Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo do Sonic de Master System que sim foi portado para android e tambem para pc, em uma versão remasterizada com novas fases, novos personagens e tambem muito conteudo inédito,feito por um UNICO BRASILERIO !!!
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Sonic the Hedgehog (ソニック・ザ・ヘッジホッグ, Sonikku za Hejjihoggu?) é um jogo de plataforma da série homônima que foi lançado, em 25 de outubro de 1991, para o Master System e, em 28 de dezembro de 1991, para o Game Gear. Desenvolvido pela Ancient, é a distinta versão 8-bit do popular jogo 16-bit. Além de seu lançamento original, em cartucho, o jogo foi mais tarde incluído na memória de algumas versões do Master System na Europa e no Brasil.
Em 2008, a versão de Master System foi relançada para o Virtual Console do Wii na América do Norte em 4 de agosto de 2008[1] e na Europa em 19 de setembro do mesmo ano. A versão de Game Gear apareceu em outros títulos como Sonic Adventure DX para Nintendo GameCube e PC, e Sonic Mega Collection também para PlayStation 2 e Xbox e está atualmente disponível no Virtual Console do Nintendo 3DS
O jogador assume o controle de Sonic the Hedgehog, que viaja através da South Island (Ilha do Sul) para libertá-la do malvado Dr. Ivo Robotnik.
Sonic é capaz de atacar os inimigos através da realização de um movimento giratório, durante um salto ou rolando no chão, o último dos quais também pode aumentar a velocidade do personagem em descidas.
Ao coletar anéis, Sonic pode se proteger de danos causados por inimigos e obstáculos. Sonic perde uma vida sendo atingido sem anéis, se afogando ou caindo em precipícios. Itens encontrados ao longo do jogo incluem vidas extras, escudos, sapatos de velocidade, invencibilidade e checkpoints.
Durante todo o jogo, Sonic percorre seis zonas, cada uma composta por dois atos principais e uma batalha de chefe. No final de cada ato principal, o jogador atinge uma placa que pode atribuir prêmios dependendo da quantidade de anéis que Sonic transporta. Se o jogador tiver pelo menos 50 anéis, uma fase bônus é acessada, onde mais anéis e continues podem ser coletados. Em cada zona, há uma Esmeralda do Caos escondida em algum lugar de um dos atos, que concedem um bom final caso o jogador encontre-as e complete o jogo.
A trilha Sonora do jogo foi composta por Yuzo Koshiro. Ele adaptou algumas músicas a partir da versão original 16-bit por Masato Nakamura, enquanto o resto da trilha sonora foi composta por ele mesmo. Uma de suas composições originais, o tema “Bridge Zone”, foi remixada em Sonic Adventure como tema do personagem Tails, “Believe in Myself”, por Karen Brake.
A faixa “Bridge Zone” também apresenta semelhanças com Together Again, canção de Janet Jackson lançada seis anos depois do lançamento do jogo.
Relançamentos
Sonic Mega Collection (Nintendo GameCube, Xbox, PlayStation 2, PC) – Versão Game Gear.
Sonic Adventure DX (Nintendo GameCube, PC) – Inclui a versão de Game Gear como bônus.
Virtual Console (Wii – Versão Master System , Nintendo 3DS – Versão Game Gear)
O que tem de diferente no Remake
O que há de novo na versão (1.0.A):
WideScream
Cores lindas ( melhorando o que ja foi visto no game gear e no master system )
Zonas / Menus Reprojetados
Spin Dash
Super Sonic
Palco especial com 7 esmeraldas
Contador de Anéis Ilimitado
Carregar / Salvar jogo
Gamepads e Vibração
Modo de Depuração e Cheats (pressione 8x na versão e …)
Tails e Knuckles (personagens secretos)
Master System (マスターシステム, Masutã Shisutemu?) é um console de videogame de 8-bits produzido pela Sega, para concorrer com o Nintendo Entertainment System.
Para estender a vida útil do console, também converteu jogos lançados para o portátil Game Gear de volta ao Master System, caso de Sonic Blast.
GOLDEN AXE: A HISTÓRIA DO CLÁSSICO DA SEGA QUE ESTÁ VOLTANDO
Se você tem mais de 40 anos, provavelmente já conhece Golden Axe. Agora, para quem está chegando hoje, talvez seja difícil entender por que esse jogo é tão importante para a história da SEGA.
Se você tem mais de 40 anos, provavelmente já conhece Golden Axe. Agora, para quem está chegando hoje, talvez seja difícil entender por que esse jogo é tão importante para a história da SEGA.
Com uma nova animação trazendo a franquia de volta aos holofotes e um novo jogo anunciado, Golden Axe está novamente sendo comentado. E antes de falar sobre o futuro, vale voltar para aquele jogo simples, brutal e extremamente divertido que conquistou os fliperamas.
O mundo de Golden Axe
A história acontece no reino de Yuria, que foi atacado pelo vilão Death Adder. Ele sequestra os governantes do reino e rouba o poderoso Golden Axe, o machado dourado que dá poderes fenomenais para quem o utiliza.
Para enfrentar essa ameaça, três guerreiros partem em uma jornada: Axel Battler, Tyris Flare e Gilius Thunderhead.
Cada um deles possui uma história pessoal ligada ao vilão. Axel perdeu sua mãe, Tyris perdeu seus pais e Gilius perdeu seu irmão. Basicamente, Death Adder conseguiu transformar os três protagonistas em uma verdadeira máquina de vingança.
E a própria seleção de personagens já mostrava que Golden Axe não estava para brincadeira. A cena da caveira segurando os personagens antes da escolha é uma das imagens mais marcantes do jogo.
Um dos primeiros grandes hack and slash
Golden Axe é extremamente simples de entender.
Você anda pelo cenário, enfrenta grupos de inimigos e avança até chegar ao final da fase. É possível jogar sozinho ou em cooperativo, e cada personagem possui uma arma, características próprias e diferentes tipos de magia.
Axel é o guerreiro mais equilibrado. Ele utiliza uma espada e possui magias ligadas à terra.
Tyris Flare é mais rápida e utiliza magia de fogo. Sua magia mais poderosa permite invocar um enorme dragão que percorre o cenário destruindo os inimigos.
Já Gilius Thunderhead utiliza um machado. Ele é mais lento, mas possui bastante força e utiliza poderes relacionados ao trovão.
E é justamente essa diferença entre os personagens que fazia o jogo funcionar tão bem no multiplayer.
A magia era uma das grandes armas
Durante as fases, pequenos gnomos aparecem carregando jarros azuis. Ao derrotá-los, você pode conseguir esses itens e aumentar sua quantidade de magia.
Quanto mais jarros você acumula, mais poderosa será a magia utilizada.
Isso criava uma estratégia interessante. Em vez de gastar tudo contra os inimigos comuns, muitos jogadores preferiam guardar a magia para os chefes.
Tyris, por exemplo, podia acumular energia suficiente para utilizar seu dragão contra os inimigos mais perigosos.
Era aquele tipo de estratégia que fazia você pensar: “Eu gasto agora ou guardo para o chefe?”
Golden Axe também tinha fogo amigo
Uma das coisas mais interessantes de jogar Golden Axe em cooperativo era que seu amigo também podia atrapalhar.
O famoso ataque de corrida podia ser utilizado para avançar contra os inimigos, mas também podia acertar o próprio parceiro.
Ou seja, além de derrotar os inimigos, você ainda precisava tomar cuidado para não apanhar do seu próprio amigo.
Isso deixava as partidas muito mais caóticas.
As montarias eram outro destaque
Golden Axe também trouxe uma ideia que impressionava bastante para a época: as montarias.
Durante as fases era possível encontrar criaturas que podiam ser utilizadas pelos personagens.
Entre elas estavam criaturas capazes de atacar com golpes físicos e outras que podiam lançar fogo.
Para um jogo de arcade tão simples, ter montarias no meio das fases era um detalhe bastante impressionante.
Um mundo de fantasia inspirado em Conan
Golden Axe nasceu em uma época em que o gênero de espada e feitiçaria estava muito presente na cultura pop.
Filmes inspirados em Conan e outras obras de fantasia sombria ajudaram a construir aquele imaginário de guerreiros musculosos, magia, monstros, esqueletos e grandes vilões.
Golden Axe pegou tudo isso e transformou em um jogo de ação extremamente direto.
Você pega sua espada, machado ou magia e simplesmente parte para cima.
E funcionava muito bem.
O jogo era muito mais simples do que parece
Apesar de toda essa história, Golden Axe era essencialmente um jogo de arcade.
A ideia era colocar uma ficha, jogar durante alguns minutos e tentar chegar o mais longe possível.
Por isso, o design das fases é bastante direto. Você avança, enfrenta grupos de inimigos, chega em uma área específica, derrota o grupo e continua.
Mesmo assim, a SEGA conseguiu colocar bastante personalidade no mundo.
As transições entre as fases, por exemplo, mostram um pergaminho indicando o caminho da jornada. É um pequeno detalhe, mas ajuda a criar a sensação de que existe uma aventura acontecendo.
O primeiro encontro com Death Adder
Depois de atravessar várias regiões, enfrentar inimigos cada vez mais fortes e lidar com esqueletos extremamente irritantes, finalmente chega o momento de enfrentar Death Adder.
Ele aparece carregando o Golden Axe e utiliza tanto ataques físicos quanto magia.
E aí o jogo mostra uma de suas maiores dificuldades.
Death Adder possui ataques poderosos, grande alcance e ainda pode contar com outros inimigos durante a batalha.
Para quem jogou Golden Axe no arcade, chegar até esse momento já era uma vitória.
Mas a versão doméstica tinha uma surpresa
Aqui está uma das partes mais interessantes da história.
A versão original de arcade termina depois da derrota de Death Adder e do resgate dos governantes.
Porém, algumas versões domésticas, incluindo a do Mega Drive, possuem conteúdo adicional.
A SEGA expandiu a aventura para transformar Golden Axe em uma experiência mais completa para quem comprasse o jogo para casa.
E é aí que aparece um novo inimigo.
Death Bringer
Depois de derrotar Death Adder, a aventura continua.
Os protagonistas entram em uma região ainda mais perigosa e encontram o verdadeiro grande inimigo da versão expandida: Death Bringer.
Ele é ainda mais poderoso e utiliza magias devastadoras.
Uma das características mais marcantes da batalha é justamente o uso constante de magia, tornando o confronto muito mais difícil do que a luta anterior.
É também por isso que guardar os jarros de magia durante a aventura inteira pode ser uma estratégia tão importante.
Chegar no confronto final com energia suficiente para utilizar várias magias poderosas pode fazer uma diferença enorme.
Um dos finais mais curiosos
Golden Axe ainda possui uma curiosidade que combina perfeitamente com o espírito irreverente da SEGA.
Em uma das versões, depois de toda a aventura, os protagonistas retornam para o mundo real.
O jogo mostra crianças jogando Golden Axe em um arcade, até que os acontecimentos do próprio jogo começam a invadir o mundo real.
Os vilões aparecem, as crianças fogem e os heróis precisam agir novamente.
É uma quebra completa da quarta parede.
E isso ajuda a entender por que a franquia pode funcionar tão bem em uma adaptação mais humorística.
Golden Axe nunca foi uma série que se levava completamente a sério.
Por trás de toda aquela fantasia sombria, existia espaço para exageros, situações absurdas e até brincadeiras com o próprio universo do jogo.
Por que Golden Axe continua importante?
Golden Axe pode parecer extremamente simples quando comparado aos jogos atuais.
Mas é justamente essa simplicidade que ajudou a torná-lo tão marcante.
Você escolhe um personagem, pega sua arma, enfrenta monstros, utiliza magia, monta criaturas e tenta chegar até o final.
Tudo isso com uma identidade visual muito forte e uma trilha sonora que ficou marcada na história dos arcades.
Agora, décadas depois, a franquia está novamente recebendo atenção.
A nova animação da SEGA coloca Golden Axe em uma situação completamente diferente, apostando mais na comédia e na sátira.
Ao mesmo tempo, existe um novo jogo da franquia anunciado, mostrando que a SEGA ainda enxerga potencial nesse universo.
Talvez seja justamente essa mistura de fantasia, violência, humor e absurdo que faça Golden Axe continuar funcionando.
Depois de mais de quatro décadas, o velho machado ainda tem muita lenha para queimar.
Tem jogo que acaba sendo ignorado porque ninguém fala sobre ele. Mas o caso de Teeto é ainda mais complicado: o jogo acabou sendo praticamente destruído na divulgação por uma polêmica que nem tinha relação direta com aquilo que ele realmente oferece.
Teeto é um simpático jogo de plataforma 3D que pode ser jogado em coop, permitindo que você se divirta com um amigo enquanto explora mundos coloridos e cheios de desafios. A primeira impressão lembra bastante uma mistura de Mario 64 com Kirby, principalmente porque controlamos um personagem meio gelatinoso que consegue adquirir diferentes poderes durante a aventura.
E essa é justamente uma das partes mais interessantes do jogo.
Um jogo que poderia passar despercebido
Teeto é aquele tipo de lançamento que facilmente poderia passar despercebido em meio à quantidade absurda de jogos de plataforma que chegam ao mercado.
Existem cada vez mais jogos desse gênero aparecendo no Nintendo Switch, PlayStation e Xbox, e nem sempre um título menor consegue chamar a atenção do público.
Só que Teeto acabou chamando atenção por um motivo completamente diferente.
A polêmica que acabou destruindo a divulgação
Durante o lançamento, a comunidade de PlayStation começou a atacar os trailers do jogo por causa de uma questão envolvendo o cancelamento da mídia física para PlayStation.
O problema tomou uma proporção tão grande que os comentários nos trailers ficaram completamente tomados por críticas e xingamentos relacionados à situação.
E o mais triste é que os desenvolvedores chegaram a aparecer desesperados diante da repercussão.
Em vez de as pessoas conhecerem o jogo, suas mecânicas e sua proposta, grande parte da discussão acabou sendo direcionada para a polêmica envolvendo a versão física.
Isso prejudicou muito a divulgação de Teeto.
E aqui está a parte mais curiosa de toda essa história: o jogo é bom.
Teeto é realmente divertido
Eu joguei um pouco de Teeto justamente para entender melhor como funcionam suas mecânicas e, sinceramente, encontrei um jogo bastante divertido.
A aventura acontece em mapas completamente 3D, nos quais você possui diversos objetivos para cumprir e uma grande quantidade de colecionáveis para encontrar.
Cada mapa possui um tema diferente e apresenta novos desafios para o jogador.
Além disso, os poderes adquiridos durante a aventura não estão ali apenas como um elemento visual. Eles também interferem diretamente na jogabilidade e nas partes de plataforma, criando novas possibilidades para explorar os cenários.
Isso deixa a exploração muito mais interessante.
E ainda tem multiplayer
Outro ponto que deixa Teeto ainda mais interessante é justamente o multiplayer cooperativo.
Você pode chamar um amigo para jogar junto e explorar os mapas, procurar colecionáveis e enfrentar os desafios em conjunto.
Para um jogo de plataforma 3D com essa proposta, o coop acaba sendo um diferencial enorme.
É justamente o tipo de jogo que pode render uma experiência muito mais divertida quando você está jogando com outra pessoa.
O caso de Teeto é uma pena
No final das contas, o que aconteceu com Teeto é uma situação bastante curiosa.
Um jogo de plataforma simpático, colorido, com exploração 3D, poderes diferentes, colecionáveis e multiplayer acabou tendo sua divulgação fortemente prejudicada por uma polêmica relacionada à mídia física.
Muita gente conheceu o jogo apenas por causa da revolta nos comentários, sem sequer descobrir o que ele realmente oferece.
E depois de jogar, fica aquela sensação de que Teeto merecia ser conhecido pelo jogo que é, e não pela polêmica que aconteceu ao redor dele.
Se você curte jogos de plataforma 3D com exploração, poderes e multiplayer cooperativo, talvez valha a pena dar uma chance para Teeto.
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