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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de video game do sonic, que é sonic heroes que saiu para playstation 2, game cube, xbox e computador
Espero que gostem!


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Sonic.exe O inicio https://youtu.be/9zhpLnHeWUY
Sonic.exe 2 , o retorno https://youtu.be/IMQCsSsMt4Y

Sonic Fear https://youtu.be/UzaucXiLJOk
Sonic Fear 2 https://youtu.be/ZbDhbl0BHKg

Sunky the game https://youtu.be/vOd4W5m_4Bc
SUnky 2 a volta do ouriço zueiro https://youtu.be/Vs69PW7gfeo

HISTORIA DE SONIC

Historia de Sonic 1 https://youtu.be/GzL9-XRMHwI
Historia de Sonic CD https://youtu.be/52ff02U8tnw
Sonic 1 e 2 do master system https://youtu.be/LptAcsYlGSo

Sonic 3d Blast https://youtu.be/2MjgwZmMENI

Sonic Rush https://youtu.be/Gj9kzlYUQGA
Sonic 4 episode 1 e Episode 2 https://youtu.be/KAvTxAo3b98

Sonic COLORS https://youtu.be/BqPqrhNcL3Y
SONIC GENERATIONS 3ds https://youtu.be/25fivCNADXg
Sonic Lost world https://youtu.be/jnjiWVZm-RU

SONIC MANIA https://youtu.be/JmMit0GGAo0

Shadow the hedgehog https://youtu.be/_DdntO7XCag
Tails adventure https://youtu.be/OQ6_Yt30j8A
LEGO SONIC https://youtu.be/tB-KqoCbVtE
Sonic Riders https://youtu.be/qhicC3Tj_3s

Sobre Sonic Heroes

Sonic Heroes (ソニック ヒーローズ, Sonikku Hīrōzu?) é um jogo eletrônico em 3D de gêneros multi-plataforma, sendo o primeiro desse gênero na série[3], e aventura. Foi desenvolvido pela Sonic Team, publicado pela Sega, e teve lançamento no dia 30 de dezembro de 2003, no Japão, e 27 de janeiro de 2004 nos Estados Unidos.[1] Teve seu desenvolvimento com o RenderWare, e, é compatível com os consoles PlayStation 2, Nintendo GameCube e Xbox, no dia 17 de novembro de 2004 foi lançada uma versão do jogo para computador. O seu enredo é dividido em quatro histórias que envolvem os protagonistas Sonic, Tails, Knuckles, Rouge, Shadow, E-123 Omega, Amy Rose, Big, Cream, Vector, Espio e Charmy, cada uma contendo um envolvimento diferente com o antagonista inicial, Dr. Eggman.[4] Além disso, parte do enredo do jogo é concluído em Shadow the Hedgehog, consistido em Shadow investigar sobre o seu passado, pois não se lembrava de nada

O jogo dá ao jogador a possibilidade de jogar com times de três personagens ao mesmo tempo, cada um com um nível de dificuldade diferente, fato que não havia nos demais jogos; assim como ele também marca o retorno dos personagens da Agência Chaotix, Alguns dos temas principais do jogo foram compostos e feitos pela banda anglo-japonesa Crush 40, sendo posteriormente lançados os álbuns Triple Threat: Sonic Heroes Vocal Trax e Sonic Heroes Official Soundtrack nos dias 4 de fevereiro e 9 de novembro de 2004, respectivamente.[7][8] Em outubro de 2004, Sonic Heroes atingiu uma marca de vendas, na Europa, superior a um milhão, desde a data de lançamento.[9] Uma versão para PlayStation 3 do jogo foi lançada, exclusivamente, na PSN europeia em fevereiro de 2012, apesar de nenhum anúncio ter sido feito

Sonic Heroes é o primeiro jogo de multi-plataforma da série, e o primeiro jogo original do Sonic em 3D, após Sonic Adventure 2.[3][4] O jogo possui novos elementos, como o uso de três personagens, que formam um time, ao mesmo tempo, ao invés de só poder jogar com um personagem, igual aos jogos tradicionais da série. Cada time possui três formações, uma para cada personagem: “Fly”, (Voo) “Power” (Poder/Força) e “Speed” (Velocidade), sendo uma cor para cada formação (amarelo, vermelho e azul, respectivamente). Os membros da formação “Fly” podem alcançar áreas mais altas, e que normalmente as outras formações não alcançam; os da formação “Speed”, são os mais rápidos das três, e podem usar o Homing Attack, ataque que atinge o inimigo, independente da direção; e os da formação “Power” são os que podem atravessar por cantos que as demais formações não conseguem. Os times do jogo são “Team Sonic”, composto por Sonic, Tails e Knuckles; “Team Dark”, composto por Shadow, Rouge e E-123 Ômega; “Team Rose”, composto por Amy, Cream e Big; e “Team Chaotix”, composto por Espio, Charmy e Vector

O jogo também possui um sistema de notas, que variam dependendo da quantidade de pontos e na atuação nos níveis; e mantém a presença de chefes a cada três níveis, dos níveis especiais, em que o jogador tenta conseguir a esmeralda do caos, e que pode ser acessado ao obter uma chave que está em certos níveis, e completar o respectivo nível com ela

Análise

Vale a pena jogar My Hero Academia all justice agora no Switch 2?

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Vale a pena jogar My Hero Academia no Nintendo Switch 2? Cara, vou te falar que vale sim.

O jogo é praticamente o mesmo que você já conhece nas outras plataformas, mas essa versão para o Switch 2 chega com algumas concessões. Afinal, estamos falando de um lançamento que chegou com cerca de um ano de atraso, então temos algumas diferenças na taxa de FPS e adaptações na resolução.

Mesmo assim, é um porte muito decente. Quando você coloca a versão do Switch 2 lado a lado com as versões de outras plataformas, é difícil encontrar perdas realmente significativas. Para mim, é um dos portes que mais impressionam justamente por conseguir entregar uma experiência muito próxima da versão original.

Na jogabilidade, temos aquele esquema clássico dos jogos de luta de anime da Bandai Namco. Os combates acontecem em arenas completamente circulares, permitindo que você se movimente livremente pelo cenário enquanto tenta encontrar uma abertura para atacar o adversário.

O problema é que o sistema de combate ainda tem algumas limitações. Existem poucas oportunidades para realizar um contra-ataque ou utilizar uma defesa para escapar de determinados combos. Em muitos momentos, quem consegue acertar primeiro acaba levando uma vantagem enorme.

Por outro lado, existe um elemento que faz bastante diferença durante as partidas: a formação da equipe.

Na hora de escolher os personagens, você consegue montar uma composição de time, e isso muda bastante a maneira como cada combate pode acontecer. Escolher bem os personagens e entender como eles funcionam juntos pode ser tão importante quanto dominar os golpes individualmente.

E como estamos falando de um jogo de anime, você já pode imaginar que existe aquele velho problema do meta.

Alguns personagens são simplesmente muito mais apelões do que outros. Normalmente, protagonistas e vilões importantes dos grandes arcos acabam tendo vantagens enormes, então dependendo de quem você escolher, pode acabar entrando diretamente no meta do jogo.

O jogo também tenta fugir um pouco daquela estrutura tradicional de menus. Em vez de simplesmente apresentar uma tela cheia de opções, temos um hub que funciona como uma espécie de área para explorar, substituindo aquele menu convencional de seleção de modos.

O modo história também segue uma estrutura que lembra bastante outros jogos de anime, como os títulos de Naruto. Você escolhe os capítulos e acompanha os acontecimentos da história, mas existe uma diferença interessante: dependendo do personagem escolhido, você pode acompanhar determinados acontecimentos pelo ponto de vista dele.

Isso significa que a experiência não precisa necessariamente seguir uma ordem completamente cronológica. A perspectiva do personagem escolhido pode mudar a forma como você acompanha determinados momentos da história.

No geral, eu não acho que seja um jogo ruim. Muito pelo contrário. Para mim, My Hero Academia é um dos melhores portes que já joguei no Nintendo Switch 2.

Eu já tenho o jogo no PlayStation 5 e, obviamente, aquela versão continua sendo excelente. Mas fiquei bastante surpreso com o resultado no Switch 2. É aquele tipo de porte que você consegue jogar tranquilamente no console da Nintendo sem sentir que está abrindo mão de uma parte enorme da experiência.

O grande problema, pelo menos para nós brasileiros, continua sendo a ausência de português do Brasil.

E isso é algo que eu considero bastante lamentável, principalmente em um jogo baseado em uma franquia de anime tão popular por aqui. Ter uma localização em português ajudaria bastante a tornar a experiência mais acessível para o público brasileiro.

Mas se você estava esperando uma versão para jogar no Switch 2, eu diria que pode ir sem medo.

My Hero Academia no Switch 2 é um porte muito competente, mantém praticamente toda a experiência que já conhecemos e consegue entregar uma versão bastante próxima das plataformas mais poderosas.

Agora só falta a Bandai olhar para o Brasil e lembrar que português também existe.

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Análise

Vale a pena comprar Elden Ring no Switch 2?

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

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Cara, vou te falar uma coisa: se você nunca jogou Elden Ring e está pensando em pegar a versão para o Switch 2, eu acho que vale a pena sim.

Ela custa por volta de R$ 200 e já vem com o jogo completo e a expansão. Mas, para mim, o que realmente chama atenção aqui é a forma como o jogo está rodando no console.

Eu confesso que estava com um certo receio antes de jogar. Afinal, a versão para Switch 2 demorou para receber as otimizações e muita gente ficou preocupada com o desempenho.

Só que, jogando de verdade, a história é bem diferente.

O jogo consegue ficar ali nos 30 FPS na maior parte do tempo e, sendo bem sincero, dá para sentir que existe uma boa estabilidade. Não é aquela experiência em que você fica o tempo inteiro pensando se o jogo vai começar a travar.

É claro que não é perfeito.

Quando aparece uma horda muito grande de inimigos na tela, dá para perceber alguns engasgos. Mas, ao mesmo tempo, é até engraçado porque normalmente isso acontece justamente naqueles momentos em que você já está cercado, com pouca vida e pensando: “agora eu vou morrer”.

Nas lutas contra os chefes, que para mim são uma das partes mais importantes de Elden Ring, o desempenho me surpreendeu bastante. Como muitas dessas batalhas acontecem em arenas mais fechadas, o jogo consegue manter uma performance bem melhor.

E isso é importante porque ninguém quer chegar naquele chefe gigantesco que você está tentando derrotar há meia hora e começar a enfrentar problema de desempenho.

Além disso, estamos falando de Elden Ring completo.

A essência continua aqui. É aquele Soulslike da FromSoftware que exige atenção, que faz você morrer, aprender o padrão dos inimigos e voltar para tentar de novo.

Só que Elden Ring também tem uma pegada muito mais cinematográfica e uma história muito maior. Tem mais cenas, mais personagens e muito mais coisa acontecendo ao seu redor.

E essa versão também traz novas possibilidades para quem gosta de testar classes e estilos diferentes.

Tem opção para quem quer jogar com um personagem completamente pesado, mas também tem uma classe mais leve e focada em mobilidade. Tem até uma opção que combina muito bem com ataques de estocada e combos.

Eu particularmente gostei bastante dessas possibilidades para quem curte um estilo mais físico e agressivo.

Mas, no fim, acho que o grande ponto dessa versão é justamente poder levar Elden Ring para o Switch 2 sem sentir que você está jogando uma versão capada.

Não cortaram conteúdo para fazer o jogo funcionar no console. Você tem a experiência completa e, considerando o tamanho desse jogo, o resultado da otimização ficou muito bom.

Então, se você nunca jogou Elden Ring, eu acho que essa é uma ótima forma de conhecer o jogo.

Agora, se você já tem Elden Ring no PlayStation, Xbox ou PC, aí eu sinceramente não vejo tanto motivo para comprar novamente.

E o principal problema é o cross-save.

Se você já colocou dezenas ou até centenas de horas no jogo em outra plataforma, seria muito bom simplesmente pegar o Switch 2, sincronizar seu progresso e continuar exatamente de onde parou.

Mas isso não acontece.

Então você acaba comprando o jogo novamente para começar praticamente uma nova experiência.

Por isso, minha recomendação fica bem simples: se você nunca jogou Elden Ring, vale muito a pena pegar no Switch 2. Se você já tem em outra plataforma, eu pensaria bastante antes de gastar esses R$ 200 novamente.

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

E para um jogo desse tamanho rodando no Switch 2, cara, ficou muito bom.

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