Robotnik sumiu com o Sonic do filme do Sonic, entao RK se transforma em Rk com ajuda de Super Mario e Luigi para salvar o Sonic e fugir para salvar o Filme do SONIC
Robotnik sumiu com o Sonic do filme do Sonic, entao RK se transforma em Rk com ajuda de Super Mario e Luigi para salvar o Sonic e fugir para salvar o Filme do SONIC
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Elenco e Produção
Ryu – Roberto Karlos – @Rk Play Robotnik – Letra , Edição, Idealização – Amadeus Freitag Luigi – Octavio Lello @Nerdice Super Mario – Vinicius @Nerdice
Letra
E.G.G.M.A.N VAI
E.G.G.M.A.N VAI
Vai, vai, vai vai
Sonic foi sequestrado sim
-Jogado míssil vai ser seu fim
RK – Tua cara vai pro chão!
RK – Haduken tá na minha mão
– Quem perder vai comer cocô
RK – Só do metal sonic eu corro
Então vamos lá, agora vou te estourar
RK – Não vai me derrotar
RK – No cinema eu vou entrar
RK – Não importa a sua arma
Arma vai te manter distante
Agora cê vai morrer
Infinity o Chacal estourou no ar
Mephiles The Dark você fez chorar
Tu és um indigente
Agora se defeca e me diz
E se o filme for ruim
RK – Meu coração vai explodir
RK – Pra esse filme vou me prevenir
Você não é assim tão diferente de mim
Mas quero é dominar o mundo, encarcerar o Sonic
Livre de todo o pesadelo, enfim
Cinema não é pra palhaço
Luigi – Palhaço é só o Gargamel
Que dor eu sou é cruel
Que situação, vou te explodir então
RK – Vou me transformar e parar o valentão
LUIGI – Vai parar é no favelão
RK – Eu vou ser rude
LUIGI – Você vai apanhar eu sei
RK – Voadora é atitude
RK – Solte pro bem da sua saúde
LUIGI – Solte o Sonic
Então vem pro fight
Agora tu vai morrer
Vivo daqui não sai
Bomba míssil vai morrer
Soco na cara pra te deter
Esmeraldas vou ter
Vivo você não sai
RK – Haduken, agora cê não levanta
Vence na dança
RK – Mas que aberração
Vou te metralhar até cair no chão
Luigi – O Mario tá solto
Mario – Agora é só soco, soco, soco, soco, chute, soco
RK – Agora eu vou te vencer!
Mario – Ir ver o sonic ireei
Essa batalha não ganhei!!
RK – Sonic agora vou salvar
Mario – E você agora vai chorar
RK – Vão bora ! Vem Sonic
Mario – Um cano eu vou pular
Luigi – Eggman se cagou. Vai virar estrume
Mais sobre o Filme do Sonic
Sonic the Hedgehog (no Brasil e em Portugal, Sonic – O Filme) é um futuro filme americano de ação, comédia e ficção científica distribuído pela Paramount Pictures e com base na franquia de jogos de vídeo publicado pela Sega. O filme é dirigido por Jeff Fowler e escrito por Patrick Casey, Josh Miller e Oren Uziel, de uma história de Van Robichaux e Evan Susser. O filme é estrelado por Ben Schwartz como a voz de Sonic o Ouriço e Jim Carrey como o Dr. Robotnik, o inimigo de Sonic, ao lado de James Marsden e Tika Sumpter. No filme, um xerife da pequena cidade ajuda Sonic quando ele tenta escapar do governo.
Em 2013, a Sony Pictures adquiriu os direitos de filmagem da franquia Sonic da Sega e, em 2014, teve uma adaptação em desenvolvimento. Fowler foi contratado para dirigir em 2016 e fará sua estréia na direção do longa com o filme. A Paramount adquiriu os direitos do filme em 2017 depois que a Sony colocou o projeto em turnaround, e a maioria do elenco assinou em agosto de 2018. As filmagens ocorreram entre julho e outubro de 2018 em Vancouver, Ladysmith e Ilha Vancouver.
Enredo
O xerife Tom Wachowski viaja de Green Hills, Montana, para San Francisco, Califórnia, para ajudar Sonic, um ouriço azul antropomórfico que pode correr a velocidades incríveis, escapar da captura pelo governo, recolher seus anéis e derrotar o insano cientista Doutor Robotnik.
Elenco
James Marsden (Tom Wachowski) e Ben Schwartz (Sonic); em baixo: Tika Sumpter (Maddie Wachowski) e Jim Carrey (Doutor Robotnik);
James Marsden como Tom Wachowski: Um ex-policial do Departamento de Polícia de São Francisco e o recém-nomeado xerife de Green Hills que faz amizade com Sonic e ajuda-lo em sua missão de parar o Dr. Robotnik.[6]
Ben Schwartz como a voz de Sonic, O Ouriço: Um ouriço azul extraterrestre antropomórfico “juvenil delinqüente” que pode correr a velocidades supersônicas e está fugindo do governo.
Tika Sumpter como a Dra. Maddie Wachowski: A esposa de Tom, que o ajuda e Sonic a fugirem de Robotnik.
Jim Carrey como Dr. Ivo “Eggman” Robotnik: Um cientista brilhante e insano e inventor do governo dos Estados Unidos que traça a dominação do mundo através do poder de velocidade de Sonic.
Rhythm Heaven Groove é a despedida perfeita do Nintendo Switch? REVIEW
À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.
A Nintendo sempre surpreendeu quando resolveu apostar em ideias diferentes. Quando o Nintendo Switch foi anunciado, muita gente duvidou que um videogame híbrido pudesse fazer sucesso. O resultado foi exatamente o contrário. O console se tornou um fenômeno mundial, recebeu apoio massivo de estúdios terceiros e marcou uma das gerações mais bem-sucedidas da empresa. Agora, com o Nintendo Switch 2 já no mercado, chega a hora de dar adeus ao primeiro Switch, e Rhythm Heaven Groove assume esse papel de forma inesperada.
Um jogo de ritmo diferente de tudo
À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.
A maior parte dos minigames utiliza apenas um ou dois botões, normalmente o botão A e o direcional para baixo. O objetivo é acompanhar perfeitamente o ritmo da música enquanto executa pequenas ações, como pular, acelerar, frear ou interagir com personagens. Parece fácil, mas o jogo constantemente muda o ritmo, cria distrações na tela e surpreende o jogador com animações inesperadas.
Minigames criativos e muito carisma
O grande destaque de Rhythm Heaven Groove está na enorme variedade de desafios.
Cada fase apresenta uma situação completamente diferente. Há sapos gigantes observando seus movimentos, carros que exigem precisão absoluta, gatos atrapalhando a coleta de frutas, alienígenas sendo abduzidos, personagens treinando musculação e diversos outros cenários extremamente criativos.
Essa diversidade faz com que o jogo permaneça divertido do começo ao fim, sempre apresentando uma nova mecânica antes que a anterior fique repetitiva.
Os remixes são o verdadeiro desafio
Depois de completar uma sequência de minigames, o jogador desbloqueia um Remix.
Essas fases misturam diversos desafios anteriores em uma única música inédita. O jogador precisa alternar rapidamente entre mecânicas completamente diferentes enquanto mantém o ritmo perfeito.
É justamente aqui que a memória muscular entra em ação. Saber exatamente quando trocar de comando e lembrar de cada minigame transforma os Remixes nos momentos mais difíceis e também mais recompensadores da aventura.
Muito conteúdo além da campanha
Apesar da campanha principal já oferecer dezenas de desafios, Rhythm Heaven Groove ainda apresenta modos extras bastante interessantes.
O multiplayer adiciona novos minigames cooperativos, enquanto um curioso modo RPG coloca o jogador no controle de uma personagem maga que lança feitiços seguindo o ritmo da música. A ideia é bastante criativa e mostra um potencial enorme que poderia até render um jogo próprio futuramente.
Vale a pena?
Rhythm Heaven Groove talvez não seja a grande superprodução que muitos esperavam para encerrar a vida do Nintendo Switch. Não é um novo Zelda nem um novo Mario.
Mesmo assim, ele representa perfeitamente aquilo que a Nintendo faz de melhor: transformar uma ideia extremamente simples em uma experiência divertida, criativa e viciante.
Para quem gosta de jogos de ritmo, desafios de precisão e minigames cheios de personalidade, esta é uma excelente despedida para o Nintendo Switch e um título que certamente merece entrar na coleção antes da transição definitiva para o Switch 2.
Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?
No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.
Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.
A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.
A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.
Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.
O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.
Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.
Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.
O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.
No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.
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