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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar 19 jogos de mega drive ( genesis ) que contem varios mods de diferentes personagens reunidos dentro do Sonic 1 do mega drive, sim sonic the hedgehog em um belo sfg

SONIC do MEGA DRIVE com 19 PERSONAGENS ?| SONIC FAN GAMES

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Sobre Sonic do Mega drive ( genesis ) com hacks

Lista de Personagens usados neste video
Sonic the hedgehog
Motobug
Eggman
Knuckles the Echidna
Sally
Charmy Bee
Amy Rose
Super Sonic
Ray
Vector the Crocodile
Shadow the hedgehog
Metal Sonic
Bunnie
Mighty
Mecha Sonic
Tails
Sonic & Sonic.exe
Tikal
Sonia the hedgehog

Sonic hacks são versões alteradas dos jogos Sonic the Hedgehog que foram editados através do processo de ROM Hacking. Desde o surgimento do Sonic 1 Beta Hoax de Cyan Helkaraxe, em 1999, a produção de hacks tem sido uma parte vital da cena e da comunidade de pesquisa do Sonic. Começando com os primeiros documentos escritos por Cyan e saxman, para os guias Nemesis, o Guia de Hacking da Comunidade Sonic, e além, os pesquisadores usaram sua compreensão dos jogos do Sonic para alterá-los de várias maneiras. Enquanto os hacks anteriores eram simples, como mudanças de paleta menores, vários hacks hoje são muito complexos. Com o tempo, conforme a cena aprende mais sobre o código subjacente por trás da série Sonic the Hedgehog, a extensão dessas modificações se expandiu. As modificações agora incluem:

mudanças de paleta
alterações de sprite
arte principal (tela de título, HUD, et al.)
alterações de arte de nível e layouts de nível original
mudanças de música e som
importação de níveis de outros jogos
mudanças em motores de movimento ou chefes
conceitos originais e estilos de jogabilidade
Hoje, com a ajuda de editores hexadecimais, desmontagens e utilitários específicos do Sonic Hacking, os fãs vêm criando modificações mais extensas.

Hacks na comunidade Sonic agora são geralmente distribuídos como ROMs completos. No passado, os patches IPS eram usados, uma vez que estes geralmente são muito menores que uma ROM completa e, portanto, eram mais fáceis de distribuir em um momento em que o dial-up era amplamente usado. Também se acreditava que, como os patches não contêm nenhum código protegido por direitos autorais, não era ilegal distribuí-lo. Este formato ficou fora de uso quando as desmontagens divididas ficaram disponíveis como uma maneira de editar os dados do jogo e quando a discagem estava sendo substituída por conexões de banda larga mais rápidas. As mudanças maciças na ROM que podem resultar da remontagem tornaram os patches IPS muito grandes e, com frequência, eles continham um bom volume de código, eliminando assim a alegada vantagem legal.

Sonic the Hedgehog (ソニック・ザ・ヘッジホッグ, Sonikku za Hejjihoggu?) ou Sonic o ouriço (traduzido em português) é o personagem protagonista da série de jogos eletrônicos Sonic the Hedgehog lançada pela Sega, assim como revistas em quadrinhos, shows animados e OVAs.

Sonic é um ouriço azul antropomórfico (embora era referido pela Tec Toy, representante da Sega no Brasil, como porco espinho)[1], capaz de correr em velocidade supersônica e se enrolar como uma bola, para atacar inimigos e até mesmo aumentar a velocidade. É um dos personagens fictícios mais rápidos do mundo, e que tem como objetivo principal salvar os outros animais do vilão Dr. Eggman (também chamado de Dr. Robotnik em algumas adaptações ocidentais), que os transforma em robôs para trabalharem para ele como escravos.

Sonic foi criado para substituir Alex Kidd, que ocupava o posto de mascote da Sega. Enquanto vários indivíduos influenciaram na criação de Sonic, o programador Yuji Naka e o artista Naoto Ohshima geralmente são creditados pela criação do personagem. Também é considerado como um dos maiores ícones dos videogames junto ao seu maior rival Super Mario da Nintendo onde foram proeminentes na década de 90.

Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

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Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

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Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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