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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar uma saga chamada Glitch do Sonic.exe que existe contam a saga do Glitch of CHAOS

OS CONTOS DO SONIC.EXE 😈| Historia SONIC EXE HEROES

Espero que gostem!

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EPISODIOS SONIC EXE

Jogos Mencionados nesta SAGA

1 sonic.exe real nightmare
2 sonic.exe heroes last stand
3 sonic.exe the glitch chaos
4 sonic.exe spirits warrious
5 Sonic.exe The New Day
6 Eggman’s Secret Base

mais Sobre Sonic.exe e saga Sonic.exe HEROES

Mais Sobre Sonic Fear e o EXEVERSO

“Você pode me parar? „
~ Uma mensagem deixada por Sonic.exe em uma pintura antes de seu chefe lutar.
Sonic the Hedgehog (agora conhecido como Sonic.exe) é o antagonista secundário da série “Sonic Fear” de fangames baseados fora das histórias Creepypasta, servindo como o antigo protagonista transformado em antagonista secundário e chefe final de Sonic Fear The Tails Doll, um dos dois antagonistas secundários de Sonic Fear 2: Metal Sonic Out of Control e um antagonista no próximo Sonic Fear 3: The Apocalypse desenvolvido por yesmen10.

História
Sonic Fear Tails Doll
Sonic.exe aparece como o protagonista inicial do jogo, depois de cair do Tornado devido a Metal Sonic ele se encontra em um terreno baldio cheio de sangue e picos. Tails e Knuckles não sobrevivem ao acidente, pois Tails morre em pé por causa desconhecida e Knuckles cai em alguns pontos abaixo. Sonic, em seguida, testemunha Amy sendo arremessada em uma parede de espigas por Metal Sonic incluindo Shadow e Espio, que a Boneca de Caudas havia enterrado, e até o fantasma do Dr. Eggman se perguntando por perto de seu túmulo. Sonic é repetidamente encontrado pela Tails Doll, que brinca com o ouriço antes de mandá-lo para outra parte da zona.

Sonic Fear 2: Metal Sonic fora de controle
No nível inicial de Sonic Fear 2: Metal Sonic fora de controle, várias duplicatas de Sonic.exe aparecem junto com a Tails Doll e Metal Sonic. Sonic é então teletransportado para a dimensão original do Sonic.exe e os três vilões aparecem em suas formas gigantescas e teletransportam Sonic para outra parte da zona onde os três segure os cadáveres dos antigos amigos do Sonic.exe, eles então desaparecem e Sonic continua lutando contra a Tails Doll.

Após a derrota do Tails Doll, o Sonic.exe teleporta Sonic para o Hidden Palace Zone, onde vários clones do demônio aparecem e flutuam pela zona. Sonic.exe ocasionalmente aparece para brincar com Sonic e começa a persegui-lo perto do final do nível. Sonic.exe mostra um flashback de onde ele teletransportou sua versão de Vector para ele e o matou com o fim de uma palmeira. Sonic é teletransportado para outra área onde o Sonic.exe continua a mexer com ele e o teletransporta para outra zona com uma ilusão de Knuckles Sonic tenta segui-lo, mas o Sonic.exe o detém e uma pintura aparece com as palavras “Você pode me parar? ” escrito em sangue. Sonic derrota Sonic.exe e ganha a esmeralda do caos verde, ele é então transportado para a zona Stardust Speedway para encontrar Metal Sonic, que mostra flashbacks sobre o que aconteceu com seus amigos.

Sonic.exe, Tails Doll e Metal Sonic voam e são perseguidos pelos Sonic Heroes, assumindo o controle do Wing Fortress enquanto Metal Sonic se lança e os três partem. Neo Metal Sonic, em seguida, se transforma em Metal Overlord e o Tails Doll e Sonic.exe sequestram Tails e Knuckles.

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Games

Review | Splatoon Raiders muda a fórmula da franquia e aposta em uma grande campanha single player

A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

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A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

A aventura leva o jogador para ilhas inéditas e diferentes ambientes para explorar. Durante a campanha é possível encontrar novas armas, aprimorar os equipamentos com upgrades e completar diversas missões que variam bastante em estrutura. Algumas colocam o jogador contra grandes hordas de inimigos em áreas abertas, enquanto outras acontecem em regiões subterrâneas repletas de desafios, incluindo inimigos mais poderosos e torres que precisam ser destruídas dentro de um limite de tempo para que a missão seja concluída.

Apesar do foco na experiência solo, o multiplayer continua presente. Você pode chamar amigos para participar das missões ou entrar nas salas de outros jogadores para completar sessões cooperativas e conquistar recompensas adicionais, aumentando ainda mais a longevidade da aventura.

O mais interessante é que toda essa estrutura faz o jogo parecer uma porta de entrada para novos jogadores. Para quem conhece apenas os Splatoon tradicionais, a sensação é de que a campanha original da série acabou se transformando em um enorme tutorial perto do que Splatoon Raiders oferece. A exploração é maior, o sistema de progressão é mais profundo e a experiência consegue agradar tanto quem gosta do competitivo quanto quem sempre quis aproveitar o universo de Splatoon de uma forma mais focada na aventura.

Outro ponto que chama atenção é a evolução da progressão do personagem. Em vez de apenas cumprir objetivos lineares, o jogador é constantemente incentivado a explorar cada canto do mapa em busca de recursos, melhorias e novos equipamentos. Isso faz com que a campanha tenha um ritmo bem diferente dos jogos anteriores da franquia, oferecendo uma sensação de descoberta que lembra outros títulos de aventura e sobrevivência.

Ainda existem desafios opcionais espalhados pelas ilhas, incentivando a revisitar áreas já exploradas depois de desbloquear novas habilidades ou armas mais poderosas. Essa liberdade torna a experiência muito mais variada e aumenta bastante o tempo de jogo para quem gosta de completar tudo. Mesmo mantendo a identidade visual colorida e o sistema de combate baseado em tinta, Splatoon Raiders mostra que a Nintendo está disposta a experimentar novas ideias sem abandonar a essência da série. Se essa direção continuar nos próximos jogos, a franquia pode conquistar um público muito maior do que apenas os fãs das partidas online.

Além disso, a estrutura das missões evita que a campanha fique repetitiva. Existem objetivos de combate, exploração, coleta de recursos, defesa de áreas e confrontos contra chefes que exigem estratégias diferentes. Como cada arma possui características próprias, o jogador acaba sendo incentivado a testar novos estilos de jogo em vez de utilizar sempre o mesmo equipamento do início ao fim.

Outro destaque é que a campanha consegue explicar naturalmente diversas mecânicas tradicionais de Splatoon. Quem nunca jogou um título da série aprende como utilizar a tinta para se locomover, alcançar áreas escondidas, escapar de ataques e obter vantagem durante os combates. Tudo isso acontece de forma integrada à aventura, sem depender de longos tutoriais ou explicações excessivas.

Essa mudança também pode representar um passo importante para o futuro da franquia. Durante muitos anos, Splatoon foi visto principalmente como um jogo competitivo, mas Splatoon Raiders mostra que existe espaço para expandir esse universo com uma campanha mais ambiciosa e cheia de conteúdo. Caso a recepção dos jogadores seja positiva, é bem possível que a Nintendo continue investindo nesse formato e transforme o modo história em um dos pilares da série daqui para frente.

No fim das contas, fica a sensação de que Splatoon Raiders funciona como um grande laboratório para o futuro da franquia. A Nintendo parece estar testando novas mecânicas, um mundo mais aberto, sistemas de progressão e uma campanha muito mais ambiciosa para entender como os jogadores vão reagir. Se a recepção for positiva, é bem possível que muitas dessas ideias sejam levadas para um futuro Splatoon 4.

Afinal, a série já mostrou que consegue sustentar um multiplayer extremamente forte. Agora, a grande oportunidade é transformar o modo história em algo tão importante quanto as partidas online. Caso isso aconteça, Splatoon 4 pode se tornar o jogo mais completo da franquia, unindo uma campanha profunda, exploração, evolução de equipamentos e o competitivo que já conquistou milhões de jogadores ao redor do mundo. Splatoon Raiders pode até parecer um spin-off, mas também pode representar o primeiro passo para a maior evolução que a série já teve.

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Análise

REVIEW | R-Type Dimensions 3 chega para resgatar um dos maiores clássicos dos jogos de navinha

No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.

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Os jogos de nave podem não dominar mais o mercado como antigamente, mas houve uma época em que esse gênero era um dos mais populares dos videogames. Pensando justamente em resgatar essa nostalgia, R-Type Dimensions chega como uma versão remasterizada de um dos maiores clássicos da franquia.

O grande destaque do jogo é a possibilidade de alternar, a qualquer momento, entre os gráficos originais e uma versão totalmente refeita em 3D. Basta apertar um botão para comparar como era o visual clássico e como ele ficou com a nova apresentação, trazendo um efeito bem interessante para quem gosta de revisitar títulos antigos.

Mesmo sendo um remaster, R-Type Dimensions mantém toda a essência da série. O jogador controla uma nave que avança automaticamente pelos cenários enquanto enfrenta ondas de inimigos, coleta novos poderes e precisa desviar de uma enorme quantidade de projéteis e obstáculos.

A franquia R-Type é considerada uma das mais importantes da história dos shoot ’em ups, ajudando a popularizar o gênero durante décadas. Para quem já conhece esse estilo de jogo, a experiência continua extremamente competente e divertida.

Outro ponto positivo é a presença do modo multiplayer, um recurso cada vez mais raro em lançamentos atuais e que torna a experiência ainda mais interessante para quem deseja jogar com um amigo.

As fases continuam sendo um dos grandes atrativos. Em determinados momentos, o cenário inteiro trabalha contra o jogador. Há trechos em que gotas de ácido caem do teto, abrindo lentamente passagens que antes estavam bloqueadas, enquanto outras fases exigem atenção constante ao ambiente, já que o perigo não vem apenas dos inimigos, mas também dos próprios elementos do cenário.

Apesar de manter um nível de desafio elevado, R-Type Dimensions não chega a ser frustrante. Como um lançamento moderno, o jogo conta com continues e sistemas de salvamento, tornando a experiência muito mais acessível do que nos arcades da época.

No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.

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