Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de video game da trilogia Metal Sonic aonde estamos no episodio 2 que é Metal Sonic Hyperdrive
TAILS CRIOU METAL SONIC 🤔| HISTORIA METAL SONIC HYPERDRIVE
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Um dia, após a derrota de Dr’Robotnik nas mãos de Sonic, Robotnik decidiu reconstruir Eggrobo para viajar Mobius para procurar as Esmeraldas do Caos. Eggrobo sequestrou Tails nas Ruínas Místicas, enviando-o para a Metallic Madness, mas, felizmente, Tails escapou. Ele decidiu entrar no laboratório de Robotnik e pegar as partes de seus robôs e peças. Tails mais tarde foi para sua casa em Mystic Ruins e criou um novo robô, baseado no modelo clássico da Metal Sonic, Codename: METAL, com a capacidade de se sentir e se comportar quase exatamente como Sonic. Tails foi capaz de rastrear Eggrobo para onde ele está indo usando seu radar, então Tails enviou Metal Sonic para Robotic Isle, para onde Eggrobo estava indo, na esperança de encontrar as Esmeraldas do Caos e destruir os planos de Dr’Eggman de uma vez por todas.
Movimentos Especiais
Metal Sonic
Salto + A / B / C – Super Transformação (requer 6 Esmeraldas + 50 Anéis)
Cima + A / B / C – Super Peel Out
Down + A / B / C – Ataque Hiperdrive Máximo
Sonic O ouriço
Down + A / B / C – Spindash (estilo Sonic 2)
Diabo solitário
Salto + A / B / C – Foice de Inferno Horizontal
Salto + Cima + A / B / C – Foice Vertical do Inferno
Salto + Baixo + A / B / C – Queda Livre
Kirby
Salto + A / B / C – Flutuar / Voar
Down + A / B / C – Inspire
Up + A / B / C – Executar
Somari o aventureiro
Down + A / B / C – Spindash (estilo de CD Sonic)
Metal Sonic tem sido o mais famoso rival de Sonic the Hedgehog por mais de uma década e meia e foi mais conhecido por It’s race in Sonic CD, por curiosidade quando eu estava procurando por um novo jogo para jogar na Retro Game Room e eu vi, uma invasão de ROM do Sonic 1, Metal Sonic Hyperdrive. Por curiosidade … Eu não sabia o que esperar, Então eu joguei através do jogo e no começo eu pensei que era incrível e agora, é … Sem inspiração. Regras da revisão: NÃO Cussing, palavrões ou gritos. Eu devo ser honesto com meus comentários. Partilhe apenas as minhas experiências com o jogo. E fique calmo !!! Aviso: Spoilers
Eu diria que os gráficos são bons, caso contrário, mal mudou desde o jogo original, as cores foram escolhidas aleatoriamente e tudo o mais me lembro de “não tão bom”, não me entenda mal, os gráficos ainda são bons, mas , Eu os acho sem inspiração e simplesmente preguiçoso. Claro que acho as camadas implementadas com cuidado, mas elas devem fazer um trabalho melhor, polir as cores e adicionar um pouco mais de detalhes … Pena que é a atualização final ou eu teria ficado aliviada. : /
Os sons nunca mudam e ainda é uma coisa clássica, memorável para lembrar por anos e remixado algumas músicas do Sonic foi até mudado e alguns não são apenas Catchy e de outra forma irritante. Eu gosto de como a música do Metal Sonic é remixada do chaotix e cada personagem pode ter sua própria trilha … Provavelmente vale a pena ouvir.
A jogabilidade e os controles são realmente incríveis … Você pode passar horas com esse controle divertido! Você pode jogar com 5 personagens: M. Sonic, O Personagem do Criador (Darkon360), Somari (S. Mario), Kirby e o verdadeiro Sonic the Hedgehog. M. Sonic tem o Spin Dash, o Super Peel Out e o Jump Dash. Darkon é incrível, ele não tem spindash, um salto duplo altamente eficaz, um ataque de lançamento !!! Somari também tem o Spin Dash e até o Jump Dash. E o esquema de controle do Sonic é exatamente como o Sonic CD. E Kirby tem um salto duplo inútil e tem o salto mais curto também. : /
Capitão Tsubasa 2: Road Fighters é o futebol de anime que eu não esperava gostar
Se você acha que jogos de futebol precisam ser realistas, táticos e cheios de regras, Capitão Tsubasa 2: Road Fighters provavelmente vai mudar completamente essa ideia.
Se você acha que jogos de futebol precisam ser realistas, táticos e cheios de regras, Capitão Tsubasa 2: Road Fighters provavelmente vai mudar completamente essa ideia.
Aqui, futebol é praticamente tratado como um jogo de luta. Os jogadores possuem barra de vida, ataques especiais, defesas especiais, dribles, passes absurdos e chutes capazes de transformar uma partida comum em uma verdadeira batalha de anime.
E o mais curioso é que, mesmo não sendo um grande fã de futebol, eu realmente me diverti jogando.
Um futebol completamente diferente
Capitão Tsubasa 2: Road Fighters adapta o universo de Super Campeões para um jogo extremamente exagerado e cheio de ação.
Você não está simplesmente correndo pelo campo tentando fazer um gol. Cada jogador possui sua própria barra de stamina e recursos especiais que podem ser utilizados durante a partida.
Os personagens conseguem executar movimentos especiais para roubar a bola, realizar passes, driblar adversários, bloquear ataques e, claro, tentar marcar gols com aqueles chutes completamente absurdos que são uma das marcas registradas da franquia.
O goleiro também entra nessa loucura.
Quando um adversário dispara um chute especial, você precisa reagir corretamente para tentar defender. O goleiro pode receber dano e perder sua barra de vida. Quando ela está muito baixa, praticamente qualquer chute pode resultar em gol.
Isso transforma cada ataque em uma espécie de batalha.
O Brasil dentro de Capitão Tsubasa
Uma das coisas mais curiosas do jogo é o arco que se passa no Brasil.
Você encontra referências a equipes e regiões brasileiras, incluindo times representados por nomes como Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.
Obviamente, por questões de licenciamento, o jogo não pode simplesmente utilizar todos os nomes e marcas dos clubes brasileiros reais.
Mesmo assim, fica muito fácil olhar para algumas dessas referências e pensar: “Esse aqui é o Flamengo, não é?”
A ideia de colocar Capitão Tsubasa jogando contra equipes brasileiras é muito interessante e poderia ter sido ainda melhor aproveitada.
E aqui aparece uma das maiores oportunidades perdidas do jogo: a localização.
Apesar de grande parte da história passar pelo Brasil, Capitão Tsubasa 2: Road Fighters não possui tradução para português brasileiro.
Para um jogo baseado em uma franquia tão conhecida entre o público brasileiro e que ainda possui um arco relacionado ao nosso país, uma localização completa faria bastante sentido.
A jogabilidade é praticamente um jogo de luta
A melhor maneira de explicar Road Fighters é dizer que ele parece um jogo de futebol misturado com um jogo de luta de anime.
Você possui diferentes comandos para executar ações durante a partida e precisa administrar a stamina dos personagens para conseguir utilizar seus movimentos especiais.
Quanto mais próximo do gol, por exemplo, mais fácil pode ser carregar determinados ataques.
Os jogadores também podem utilizar carrinhos para tentar roubar a bola e realizar dribles que exigem bastante atenção ao momento correto para escapar do adversário.
Se você errar, pode simplesmente tomar uma pancada e perder a disputa.
É justamente essa mistura que deixa as partidas tão diferentes de um jogo de futebol convencional.
Aqui, não existe aquela preocupação em reproduzir perfeitamente uma partida real.
O objetivo é ser divertido.
E nisso o jogo funciona muito bem.
Chutes especiais e goleiros
Uma das mecânicas mais interessantes é o sistema de chute a gol.
Os jogadores acumulam energia para utilizar seus movimentos especiais e, quando conseguem ativá-los, o chute ganha toda aquela apresentação exagerada característica dos animes.
Cada personagem possui movimentos diferentes, o que deixa os ataques visualmente muito mais interessantes.
Na defesa, o goleiro também precisa reagir ao ataque.
Dependendo da direção escolhida, é possível realizar uma defesa melhor e diminuir o dano recebido.
Isso cria situações completamente absurdas durante as partidas.
Você pode estar dominando o jogo e, de repente, o adversário consegue carregar um especial e virar completamente a situação.
É futebol, mas parece uma batalha.
Um modo história que pode confundir quem não conhece o anime
O modo história é um dos pontos que mais podem dividir os jogadores.
Para quem conhece Capitão Tsubasa, provavelmente existe muito mais contexto para aproveitar todos os acontecimentos, personagens e rivalidades.
Para quem não conhece, como foi o meu caso, algumas situações podem parecer completamente desconectadas.
Existem muitos diálogos e acontecimentos relacionados aos personagens e às rivalidades do universo original.
O jogo adapta elementos do mangá e do anime, então ele claramente espera que você já tenha algum conhecimento da franquia.
Isso acaba sendo um problema para quem está chegando agora.
Eu particularmente achei algumas dessas cenas exageradamente longas e elas acabam quebrando um pouco o ritmo das partidas.
Por outro lado, para quem já é fã de Capitão Tsubasa, provavelmente esse mesmo conteúdo pode ser justamente um dos grandes atrativos.
Personalização e criação de personagens
O jogo também permite personalizar seu personagem e montar sua equipe.
Você pode escolher diferentes formações e habilidades, além de definir movimentos especiais para o seu protagonista.
É possível escolher diferentes tipos de passes, dribles, chutes e outras habilidades que alteram os atributos do personagem.
Também existem opções para personalizar os uniformes dos times.
O problema é que eu senti que o jogo poderia ter ido muito mais longe nessa parte.
Seria muito interessante ter um verdadeiro modo carreira, onde pudéssemos criar nosso próprio jogador, montar uma equipe do zero e disputar espaço dentro do universo de Capitão Tsubasa.
Essa possibilidade praticamente abriria um novo jogo dentro do próprio jogo.
Multiplayer e partidas rápidas
Fora do modo história, Road Fighters fica ainda mais interessante.
O jogo possui modos para jogar offline com amigos e também partidas online.
As partidas são relativamente rápidas e muito mais dinâmicas do que eu esperava.
Você pode trocar passes, correr pelo campo, utilizar especiais, bloquear ataques e tentar encontrar uma oportunidade para finalizar.
Depois de algumas partidas, os comandos ficam bem mais fáceis de entender.
E essa simplicidade ajuda bastante.
Você não precisa ser especialista em futebol para começar a jogar.
Visual e animações
Visualmente, o jogo consegue entregar muito bem a sensação de estar assistindo a um anime interativo.
Os golpes especiais possuem efeitos exagerados e cada personagem possui animações características.
Os chutes são provavelmente uma das partes mais legais de assistir.
O problema é que algumas animações acabam se repetindo bastante, principalmente depois de várias partidas.
Mesmo assim, elas continuam funcionando porque fazem parte da identidade do jogo.
No meu caso, jogando a versão de Nintendo Switch no Switch 2, a experiência funcionou muito bem.
Um dos jogos de futebol mais divertidos que joguei
Eu sinceramente não esperava gostar tanto de Capitão Tsubasa 2: Road Fighters.
Não sou uma pessoa extremamente ligada a futebol e, justamente por isso, achei interessante perceber que o jogo conseguiu me divertir mesmo estando completamente fora da proposta de um simulador tradicional.
Ele não quer ser um novo jogo realista de futebol.
Ele quer ser um anime de futebol jogável.
E essa diferença é justamente o que faz o jogo funcionar.
Você tem stamina, barra de vida, golpes especiais, chutes absurdos, goleiros tomando dano e partidas capazes de virar completamente de uma hora para outra.
É exagerado.
É estranho.
É completamente maluco.
Mas é muito divertido.
Vale a pena jogar Capitão Tsubasa 2: Road Fighters?
Sim, principalmente se você gosta de jogos de anime ou quer experimentar uma experiência de futebol diferente.
Quem já conhece Capitão Tsubasa provavelmente vai aproveitar ainda mais o jogo por entender as referências, personagens e acontecimentos da história.
Mas mesmo quem nunca acompanhou o anime ou o mangá pode encontrar diversão nas partidas.
Para mim, o maior problema está justamente na história e na falta de localização em português brasileiro.
O jogo tinha uma oportunidade enorme de conquistar ainda mais o público brasileiro, principalmente por possuir um arco ambientado no Brasil.
Mesmo assim, quando você deixa a história um pouco de lado e começa a disputar as partidas, Road Fighters mostra sua melhor versão.
É um jogo de futebol que não parece exatamente um jogo de futebol.
É praticamente um jogo de luta de anime usando o futebol como tema.
E talvez seja justamente por isso que eu gostei tanto.
Capitão Tsubasa 2: Road Fighters me fez sorrir com um gênero que não conseguia fazer isso comigo há muito tempo.
Se você gosta de futebol, anime ou simplesmente quer jogar algo diferente, vale a pena dar uma chance.
GOLDEN AXE: A HISTÓRIA DO CLÁSSICO DA SEGA QUE ESTÁ VOLTANDO
Se você tem mais de 40 anos, provavelmente já conhece Golden Axe. Agora, para quem está chegando hoje, talvez seja difícil entender por que esse jogo é tão importante para a história da SEGA.
Se você tem mais de 40 anos, provavelmente já conhece Golden Axe. Agora, para quem está chegando hoje, talvez seja difícil entender por que esse jogo é tão importante para a história da SEGA.
Com uma nova animação trazendo a franquia de volta aos holofotes e um novo jogo anunciado, Golden Axe está novamente sendo comentado. E antes de falar sobre o futuro, vale voltar para aquele jogo simples, brutal e extremamente divertido que conquistou os fliperamas.
O mundo de Golden Axe
A história acontece no reino de Yuria, que foi atacado pelo vilão Death Adder. Ele sequestra os governantes do reino e rouba o poderoso Golden Axe, o machado dourado que dá poderes fenomenais para quem o utiliza.
Para enfrentar essa ameaça, três guerreiros partem em uma jornada: Axel Battler, Tyris Flare e Gilius Thunderhead.
Cada um deles possui uma história pessoal ligada ao vilão. Axel perdeu sua mãe, Tyris perdeu seus pais e Gilius perdeu seu irmão. Basicamente, Death Adder conseguiu transformar os três protagonistas em uma verdadeira máquina de vingança.
E a própria seleção de personagens já mostrava que Golden Axe não estava para brincadeira. A cena da caveira segurando os personagens antes da escolha é uma das imagens mais marcantes do jogo.
Um dos primeiros grandes hack and slash
Golden Axe é extremamente simples de entender.
Você anda pelo cenário, enfrenta grupos de inimigos e avança até chegar ao final da fase. É possível jogar sozinho ou em cooperativo, e cada personagem possui uma arma, características próprias e diferentes tipos de magia.
Axel é o guerreiro mais equilibrado. Ele utiliza uma espada e possui magias ligadas à terra.
Tyris Flare é mais rápida e utiliza magia de fogo. Sua magia mais poderosa permite invocar um enorme dragão que percorre o cenário destruindo os inimigos.
Já Gilius Thunderhead utiliza um machado. Ele é mais lento, mas possui bastante força e utiliza poderes relacionados ao trovão.
E é justamente essa diferença entre os personagens que fazia o jogo funcionar tão bem no multiplayer.
A magia era uma das grandes armas
Durante as fases, pequenos gnomos aparecem carregando jarros azuis. Ao derrotá-los, você pode conseguir esses itens e aumentar sua quantidade de magia.
Quanto mais jarros você acumula, mais poderosa será a magia utilizada.
Isso criava uma estratégia interessante. Em vez de gastar tudo contra os inimigos comuns, muitos jogadores preferiam guardar a magia para os chefes.
Tyris, por exemplo, podia acumular energia suficiente para utilizar seu dragão contra os inimigos mais perigosos.
Era aquele tipo de estratégia que fazia você pensar: “Eu gasto agora ou guardo para o chefe?”
Golden Axe também tinha fogo amigo
Uma das coisas mais interessantes de jogar Golden Axe em cooperativo era que seu amigo também podia atrapalhar.
O famoso ataque de corrida podia ser utilizado para avançar contra os inimigos, mas também podia acertar o próprio parceiro.
Ou seja, além de derrotar os inimigos, você ainda precisava tomar cuidado para não apanhar do seu próprio amigo.
Isso deixava as partidas muito mais caóticas.
As montarias eram outro destaque
Golden Axe também trouxe uma ideia que impressionava bastante para a época: as montarias.
Durante as fases era possível encontrar criaturas que podiam ser utilizadas pelos personagens.
Entre elas estavam criaturas capazes de atacar com golpes físicos e outras que podiam lançar fogo.
Para um jogo de arcade tão simples, ter montarias no meio das fases era um detalhe bastante impressionante.
Um mundo de fantasia inspirado em Conan
Golden Axe nasceu em uma época em que o gênero de espada e feitiçaria estava muito presente na cultura pop.
Filmes inspirados em Conan e outras obras de fantasia sombria ajudaram a construir aquele imaginário de guerreiros musculosos, magia, monstros, esqueletos e grandes vilões.
Golden Axe pegou tudo isso e transformou em um jogo de ação extremamente direto.
Você pega sua espada, machado ou magia e simplesmente parte para cima.
E funcionava muito bem.
O jogo era muito mais simples do que parece
Apesar de toda essa história, Golden Axe era essencialmente um jogo de arcade.
A ideia era colocar uma ficha, jogar durante alguns minutos e tentar chegar o mais longe possível.
Por isso, o design das fases é bastante direto. Você avança, enfrenta grupos de inimigos, chega em uma área específica, derrota o grupo e continua.
Mesmo assim, a SEGA conseguiu colocar bastante personalidade no mundo.
As transições entre as fases, por exemplo, mostram um pergaminho indicando o caminho da jornada. É um pequeno detalhe, mas ajuda a criar a sensação de que existe uma aventura acontecendo.
O primeiro encontro com Death Adder
Depois de atravessar várias regiões, enfrentar inimigos cada vez mais fortes e lidar com esqueletos extremamente irritantes, finalmente chega o momento de enfrentar Death Adder.
Ele aparece carregando o Golden Axe e utiliza tanto ataques físicos quanto magia.
E aí o jogo mostra uma de suas maiores dificuldades.
Death Adder possui ataques poderosos, grande alcance e ainda pode contar com outros inimigos durante a batalha.
Para quem jogou Golden Axe no arcade, chegar até esse momento já era uma vitória.
Mas a versão doméstica tinha uma surpresa
Aqui está uma das partes mais interessantes da história.
A versão original de arcade termina depois da derrota de Death Adder e do resgate dos governantes.
Porém, algumas versões domésticas, incluindo a do Mega Drive, possuem conteúdo adicional.
A SEGA expandiu a aventura para transformar Golden Axe em uma experiência mais completa para quem comprasse o jogo para casa.
E é aí que aparece um novo inimigo.
Death Bringer
Depois de derrotar Death Adder, a aventura continua.
Os protagonistas entram em uma região ainda mais perigosa e encontram o verdadeiro grande inimigo da versão expandida: Death Bringer.
Ele é ainda mais poderoso e utiliza magias devastadoras.
Uma das características mais marcantes da batalha é justamente o uso constante de magia, tornando o confronto muito mais difícil do que a luta anterior.
É também por isso que guardar os jarros de magia durante a aventura inteira pode ser uma estratégia tão importante.
Chegar no confronto final com energia suficiente para utilizar várias magias poderosas pode fazer uma diferença enorme.
Um dos finais mais curiosos
Golden Axe ainda possui uma curiosidade que combina perfeitamente com o espírito irreverente da SEGA.
Em uma das versões, depois de toda a aventura, os protagonistas retornam para o mundo real.
O jogo mostra crianças jogando Golden Axe em um arcade, até que os acontecimentos do próprio jogo começam a invadir o mundo real.
Os vilões aparecem, as crianças fogem e os heróis precisam agir novamente.
É uma quebra completa da quarta parede.
E isso ajuda a entender por que a franquia pode funcionar tão bem em uma adaptação mais humorística.
Golden Axe nunca foi uma série que se levava completamente a sério.
Por trás de toda aquela fantasia sombria, existia espaço para exageros, situações absurdas e até brincadeiras com o próprio universo do jogo.
Por que Golden Axe continua importante?
Golden Axe pode parecer extremamente simples quando comparado aos jogos atuais.
Mas é justamente essa simplicidade que ajudou a torná-lo tão marcante.
Você escolhe um personagem, pega sua arma, enfrenta monstros, utiliza magia, monta criaturas e tenta chegar até o final.
Tudo isso com uma identidade visual muito forte e uma trilha sonora que ficou marcada na história dos arcades.
Agora, décadas depois, a franquia está novamente recebendo atenção.
A nova animação da SEGA coloca Golden Axe em uma situação completamente diferente, apostando mais na comédia e na sátira.
Ao mesmo tempo, existe um novo jogo da franquia anunciado, mostrando que a SEGA ainda enxerga potencial nesse universo.
Talvez seja justamente essa mistura de fantasia, violência, humor e absurdo que faça Golden Axe continuar funcionando.
Depois de mais de quatro décadas, o velho machado ainda tem muita lenha para queimar.
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