Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar o jogos sonic chaos, conhecido como SONIC & TAILS no oriente e exclusivo para game gear e master system
Espero que gostem!
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HISTORIA DE SONICNo Mega Drive só havia o lançamento de spin-offs em 1993. Devido à boa recepção dos jogos do Sonic também no mundo dos 8 bits, era necessário o lançamento de um jogo que trouxesse o Tails como personagem jogável, porque no Sonic 2 de Master System e Game Gear, ele é apenas elemento de enredo. Foi assim, que em 1993, a Sega lançou Sonic Chaos, que também ficou conhecido como Sonic & Tails no oriente, sendo o primeiro jogo da saga 8 bits a ter o Tails enquanto personagem jogável.
Novidades
Sonic Chaos diferenciou-se do modelo de Sonic 1 e Sonic 2. Praticamente tudo teve de ser remodelado. Os gráficos mais coloridos com detalhes maiores, além dos personagens são notados logo de imediato, mostrando claramente uma leve mudança de conceito. Agora, é possível escolher entre dois personagens: Sonic e Tails. Os dois agora possuem habilidades distintas que lhe ajudarão e muito nas fases.
Falando das fases, elas agora estão mais complexas do que os games anteriores. Possuem mais caminhos, acessibilidade e guardam mais monitores em todo o seu trajeto. Tudo isso sem perder a velocidade que está ainda maior aqui! Elas são divididas em 3 atos, onde o terceiro sempre será o chefe, assim como em seus antecessores. A vantagem, é que agora no ato dos chefes, algumas Rings estarão no meio do caminho, para lhe ajudar. Em Sonic 1 e 2 de 8Bits, o chefe era enfrentado sem nenhuma Ring.
O Special Stage é divertidíssimo! Novamente, são apenas 6 esmeraldas, onde cinco são coletadas pelo Special Stage. Para ser acessado, precisa-se de coletar 100 Rings pela fase. Ao chegar num Special Stage, você terá um tempo determinado para coletar a esmeralda do caos que está escondida em algum ponto do estágio. O mais interessante, é que cada esmeralda revela um estágio totalmente diferente do outro!
Os monitores também estão de volta. Monitores são de grande ajuda nos jogos de Sonic. Principalmente em Sonic Chaos, onde agora existem dois novos monitores. Um chamado Rocket Shoes, sapato que possibilita Sonic a voar por alguns segundos e o Monitor Relógio, que tem uma função especial nos Special Stages.
Novamente, a South Island está com grandes problemas. Depois de várias derrotas seguidas de Robotnik, ele vai diretamente para a fonte de energia: as Chaos Emeralds, onde acaba pegando a vermelha. O desequilíbrio de forças faz com que a South Island comece a afundar no oceano. Sonic e Tails devem coletar as esmeraldas restantes para recuperar a Esmeralda que está com Robotnik, antes que a South Island afunde com todos os seus habitantes.
Sonic Chaos mudou bastante seu estilo, comparado à Sonic 2. E mudou para melhor! Começando pelos gráficos, que estão maiores e com um maior detalhe. Mesmo assim, podemos encontrar alguns elementos do cenário que parecem não ter sido bem acabados também possuindo uma cor mais desbotada. Mesmo assim, tudo está muito mais colorido, sendo percebido logo na primeira fase.
Agora Sonic conta com a ajuda de Tails. Esse é o primeiro jogo em que podemos finalmente fazer a raposa voar! Tails é aconselhável para os principiantes, pois sua habilidade de voar ajuda muito a cortar trechos difíceis das fases. E também ele inicia com um maior número de vidas que Sonic, além de continues. Isso sem dúvida influencia muito ao fator Replay, já que podemos jogar com personagens bem distintos.
REVIEW | Digimon Story Time Stranger chega ao Nintendo Switch 1 e 2 e faz melhor que outro jogo “mon” da plataforma
Com tradução em português, ótima história, muitas possibilidades de evolução e excelente adaptação tanto para Nintendo Switch quanto para Nintendo Switch 2, o jogo chega como uma excelente opção para quem procura um RPG de qualidade para investir dezenas de horas.
Se você estava esperando um novo RPG de Digimon, pode comemorar. Digimon Story Time Stranger já está disponível para Nintendo Switch 1 e Nintendo Switch 2 e entrega uma experiência gigantesca, repleta de exploração, batalhas estratégicas e uma história cheia de reviravoltas envolvendo viagens no tempo.
Um dos grandes destaques é que o jogo já chega com tradução completa para português, tornando a aventura muito mais acessível para quem quer aproveitar cada detalhe da narrativa.
Um RPG com elementos de ação
Apesar de continuar sendo um RPG por turnos, Time Stranger adiciona pequenas doses de ação durante a exploração. Enquanto percorre os cenários, é possível ordenar que seus Digimons ataquem inimigos encontrados pelo mapa antes mesmo do início das batalhas, deixando a exploração mais dinâmica.
Os cenários são enormes, extremamente detalhados e contam com uma direção artística impressionante, acompanhada por animações muito bem produzidas.
Esqueça capturar Digimons
Diferente de vários jogos do gênero, aqui você não captura criaturas diretamente.
O sistema funciona através da análise de dados. Conforme enfrenta Digimons nas batalhas, você coleta informações sobre eles. Quando a análise atinge o nível necessário, é possível converter esses dados em um novo Digimon para sua equipe.
Essa mecânica faz bastante sentido dentro do universo digital da série e acaba tornando a progressão muito viciante.
O sistema de evolução continua excelente
Outro destaque é o tradicional sistema de evolução da franquia.
Além de evoluir seus Digimons para formas mais poderosas, também é possível regredir a evolução para fortalecer permanentemente seus atributos.
Na prática, um Digimon pode voltar para sua forma inicial, mantendo um potencial muito maior. Conforme você repete esse processo, desbloqueia novas linhas evolutivas e aumenta bastante os atributos, permitindo alcançar formas como Campeão, Ultimate e Mega com estatísticas cada vez melhores.
É um sistema profundo que recompensa quem gosta de montar equipes fortes e experimentar diferentes árvores evolutivas.
História cheia de escolhas e viagens no tempo
Como o próprio nome sugere, Time Stranger gira em torno de uma trama envolvendo viagens no tempo.
O jogador acompanha um protagonista adolescente em uma aventura que mistura mistérios, diferentes períodos temporais e diversas decisões durante os diálogos.
Essas escolhas podem alterar acontecimentos ao longo dos capítulos e dão ao jogo uma estrutura que lembra bastante séries como Persona, principalmente pelo foco nas conversas, relacionamentos e desenvolvimento dos personagens.
Desempenho impressionante no Switch 2 e um verdadeiro milagre no Switch 1
Visualmente, o jogo impressiona bastante.
No Nintendo Switch 2, a qualidade gráfica praticamente não fica devendo em relação às versões de PlayStation 5 e Xbox, entregando uma experiência muito próxima dos consoles mais potentes.
Já no Nintendo Switch 1, o trabalho de otimização merece elogios. Naturalmente existem reduções na qualidade das texturas e alguns ajustes gráficos, mas o resultado final continua muito bonito.
Na prática, lembra bastante um RPG de alta qualidade da era PlayStation 3, mantendo ótima apresentação e excelente direção de arte mesmo no hardware original do Switch.
Vale a pena?
Se você gosta de RPGs longos, sistemas profundos de evolução e é fã de Digimon, Digimon Story Time Stranger é facilmente um dos lançamentos mais interessantes da franquia nos últimos anos.
Com tradução em português, ótima história, muitas possibilidades de evolução e excelente adaptação tanto para Nintendo Switch quanto para Nintendo Switch 2, o jogo chega como uma excelente opção para quem procura um RPG de qualidade para investir dezenas de horas.
Echoes of Aincrad nao é um jogo ruim, mas or que eu não gostei do novo jogo de Sword Art Online
Echoes of Aincrad é divertido, mas limitado. Ele tinha potencial para ser o melhor jogo da franquia e acabou se tornando apenas mais uma boa ideia que não foi totalmente aproveitada.
A franquia Sword Art Online sempre despertou a imaginação dos fãs com a ideia de explorar Aincrad andar por andar, enfrentando monstros, derrotando chefes e evoluindo ao lado de outros jogadores. Por isso, quando Echoes of Aincrad foi anunciado, a expectativa era enorme. A proposta parecia ser justamente entregar essa experiência.
Infelizmente, depois de jogar, saí com uma sensação de decepção.
Uma premissa que tinha tudo para dar certo
Logo no início você cria o seu próprio personagem e começa a explorar Aincrad. A história se passa durante os acontecimentos da primeira temporada do anime, mas segue um caminho próprio.
Enquanto explora o mapa, é possível conversar com diversos NPCs, recrutá-los para o grupo e descobrir novas informações sobre o mundo. Alguns personagens chegam a mencionar Kirito e outros rostos conhecidos da série, ajudando a situar em qual momento da história o jogo acontece.
Essa liberdade de criar seu próprio aventureiro e viver uma narrativa paralela é uma ideia muito interessante.
O maior problema: só existem dois andares
Foi justamente aqui que minha empolgação acabou.
Quando pensamos em Aincrad, imaginamos um castelo com cem andares, cada um trazendo novos desafios, inimigos e chefes. Só que Echoes of Aincrad limita toda essa experiência a apenas dois andares.
Dois.
É difícil não sentir que o jogo ficou incompleto. A sensação é de que existe muito potencial desperdiçado, principalmente porque a proposta inicial parecia ser justamente explorar esse universo de forma mais ampla.
A jogabilidade é o grande destaque
Apesar das críticas, preciso admitir que a jogabilidade me surpreendeu bastante.
A Bandai Namco utilizou uma estrutura que lembra vários elementos dos jogos do gênero Souls.
Você pode esquivar com rolamentos, alternar entre ataques leves e pesados para criar combos, enfrentar chefes gigantes e aprender os padrões dos inimigos para sobreviver.
Tudo isso acontece com o estilo característico dos jogos de anime, incluindo habilidades especiais, ataques chamativos e um combate muito mais acelerado.
Na prática, jogar é divertido.
Um jogo que poderia ter sido muito maior
O problema é que, enquanto a jogabilidade acerta, o conteúdo deixa a desejar.
É impossível não pensar no quanto esse projeto poderia ter evoluído se explorasse mais andares, mais regiões e uma campanha mais longa.
A impressão é que estamos diante de uma excelente base que simplesmente termina cedo demais.
Vale a pena?
Eu não diria que Echoes of Aincrad é um jogo ruim.
Muito pelo contrário. O combate é divertido, a ambientação é fiel ao universo de Sword Art Online e existem boas ideias espalhadas pela aventura.
O grande problema é que ele entrega muito menos do que promete.
Se você é fã do anime, provavelmente vai gostar de revisitar Aincrad e descobrir essa nova história. Mas, para quem esperava finalmente viver a experiência definitiva de Sword Art Online em um videogame, a sensação será de que ainda estamos esperando esse jogo existir.
Minha conclusão: Echoes of Aincrad é divertido, mas limitado. Ele tinha potencial para ser o melhor jogo da franquia e acabou se tornando apenas mais uma boa ideia que não foi totalmente aproveitada.
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