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Os jogos de terror do Sonic não param!

Tudo começou com o primeiro Sonic.EXE, ou como muitos chamam hoje: Sonic XR. Foi um jogo que viralizou e criou uma comunidade inteira em torno do Sonic em versões distorcidas, demoníacas e totalmente fora do padrão SEGA. Mas toda história precisa continuar… e agora estamos falando dele: Sonic.Exe 2, a continuação direta que traz cinco novas vítimas e uma carga ainda maior de horror.


O terror não terminou… ele só evoluiu

Se você lembra do primeiro jogo, os personagens jogáveis passavam por experiências macabras e inevitáveis. Tails era perseguido na E-Island, Knuckles via seu mundo ser tomado por ketchup e encontrava um final brutal, e o Dr. Eggman caía em um loop de escadas infinitas até ser surpreendido. No fim, Sonic apenas dizia: “Round 2?”

E agora, o round 2 finalmente chegou…


Os novos personagens de Sonic.exe 2

🧠 Silver

O ouriço prateado com poderes psíquicos entra em cena… mas dessa vez parece não ter missão nenhuma. Ele anda sozinho com zero vidas restantes. Quando encontra o Sonic, o clima pesa. Sonic o provoca, o persegue voando (sim, VOANDO!) e no fim, o elimina dizendo:
“Eu realmente não tenho nada contra o Silver… exceto pela burrice dele.”

🔥 Blaze

A guerreira flamejante do futuro corre por uma fase semelhante a um cassino em chamas. Depois de cair, ela acorda cercada por espelhos e o Sonic começa a aparecer em cada um deles. O reflexo se torna sua única pista. Após destruir todos os espelhos, Blaze acha que venceu… mas não. Sonic transforma os cacos de vidro em uma boca assassina e diz:
“Isso realmente mantém meu corpo acordado à noite.”
Mais uma vítima…

🌲 Sally

Chegamos na fase “Madness” — uma floresta em chamas, cheia de sorrisos flutuantes e trilhas falsas. Sally precisa seguir sem saber onde pisa. Tudo parece bugado, sem chão real, sem sprites completos. Após minutos perdidos, ela encontra Sonic sorrindo:
“Você encontrou a saída?”
E agora ela também sorri… de puro terror.

🛠️ Mighty

Preso numa construção antiga de Eggman, Mighty precisa encontrar três alavancas. Ele resiste aos espinhos e engrenagens, e quando acha a última alavanca… parece que vai escapar. Mas Sonic o surpreende:
“Nunca disse que ia te deixar viver.”
Final? Ketchup e carne moída.

🌹 Amy Rose

O grande final. Ao selecionar Amy, o mouse se move sozinho para forçar sua escolha. Ao clicar, ela cai num vazio. Sonic já a espera no centro do nada. Ele a segura nos braços… e depois a divide em pedaços.
O jogo termina.
Mas quando você tenta abrir novamente, recebe a mensagem final:
“A alma desse usuário agora é minha.”


E o que vem por aí?

O Sonic.exe 2 encerra de forma brutal, mas dá a entender que a história vai continuar. Será que vem aí um Sonic.exe 3? Será que teremos mais vítimas? Ou o próximo jogo vai mostrar o ponto de vista do próprio Sonic maldito?

Baixe a fan game aqui – DOWNLOAD

Deixa seu salve nos comentários, clica no like e se prepara… porque a história tá longe de acabar.

Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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Games

O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?

Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

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Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.

Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.

Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.

Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.

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