Para esclarecer essa dúvida, nada melhor do que ir direto à fonte: questionamos o artista responsável pelo design de Sonic, Naoto Ohshima, sobre a inspiração, e ele confirmou a admiração dele e do co-criador do ouriço, Yujo Naka, pelos personagens da série de luta Dragon Ball, mas sem indicar se o personagem Super Sonic é uma homenagem direta.
“Ohshima disse que nós gostávamos de Dragon Ball”, contando que a ideia para o Super Sonic veio de Naka. “Eu respondi a ele que [a ideia] era boa”.
O jogo “Aventura Avançada” foi desenvolvido pela Dimps e publicado pela Banpresto, que anteriormente havia lançado jogos de arcade de Dragon Ball Z e Dragon Ball Z: Legendary Super Guerreiros.
O jogo conta com 30 personagens jogáveis (em todos os modos disponíveis), o que é excepcionalmente grande para um jogo desse tipo. Ele possui cinco modos de jogo e segue a história do primeiro encontro de Goku com Bulma, até o grande final contra o Rei Piccolo.
O “Modo História” acompanha Goku em sua jornada pela vida, abrangendo a maioria dos arcos da história de Dragon Ball, exceto o enredo de Piccolo Junior no final da série. Existem muitos itens a serem coletados no jogo, a maioria deles está escondida. Os itens podem incluir aqueles que aumentam a saúde e/ou o ki do jogador, as Bolas do Dragão ou objetos como os óculos de sol do Mestre Roshi e o capacete do ciborgue Mercenário Tao. Inicialmente, o jogador pode jogar apenas como Goku. Ao concluir o Modo História de Goku uma vez, é possível usar o Modo História com Kuririn. No entanto, com Kuririn, não há cenas ou história, apenas os níveis. O modo história não pode ser reproduzido com nenhum outro personagem.
Os modos de jogo incluem Plataforma, onde Goku/Kuririn percorre uma área e derrota inimigos comuns, Nimbus, onde eles lutam contra inimigos no ar usando o Nimbus voador, e One-On-One, onde um personagem enfrenta outro individualmente, como nos Torneios das Artes Marciais do Mundo. Nesse modo, Goku não usa seu Power Pole, portanto, seus movimentos são diferentes.
Além disso, existe o modo de luta individualizada, onde o jogador enfrenta oponentes, incluindo vários chefes do jogo. É uma batalha livre onde o jogador pode decidir a área e o tempo da luta. No início, o jogador tem acesso a Goku e Kuririn, mas sempre que um personagem individualizado no Modo História é derrotado, um item pessoal é desbloqueado, permitindo jogar com personagens como Jackie Chun, Mercenário Tao, Vovô Gohan, Tenshinhan, Rei Piccolo e Cyborg Tao.
Além das batalhas únicas, um Modo de Sobrevivência pode ser desbloqueado ao completar tanto o Modo de História de Goku quanto o de Kuririn. Neste modo, o jogador participa de um torneio e pode escolher qualquer personagem que tenha sido desbloqueado.
O jogo também possui um modo multiplayer, onde dois jogadores podem competir um contra o outro com a maioria das opções disponíveis no One-on-One Mode.
O “Modo Extra” é desbloqueado depois que o jogador completa o Modo de História de Goku. Neste modo, todos os níveis do Modo História são revisitados (sem as cutscenes). O jogador tem acesso a todos os níveis desde o início, em vez de ter que passar por eles em ordem. Existem dois objetivos principais a serem concluídos.
Resident Evil Requiem é uma mistura do NOVO e Velho de um bom jeito – REVIEW
Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.
Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.
Uma experiência dividida em dois estilos
Logo no início, você assume o controle de Grace, uma protagonista que representa tudo aquilo que marcou os Resident Evil mais recentes pós Resident Evil 7: Biohazard. Terror em primeira pessoa, vulnerabilidade e uma sensação constante de perigo.
Essa primeira parte do jogo é focada no medo puro. Recursos escassos, inimigos imprevisíveis e um ritmo mais lento fazem você sentir cada passo como uma decisão importante. É aquela experiência clássica de sobrevivência que muitos fãs pediam de volta.
Mas tudo muda quando Leon S. Kennedy entra em cena.
A virada para ação
Quando Leon assume o protagonismo, o jogo muda completamente de tom. A gameplay passa a lembrar bastante Resident Evil 6, só que dessa vez funcionando melhor.
Aqui entram combates mais intensos, sistema de parry, uso criativo de itens e muito mais foco em ação e movimentação. É praticamente uma evolução do estilo mais action da franquia, só que melhor equilibrado.
Um conceito criativo e estranho
Um dos pontos mais interessantes do jogo é a forma como os inimigos são construídos.
Os zumbis não são apenas criaturas genéricas. Eles são reflexos de memórias e traumas. Antes de serem infectados, eles tinham vidas, hábitos e obsessões.
Isso gera inimigos bem únicos, como um açougueiro transformado em um monstro brutal, um zelador que continua limpando compulsivamente e criaturas que evitam luz por traumas anteriores.
É estranho, mas funciona e adiciona uma camada psicológica bem interessante ao terror.
Um dos Resident Evil mais longos
Outro destaque é a duração. Resident Evil Requiem é um dos títulos mais longos da franquia, o que pode ser um ponto positivo para quem quer conteúdo.
Mas essa duração vem com uma mudança clara de ritmo. O jogo começa com terror intenso, evolui para sobrevivência no meio e termina com ação total.
Essa progressão pode surpreender ou até incomodar dependendo do tipo de jogador que você é.
Vale a pena?
Sim, e muito.
Mesmo com essa mudança de identidade ao longo da campanha, o jogo consegue se manter divertido do início ao fim. Ele mistura o melhor de diferentes fases da franquia e entrega uma experiência única.
Se você curte terror psicológico, ação estilo Resident Evil moderno e narrativas criativas, então esse jogo é para você.
No fim das contas, pode até dividir opiniões, mas é um dos Resident Evil mais interessantes já feitos.
Mario Kart World: Vale a Pena? O Novo Mario Kart em Mundo Aberto Dividiu Opiniões
Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.
Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.
A principal novidade está no mapa contínuo. Diferente dos jogos anteriores, onde cada corrida era isolada, aqui tudo é conectado. Ao terminar uma corrida, o jogador precisa dirigir até a próxima pista, o que cria uma sensação de mundo aberto. A ideia, no papel, é interessante e ambiciosa, mas na prática apresenta alguns problemas. Grande parte do tempo é gasta nesses trajetos de transição, o que reduz o aproveitamento das pistas principais e quebra um pouco o ritmo tradicional que consagrou a franquia.
Apesar disso, existe um modo que se destaca claramente acima dos outros. O modo eliminatória funciona como uma espécie de battle royale dentro do universo de Mario Kart. As corridas começam com muitos jogadores e, ao longo do percurso, vários são eliminados progressivamente até restarem apenas os melhores. Essa estrutura torna as partidas mais tensas, competitivas e imprevisíveis, sendo facilmente o ponto mais forte do jogo e o modo que melhor aproveita o conceito de mapa interligado.
Na jogabilidade, o jogo mantém alguns elementos clássicos, como a mecânica de planar, mas também faz mudanças importantes. A presença de até 24 jogadores simultâneos deixa as corridas mais caóticas, e a interação com o cenário ganha mais destaque, com veículos e obstáculos dinâmicos influenciando a corrida. Por outro lado, algumas decisões não agradaram tanto, como a remoção das corridas subaquáticas e, principalmente, a ausência de personalização de veículos, algo que era bastante valorizado nos títulos anteriores.
Outro ponto que chama atenção é o sistema de skins. O jogo introduz uma mecânica em que o jogador pode pegar alimentos durante a corrida e, ao consumi-los, o personagem muda de visual instantaneamente. Isso cria uma progressão diferente, incentiva a exploração e adiciona variedade, mas também contribui para uma experiência mais caótica e, em alguns momentos, até confusa.
Os itens continuam sendo uma parte essencial da experiência e mantêm o caos característico da franquia. Elementos clássicos retornam ao lado de novas adições, ampliando ainda mais as possibilidades durante as corridas. O resultado é um gameplay imprevisível, onde qualquer corrida pode mudar completamente em questão de segundos.
No quesito pistas, o jogo impressiona visualmente e em criatividade. Há cenários que vão de desertos com um estilo cinematográfico a cidades cheias de tráfego, além de áreas inspiradas em Donkey Kong e uma Rainbow Road que se passa no espaço. No entanto, as pistas retrô foram tão modificadas que, em muitos casos, perderam a identidade original, o que pode decepcionar quem esperava uma nostalgia mais fiel.
O mundo aberto também permite exploração livre, onde o jogador pode circular pelo mapa, coletar itens e interagir com o ambiente sem necessariamente estar em uma corrida. Ainda assim, esse elemento funciona mais como um complemento do que como um pilar central da experiência.
Nem tudo funciona perfeitamente. As transições longas entre pistas, a falta de personalização e a remoção de algumas mecânicas clássicas são pontos que pesam contra o jogo. Além disso, ainda existe uma dependência de atualizações futuras para expandir o conteúdo e corrigir algumas dessas questões.
O preço também chama atenção, chegando a cerca de 500 reais no Brasil. Mesmo assim, por ser um dos principais títulos do console e oferecer uma experiência multiplayer forte, acaba se tornando quase indispensável para quem possui a plataforma.
No geral, Mario Kart World é um jogo que assume riscos. Ele abandona parte da fórmula tradicional para tentar algo novo, e embora nem todas as mudanças funcionem, ainda entrega uma experiência divertida e marcante. O modo eliminatória, em especial, mostra que a franquia ainda tem espaço para evoluir de maneiras interessantes.
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