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Essa semana foi cheia de novidades incríveis para os fãs de videogames! Temos desde jogos gratuitos para celular até novos trailers de jogos clássicos e séries baseadas em animações de jogos. Vamos conferir tudo que rolou?

1. Sonic Shadow Generations e a Remoção de Sonic Generations:

A Sega está investindo pesado no marketing do novo Sonic Shadow Generations. Um novo trailer revelou poderes do Shadow, inspirados na raça Black Doom. Esses poderes vão ser essenciais para ele enfrentar chefes como o Metal Sonic Overlord, que volta diretamente do final verdadeiro de Sonic Heroes.

Além disso, o Sonic Generations original será removido das lojas em breve, com o novo jogo substituindo-o. Se você ainda não tem o jogo original, corra para comprá-lo antes que saia das prateleiras virtuais!

2. nikoderiko: Um Novo Jogo com Vibes de Crash Bandicoot:

Se você curte jogos de plataforma, fique de olho em Nico de Rico. Esse novo jogo mistura elementos de Crash Bandicoot e Donkey Kong, com uma jogabilidade 2.5D e fases que lembram as famosas fases de barris de Donkey Kong. O lançamento está próximo, então fique atento!

3. Fortnite e a Nova Temporada da Marvel:

A nova temporada da Marvel em Fortnite está causando polêmica. Armas como o escudo do Capitão América, manoplas do Doutor Destino e o lança-foguetes do Máquina de Combate estão dividindo opiniões. Algumas delas já foram nerfadas, mas os jogadores ainda estão se adaptando às mudanças.

4. Secret Level: A Nova Série Antológica Baseada em Jogos:

Foi anunciada a série Secret Level, uma antologia que trará histórias de diferentes jogos em cada episódio. Personagens como Mega Man, Pac-Man e Sifu estarão presentes. A série lembra “Black Mirror”, com cada episódio sendo uma história isolada. Para quem curte jogos e séries, essa é uma ótima notícia!

5. Marvel Games no Xbox Game Pass:

A Marvel está de volta ao Xbox Game Pass! Com a parceria entre a Activision e a Microsoft, jogos como Marvel Ultimate Alliance, Deadpool e outros títulos antigos da Marvel podem retornar ao catálogo. Além disso, há rumores sobre um novo jogo do Deadpool, impulsionado pelo sucesso do último filme.

6. Nintendo Inaugura Museu no Japão:

A Nintendo acaba de inaugurar um museu em Kyoto, Japão, onde é possível conhecer toda a história da empresa, desde seus primórdios com cartas até a era dos consoles. Se você é fã da Nintendo, essa é uma visita imperdível!

7. Remoções no PlayStation Plus Extra:

Péssima notícia para os assinantes do PlayStation Plus Extra: em setembro, a plataforma perderá vários jogos importantes, como Dragon Ball Xenoverse 2, Marvel’s Midnight Suns e até Horizon Forbidden West. Se você quer jogar esses títulos, aproveite antes do dia 17 de setembro!

8. Indiana Jones: Exclusividade do Xbox em Perigo:

O jogo de Indiana Jones, inicialmente exclusivo do Xbox, também será lançado para o PlayStation 5, embora com um lançamento posterior. Os jogadores de Xbox, no entanto, poderão aproveitar o jogo sem custo adicional no Game Pass.

9. Squid Game Unleashed: Jogo para Celular:

Squid Game Unleashed é o novo jogo baseado na série “Round Six” da Netflix. Com uma jogabilidade similar a Fall Guys, mas com um humor ácido, o jogo estará disponível para celular e será exclusivo para assinantes da Netflix.

Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

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Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

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Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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