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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de sonic.exe com a participação da saga Sonic & Knuckles exe neste Sonic Fan Game da série Sonic.exe

TAILS EXE VOLTOU 😈| Historia SONIC EXE & Knuckles

Espero que gostem!

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EPISODIOS SONIC EXE

Jogos Mencionados nesta SAGA

1 sonicold.exe
2 sonic2old.exe
3 sonic3old.exe
4 CHAOS.EXE
5 TROUBLE.EXE
6 sonic and knuckles.exe

Mais Sobre Sonic.exe E Knuckles

Você provavelmente já jogou algum game do Sonic pelo menos uma vez na vida, não é verdade? Mas tem um jogo do ouriço que você nunca jogou, e provavelmente jamais vai querer jogar: conheça a história de SONIC.EXE, o game demoníaco do mascote da Sega!

Existe uma coisa que o ser humano sempre irá temer: o desconhecido. E existe uma outra coisa que faz o ser humano entrar no desconhecido, alheio até mesmo aos perigos que ele pode representar: a curiosidade.

A curiosidade é o que nos move adiante e nos empurra para novas descobertas; algumas boas, outras nem tanto. E foi a curiosidade que levou um pobre fã do Sonic aos piores momentos de sua vida na lenda sinistra que você vai conhecer agora.

Tom estava em sua casa jogando tranquilamente o (famigerado) game Sonic Unleashed quando,ao olhar pela janela, reparou que o carteiro havia acabado de deixar as correspondências em sua caixa de correio.

E quem é o Knuckles ?

Knuckles the Echidna (ナックルズ・ザ・エキドゥナ, Nakkuruzu za Ekiduna?) é um equidna um dos personagens da série de jogos eletrônicos Sonic the Hedgehog. Ele é um equidna e o atual guardião da Esmeralda Mestre, uma antiga relíquia poderosa do qual é dever solene de Knuckles proteger de qualquer que procure abusar de seu poder. Ele também é o único sobrevivente de seu clã, e o último equidna na Terra. Seus traços dominantes são sua super força (como seu soco capaz de quebrar mais de mil montanhas de uma só vez), e seus dois dedos em forma de espinho nas suas mãos, daí o seu nome (a palavra “knuckles” em inglês se refere às falanges, os ossos dos dedos), o que ele pode usar para cavar buracos e escavar paredes. Ele também conseguir prender o vento sobre seus cabelinhos que parecem “dreadlocks” para planar no ar.

Knuckles é independente, sábio, durão e solitário por natureza. Knuckles faz o papel de ser o “responsável” na Equipe Sonic (enquanto Sonic é o rebelde, Tails é o nerd), por ele ser severo, imóvel e focado em seu dever como guardião da Esmeralda Mestre. Por ter vivido em solidão durante a maior parte da sua vida

Knuckles é fortemente leal aos seus ancestrais e faz de tudo para cumprir o dever que eles o encubiram: proteger a Esmeralda Mestre. Ele prefere ficar perto da Esmeralda Mestre para ficar de olho em tudo que acontece na Austrália, onde residem Knuckles e a Esmeralda Mestre.

Apesar de ser solitário por natureza, Knuckles é heróico, corajoso, de bom coração e altruísta, arriscando sua vida para salvar alguém ou livrá-lo de uma encrenca, e demonstra empatia pelas pessoas, mesmo que sejam vilões ou inimigas. Ele também é um amigo leal e carinhoso, que está sempre disposto a ajudar seus amigos em situações difíceis e fará de tudo para protegê-los. Quando não está irritado, Knuckles é bastante educado e jovial. Ele também é bastante compreensivo, mas não aceita com gentileza à pessoas que desrespeitam ou machucam seus amigos, ou inocentes de qualquer forma.

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Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

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Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

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Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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