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Queridos, eu sou Roberto hoje vou comprar dois telefones “baratos” que são Xiaomi Redmi NOte 7 e Samsung Galaxy M30
qual deles , é o melhor?

Samsung galaxy M30 OU XIAOMI REDMI NOTE 7 ? Qual é MELHOR ?

Espero que gostem

Aonde Conseguir o

Redmi NOTE 7
https://rkplay.com.br/Celular_Redmi_note_7

OUTROS CELULARES QUE RECOMENDO

Xiaomi MI 9
https://rkplay.com.br/Xiaomi_mi_9

Huawei P30 Com entrega Rapida
https://rkplay.com.br/Celular_Huawei

Huawei P 20 https://rkplay.com.br/Huawei_P_20

MI 8 LITE 64 GB http://bit.ly/mi_8_lite_64
MI 8 LITE 128GB http://bit.ly/MI_8_lite_128

Xiaomi MI 8 https://rkplay.com.br/Xiaomi_MI8

Xiaomi MI MIX 3 http://bit.ly/Xiaomi_mi_MIX_3

Pocophone F1 COM DESCONTO https://rkplay.com.br/Pocophone_f1

ONE PLUS 6T 6GB de RAM http://bit.ly/celular_ONE_PLUS_6T_6gbRAM
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Mais sobre Galaxy M30 e Redmi NOte 7

O Samsung Galaxy M30 é um smartphone Android avançado e abrangente em todos os pontos de vista com algumas características excelentes. Tem uma grande tela de 6.4 polegadas com uma resolução de 2280×1080 pixels. As funcionalidades oferecidas pelo Samsung Galaxy M30 são muitas e inovadoras. Começando pelo LTE 4G que permite a transferência de dados e excelente navegação na internet. Enfatizamos a excelente memória interna de 64 GB com a possibilidade de expansão.
Respeitável a câmera de 13 megapixels que permite ao Samsung Galaxy M30 tirar fotos com uma resolução de 4163×3122 pixels e gravar vídeos em 4K a espantosa resolução de 3840×2160 pixels. Muito fino, 8.4 milímetros, o que torna o Samsung Galaxy M30 realmente interessante.

Nesta quarta-feira (24), a Samsung anunciou a chegada ao Brasil dos smartphones da linha Galaxy M de aparelhos básicos e intermediários, ocupando o espaço que antes era dos Galaxy J. Durante o evento em São Paulo, que contou com a presença do TecMundo, a companhia revelou os preços dos Galaxy M10, M20 e M30 no país.

De acordo com a Samsung, as vendas serão feitas via canais online. O pré-registro para os interessados começa hoje e vai até o dia 20 de maio. A pré-venda terá início em 9 de maio e será encerrada às 12h (horário de Brasília) do dia seguinte, com a vendas oficiais começando apenas em 16 de maio.

O Redmi Note 7 é, sem dúvida, um dos smartphones Android mais avançados e abrangentes disponíveis no mercado, graças ao seu rico equipamento e recursos multimídia avançados. Tem um grande display de 6.3 polegadas com uma resolução de 2340×1080 pixel. As funcionalidades oferecidas pelo Redmi Note 7 são muitas e inovadoras. Começando pelo LTE 4G que permite a transferência de dados e excelente navegação na internet. Enfatizamos a memória interna de 32 GB com a possibilidade de expansão.
O Redmi Note 7 é um produto com poucos concorrentes em termos de multimídia graças à câmera de 48 megapixels que permite ao Redmi Note 7 tirar fotos fantásticas com uma resolução de 8000×6000 pixels e gravar vídeos em alta definição (Full HD) com uma resolução de 1920×1080 pixels.

Assim como a maioria dos celulares da Xiaomi, o Redmi Note 7 é conhecido por trazer uma ótima relação de custo-benefício. O aparelho ficou mais barato na semana passada durante uma promoção da GearBest, mas uma nova oferta o deixou com um valor ainda menor.

Se você está em busca de tela grande e câmera dupla na traseira, uma delas com 48 MP, vale a pena dar uma chance para o smartphone da Xiaomi, que está sendo vendido na versão de 64 GB. Confira a oferta clicando no botão verde abaixo. Se não quiser importar, compre no Brasil.

Quem pensa que smartphones baratos têm câmeras ruins pode começar a rever este conceito. Isso porque a Redmi, que agora é uma subsidiária da Xiaomi, acaba de apresentar o Redmi Note 7, aparelho barateza e com configurações decentes para um aparelho intermediário e uma câmera de 48 megapixels.

Muitos pixels não significam necessariamente uma boa câmera, mas o Note 7 da Redmi conta com um sensor Samsung ISOCELL Bright GM1. Esse componente tem um diferencial interessante: a tecnologia Tetra Cell, também da Samsung, capaz de unificar quatro pixels em um grande pixel de 1,6 µm, captando mais luz e produzindo fotos melhores.

Em suma, portanto, é como se a câmera traseira do Redmi Note 7 contasse com um sensor poderoso de 12 megapixels. Complementam as especificações de câmera outra lente traseira de 5 MP com sensor de profundidade e uma câmera frontal de 13 MP.

As demais principais especificações são tela IPS LCD de 6,3 polegadas com resolução Full HD+, Snapdragon 660, 3 GB, 4 GB ou 6 GB de RAM e 32 GB ou 64 GB para armazenamento interno. A bateria é um tanque avantajado de 4.000 mAh. Na frente e nas costas, o dispositivo é revestido por painéis de vidro 2.5D e ele conta com porta USB-C e suporte para desbloqueio facial.

Análise

REVIEW | Digimon Story Time Stranger chega ao Nintendo Switch 1 e 2 e faz melhor que outro jogo “mon” da plataforma

Com tradução em português, ótima história, muitas possibilidades de evolução e excelente adaptação tanto para Nintendo Switch quanto para Nintendo Switch 2, o jogo chega como uma excelente opção para quem procura um RPG de qualidade para investir dezenas de horas.

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Se você estava esperando um novo RPG de Digimon, pode comemorar. Digimon Story Time Stranger já está disponível para Nintendo Switch 1 e Nintendo Switch 2 e entrega uma experiência gigantesca, repleta de exploração, batalhas estratégicas e uma história cheia de reviravoltas envolvendo viagens no tempo.

Um dos grandes destaques é que o jogo já chega com tradução completa para português, tornando a aventura muito mais acessível para quem quer aproveitar cada detalhe da narrativa.

Um RPG com elementos de ação

Apesar de continuar sendo um RPG por turnos, Time Stranger adiciona pequenas doses de ação durante a exploração. Enquanto percorre os cenários, é possível ordenar que seus Digimons ataquem inimigos encontrados pelo mapa antes mesmo do início das batalhas, deixando a exploração mais dinâmica.

Os cenários são enormes, extremamente detalhados e contam com uma direção artística impressionante, acompanhada por animações muito bem produzidas.

Esqueça capturar Digimons

Diferente de vários jogos do gênero, aqui você não captura criaturas diretamente.

O sistema funciona através da análise de dados. Conforme enfrenta Digimons nas batalhas, você coleta informações sobre eles. Quando a análise atinge o nível necessário, é possível converter esses dados em um novo Digimon para sua equipe.

Essa mecânica faz bastante sentido dentro do universo digital da série e acaba tornando a progressão muito viciante.

O sistema de evolução continua excelente

Outro destaque é o tradicional sistema de evolução da franquia.

Além de evoluir seus Digimons para formas mais poderosas, também é possível regredir a evolução para fortalecer permanentemente seus atributos.

Na prática, um Digimon pode voltar para sua forma inicial, mantendo um potencial muito maior. Conforme você repete esse processo, desbloqueia novas linhas evolutivas e aumenta bastante os atributos, permitindo alcançar formas como Campeão, Ultimate e Mega com estatísticas cada vez melhores.

É um sistema profundo que recompensa quem gosta de montar equipes fortes e experimentar diferentes árvores evolutivas.

História cheia de escolhas e viagens no tempo

Como o próprio nome sugere, Time Stranger gira em torno de uma trama envolvendo viagens no tempo.

O jogador acompanha um protagonista adolescente em uma aventura que mistura mistérios, diferentes períodos temporais e diversas decisões durante os diálogos.

Essas escolhas podem alterar acontecimentos ao longo dos capítulos e dão ao jogo uma estrutura que lembra bastante séries como Persona, principalmente pelo foco nas conversas, relacionamentos e desenvolvimento dos personagens.

Desempenho impressionante no Switch 2 e um verdadeiro milagre no Switch 1

Visualmente, o jogo impressiona bastante.

No Nintendo Switch 2, a qualidade gráfica praticamente não fica devendo em relação às versões de PlayStation 5 e Xbox, entregando uma experiência muito próxima dos consoles mais potentes.

Já no Nintendo Switch 1, o trabalho de otimização merece elogios. Naturalmente existem reduções na qualidade das texturas e alguns ajustes gráficos, mas o resultado final continua muito bonito.

Na prática, lembra bastante um RPG de alta qualidade da era PlayStation 3, mantendo ótima apresentação e excelente direção de arte mesmo no hardware original do Switch.

Vale a pena?

Se você gosta de RPGs longos, sistemas profundos de evolução e é fã de Digimon, Digimon Story Time Stranger é facilmente um dos lançamentos mais interessantes da franquia nos últimos anos.

Com tradução em português, ótima história, muitas possibilidades de evolução e excelente adaptação tanto para Nintendo Switch quanto para Nintendo Switch 2, o jogo chega como uma excelente opção para quem procura um RPG de qualidade para investir dezenas de horas.

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Análise

Echoes of Aincrad nao é um jogo ruim, mas or que eu não gostei do novo jogo de Sword Art Online

Echoes of Aincrad é divertido, mas limitado. Ele tinha potencial para ser o melhor jogo da franquia e acabou se tornando apenas mais uma boa ideia que não foi totalmente aproveitada.

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A franquia Sword Art Online sempre despertou a imaginação dos fãs com a ideia de explorar Aincrad andar por andar, enfrentando monstros, derrotando chefes e evoluindo ao lado de outros jogadores. Por isso, quando Echoes of Aincrad foi anunciado, a expectativa era enorme. A proposta parecia ser justamente entregar essa experiência.

Infelizmente, depois de jogar, saí com uma sensação de decepção.

Uma premissa que tinha tudo para dar certo

Logo no início você cria o seu próprio personagem e começa a explorar Aincrad. A história se passa durante os acontecimentos da primeira temporada do anime, mas segue um caminho próprio.

Enquanto explora o mapa, é possível conversar com diversos NPCs, recrutá-los para o grupo e descobrir novas informações sobre o mundo. Alguns personagens chegam a mencionar Kirito e outros rostos conhecidos da série, ajudando a situar em qual momento da história o jogo acontece.

Essa liberdade de criar seu próprio aventureiro e viver uma narrativa paralela é uma ideia muito interessante.

O maior problema: só existem dois andares

Foi justamente aqui que minha empolgação acabou.

Quando pensamos em Aincrad, imaginamos um castelo com cem andares, cada um trazendo novos desafios, inimigos e chefes. Só que Echoes of Aincrad limita toda essa experiência a apenas dois andares.

Dois.

É difícil não sentir que o jogo ficou incompleto. A sensação é de que existe muito potencial desperdiçado, principalmente porque a proposta inicial parecia ser justamente explorar esse universo de forma mais ampla.

A jogabilidade é o grande destaque

Apesar das críticas, preciso admitir que a jogabilidade me surpreendeu bastante.

A Bandai Namco utilizou uma estrutura que lembra vários elementos dos jogos do gênero Souls.

Você pode esquivar com rolamentos, alternar entre ataques leves e pesados para criar combos, enfrentar chefes gigantes e aprender os padrões dos inimigos para sobreviver.

Tudo isso acontece com o estilo característico dos jogos de anime, incluindo habilidades especiais, ataques chamativos e um combate muito mais acelerado.

Na prática, jogar é divertido.

Um jogo que poderia ter sido muito maior

O problema é que, enquanto a jogabilidade acerta, o conteúdo deixa a desejar.

É impossível não pensar no quanto esse projeto poderia ter evoluído se explorasse mais andares, mais regiões e uma campanha mais longa.

A impressão é que estamos diante de uma excelente base que simplesmente termina cedo demais.

Vale a pena?

Eu não diria que Echoes of Aincrad é um jogo ruim.

Muito pelo contrário. O combate é divertido, a ambientação é fiel ao universo de Sword Art Online e existem boas ideias espalhadas pela aventura.

O grande problema é que ele entrega muito menos do que promete.

Se você é fã do anime, provavelmente vai gostar de revisitar Aincrad e descobrir essa nova história. Mas, para quem esperava finalmente viver a experiência definitiva de Sword Art Online em um videogame, a sensação será de que ainda estamos esperando esse jogo existir.

Minha conclusão: Echoes of Aincrad é divertido, mas limitado. Ele tinha potencial para ser o melhor jogo da franquia e acabou se tornando apenas mais uma boa ideia que não foi totalmente aproveitada.

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