Connect with us

Published

on

 

Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar o jogos sonic chaos, conhecido como SONIC & TAILS no oriente e exclusivo para game gear e master system

Espero que gostem!

? Seja Membro do canal https://gaming.youtube.com/user/rkplayofficial/live?action=sponsor

Me siga nas redes sociais: ?
? Twitter: /robertocarlosfj
? Insta: /robertocarlosfj
? Page do Face: /rkplayss
? Grupo do Face: /gamers brasil
? Lives na Twitch e Facebook: /rkplay

✉️ Contato Profissional: contato.roberto94@gmail.com

? #rkplay #historiasonic #sonic

HISTORIA DE SONICNo Mega Drive só havia o lançamento de spin-offs em 1993. Devido à boa recepção dos jogos do Sonic também no mundo dos 8 bits, era necessário o lançamento de um jogo que trouxesse o Tails como personagem jogável, porque no Sonic 2 de Master System e Game Gear, ele é apenas elemento de enredo. Foi assim, que em 1993, a Sega lançou Sonic Chaos, que também ficou conhecido como Sonic & Tails no oriente, sendo o primeiro jogo da saga 8 bits a ter o Tails enquanto personagem jogável.

Novidades

Sonic Chaos diferenciou-se do modelo de Sonic 1 e Sonic 2. Praticamente tudo teve de ser remodelado. Os gráficos mais coloridos com detalhes maiores, além dos personagens são notados logo de imediato, mostrando claramente uma leve mudança de conceito. Agora, é possível escolher entre dois personagens: Sonic e Tails. Os dois agora possuem habilidades distintas que lhe ajudarão e muito nas fases.

Falando das fases, elas agora estão mais complexas do que os games anteriores. Possuem mais caminhos, acessibilidade e guardam mais monitores em todo o seu trajeto. Tudo isso sem perder a velocidade que está ainda maior aqui! Elas são divididas em 3 atos, onde o terceiro sempre será o chefe, assim como em seus antecessores. A vantagem, é que agora no ato dos chefes, algumas Rings estarão no meio do caminho, para lhe ajudar. Em Sonic 1 e 2 de 8Bits, o chefe era enfrentado sem nenhuma Ring.

O Special Stage é divertidíssimo! Novamente, são apenas 6 esmeraldas, onde cinco são coletadas pelo Special Stage. Para ser acessado, precisa-se de coletar 100 Rings pela fase. Ao chegar num Special Stage, você terá um tempo determinado para coletar a esmeralda do caos que está escondida em algum ponto do estágio. O mais interessante, é que cada esmeralda revela um estágio totalmente diferente do outro!

Os monitores também estão de volta. Monitores são de grande ajuda nos jogos de Sonic. Principalmente em Sonic Chaos, onde agora existem dois novos monitores. Um chamado Rocket Shoes, sapato que possibilita Sonic a voar por alguns segundos e o Monitor Relógio, que tem uma função especial nos Special Stages.

Novamente, a South Island está com grandes problemas. Depois de várias derrotas seguidas de Robotnik, ele vai diretamente para a fonte de energia: as Chaos Emeralds, onde acaba pegando a vermelha. O desequilíbrio de forças faz com que a South Island comece a afundar no oceano. Sonic e Tails devem coletar as esmeraldas restantes para recuperar a Esmeralda que está com Robotnik, antes que a South Island afunde com todos os seus habitantes.

Sonic Chaos mudou bastante seu estilo, comparado à Sonic 2. E mudou para melhor! Começando pelos gráficos, que estão maiores e com um maior detalhe. Mesmo assim, podemos encontrar alguns elementos do cenário que parecem não ter sido bem acabados também possuindo uma cor mais desbotada. Mesmo assim, tudo está muito mais colorido, sendo percebido logo na primeira fase.

Agora Sonic conta com a ajuda de Tails. Esse é o primeiro jogo em que podemos finalmente fazer a raposa voar! Tails é aconselhável para os principiantes, pois sua habilidade de voar ajuda muito a cortar trechos difíceis das fases. E também ele inicia com um maior número de vidas que Sonic, além de continues. Isso sem dúvida influencia muito ao fator Replay, já que podemos jogar com personagens bem distintos.

Games

Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

Published

on

By

Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

Continue Reading

Games

Isso que o achei de Fading Echo

Quando fui à Gamescom este ano, tive a oportunidade de conhecer um jogo chamado Fading Echo. Até aquele momento eu nunca tinha ouvido falar dele, mas bastaram alguns minutos jogando para ele chamar minha atenção.

Published

on

By

Quando fui à Gamescom este ano, tive a oportunidade de conhecer um jogo chamado Fading Echo. Até aquele momento eu nunca tinha ouvido falar dele, mas bastaram alguns minutos jogando para ele chamar minha atenção.

Fading Echo é um jogo de ação, exploração e plataforma que coloca você no controle de uma personagem capaz de alternar entre sua forma humana e uma esfera de água. Essa mecânica é a grande estrela da experiência, já que muda completamente a maneira como você explora os cenários, resolve puzzles e enfrenta inimigos.

A proposta mistura elementos de plataforma com combate hack and slash, criando uma jogabilidade dinâmica e cheia de possibilidades. Durante a demonstração que testei, pude utilizar diferentes fluidos, como água, lava, ácido e outros elementos especiais. Cada um deles influencia a exploração e abre novas formas de interagir com o ambiente.

Grande parte da aventura gira em torno dessas transformações e da manipulação dos fluidos. Você precisa entender como cada elemento funciona para alcançar áreas secretas, superar obstáculos e descobrir novos caminhos pelo mapa.

Outro aspecto que me chamou bastante atenção foi o visual. O jogo utiliza uma direção artística que lembra o estilo cel shading, aquele visual mais cartunesco que deixa tudo muito bonito e cheio de personalidade. Foi justamente esse estilo gráfico que despertou minha curiosidade logo de cara.

A versão que joguei durante a Gamescom ainda estava em desenvolvimento. A demo disponível na época era apenas em inglês e apresentava algumas pequenas falhas gráficas, algo totalmente compreensível considerando que certas cenas ainda nem estavam finalizadas. Mesmo assim, já era possível enxergar todo o potencial do projeto.

Agora o jogo continua evoluindo e tudo indica que contará com dublagem. Além disso, uma demonstração já pode ser testada em algumas plataformas, incluindo a Steam.

Fading Echo ainda não é um dos jogos mais conhecidos do mercado, mas acredito que vale a pena ficar de olho nele. Como alguém que adora jogos de plataforma, exploração e mecânicas criativas, encontrei aqui várias ideias interessantes. Somado a isso, o combate hack and slash ajuda a manter o ritmo da aventura sempre ativo, tornando a experiência muito mais envolvente.

Se você gosta de jogos que misturam movimentação fluida, exploração, puzzles inteligentes e combate dinâmico, Fading Echo certamente merece entrar no seu radar.

Continue Reading
Advertisement

FAN GAMES do CANAL

RK Play Joga

Facebook

Advertisement

Trending