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Sonic Copiando Goku | HISTORIA Dragon Ball Advanced Adventure

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Edicao @GabrielBarge
arte de @ArtedoCarneiroReal

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Playlist Sonic Fan Games

A ligação entre Super Sonic e Super Sayajin:

Para esclarecer essa dúvida, nada melhor do que ir direto à fonte: questionamos o artista responsável pelo design de Sonic, Naoto Ohshima, sobre a inspiração, e ele confirmou a admiração dele e do co-criador do ouriço, Yujo Naka, pelos personagens da série de luta Dragon Ball, mas sem indicar se o personagem Super Sonic é uma homenagem direta.

“Ohshima disse que nós gostávamos de Dragon Ball”, contando que a ideia para o Super Sonic veio de Naka. “Eu respondi a ele que [a ideia] era boa”.

O jogo “Aventura Avançada” foi desenvolvido pela Dimps e publicado pela Banpresto, que anteriormente havia lançado jogos de arcade de Dragon Ball Z e Dragon Ball Z: Legendary Super Guerreiros.

O jogo conta com 30 personagens jogáveis (em todos os modos disponíveis), o que é excepcionalmente grande para um jogo desse tipo. Ele possui cinco modos de jogo e segue a história do primeiro encontro de Goku com Bulma, até o grande final contra o Rei Piccolo.

O “Modo História” acompanha Goku em sua jornada pela vida, abrangendo a maioria dos arcos da história de Dragon Ball, exceto o enredo de Piccolo Junior no final da série. Existem muitos itens a serem coletados no jogo, a maioria deles está escondida. Os itens podem incluir aqueles que aumentam a saúde e/ou o ki do jogador, as Bolas do Dragão ou objetos como os óculos de sol do Mestre Roshi e o capacete do ciborgue Mercenário Tao. Inicialmente, o jogador pode jogar apenas como Goku. Ao concluir o Modo História de Goku uma vez, é possível usar o Modo História com Kuririn. No entanto, com Kuririn, não há cenas ou história, apenas os níveis. O modo história não pode ser reproduzido com nenhum outro personagem.

Os modos de jogo incluem Plataforma, onde Goku/Kuririn percorre uma área e derrota inimigos comuns, Nimbus, onde eles lutam contra inimigos no ar usando o Nimbus voador, e One-On-One, onde um personagem enfrenta outro individualmente, como nos Torneios das Artes Marciais do Mundo. Nesse modo, Goku não usa seu Power Pole, portanto, seus movimentos são diferentes.

Além disso, existe o modo de luta individualizada, onde o jogador enfrenta oponentes, incluindo vários chefes do jogo. É uma batalha livre onde o jogador pode decidir a área e o tempo da luta. No início, o jogador tem acesso a Goku e Kuririn, mas sempre que um personagem individualizado no Modo História é derrotado, um item pessoal é desbloqueado, permitindo jogar com personagens como Jackie Chun, Mercenário Tao, Vovô Gohan, Tenshinhan, Rei Piccolo e Cyborg Tao.

Além das batalhas únicas, um Modo de Sobrevivência pode ser desbloqueado ao completar tanto o Modo de História de Goku quanto o de Kuririn. Neste modo, o jogador participa de um torneio e pode escolher qualquer personagem que tenha sido desbloqueado.

O jogo também possui um modo multiplayer, onde dois jogadores podem competir um contra o outro com a maioria das opções disponíveis no One-on-One Mode.

O “Modo Extra” é desbloqueado depois que o jogador completa o Modo de História de Goku. Neste modo, todos os níveis do Modo História são revisitados (sem as cutscenes). O jogador tem acesso a todos os níveis desde o início, em vez de ter que passar por eles em ordem. Existem dois objetivos principais a serem concluídos.

Games

Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 é uma prova que de Tudo que é bom tem um custo

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

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Eu joguei Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 e já vou direto ao ponto: depende muito do seu perfil como jogador.

Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.

O problema começa quando olhamos para o preço.

Ele custa o mesmo que um novo Zelda. E aí a comparação pesa.

Se eu fosse montar uma escala de prioridade dentro do universo Nintendo, ficaria mais ou menos assim: primeiro um Mario Kart, depois um jogo principal do Mario em plataforma ou até mesmo Donkey Kong Bananza. Só depois eu colocaria um Mario Tennis como terceira opção de compra.

Isso não significa que o jogo é ruim. Muito pelo contrário.

O modo online funciona bem e é um dos grandes pontos positivos. As partidas são estáveis e competitivas, o que aumenta bastante a vida útil do game. Além disso, o sistema de gameplay vai além do simples tênis. Não é só escolher um personagem com atributos diferentes. Você também pode usar raquetes com poderes especiais que lançam fogo, gelo, aplicam efeitos no adversário ou até criam clones seus na quadra. Algumas habilidades são até apelonas, mas deixam tudo mais dinâmico e divertido.

Você pode jogar tanto no controle tradicional quanto usando sensor de movimento, o que ajuda a variar a experiência.

Já o modo história é o ponto mais fraco. Ele tem boas animações, mas é bem cru. Grande parte da experiência é baseada em diálogos com personagens parados e funciona quase como um grande tutorial estendido. Não é algo que vá te prender por muitas horas.

No fim das contas, não acho que seja um arrependimento de compra. É um jogo divertido, competente e funciona muito bem no que se propõe. Mas é aquele tipo de título que faz você parar e pensar: será que eu prefiro investir esse valor nele ou em um Zelda pelo mesmo preço?

Se você ama jogos esportivos arcade e quer algo competitivo para jogar online, pode valer a pena. Se você está buscando uma experiência mais robusta e épica para o seu Nintendo Switch 2, talvez seja melhor repensar a prioridade.

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Análise

My Hero Academia ao Justice depois do hype ainda é um bom jogo? Vale o seu dinheiro?

Se você está pensando em pegar My Hero Academia: One’s Justice depois que o hype já passou, a pergunta é simples: ele ainda vale a pena hoje?

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Se você está pensando em pegar My Hero Academia: One’s Justice depois que o hype já passou, a pergunta é simples: ele ainda vale a pena hoje?

Vou te falar exatamente o que eu achei.

Multiplayer é o grande destaque

Esse jogo funciona muito bem como multiplayer versus.
Ele segue aquele estilo clássico de lutinha 3D arena que lembra bastante os jogos de:

  • Naruto: Ultimate Ninja Storm

Ou seja, arenas abertas, movimentação livre, combos simples de aprender e especiais cinematográficos.

Se a sua ideia é chamar um amigo para jogar versus no sofá ou online, ele cumpre bem o papel. É divertido, rápido e direto ao ponto.

E o modo história?

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Aqui ele surpreende um pouco.

O modo história até tenta ser mais interessante, trazendo:

  • Uma exploração em pseudo mundo aberto
  • Pequenas missões paralelas
  • Lutas específicas dos arcos finais

Mas vamos ser sinceros.
A exploração não aprofunda muito a experiência. Normalmente você vai:

  • Encontrar um objeto
  • Entregar algo para outro personagem
  • Fazer uma luta

Nada que realmente transforme o jogo.

Ele funciona melhor quando é direto e foca nas batalhas principais dos arcos mais recentes de My Hero Academia.

Elenco gigante, mas limitado

O jogo tem um grupo enorme de personagens, o que é excelente para fãs.

Porém, a maioria deles brilha mesmo no:

  • Modo Arcade
  • Modo Versus

No modo história, o uso é mais limitado.

E aí entra um ponto importante.

Parece mais uma atualização do que um novo jogo

Se você já jogou My Hero One’s Justice 2, vai perceber algo.

Você está basicamente jogando a mesma base.

As mudanças são:

  • Melhorias pontuais
  • Ajustes de gameplay
  • Elenco expandido

Mas quase nada aqui parece uma grande revolução.

Ele dá aquela sensação de que poderia ser um upgrade ou expansão.

É um jogo de nicho, feito com orçamento de nicho.

Falta de localização pesa

Minha maior crítica é simples.

Ele não tem tradução para português.

Sendo um jogo publicado pela Bandai Namco Entertainment, que já trouxe jogos de Naruto até com dublagem, era totalmente possível ao menos colocar legendas em português.

Isso pesa, principalmente para quem não domina inglês.

Então vale o dinheiro?

Depende do seu perfil.

Vale a pena se:

  • Você é muito fã de My Hero
  • Quer um jogo divertido para jogar versus
  • Não liga para inovação

Talvez não valha se:

  • Você já jogou bastante o anterior
  • Espera algo revolucionário
  • Quer uma experiência single player profunda

@eurkplay

My hero academia all justice não tem legenda mas é bom jogo #rkplay #myheroacademia #alljustice

♬ som original – Rk play

Depois do hype, My Hero Academia: One’s Justice continua sendo um bom jogo de luta de anime, mas nada além disso.

Ele não é ruim.
Ele não é incrível.
Ele é exatamente o que promete ser.

Um jogo divertido para fãs e só.

Se estiver em promoção, vale muito mais a pena.

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