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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo do Sonic que foca em trazer o modo encore do Sonic Mania Plus que é a DLC que tambem pode ser uma sequencia do Sonic Mania Original

O RETORNO DE MIGHTY e RAY ?| HISTORIA Sonic Mania Plus

Espero que gostem!


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HISTORIA DE SONIC

Playlist

SONIC ARCADE https://youtu.be/5_9srbsFLXI
SONIC R https://youtu.be/GRY156WPJ5E
Sonic 3d Blast https://youtu.be/2MjgwZmMENI
SONIC HEROES https://youtu.be/cDrlSPx2kkQ
Sonic Riders https://youtu.be/qhicC3Tj_3s

Sonic Advance https://youtu.be/IP-jL0Bkk
Sonic Pokect Adventure https://youtu.be/qvrNybZhVfw
Sonic Rush https://youtu.be/Gj9kzlYUQGA
Sonic 4 episode 1 e Episode 2 https://youtu.be/KAvTxAo3b98

Sonic Adventure 2 https://youtu.be/K_TTLmvYNJk
Sonic COLORS https://youtu.be/BqPqrhNcL3Y
SONIC GENERATIONS 3ds https://youtu.be/25fivCNADXg
Sonic Lost world https://youtu.be/jnjiWVZm-RU

Sonic Rivals https://youtu.be/B-c7mqEFT4Q
SONIC MANIA https://youtu.be/JmMit0GGAo0

Sonic Mania Plus

Sonic Mania Plus (ソニックマニア・プラス Sonikku Mania Purasu?) é uma versão expandida de Sonic Mania. Foi lançada em Julho de 2018 em forma física para o Nintendo Switch, Xbox One e PlayStatoin 4, e digitalmente na Steam para o PC e com conteúdo instalável nas copias digitais para todas plataformas.

Esse re-lançamento adiciona dois novos personagens para o jogo, Mighty the Armadillo e Ray the Flying Squirrel, junto com um novo modo para o jogo, o Modo Encore, e expande o Modo Competição que ganhou suporte para quatro jogadores.

Perto do lançamento de Sonic Mania Plus, o patch v1.05.0713 foi lançado para o jogo padrão que inclui as pequenas mudanças do Sonic Mania Plus, menos os personagens e os modos.

Sonic Mania Plus inclui algumas mudanças feitas no jogo base. As mudanças são:

Na tela de título para Sonic Mania Plus, a palavra “Plus” aparece debaixo da logo enquanto Eggman pode ser visto no fundo voando com uma Capsula Schrodinger prendendo Mighty e Ray, acorrentada em sua nava.
O tema de afogamento do Modo Encore foi substituido com uma versão remixada do tema de afogamento do Sonic the Hedgehog CD.
Mighty e Ray aparecem junto com Tails e Knuckles na Prévia do Modo Competição no Menu,
Se o jogador escolher jogar com o Mighty ou o Ray no Modo Mania, Sonic vai estar pilotando o Tornado.
Em adição a isso, no final normal deles, Mighty e Ray vão aparecer ao lado do Sonic ao invés de Tails e Knuckles.

Após os eventos de Sonic & Knuckles e Sonic Generations, Sonic e Tails recebem uma poderosa leitura de energia da Angel Island (Ilha dos Anjos em português) e embarcam no avião de Sonic, o Tornado, para investigar. No entanto, o Dr.Eggman enviou um grupo de elite de robôs, os Hard-Boiled Heavies, para chegar primeiro ao sinal. Sonic e Tails chegam exatamente no momento em que Heavies estavam escavando a fonte do sinal, uma pedra preciosa misteriosa conhecida como Phantom Ruby. Os Heavies ganham novos poderes do rubi e enviam Sonic e Tails de volta no tempo, juntamente com o guardião da Angel Island, Knuckles. O trio Sonic, Tails e Knuckles viajam através de lugares de seu passado, bem como novos locais para evitar que Eggman use o poder do rubi ​​para o mal, lutando com ele e com os Heavies ao longo do caminho.

Durante uma entrevista com Famitsu, Takashi Iizuka explicou que Sonic Mania não deveria ter tido uma verdão física; Um funcionário da Sega pediu uma, mas uma versão comercial apresentaria um desafio na produção. Depois do lançamento, fans mostraram interesse em uma versão física.

Quando eles estavam decidindo o novo conteúdo, a Sonic Team seguiu o jeito do Sonic Mania de estimular a criatividade e as expectativas dos fãs adicionando Ray e Mighty, dois personagens altamente pedidos, para o jogo, mesmo os personagens sendo nomeados de “personagens selados” por Iizuka; para acomoda-los, o design das fases teve que ser alterado. Quando a equipe teve que decidir as habilidades dos personagens, Mighty recebeu o seu “Hammer Drop”, ou “Queda Martelo” em português, depois que a equipe revelou que ele era um cara forte e que tinha um casco duro, enquanto Ray recebeu seu “Air Glide”, ou “Planar Aéreo” em português, como uma referência a sua espécie. Multijogador foi atualizado para até 4 jogadores simultâneos.

Hyperkinetic Studios fez parte do desenvolvimento dessa atualização. Uma das pessoas que trabalha na Hyperkinetic, Hunter Brigges, trabalhou nas novas músicas por conta que Tee Lopes estava trabalhando nas Músicas de Sonic Mania Adventures.

Análise

Vale a pena jogar My Hero Academia all justice agora no Switch 2?

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Vale a pena jogar My Hero Academia no Nintendo Switch 2? Cara, vou te falar que vale sim.

O jogo é praticamente o mesmo que você já conhece nas outras plataformas, mas essa versão para o Switch 2 chega com algumas concessões. Afinal, estamos falando de um lançamento que chegou com cerca de um ano de atraso, então temos algumas diferenças na taxa de FPS e adaptações na resolução.

Mesmo assim, é um porte muito decente. Quando você coloca a versão do Switch 2 lado a lado com as versões de outras plataformas, é difícil encontrar perdas realmente significativas. Para mim, é um dos portes que mais impressionam justamente por conseguir entregar uma experiência muito próxima da versão original.

Na jogabilidade, temos aquele esquema clássico dos jogos de luta de anime da Bandai Namco. Os combates acontecem em arenas completamente circulares, permitindo que você se movimente livremente pelo cenário enquanto tenta encontrar uma abertura para atacar o adversário.

O problema é que o sistema de combate ainda tem algumas limitações. Existem poucas oportunidades para realizar um contra-ataque ou utilizar uma defesa para escapar de determinados combos. Em muitos momentos, quem consegue acertar primeiro acaba levando uma vantagem enorme.

Por outro lado, existe um elemento que faz bastante diferença durante as partidas: a formação da equipe.

Na hora de escolher os personagens, você consegue montar uma composição de time, e isso muda bastante a maneira como cada combate pode acontecer. Escolher bem os personagens e entender como eles funcionam juntos pode ser tão importante quanto dominar os golpes individualmente.

E como estamos falando de um jogo de anime, você já pode imaginar que existe aquele velho problema do meta.

Alguns personagens são simplesmente muito mais apelões do que outros. Normalmente, protagonistas e vilões importantes dos grandes arcos acabam tendo vantagens enormes, então dependendo de quem você escolher, pode acabar entrando diretamente no meta do jogo.

O jogo também tenta fugir um pouco daquela estrutura tradicional de menus. Em vez de simplesmente apresentar uma tela cheia de opções, temos um hub que funciona como uma espécie de área para explorar, substituindo aquele menu convencional de seleção de modos.

O modo história também segue uma estrutura que lembra bastante outros jogos de anime, como os títulos de Naruto. Você escolhe os capítulos e acompanha os acontecimentos da história, mas existe uma diferença interessante: dependendo do personagem escolhido, você pode acompanhar determinados acontecimentos pelo ponto de vista dele.

Isso significa que a experiência não precisa necessariamente seguir uma ordem completamente cronológica. A perspectiva do personagem escolhido pode mudar a forma como você acompanha determinados momentos da história.

No geral, eu não acho que seja um jogo ruim. Muito pelo contrário. Para mim, My Hero Academia é um dos melhores portes que já joguei no Nintendo Switch 2.

Eu já tenho o jogo no PlayStation 5 e, obviamente, aquela versão continua sendo excelente. Mas fiquei bastante surpreso com o resultado no Switch 2. É aquele tipo de porte que você consegue jogar tranquilamente no console da Nintendo sem sentir que está abrindo mão de uma parte enorme da experiência.

O grande problema, pelo menos para nós brasileiros, continua sendo a ausência de português do Brasil.

E isso é algo que eu considero bastante lamentável, principalmente em um jogo baseado em uma franquia de anime tão popular por aqui. Ter uma localização em português ajudaria bastante a tornar a experiência mais acessível para o público brasileiro.

Mas se você estava esperando uma versão para jogar no Switch 2, eu diria que pode ir sem medo.

My Hero Academia no Switch 2 é um porte muito competente, mantém praticamente toda a experiência que já conhecemos e consegue entregar uma versão bastante próxima das plataformas mais poderosas.

Agora só falta a Bandai olhar para o Brasil e lembrar que português também existe.

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Análise

Vale a pena comprar Elden Ring no Switch 2?

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

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Cara, vou te falar uma coisa: se você nunca jogou Elden Ring e está pensando em pegar a versão para o Switch 2, eu acho que vale a pena sim.

Ela custa por volta de R$ 200 e já vem com o jogo completo e a expansão. Mas, para mim, o que realmente chama atenção aqui é a forma como o jogo está rodando no console.

Eu confesso que estava com um certo receio antes de jogar. Afinal, a versão para Switch 2 demorou para receber as otimizações e muita gente ficou preocupada com o desempenho.

Só que, jogando de verdade, a história é bem diferente.

O jogo consegue ficar ali nos 30 FPS na maior parte do tempo e, sendo bem sincero, dá para sentir que existe uma boa estabilidade. Não é aquela experiência em que você fica o tempo inteiro pensando se o jogo vai começar a travar.

É claro que não é perfeito.

Quando aparece uma horda muito grande de inimigos na tela, dá para perceber alguns engasgos. Mas, ao mesmo tempo, é até engraçado porque normalmente isso acontece justamente naqueles momentos em que você já está cercado, com pouca vida e pensando: “agora eu vou morrer”.

Nas lutas contra os chefes, que para mim são uma das partes mais importantes de Elden Ring, o desempenho me surpreendeu bastante. Como muitas dessas batalhas acontecem em arenas mais fechadas, o jogo consegue manter uma performance bem melhor.

E isso é importante porque ninguém quer chegar naquele chefe gigantesco que você está tentando derrotar há meia hora e começar a enfrentar problema de desempenho.

Além disso, estamos falando de Elden Ring completo.

A essência continua aqui. É aquele Soulslike da FromSoftware que exige atenção, que faz você morrer, aprender o padrão dos inimigos e voltar para tentar de novo.

Só que Elden Ring também tem uma pegada muito mais cinematográfica e uma história muito maior. Tem mais cenas, mais personagens e muito mais coisa acontecendo ao seu redor.

E essa versão também traz novas possibilidades para quem gosta de testar classes e estilos diferentes.

Tem opção para quem quer jogar com um personagem completamente pesado, mas também tem uma classe mais leve e focada em mobilidade. Tem até uma opção que combina muito bem com ataques de estocada e combos.

Eu particularmente gostei bastante dessas possibilidades para quem curte um estilo mais físico e agressivo.

Mas, no fim, acho que o grande ponto dessa versão é justamente poder levar Elden Ring para o Switch 2 sem sentir que você está jogando uma versão capada.

Não cortaram conteúdo para fazer o jogo funcionar no console. Você tem a experiência completa e, considerando o tamanho desse jogo, o resultado da otimização ficou muito bom.

Então, se você nunca jogou Elden Ring, eu acho que essa é uma ótima forma de conhecer o jogo.

Agora, se você já tem Elden Ring no PlayStation, Xbox ou PC, aí eu sinceramente não vejo tanto motivo para comprar novamente.

E o principal problema é o cross-save.

Se você já colocou dezenas ou até centenas de horas no jogo em outra plataforma, seria muito bom simplesmente pegar o Switch 2, sincronizar seu progresso e continuar exatamente de onde parou.

Mas isso não acontece.

Então você acaba comprando o jogo novamente para começar praticamente uma nova experiência.

Por isso, minha recomendação fica bem simples: se você nunca jogou Elden Ring, vale muito a pena pegar no Switch 2. Se você já tem em outra plataforma, eu pensaria bastante antes de gastar esses R$ 200 novamente.

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

E para um jogo desse tamanho rodando no Switch 2, cara, ficou muito bom.

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