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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de video game do sonic, que é o Sonic mania, com mod do Sonic que cria novas fases, algumas classicas , outras de fan games, e muitas inéditas

SONIC MANIA com 41 FASES NOVAS 😱 | SONIC FAN GAME

Espero que gostem!!


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Fan games do SONIC

19 Personagens em SONIC 1 classico
21 Personagens em SONIC MANIA https://youtu.be/kJkeQ6nFXAo
41 FASES NOVAS no SOnic MANIA https://youtu.be/YiX-P6Sk73U

Metal Sonic Overdrive https://youtu.be/RSpJXI84RHk
Metal Sonic Hyperdrive https://youtu.be/o5lnzckfGyw

Fang in SONIC CLASSIC https://youtu.be/bfjh9vv0Hc4
Sonic WInter Adventure https://youtu.be/PIFG-QgLDbE
A volta de Tails Doll https://youtu.be/tXvEdVTGtkY
30 Chafes em 32 hacks do sonic https://youtu.be/q6IC1enaxPU
Sonic Scorched Quest https://youtu.be/hJJU_CwVBq4
Sonic Cyber Quest https://youtu.be/OOfMXB4eNLY
Sonic Duel https://youtu.be/YDdNXwt-MCM


Sonic Cyber Quest https://youtu.be/OOfMXB4eNLY
Sonic Duel https://youtu.be/YDdNXwt-MCM

EGGMAN HATES FURRIES https://youtu.be/qBthAFswfEY

JOGOs do Filme do Sonic https://youtu.be/wzxtHRwmIpU

Mais Sobre Sonic mania

Sonic Mania Plus (Sonikku Mania Purasu?) É uma versão expandida do Sonic Mania. Foi lançado em julho de 2018 tanto fisicamente para o Nintendo Switch, PlayStation 4 e Xbox One, e como um lançamento digital apenas no Steam para o PC e como conteúdo para download para cópias digitais do jogo original para todas as plataformas.

Este relançamento adiciona dois novos personagens ao jogo, Mighty the Armadillo e Ray the Flying Squirrel, bem como um novo modo de jogo, Encore Mode, e expande o Modo de Competição para até quatro jogadores.

Na época do lançamento do Sonic Mania Plus, um patch v1.05.0713 foi lançado para o jogo base, que inclui muitas alterações e correções de bugs do Sonic Mania Plus, mas não inclui os caracteres e modos extras.

Durante uma entrevista com a Famitsu, Takashi Iizuka explicou que o Sonic Mania não tinha a intenção de ter uma liberação física; A equipe da Sega solicitou uma, mas uma versão de varejo teria apresentado um desafio para o cronograma de produção. Após o lançamento do jogo, os fãs também manifestaram interesse em uma versão física. Como uma versão de varejo custaria mais do que a versão para download, a equipe agregou valor ao novo conteúdo. [4]

Quando chegou a hora de decidir o novo conteúdo, Sonic Team seguiu a maneira de Sonic Mania de dar estímulo às curiosidades e expectativas dos fãs, adicionando Ray e Mighty, dois personagens altamente requisitados ao jogo, apesar dos dois personagens serem considerados “personagens selados” por Iizuka; Para acomodá-los, os projetos de nível tiveram que ser alterados. Quando a equipe teve que decidir sobre as ações especiais de Mighty e Ray, Mighty recebeu seu “Hammer Drop” depois que a equipe refletiu sobre seu cenário de “cara forte” e casca dura, enquanto Ray recebeu seu “Air Glide” como um callback para sua espécie. O multijogador também foi atualizado para ter até quatro jogadores de uma só vez, porque havia mais personagens para selecionar. [5] [4]

A Hyperkinetic Studios fez parte do desenvolvimento desta atualização. Um dos membros do Hyperkinetic, Hunter Bridges, trabalhou nas novas músicas desde que Tee Lopes

Na conclusão da War to Take Back the Planet, Sonic é transportado de volta para Angel Island pelo Phantom Ruby. Ele atravessa a terra e encontra o Poderoso Armadillo e Ray o Esquilo Voador preso dentro da Cápsula de Schrodinger. Depois de libertá-los, o Mágico Pesado revela-se disfarçado como um dos prisioneiros (aquele que o jogador não selecionou para se juntar). Ela rouba o Phantom Ruby, deixando Sonic e seu novo companheiro de equipe para persegui-la. O Heavy Magician dá o Phantom Ruby aos restos destruídos do Phantom King, entre os Phantom Heavies. O Rei Fantasma então usa o Ruby para restaurar os Heavies Hard Boiled, deixando Sonic e seu companheiro de equipe começarem a caçá-los na Green Hill Zone.

Fazendo o caminho de volta para o Titanic Monarch Zone, os heróis mais uma vez lutam contra o Dr. Eggman em seu Phantom Egg. Depois de derrotar o médico, o Phantom Ruby é reivindicado pelo Rei Pesado como Eggman e os heróis escapam. Se o jogador conseguir coletar todas as sete Esmeraldas do Caos, o Phantom Ruby abrirá um portal que começa a destruir a base. Eggman vai escapar em um carro-foguete enquanto os heróis ficam para trás, os heróis então ativam seus Super-estados e passam por Eggman, fazendo com que ele seja sugado pelo portal.

Games

Vale a pena pagar R$ 300 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

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Depois de anos recebendo remasters, a série Onimusha finalmente está de volta com um jogo completamente novo. E a pergunta que fica é: vale a pena pagar cerca de R$ 200 para jogar Onimusha: Way of the Sword no Nintendo Switch 2?

Cara, vou te falar que vale pra caraca.

Onimusha: Way of the Sword representa o retorno da franquia com uma proposta moderna, mas sem abandonar aquilo que tornou a série tão marcante. O jogo coloca você novamente em uma versão do Japão feudal cheia de demônios, onde a principal ferramenta para sobreviver é uma boa espada.

E visualmente o negócio está impressionante.

Uma nova versão do Onimusha

Quem conhece os jogos antigos vai perceber rapidamente que Way of the Sword mudou bastante a estrutura da franquia.

Os primeiros Onimusha tinham uma estrutura mais próxima de Resident Evil clássico, com cenários mais fechados, câmera mais distante e uma progressão que lembrava bastante os jogos de terror da Capcom daquela época. Ao mesmo tempo, o combate já tinha uma pegada de hack and slash, embora fosse bem mais cadenciado do que algo como Devil May Cry.

Agora a situação é completamente diferente.

Way of the Sword parece ter buscado inspiração na câmera sobre o ombro dos Resident Evil modernos. Você fica muito mais próximo do personagem durante a exploração e, principalmente, durante os combates.

E aí entra a espada.

O combate é muito mais direto, com você enfrentando diversos inimigos e utilizando sua lâmina para literalmente ceifar uma quantidade absurda de demônios.

Combate, orbes e ataques especiais

Durante as batalhas, você também encontra diferentes orbes e esferas que podem ser absorvidos pelo personagem.

Esses elementos servem para carregar determinados tipos de ataques especiais e acrescentam uma camada interessante ao combate. É aquele tipo de mecânica que deixa as lutas mais dinâmicas e faz você prestar atenção no que está acontecendo ao seu redor.

Também dá para perceber algumas influências dos jogos Soulslike em determinadas situações de combate.

Não estou dizendo que Onimusha virou um Soulslike, porque não é isso. É mais uma impressão causada pela maneira como algumas lutas são construídas, pela importância de observar os inimigos e pelo ritmo de determinados confrontos.

E o sensor de movimento do Switch 2?

No Nintendo Switch 2, o jogo também possui suporte ao sensor de movimento dos Joy-Con.

E vou ser bem sincero: para mim, é uma das partes menos interessantes da experiência.

Eu entendo completamente a ideia de utilizar os movimentos para controlar a espada. É um diferencial que pode ser divertido durante alguns minutos, principalmente para quem gosta de experimentar recursos diferentes do console.

Mas depois disso, eu prefiro voltar para o controle tradicional e simplesmente apertar os botões.

A jogabilidade tradicional é muito mais confortável e, na minha opinião, combina melhor com a proposta do jogo.

Onimusha continua sabendo fazer comédia

Uma das coisas que mais gostei é que Onimusha: Way of the Sword consegue equilibrar muito bem sua atmosfera.

O jogo tem um visual extremamente sério, uma ambientação pesada e uma história envolvendo samurais, demônios e violência. Só que, em determinados momentos, aparecem aquelas situações completamente inesperadas que quebram um pouco a tensão.

E isso é muito Capcom.

A empresa tem uma tradição muito forte de colocar momentos de humor em jogos que, aparentemente, deveriam ser extremamente sérios.

Onimusha consegue fazer isso sem destruir completamente a atmosfera.

Uma história cheia de reviravoltas

Sem entrar em spoilers, a história também consegue surpreender.

Way of the Sword possui algumas reviravoltas que realmente não parecem óbvias, principalmente quando começamos a descobrir mais sobre determinados personagens.

E tem um vilão que, sinceramente, mostra mais uma vez o nível de maldade que alguns personagens da Capcom conseguem alcançar.

É aquele tipo de situação em que você olha para a tela e pensa: “Caraca, não é possível que esse cara fez isso.”

Mas essa parte fica para um outro vídeo, porque aí já entramos no território dos spoilers.

Vale os R$ 200?

Para quem estava esperando o retorno de Onimusha com um jogo novo, eu diria que sim.

Onimusha: Way of the Sword não tenta simplesmente copiar os jogos antigos. Ele pega a essência da franquia e adapta sua estrutura para uma geração mais moderna.

A câmera mudou, o combate evoluiu, a apresentação gráfica está impressionante e algumas mecânicas parecem claramente influenciadas pelas tendências modernas dos jogos de ação.

No Nintendo Switch 2, ainda existe o diferencial do sensor de movimento, embora eu particularmente prefira jogar utilizando os controles tradicionais.

Por cerca de R$ 200, para quem gosta de jogos de ação, samurais e da própria franquia Onimusha, é uma experiência que vale bastante a pena conhecer.

Agora, se você esperava uma experiência praticamente idêntica aos Onimusha clássicos, é importante saber que Way of the Sword mudou bastante a fórmula.

E talvez justamente essa mudança seja uma das coisas mais interessantes desse retorno.

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Análise

Vale a pena jogar My Hero Academia all justice agora no Switch 2?

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Vale a pena jogar My Hero Academia no Nintendo Switch 2? Cara, vou te falar que vale sim.

O jogo é praticamente o mesmo que você já conhece nas outras plataformas, mas essa versão para o Switch 2 chega com algumas concessões. Afinal, estamos falando de um lançamento que chegou com cerca de um ano de atraso, então temos algumas diferenças na taxa de FPS e adaptações na resolução.

Mesmo assim, é um porte muito decente. Quando você coloca a versão do Switch 2 lado a lado com as versões de outras plataformas, é difícil encontrar perdas realmente significativas. Para mim, é um dos portes que mais impressionam justamente por conseguir entregar uma experiência muito próxima da versão original.

Na jogabilidade, temos aquele esquema clássico dos jogos de luta de anime da Bandai Namco. Os combates acontecem em arenas completamente circulares, permitindo que você se movimente livremente pelo cenário enquanto tenta encontrar uma abertura para atacar o adversário.

O problema é que o sistema de combate ainda tem algumas limitações. Existem poucas oportunidades para realizar um contra-ataque ou utilizar uma defesa para escapar de determinados combos. Em muitos momentos, quem consegue acertar primeiro acaba levando uma vantagem enorme.

Por outro lado, existe um elemento que faz bastante diferença durante as partidas: a formação da equipe.

Na hora de escolher os personagens, você consegue montar uma composição de time, e isso muda bastante a maneira como cada combate pode acontecer. Escolher bem os personagens e entender como eles funcionam juntos pode ser tão importante quanto dominar os golpes individualmente.

E como estamos falando de um jogo de anime, você já pode imaginar que existe aquele velho problema do meta.

Alguns personagens são simplesmente muito mais apelões do que outros. Normalmente, protagonistas e vilões importantes dos grandes arcos acabam tendo vantagens enormes, então dependendo de quem você escolher, pode acabar entrando diretamente no meta do jogo.

O jogo também tenta fugir um pouco daquela estrutura tradicional de menus. Em vez de simplesmente apresentar uma tela cheia de opções, temos um hub que funciona como uma espécie de área para explorar, substituindo aquele menu convencional de seleção de modos.

O modo história também segue uma estrutura que lembra bastante outros jogos de anime, como os títulos de Naruto. Você escolhe os capítulos e acompanha os acontecimentos da história, mas existe uma diferença interessante: dependendo do personagem escolhido, você pode acompanhar determinados acontecimentos pelo ponto de vista dele.

Isso significa que a experiência não precisa necessariamente seguir uma ordem completamente cronológica. A perspectiva do personagem escolhido pode mudar a forma como você acompanha determinados momentos da história.

No geral, eu não acho que seja um jogo ruim. Muito pelo contrário. Para mim, My Hero Academia é um dos melhores portes que já joguei no Nintendo Switch 2.

Eu já tenho o jogo no PlayStation 5 e, obviamente, aquela versão continua sendo excelente. Mas fiquei bastante surpreso com o resultado no Switch 2. É aquele tipo de porte que você consegue jogar tranquilamente no console da Nintendo sem sentir que está abrindo mão de uma parte enorme da experiência.

O grande problema, pelo menos para nós brasileiros, continua sendo a ausência de português do Brasil.

E isso é algo que eu considero bastante lamentável, principalmente em um jogo baseado em uma franquia de anime tão popular por aqui. Ter uma localização em português ajudaria bastante a tornar a experiência mais acessível para o público brasileiro.

Mas se você estava esperando uma versão para jogar no Switch 2, eu diria que pode ir sem medo.

My Hero Academia no Switch 2 é um porte muito competente, mantém praticamente toda a experiência que já conhecemos e consegue entregar uma versão bastante próxima das plataformas mais poderosas.

Agora só falta a Bandai olhar para o Brasil e lembrar que português também existe.

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