade. Tem até uma opção que combina muito bem com ataques de estocada e combos.
Eu particularmente gostei bastante dessas possibilidades para quem curte um estilo mais físico e agressivo.
Mas, no fim, acho que o grande ponto dessa versão é justamente poder levar Elden Ring para o Switch 2 sem sentir que você está jogando uma versão capada.
Não cortaram conteúdo para fazer o jogo funcionar no console. Você tem a experiência completa e, considerando o tamanho desse jogo, o resultado da otimização ficou muito bom.
Então, se você nunca jogou Elden Ring, eu acho que essa é uma ótima forma de conhecer o jogo.
Agora, se você já tem Elden Ring no PlayStation, Xbox ou PC, aí eu sinceramente não vejo tanto motivo para comprar novamente.
E o principal problema é o cross-save.
Se você já colocou dezenas ou até centenas de horas no jogo em outra plataforma, seria muito bom simplesmente pegar o Switch 2, sincronizar seu progresso e continuar exatamente de onde parou.
Mas isso não acontece.
Então você acaba comprando o jogo novamente para começar praticamente uma nova experiência.
Por isso, minha recomendação fica bem simples: se você nunca jogou Elden Ring, vale muito a pena pegar no Switch 2. Se você já tem em outra plataforma, eu pensaria bastante antes de gastar esses R$ 200 novamente.
No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.
E para um jogo desse tamanho rodando no Switch 2, cara, ficou muito bom.
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