O Galaxy S10 é um telefone de 10 anos apropriado para a Samsung e sua série S. Ele oferece mudanças com uma tela Infinity-O inovadora, tão grande que desloca a câmera frontal, e uma câmera traseira de lente tripla que tira fotos muito grandes. Sua tecnologia de sensor de impressão digital na tela deve atendê-lo bem, enquanto seu Wireless PowerShare pode servir bem aos seus amigos. Isso é muita mudança – só sei que isso tem um preço alto.
Quem é o Samsung Galaxy S10 para?
A nova linha de telefone da Samsung está aqui e, enquanto o S10 Plus pode ser o telefone que você verá em todos os cartazes, é o clássico Samsung Galaxy S10 que está na boca de todos.
Tal como acontece com os anteriores Galaxy S telefones, o S10 está aqui para servir como o remédio perfeito para a mais recente linha de iPhones da Apple. Se o Galaxy S10 Plus for o concorrente iPhone XS Max da Samsung e o Galaxy S10e tiver sido projetado para enfrentar o iPhone XR, o S10 padrão será o rival direto do portador da bandeira da Apple, o iPhone XS. Com isso em mente, todos esses telefones atraem os mesmos tipos de usuários que os iPhones da Apple. Aqueles que querem o melhor e pagam um prêmio para obtê-lo.
Quando a Samsung lançou o S10, ele não parou em apenas três telefones. A empresa também solta o considerável Galaxy S10 5G, que combina a sensibilidade da família S10 com a tecnologia de última geração que é a 5G. Há também o Galaxy Fold, o primeiro dispositivo da empresa que ostenta uma tela dobrável contínua.
Mesmo com tanta escolha, há todas as chances de que, se você estiver aqui, lendo isso, então você já tenha o seu coração ajustado no Galaxy S10 de baunilha, e tendo passado algumas horas com o telefone já, eu posso dizer com confiança que você Estou apoiando um bom cavalo.
Os recursos de destaque incluem o arranjo de câmera tripla inspirado na Huawei do telefone, o novo chipset de primeira linha e o excelente ajuste e acabamento oferecidos.
Agora que o MWC 2019 está fora do caminho, a única preocupação real da Samsung e da S10 é o que a concorrência criou. Vimos uma série de novos e intrigantes e impressionantes telefones de fabricantes de celulares rivais que trazem algo único para a mesa.
O Nokia 9 PureView da HMD Global possui um conjunto de câmeras traseiras com cinco sensores, o Xiaomi Mi 9 com Snapdragon 855 oferece uma incrível relação qualidade / preço e o novo Sony Xperia 1 utiliza a experiência da empresa em tecnologia de câmera e display e o condensa. olhando aparelho. Todos esses dispositivos têm o que é necessário para enfrentar o S10.
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Com isso em mente, temos que perguntar, a Samsung fez o suficiente para manter sua liderança com o Galaxy S10? Leia mais para descobrir. Mas primeiro, vamos nos lembrar de preço e disponibilidade,
Preço e data de lançamento do Samsung Galaxy S10
O Samsung Galaxy S10 está à venda agora, com o envio de telefone a partir de 8 de março. Aqueles que pré-encomendaram pousou-se um par de Samsung Galaxy Buds, que lançou ao lado da Série S10.
Os preços no Reino Unido começam em £ 799 para o modelo de 128GB e £ 999 para o modelo de 512GB. Nos EUA, custará US $ 899. Esse preço significa que é US $ 180 ou US $ 60 mais caro do que o Samsung Galaxy S9 quando foi lançado em fevereiro de 2019. Outra maneira de ver isso é que ele é US $ 100 / US $ 100 mais barato que o iPhone XS.
REVIEW | Digimon Story Time Stranger chega ao Nintendo Switch 1 e 2 e faz melhor que outro jogo “mon” da plataforma
Com tradução em português, ótima história, muitas possibilidades de evolução e excelente adaptação tanto para Nintendo Switch quanto para Nintendo Switch 2, o jogo chega como uma excelente opção para quem procura um RPG de qualidade para investir dezenas de horas.
Se você estava esperando um novo RPG de Digimon, pode comemorar. Digimon Story Time Stranger já está disponível para Nintendo Switch 1 e Nintendo Switch 2 e entrega uma experiência gigantesca, repleta de exploração, batalhas estratégicas e uma história cheia de reviravoltas envolvendo viagens no tempo.
Um dos grandes destaques é que o jogo já chega com tradução completa para português, tornando a aventura muito mais acessível para quem quer aproveitar cada detalhe da narrativa.
Um RPG com elementos de ação
Apesar de continuar sendo um RPG por turnos, Time Stranger adiciona pequenas doses de ação durante a exploração. Enquanto percorre os cenários, é possível ordenar que seus Digimons ataquem inimigos encontrados pelo mapa antes mesmo do início das batalhas, deixando a exploração mais dinâmica.
Os cenários são enormes, extremamente detalhados e contam com uma direção artística impressionante, acompanhada por animações muito bem produzidas.
Esqueça capturar Digimons
Diferente de vários jogos do gênero, aqui você não captura criaturas diretamente.
O sistema funciona através da análise de dados. Conforme enfrenta Digimons nas batalhas, você coleta informações sobre eles. Quando a análise atinge o nível necessário, é possível converter esses dados em um novo Digimon para sua equipe.
Essa mecânica faz bastante sentido dentro do universo digital da série e acaba tornando a progressão muito viciante.
O sistema de evolução continua excelente
Outro destaque é o tradicional sistema de evolução da franquia.
Além de evoluir seus Digimons para formas mais poderosas, também é possível regredir a evolução para fortalecer permanentemente seus atributos.
Na prática, um Digimon pode voltar para sua forma inicial, mantendo um potencial muito maior. Conforme você repete esse processo, desbloqueia novas linhas evolutivas e aumenta bastante os atributos, permitindo alcançar formas como Campeão, Ultimate e Mega com estatísticas cada vez melhores.
É um sistema profundo que recompensa quem gosta de montar equipes fortes e experimentar diferentes árvores evolutivas.
História cheia de escolhas e viagens no tempo
Como o próprio nome sugere, Time Stranger gira em torno de uma trama envolvendo viagens no tempo.
O jogador acompanha um protagonista adolescente em uma aventura que mistura mistérios, diferentes períodos temporais e diversas decisões durante os diálogos.
Essas escolhas podem alterar acontecimentos ao longo dos capítulos e dão ao jogo uma estrutura que lembra bastante séries como Persona, principalmente pelo foco nas conversas, relacionamentos e desenvolvimento dos personagens.
Desempenho impressionante no Switch 2 e um verdadeiro milagre no Switch 1
Visualmente, o jogo impressiona bastante.
No Nintendo Switch 2, a qualidade gráfica praticamente não fica devendo em relação às versões de PlayStation 5 e Xbox, entregando uma experiência muito próxima dos consoles mais potentes.
Já no Nintendo Switch 1, o trabalho de otimização merece elogios. Naturalmente existem reduções na qualidade das texturas e alguns ajustes gráficos, mas o resultado final continua muito bonito.
Na prática, lembra bastante um RPG de alta qualidade da era PlayStation 3, mantendo ótima apresentação e excelente direção de arte mesmo no hardware original do Switch.
Vale a pena?
Se você gosta de RPGs longos, sistemas profundos de evolução e é fã de Digimon, Digimon Story Time Stranger é facilmente um dos lançamentos mais interessantes da franquia nos últimos anos.
Com tradução em português, ótima história, muitas possibilidades de evolução e excelente adaptação tanto para Nintendo Switch quanto para Nintendo Switch 2, o jogo chega como uma excelente opção para quem procura um RPG de qualidade para investir dezenas de horas.
Echoes of Aincrad nao é um jogo ruim, mas or que eu não gostei do novo jogo de Sword Art Online
Echoes of Aincrad é divertido, mas limitado. Ele tinha potencial para ser o melhor jogo da franquia e acabou se tornando apenas mais uma boa ideia que não foi totalmente aproveitada.
A franquia Sword Art Online sempre despertou a imaginação dos fãs com a ideia de explorar Aincrad andar por andar, enfrentando monstros, derrotando chefes e evoluindo ao lado de outros jogadores. Por isso, quando Echoes of Aincrad foi anunciado, a expectativa era enorme. A proposta parecia ser justamente entregar essa experiência.
Infelizmente, depois de jogar, saí com uma sensação de decepção.
Uma premissa que tinha tudo para dar certo
Logo no início você cria o seu próprio personagem e começa a explorar Aincrad. A história se passa durante os acontecimentos da primeira temporada do anime, mas segue um caminho próprio.
Enquanto explora o mapa, é possível conversar com diversos NPCs, recrutá-los para o grupo e descobrir novas informações sobre o mundo. Alguns personagens chegam a mencionar Kirito e outros rostos conhecidos da série, ajudando a situar em qual momento da história o jogo acontece.
Essa liberdade de criar seu próprio aventureiro e viver uma narrativa paralela é uma ideia muito interessante.
O maior problema: só existem dois andares
Foi justamente aqui que minha empolgação acabou.
Quando pensamos em Aincrad, imaginamos um castelo com cem andares, cada um trazendo novos desafios, inimigos e chefes. Só que Echoes of Aincrad limita toda essa experiência a apenas dois andares.
Dois.
É difícil não sentir que o jogo ficou incompleto. A sensação é de que existe muito potencial desperdiçado, principalmente porque a proposta inicial parecia ser justamente explorar esse universo de forma mais ampla.
A jogabilidade é o grande destaque
Apesar das críticas, preciso admitir que a jogabilidade me surpreendeu bastante.
A Bandai Namco utilizou uma estrutura que lembra vários elementos dos jogos do gênero Souls.
Você pode esquivar com rolamentos, alternar entre ataques leves e pesados para criar combos, enfrentar chefes gigantes e aprender os padrões dos inimigos para sobreviver.
Tudo isso acontece com o estilo característico dos jogos de anime, incluindo habilidades especiais, ataques chamativos e um combate muito mais acelerado.
Na prática, jogar é divertido.
Um jogo que poderia ter sido muito maior
O problema é que, enquanto a jogabilidade acerta, o conteúdo deixa a desejar.
É impossível não pensar no quanto esse projeto poderia ter evoluído se explorasse mais andares, mais regiões e uma campanha mais longa.
A impressão é que estamos diante de uma excelente base que simplesmente termina cedo demais.
Vale a pena?
Eu não diria que Echoes of Aincrad é um jogo ruim.
Muito pelo contrário. O combate é divertido, a ambientação é fiel ao universo de Sword Art Online e existem boas ideias espalhadas pela aventura.
O grande problema é que ele entrega muito menos do que promete.
Se você é fã do anime, provavelmente vai gostar de revisitar Aincrad e descobrir essa nova história. Mas, para quem esperava finalmente viver a experiência definitiva de Sword Art Online em um videogame, a sensação será de que ainda estamos esperando esse jogo existir.
Minha conclusão: Echoes of Aincrad é divertido, mas limitado. Ele tinha potencial para ser o melhor jogo da franquia e acabou se tornando apenas mais uma boa ideia que não foi totalmente aproveitada.
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