Connect with us

Published

on

Deadpool é um personagem famoso por suas aparições nos filmes e algumas animações, mas poucos sabem que ele também tem um jogo próprio. Lançado em 2013, o jogo de Deadpool foi inicialmente mal recebido pela crítica, mas em 2024, muitos jogadores estão começando a perceber o valor dessa joia subestimada. Com muitos memes, referências e uma história repleta de humor, o jogo de Deadpool merece uma segunda chance. Vamos mergulhar nessa louca aventura!

A história do jogo já começa de forma bizarra, com Deadpool em seu apartamento imundo, recebendo várias mensagens na caixa de voz que ele ignora completamente. Uma das mensagens é de Wolverine, revoltado com Deadpool por tentar pilotar a aeronave dos X-Men. Outra é de Domino, pedindo um contrato, e a terceira é de Peter Della, de um estúdio de jogos, rejeitando a proposta de Deadpool para um jogo. Deadpool, sendo Deadpool, explode seu apartamento, forçando a aceitação do jogo.

Ele então se aventura em seu próprio jogo sem sequer ler o roteiro. No início, Deadpool faz algumas interações obscenas em seu apartamento, incluindo coçar-se com uma pistola e comer pizza sem tirar a máscara. A história realmente começa quando ele invade uma instalação de TV corrupta, explodindo banheiros e enfrentando ninjas.

A jogabilidade do jogo de Deadpool brinca com diversos gêneros de jogos populares na época, como Devil May Cry, God of War e Resident Evil. Com combates corpo a corpo e armas de fogo, o jogo permite ao jogador fazer vários combos. Os controles são simples, e os gráficos são uma mistura interessante de diferentes estilos, incluindo uma fase parodiando o clássico Zelda, com gráficos 8-bit e câmera isométrica.

Embora a jogabilidade tenha sido criticada por não ser muito inovadora, o humor e a história compensam. Deadpool quebra a quarta parede constantemente, fazendo piadas e referências que mantêm o jogador entretido do início ao fim.

Personagens e História Ao longo da história, Deadpool encontra vários personagens dos quadrinhos da Marvel, incluindo Psylocke, Domino, Cable e Wolverine. A interação entre Deadpool e esses personagens é hilária, com piadas constantes e situações absurdas.

Deadpool precisa enfrentar o Senhor Sinistro e seus clones em Genosha, uma ilha onde mutantes foram torturados e mortos. Com a ajuda de Cable, Deadpool embarca em uma missão para destruir a base do Senhor Sinistro e acabar com seu exército de clones.

O Veredito Apesar das críticas iniciais, o jogo de Deadpool é uma experiência única que vale a pena ser revisitada. A história divertida, cheia de piadas e referências, juntamente com a quebra da quarta parede, torna este jogo uma pérola subestimada dos games.

Se você é fã do personagem ou simplesmente gosta de jogos com muito humor, vale a pena dar uma chance ao jogo de Deadpool. Infelizmente, o jogo não está mais disponível para compra, mas quem tem a mídia física ou digital pode aproveitar essa aventura insana.

Games

GTA 6 pode piorar os videogames para sempre e nem todo mundo percebeu isso

O primeiro grande impacto está no preço. No Brasil, o jogo chega custando R$ 449 na edição padrão e R$ 550 na versão Ultimate. Apesar de já existirem outros jogos nessa faixa de preço, GTA 6 tem um peso completamente diferente. O sucesso gigantesco do jogo pode fazer com que esse valor passe a ser visto como normal por toda a indústria, incentivando outras empresas a seguirem exatamente o mesmo caminho.

Published

on

By

O GTA 6 é, sem dúvida, o jogo mais aguardado da geração. Milhões de jogadores contam os dias para finalmente colocar as mãos no novo título da Rockstar. O problema é que, por trás de toda essa expectativa, existe uma mudança de mercado que pode deixar os videogames muito piores nos próximos anos.

https://youtu.be/MHJ3FcN9v3M

O primeiro grande impacto está no preço. No Brasil, o jogo chega custando R$ 449 na edição padrão e R$ 550 na versão Ultimate. Apesar de já existirem outros jogos nessa faixa de preço, GTA 6 tem um peso completamente diferente. O sucesso gigantesco do jogo pode fazer com que esse valor passe a ser visto como normal por toda a indústria, incentivando outras empresas a seguirem exatamente o mesmo caminho.

Outro ponto preocupante é a quantidade de conteúdo preso às edições mais caras. Personalizações, roupas, veículos e outros extras ficam restritos à versão Ultimate, criando uma divisão entre quem compra a edição básica e quem paga ainda mais caro. Essa estratégia pode acabar se tornando um novo padrão para grandes lançamentos.

Também existe uma preocupação em relação ao futuro do próprio jogo. Assim como aconteceu com GTA V, a versão lançada agora dificilmente será a definitiva. Com uma nova geração de consoles cada vez mais próxima, existe a possibilidade de o título ganhar versões aprimoradas para futuros videogames, levando muitos jogadores a comprar o mesmo jogo novamente.

A mídia física também entra nessa discussão. O lançamento de GTA 6 reforça uma tendência cada vez maior de priorizar a distribuição digital. O grande problema é que, quando os jogos ficam exclusivamente nas lojas digitais, desaparecem vantagens importantes para o consumidor, como promoções em varejistas, compra de jogos usados e possibilidade de revenda. Em muitos casos, a versão física acaba sendo mais barata que a digital justamente por causa da concorrência entre as lojas.

Essa mudança afeta diretamente o mercado brasileiro. Muitas lojas especializadas sobrevivem graças à compra e venda de jogos usados, permitindo que jogadores adquiram títulos por preços muito menores. Com o avanço do formato digital, esse mercado tende a diminuir cada vez mais, reduzindo as opções para quem busca economizar.

O impacto não para por aí. Se GTA 6 vender milhões de cópias custando esse valor, outras empresas podem enxergar isso como uma confirmação de que o público aceita pagar cada vez mais caro pelos lançamentos. O resultado pode ser uma nova geração de jogos custando valores ainda maiores, com menos opções para o consumidor e uma dependência cada vez maior das lojas digitais oficiais.

No fim das contas, GTA 6 provavelmente será um excelente jogo. A preocupação não é com sua qualidade, mas com o efeito que seu enorme sucesso pode provocar em toda a indústria. Preços mais altos, menos mídia física, mais conteúdo bloqueado por edições especiais e um mercado cada vez mais controlado pelas grandes empresas podem ser apenas o começo de uma transformação que afetará todos os jogadores.

Continue Reading

Análise

Echoes of Aincrad nao é um jogo ruim, mas or que eu não gostei do novo jogo de Sword Art Online

Echoes of Aincrad é divertido, mas limitado. Ele tinha potencial para ser o melhor jogo da franquia e acabou se tornando apenas mais uma boa ideia que não foi totalmente aproveitada.

Published

on

By

A franquia Sword Art Online sempre despertou a imaginação dos fãs com a ideia de explorar Aincrad andar por andar, enfrentando monstros, derrotando chefes e evoluindo ao lado de outros jogadores. Por isso, quando Echoes of Aincrad foi anunciado, a expectativa era enorme. A proposta parecia ser justamente entregar essa experiência.

Infelizmente, depois de jogar, saí com uma sensação de decepção.

Uma premissa que tinha tudo para dar certo

Logo no início você cria o seu próprio personagem e começa a explorar Aincrad. A história se passa durante os acontecimentos da primeira temporada do anime, mas segue um caminho próprio.

Enquanto explora o mapa, é possível conversar com diversos NPCs, recrutá-los para o grupo e descobrir novas informações sobre o mundo. Alguns personagens chegam a mencionar Kirito e outros rostos conhecidos da série, ajudando a situar em qual momento da história o jogo acontece.

Essa liberdade de criar seu próprio aventureiro e viver uma narrativa paralela é uma ideia muito interessante.

O maior problema: só existem dois andares

Foi justamente aqui que minha empolgação acabou.

Quando pensamos em Aincrad, imaginamos um castelo com cem andares, cada um trazendo novos desafios, inimigos e chefes. Só que Echoes of Aincrad limita toda essa experiência a apenas dois andares.

Dois.

É difícil não sentir que o jogo ficou incompleto. A sensação é de que existe muito potencial desperdiçado, principalmente porque a proposta inicial parecia ser justamente explorar esse universo de forma mais ampla.

A jogabilidade é o grande destaque

Apesar das críticas, preciso admitir que a jogabilidade me surpreendeu bastante.

A Bandai Namco utilizou uma estrutura que lembra vários elementos dos jogos do gênero Souls.

Você pode esquivar com rolamentos, alternar entre ataques leves e pesados para criar combos, enfrentar chefes gigantes e aprender os padrões dos inimigos para sobreviver.

Tudo isso acontece com o estilo característico dos jogos de anime, incluindo habilidades especiais, ataques chamativos e um combate muito mais acelerado.

Na prática, jogar é divertido.

Um jogo que poderia ter sido muito maior

O problema é que, enquanto a jogabilidade acerta, o conteúdo deixa a desejar.

É impossível não pensar no quanto esse projeto poderia ter evoluído se explorasse mais andares, mais regiões e uma campanha mais longa.

A impressão é que estamos diante de uma excelente base que simplesmente termina cedo demais.

Vale a pena?

Eu não diria que Echoes of Aincrad é um jogo ruim.

Muito pelo contrário. O combate é divertido, a ambientação é fiel ao universo de Sword Art Online e existem boas ideias espalhadas pela aventura.

O grande problema é que ele entrega muito menos do que promete.

Se você é fã do anime, provavelmente vai gostar de revisitar Aincrad e descobrir essa nova história. Mas, para quem esperava finalmente viver a experiência definitiva de Sword Art Online em um videogame, a sensação será de que ainda estamos esperando esse jogo existir.

Minha conclusão: Echoes of Aincrad é divertido, mas limitado. Ele tinha potencial para ser o melhor jogo da franquia e acabou se tornando apenas mais uma boa ideia que não foi totalmente aproveitada.

Continue Reading
Advertisement

FAN GAMES do CANAL

RK Play Joga

Facebook

Advertisement

Trending