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Super Mario Wonder – JOGO FENOMENAL ou DECEPÇÃO?!

COMPRE Super Mario Wonder aqui – https://amzn.to/3QpujRj
Historia de Super Mario https://www.youtube.com/watch?v=edrg_JLZoDs&list=PLnGFuOwAA7IgJNoZdaXO3OIuIiQvzWrzn&index=1

Espero que gostem!

Arte de @artedocarneiro
Edição @gabrielbarge

Musica @silvagunner @teelopes

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0:00 Super Mario Wonder
0:17 Jogos do Mario no Brasil
0:50 Comparando com New SUper mario bros
1:28 Comparações dos jogos 3D
2:03 Depois de Mario Maker?
2:15 Flores FENOMENAIS
3:20 Mecanicas novas
3:43 Personagens
4:59 Historia
6:00 Power Ups
6:35 Analise

🔥 #rkplay #supermario #supermariowonder #nintendoswitch

Super Mario Wonder já está disponível, e neste vídeo vou discutir tudo o que o jogo oferece, o que gostei, o que não gostei, o que me deixou feliz e triste, e se vale a pena investir R$300 para jogá-lo. Este vídeo contém spoilers, pois abordo o novo Super Mario Wonder. É difícil falar sobre jogos do Mario no Brasil sem mencionar a importância histórica desse icônico personagem. Embora muitos brasileiros possam não jogar videogames com frequência, o Mario é amplamente reconhecido, seja por meio de filmes, corridas de kart no celular ou outros meios.

Super Mario Wonder é um típico jogo do Mario, mas em 2D. Para entender, a Nintendo não inovou muito na jogabilidade 2D do Super Mario nos últimos anos. Comparando com títulos como Super Mario World, New Super Mario Bros. e Yoshi’s Island, notamos que a Nintendo ficou um tempo sem lançar um novo jogo 2D do Mario. No entanto, Super Mario Wonder busca pegar elementos dos jogos anteriores e melhorá-los de forma significativa. Cada fase apresenta um efeito especial único, como o uso das flores fenomenais, que alteram a mecânica do jogo de maneira surpreendente.

O jogo se assemelha ao estilo 2D dos jogos do Mario, mas traz novas mecânicas que exploram o potencial do Nintendo Switch. A mudança de gráficos para um estilo artístico é agradável, apesar de ser um pouco surpreendente. Mesmo com o jogo Mario Maker, que permite criar fases em 2D, Super Mario Wonder consegue se destacar com suas inovações.

Um dos destaques são as flores fenomenais, presentes em cada fase. Elas alteram completamente a jogabilidade, tornando cada nível único e empolgante. Algumas fases têm mecânicas surpreendentes, como Yoshi andando pelas paredes, criando uma experiência 3D isométrica inesperada, ou até mesmo fases de ritmo com as plantas Piranhas cantando.

O jogo oferece multiplayer online e para até quatro jogadores, o que amplia sua diversão. Os personagens jogáveis incluem Mario, Luigi, Daisy, Peach, Toads coloridos e o coelho Leder. Além disso, há uma variedade de power-ups que adicionam mais estratégia ao jogo.

No entanto, a ausência de personagens icônicos, como Wario e Waluigi, pode decepcionar alguns fãs. A presença de personagens como Peach e Daisy é bem-vinda, mas eles compartilham habilidades semelhantes, diferenciando-se apenas visualmente. No entanto, o jogo introduz personagens invencíveis, como os Yoshis coloridos e o coelho Leder, que oferecem uma opção de equilíbrio para jogadores iniciantes.

A história do jogo segue o padrão típico dos jogos do Mario, com Bowser causando problemas no Reino das Flores. Os personagens unem forças para ajudar o Príncipe Lagarta e resolver a situação. A história inclui a mecânica de insígnias que conferem habilidades especiais aos personagens.

Super Mario Wonder inova ao explorar as flores fenomenais e oferece uma experiência emocionante e variada. Apesar de não ser minha primeira escolha para recomendação de jogos do Mario, é, sem dúvida, um dos melhores jogos 2D do Mario em muito tempo. Se você é fã da Nintendo e do Mario, vale a pena considerar esta adição à sua coleção de jogos. Agradeço por assistir até o final e, se você planeja adquirir o jogo, confira os links nas lojas oficiais mencionados na descrição. Obrigado e até o próximo vídeo!

Games

Rhythm Heaven Groove é a despedida perfeita do Nintendo Switch? REVIEW

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

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A Nintendo sempre surpreendeu quando resolveu apostar em ideias diferentes. Quando o Nintendo Switch foi anunciado, muita gente duvidou que um videogame híbrido pudesse fazer sucesso. O resultado foi exatamente o contrário. O console se tornou um fenômeno mundial, recebeu apoio massivo de estúdios terceiros e marcou uma das gerações mais bem-sucedidas da empresa. Agora, com o Nintendo Switch 2 já no mercado, chega a hora de dar adeus ao primeiro Switch, e Rhythm Heaven Groove assume esse papel de forma inesperada.

Um jogo de ritmo diferente de tudo

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

A maior parte dos minigames utiliza apenas um ou dois botões, normalmente o botão A e o direcional para baixo. O objetivo é acompanhar perfeitamente o ritmo da música enquanto executa pequenas ações, como pular, acelerar, frear ou interagir com personagens. Parece fácil, mas o jogo constantemente muda o ritmo, cria distrações na tela e surpreende o jogador com animações inesperadas.

Minigames criativos e muito carisma

O grande destaque de Rhythm Heaven Groove está na enorme variedade de desafios.

Cada fase apresenta uma situação completamente diferente. Há sapos gigantes observando seus movimentos, carros que exigem precisão absoluta, gatos atrapalhando a coleta de frutas, alienígenas sendo abduzidos, personagens treinando musculação e diversos outros cenários extremamente criativos.

Essa diversidade faz com que o jogo permaneça divertido do começo ao fim, sempre apresentando uma nova mecânica antes que a anterior fique repetitiva.

Os remixes são o verdadeiro desafio

Depois de completar uma sequência de minigames, o jogador desbloqueia um Remix.

Essas fases misturam diversos desafios anteriores em uma única música inédita. O jogador precisa alternar rapidamente entre mecânicas completamente diferentes enquanto mantém o ritmo perfeito.

É justamente aqui que a memória muscular entra em ação. Saber exatamente quando trocar de comando e lembrar de cada minigame transforma os Remixes nos momentos mais difíceis e também mais recompensadores da aventura.

Muito conteúdo além da campanha

Apesar da campanha principal já oferecer dezenas de desafios, Rhythm Heaven Groove ainda apresenta modos extras bastante interessantes.

O multiplayer adiciona novos minigames cooperativos, enquanto um curioso modo RPG coloca o jogador no controle de uma personagem maga que lança feitiços seguindo o ritmo da música. A ideia é bastante criativa e mostra um potencial enorme que poderia até render um jogo próprio futuramente.

Vale a pena?

Rhythm Heaven Groove talvez não seja a grande superprodução que muitos esperavam para encerrar a vida do Nintendo Switch. Não é um novo Zelda nem um novo Mario.

Mesmo assim, ele representa perfeitamente aquilo que a Nintendo faz de melhor: transformar uma ideia extremamente simples em uma experiência divertida, criativa e viciante.

Para quem gosta de jogos de ritmo, desafios de precisão e minigames cheios de personalidade, esta é uma excelente despedida para o Nintendo Switch e um título que certamente merece entrar na coleção antes da transição definitiva para o Switch 2.

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Games

Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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