Connect with us

Published

on

Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar uma fan game antiga do Sonic aonde colocam o Fang de volta e uma corrida para pegar as esmeraldas do Caos

SONIC E FANG DORAM TROCADOS ? | HISTORIA SONIC CLASSIC

Espero que gostem!

? Seja Membro do canal https://www.youtube.com/channel/UCVmxV-_ds-UJeVC7w7AYQTQ/join

Me siga nas redes sociais: ?
? Twitter: /robertocarlosfj
? Insta: /robertocarlosfj
? Page do Face: /rkplayss
? Grupo do Face: /gamers brasil
? Lives na Twitch e Facebook: /rkplay

✉️ Contato Profissional: contato.roberto94@gmail.com

? #rkplay #historiasonic #sonic

Fan games do SONIC

HISTORIA DE SONIC

SONIC ARCADE https://youtu.be/5_9srbsFLXI
SONIC R https://youtu.be/GRY156WPJ5E
Sonic 3d Blast https://youtu.be/2MjgwZmMENI
SONIC HEROES https://youtu.be/cDrlSPx2kkQ
Sonic Riders https://youtu.be/qhicC3Tj_3s

Descrições Abaixo são notas do Forum Sonic Retro na pagina de Download

Mais Sobre Sonic Classic

Sonic The Hedgehog Classic é um fangame de Sonic the Hedgehog feito por Hez em Multimedia Fusion 2, através do uso de um motor totalmente personalizado com alguns elementos do popular motor de comunidade Sonic Worlds. Sem contar o remake sonoro de Sonic Rebirth, foi de fato o primeiro projeto completo de fãs do Sonic com níveis originais e um alcance tão grande feito em um bom tempo.

Uma sequência está em andamento e, a partir de maio de 2018, está em um estado final de produção.

Embora isso tenha permitido que os fãs interrompessem a corrida pela melhor engine de Sonic em MMF2 para criar fases e jogos inteiros com certa facilidade, só recentemente temos visto projetos promissores, como o Rebirth, Axiom e Classic.

Esse último, Sonic Classic, foi lançado há pouco mais de uma semana após passar 4 ou mais anos no forno. O jogo começou como um modo extra para um remake de Sonic 1, mas acabou tornando-se a parte principal.

Essa versão inicial veio com vários bugs graves que atrapalham ou forçam a resetar o jogo (me atrapalharam mais do que naquele beta do Rebirth). E olha que o jogo foi atrasado por semanas.

Apesar disso e de outros problemas, como em partes do level design e da trilha sonora, o jogo foi bem recebido pela comunidade fangamer.

História
A história se passa essencialmente logo após Sonic & Knuckles. Dr. Robotnik / Eggman’s Egg caiu e retornou para South Island, e cabe aos nossos heróis finalmente destruir seus planos para o bem. Enquanto o acidente de navio de Robotnik chegou, você também. Agora você está em outra parte do South Island correndo para encontrar o caminho de volta para onde o Base Egg pousou antes que Robotnik pudesse voltar para o céu. Durante toda a comoção, as Esmeraldas do Caos se perderam em algum lugar da ilha novamente.

Sonic O ouriço
Nós sabemos muito pouco sobre o passado de Sonic; ele supostamente nasceu na Ilha Christmas, freqüentou a Ilha do Sul, e ele e o Dr. Eggman têm uma feroz rivalidade. Além disso, porém, seu passado é um completo mistério.

Miles Prower
Embora ele possa voar como um helicóptero, ele também gosta de voar no biplano vermelho do Sonic, o Tornado. Tails é um gênio mecânico com inteligência comparável ao do Dr. Eggman

Knuckles the Echidna

Knuckles é um equidna vermelho cujas penas parecem dreadlocks. De acordo com os jogos da Sega Mega Drive, Knuckles tem 15 anos. Ele estreou em Sonic the Hedgehog 3.

Fang o atirador

-Um pistoleiro e mecanismo de recompensas que apareceu em alguns spin-offs da série, sempre tentando roubar as Esmeraldas do Caos por propósitos monetários.
-Fang tem um “airdash” que pode ser usado no ar e o lança para a frente.

E agora, permitam-me apresentar as fases de Sonic Classic à vocês:

Zona 1: Hazel Hill

A primeira fase de Classic é tropical e bem básica, mas a parte inferior é de baixo d’água e seu visual me parece bem único e diferente das demais variações da Green Hill.

Zona 2: Crystal Caverns

…O resultado é que Sonic cai numa montanha nevada envolvida por rios de lava.

Isso fez algum sentido para vocês?

Zona 3: Gigalopolis

Gigalopolis é uma das fases de Sonic Chaos, lembram? Mas agora os robôs-besouros atiram projéteis e a fase tem escadas da Spring Yard e incontáveis vezes mais dashpads.

Zona 4: Aqua Arena

Conseguem ouvir?

Esta fase é baseada na Aqua Planet de Sonic Chaos e é uma fase aquática.

Zona 5: Desert Dunes

Deserto que lembra a mítica Dust Hill

Zona 7: Robot Rave

Scrap Brain + Metropolis com gráficos da Wacky Workbench e inimigos irritantes que disparam projéteis que explodem e disparam mais projéteis.

Zona 8: Base Egg

E lá se vai a aliteração. A Base Egg aqui tem os mesmos gráficos que tinha no Sonic 2, mas não corra muito por que há vários espinhos sacanas e desnecessários no caminho até o chefe, que é o Silver Sonic.

Games

Review | Splatoon Raiders muda a fórmula da franquia e aposta em uma grande campanha single player

A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

Published

on

By

A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

A aventura leva o jogador para ilhas inéditas e diferentes ambientes para explorar. Durante a campanha é possível encontrar novas armas, aprimorar os equipamentos com upgrades e completar diversas missões que variam bastante em estrutura. Algumas colocam o jogador contra grandes hordas de inimigos em áreas abertas, enquanto outras acontecem em regiões subterrâneas repletas de desafios, incluindo inimigos mais poderosos e torres que precisam ser destruídas dentro de um limite de tempo para que a missão seja concluída.

Apesar do foco na experiência solo, o multiplayer continua presente. Você pode chamar amigos para participar das missões ou entrar nas salas de outros jogadores para completar sessões cooperativas e conquistar recompensas adicionais, aumentando ainda mais a longevidade da aventura.

O mais interessante é que toda essa estrutura faz o jogo parecer uma porta de entrada para novos jogadores. Para quem conhece apenas os Splatoon tradicionais, a sensação é de que a campanha original da série acabou se transformando em um enorme tutorial perto do que Splatoon Raiders oferece. A exploração é maior, o sistema de progressão é mais profundo e a experiência consegue agradar tanto quem gosta do competitivo quanto quem sempre quis aproveitar o universo de Splatoon de uma forma mais focada na aventura.

Outro ponto que chama atenção é a evolução da progressão do personagem. Em vez de apenas cumprir objetivos lineares, o jogador é constantemente incentivado a explorar cada canto do mapa em busca de recursos, melhorias e novos equipamentos. Isso faz com que a campanha tenha um ritmo bem diferente dos jogos anteriores da franquia, oferecendo uma sensação de descoberta que lembra outros títulos de aventura e sobrevivência.

Ainda existem desafios opcionais espalhados pelas ilhas, incentivando a revisitar áreas já exploradas depois de desbloquear novas habilidades ou armas mais poderosas. Essa liberdade torna a experiência muito mais variada e aumenta bastante o tempo de jogo para quem gosta de completar tudo. Mesmo mantendo a identidade visual colorida e o sistema de combate baseado em tinta, Splatoon Raiders mostra que a Nintendo está disposta a experimentar novas ideias sem abandonar a essência da série. Se essa direção continuar nos próximos jogos, a franquia pode conquistar um público muito maior do que apenas os fãs das partidas online.

Além disso, a estrutura das missões evita que a campanha fique repetitiva. Existem objetivos de combate, exploração, coleta de recursos, defesa de áreas e confrontos contra chefes que exigem estratégias diferentes. Como cada arma possui características próprias, o jogador acaba sendo incentivado a testar novos estilos de jogo em vez de utilizar sempre o mesmo equipamento do início ao fim.

Outro destaque é que a campanha consegue explicar naturalmente diversas mecânicas tradicionais de Splatoon. Quem nunca jogou um título da série aprende como utilizar a tinta para se locomover, alcançar áreas escondidas, escapar de ataques e obter vantagem durante os combates. Tudo isso acontece de forma integrada à aventura, sem depender de longos tutoriais ou explicações excessivas.

Essa mudança também pode representar um passo importante para o futuro da franquia. Durante muitos anos, Splatoon foi visto principalmente como um jogo competitivo, mas Splatoon Raiders mostra que existe espaço para expandir esse universo com uma campanha mais ambiciosa e cheia de conteúdo. Caso a recepção dos jogadores seja positiva, é bem possível que a Nintendo continue investindo nesse formato e transforme o modo história em um dos pilares da série daqui para frente.

No fim das contas, fica a sensação de que Splatoon Raiders funciona como um grande laboratório para o futuro da franquia. A Nintendo parece estar testando novas mecânicas, um mundo mais aberto, sistemas de progressão e uma campanha muito mais ambiciosa para entender como os jogadores vão reagir. Se a recepção for positiva, é bem possível que muitas dessas ideias sejam levadas para um futuro Splatoon 4.

Afinal, a série já mostrou que consegue sustentar um multiplayer extremamente forte. Agora, a grande oportunidade é transformar o modo história em algo tão importante quanto as partidas online. Caso isso aconteça, Splatoon 4 pode se tornar o jogo mais completo da franquia, unindo uma campanha profunda, exploração, evolução de equipamentos e o competitivo que já conquistou milhões de jogadores ao redor do mundo. Splatoon Raiders pode até parecer um spin-off, mas também pode representar o primeiro passo para a maior evolução que a série já teve.

Continue Reading

Análise

REVIEW | R-Type Dimensions 3 chega para resgatar um dos maiores clássicos dos jogos de navinha

No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.

Published

on

By

Os jogos de nave podem não dominar mais o mercado como antigamente, mas houve uma época em que esse gênero era um dos mais populares dos videogames. Pensando justamente em resgatar essa nostalgia, R-Type Dimensions chega como uma versão remasterizada de um dos maiores clássicos da franquia.

O grande destaque do jogo é a possibilidade de alternar, a qualquer momento, entre os gráficos originais e uma versão totalmente refeita em 3D. Basta apertar um botão para comparar como era o visual clássico e como ele ficou com a nova apresentação, trazendo um efeito bem interessante para quem gosta de revisitar títulos antigos.

Mesmo sendo um remaster, R-Type Dimensions mantém toda a essência da série. O jogador controla uma nave que avança automaticamente pelos cenários enquanto enfrenta ondas de inimigos, coleta novos poderes e precisa desviar de uma enorme quantidade de projéteis e obstáculos.

A franquia R-Type é considerada uma das mais importantes da história dos shoot ’em ups, ajudando a popularizar o gênero durante décadas. Para quem já conhece esse estilo de jogo, a experiência continua extremamente competente e divertida.

Outro ponto positivo é a presença do modo multiplayer, um recurso cada vez mais raro em lançamentos atuais e que torna a experiência ainda mais interessante para quem deseja jogar com um amigo.

As fases continuam sendo um dos grandes atrativos. Em determinados momentos, o cenário inteiro trabalha contra o jogador. Há trechos em que gotas de ácido caem do teto, abrindo lentamente passagens que antes estavam bloqueadas, enquanto outras fases exigem atenção constante ao ambiente, já que o perigo não vem apenas dos inimigos, mas também dos próprios elementos do cenário.

Apesar de manter um nível de desafio elevado, R-Type Dimensions não chega a ser frustrante. Como um lançamento moderno, o jogo conta com continues e sistemas de salvamento, tornando a experiência muito mais acessível do que nos arcades da época.

No fim das contas, R-Type Dimensions é uma excelente forma de reviver um dos maiores clássicos dos jogos de navinha. Não é uma aventura muito longa, mas entrega uma experiência divertida, fiel ao material original e perfeita para quem sente falta desse gênero que marcou gerações de jogadores.

Continue Reading
Advertisement

FAN GAMES do CANAL

RK Play Joga

Facebook

Advertisement

Trending