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Sonic ja teve varias historias estranhas em varios quadrinhos lançados pelo mundo, os da Archie comics eram mais de comédia, os do japão não sei dizer, mas os do reino unido são os mais sérios e sombrios

SONIC HUMANO?! – As Historias Bizarras do SONIC nos quadrinhos | Rk play

Espero que gostem!

Arte de @artedocarneiro

Edição @gabrielbarge

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HISTORIA DE FAN GAMES SONIC

Playlist

Canal de quadrinhos preservados que recomendo

0:00 Sonic e Tails Morrem
2:19 Sonic Fletway destroi Amy e Tails
3:36 Origem do Sonic
4:03 Sonic Perdeu os poderes /Robotnik é o novo SONIC
5:29 Sonic vs EVIL SONIC
6:15 Saga Sonic do FUTURO
8:15 Tonic, o irmão de Sonic
9:40 Sonic Humano
11:05 Origem da Amizade de Sonic e Tails
11:51 Sonic Nunca existiu
13:09 DIferenças entre Archie Comics e Fleetway Comics

Sonic the Comic foi um comediante infantil britânico publicado pela Fleetway Editions entre 1993 e 2002. Foi a história em quadrinhos da Sega do Reino Unido, com histórias sobre seu mascote Sonic the Hedgehog e personagens relacionados, bem como tiras de quadrinhos baseadas em outros videogames da Sega, juntamente com notícias, avaliações e dicas para jogos lançados para sistemas Sega.

Sonic the Comic foi um comediante infantil britânico publicado pela Fleetway Editions entre 1993 e 2002. Foi a história em quadrinhos da Sega do Reino Unido, com histórias sobre seu mascote Sonic the Hedgehog e personagens relacionados, bem como tiras de quadrinhos baseadas em outros videogames da Sega, juntamente com notícias, avaliações e dicas para jogos lançados para sistemas Sega.
Sonic the Comic foi um comediante infantil britânico publicado pela Fleetway Editions entre 1993 e 2002. Foi a história em quadrinhos da Sega do Reino Unido, com histórias sobre seu mascote Sonic the Hedgehog e personagens relacionados, bem como tiras de quadrinhos baseadas em outros videogames da Sega, juntamente com notícias, avaliações e dicas para jogos lançados para sistemas Sega.

Games

Splatoon Raiders pode ser a maior evolução da franquia e finalmente conquistar quem não gosta do competitivo

A Nintendo revelou muitos detalhes de Splatoon Raiders durante o seu Direct, e a impressão que ficou é que estamos diante de um dos projetos mais ambiciosos da história da franquia.

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A Nintendo revelou muitos detalhes de Splatoon Raiders durante o seu Direct, e a impressão que ficou é que estamos diante de um dos projetos mais ambiciosos da história da franquia.

Diferente da série principal, que sempre teve o multiplayer competitivo como foco, Splatoon Raiders aposta em uma grande campanha single player, mas com um importante diferencial: ela poderá ser jogada também no modo cooperativo.

O jogo coloca os jogadores para explorar uma ilha inédita, utilizando todas as mecânicas clássicas de tinta da série. Além de enfrentar criaturas selvagens, será possível explorar o cenário, coletar recursos, fabricar equipamentos através de sistemas de crafting e evoluir o personagem com elementos de RPG muito mais profundos do que muitos imaginavam.

Uma das maiores surpresas da apresentação foi justamente a confirmação de que a campanha contará com um modo multiplayer cooperativo. Inicialmente, muita gente acreditava que a aventura seria totalmente focada na experiência solo, mas a Nintendo decidiu expandir a proposta permitindo que amigos explorem a ilha juntos.

O modo cooperativo também promete trazer missões específicas, como caçadas a tesouros e desafios contra inimigos especiais espalhados por diferentes áreas do mapa. Isso aumenta bastante a variedade de atividades e dá ainda mais motivos para continuar explorando o mundo do jogo.

Essa abordagem lembra o melhor dos jogos cooperativos não competitivos, permitindo que os jogadores utilizem seus personagens evoluídos para enfrentar os desafios da campanha ao lado de amigos, sem depender exclusivamente das disputas online tradicionais.

Para quem sempre teve curiosidade sobre a franquia, mas nunca se interessou pelo lado competitivo de Splatoon, Raiders pode ser a porta de entrada perfeita. A combinação entre exploração, sobrevivência, progressão de personagem, crafting e cooperação tem potencial para atrair um público completamente novo.

Se a Nintendo entregar tudo o que mostrou durante o Direct, Splatoon Raiders tem tudo para representar uma verdadeira revolução para a série e se tornar um dos lançamentos mais interessantes do Nintendo Switch 2.

E você?

Você pretende jogar Splatoon Raiders pela campanha solo, pelo cooperativo ou ainda prefere o multiplayer competitivo tradicional da franquia? Deixe sua opinião nos comentários!

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Games

Isso que o achei de Fading Echo

Quando fui à Gamescom este ano, tive a oportunidade de conhecer um jogo chamado Fading Echo. Até aquele momento eu nunca tinha ouvido falar dele, mas bastaram alguns minutos jogando para ele chamar minha atenção.

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Quando fui à Gamescom este ano, tive a oportunidade de conhecer um jogo chamado Fading Echo. Até aquele momento eu nunca tinha ouvido falar dele, mas bastaram alguns minutos jogando para ele chamar minha atenção.

Fading Echo é um jogo de ação, exploração e plataforma que coloca você no controle de uma personagem capaz de alternar entre sua forma humana e uma esfera de água. Essa mecânica é a grande estrela da experiência, já que muda completamente a maneira como você explora os cenários, resolve puzzles e enfrenta inimigos.

A proposta mistura elementos de plataforma com combate hack and slash, criando uma jogabilidade dinâmica e cheia de possibilidades. Durante a demonstração que testei, pude utilizar diferentes fluidos, como água, lava, ácido e outros elementos especiais. Cada um deles influencia a exploração e abre novas formas de interagir com o ambiente.

Grande parte da aventura gira em torno dessas transformações e da manipulação dos fluidos. Você precisa entender como cada elemento funciona para alcançar áreas secretas, superar obstáculos e descobrir novos caminhos pelo mapa.

Outro aspecto que me chamou bastante atenção foi o visual. O jogo utiliza uma direção artística que lembra o estilo cel shading, aquele visual mais cartunesco que deixa tudo muito bonito e cheio de personalidade. Foi justamente esse estilo gráfico que despertou minha curiosidade logo de cara.

A versão que joguei durante a Gamescom ainda estava em desenvolvimento. A demo disponível na época era apenas em inglês e apresentava algumas pequenas falhas gráficas, algo totalmente compreensível considerando que certas cenas ainda nem estavam finalizadas. Mesmo assim, já era possível enxergar todo o potencial do projeto.

Agora o jogo continua evoluindo e tudo indica que contará com dublagem. Além disso, uma demonstração já pode ser testada em algumas plataformas, incluindo a Steam.

Fading Echo ainda não é um dos jogos mais conhecidos do mercado, mas acredito que vale a pena ficar de olho nele. Como alguém que adora jogos de plataforma, exploração e mecânicas criativas, encontrei aqui várias ideias interessantes. Somado a isso, o combate hack and slash ajuda a manter o ritmo da aventura sempre ativo, tornando a experiência muito mais envolvente.

Se você gosta de jogos que misturam movimentação fluida, exploração, puzzles inteligentes e combate dinâmico, Fading Echo certamente merece entrar no seu radar.

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