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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um fan game praticamente perfeito do sonic, que mostre ele junto de Tails , Knuckles , SHadow, e mighty no mega drive

Turma do SONIC voltou 😤| Historia Sonic MEGAMIX 4.0

Espero que gostem!


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HISTORIA DE FAN GAMES SONIC

Sonic the Hedgehog Megamix (normalmente reduzido para Sonic Megamix) é uma modificação de desmontagem multipessoal em andamento do videogame Sonic the Hedgehog original para o Sega Mega Drive, desenvolvido pela Team Megamix e mais recentemente movido para o Sega Mega-CD. O jogo apresenta a capacidade de jogar como um dos cinco personagens diferentes: Sonic the Hedgehog, Mighty the Armadillo, Shadow the Hedgehog, Miles “Tails” Prower e Knuckles the Echidna. É uma extensa reformulação do jogo original, com novas artes, músicas, habilidades, layouts e outras coisas.

História
Ilha do Sul. Uma terra magnífica; um que não esteja sujeito a restrições como tempo.

15 anos se passaram desde a primeira luta de Sonic the Hedgehog contra o nefasto Dr. Eggman (originalmente conhecido como Dr. Ivo Robotnik em localizações em inglês). Desde então, os dois lados se enfrentaram sem parar em uma variedade de cenários, com o resultado final sempre sendo a vitória de Sonic. Ambos os lados ganharam novos aliados e novos inimigos; alguns úteis, outros … nem tanto. Naturalmente, durante todo esse tempo, Sonic aprendeu algumas novas técnicas, que ele usa para reprimir ainda mais os planos de Eggman de dominar o mundo. E assim, o mundo está seguro – mas sempre fora do alcance de Eggman.

Alguns dizem que a história se repete. Nesse caso, a afirmação se mostra verdadeira, quando Eggman retorna à Ilha Sul, na esperança de obter as poderosas Esmeraldas do Caos da terra e, finalmente, dar um passo sólido na conquista do planeta. Quando ele chega na ilha, ele traz consigo uma única Esmeralda do Caos – uma que estava faltando e perturbou o equilíbrio natural da ilha por décadas antes. Os outros estavam presos em uma dimensão alternativa; uma que apenas muito poucos poderiam entrar e da qual ainda menos retornavam.

E assim, os três começam sua jornada pela Ilha Sul, cada um levando consigo suas próprias habilidades e seguindo caminhos separados, cada um em busca das restantes Esmeraldas do Caos e de Eggman, na esperança de que, uma vez derrotado, ele finalmente abandonou seus planos de dominação mundial. Mas, novamente, não é muito provável que isso aconteça.
Personagens
O jogador tem a opção de jogar com Sonic Megamix como um dos cinco personagens: Sonic, o Ouriço, Poderoso, o Tatu, Shadow o Ouriço, Miles “Tails” Prower ou Knuckles the Echidna. Cada personagem tem suas próprias habilidades específicas, enquanto alguns compartilham habilidades comuns.
Sonic é um ouriço azul de 15 anos que vive no planeta Terra. Ele tem a capacidade de correr em velocidades supersônicas, daí seu nome. Ele está sempre correndo por todo o mundo, raramente parando para qualquer coisa. Ele é despreocupado e relaxado; no entanto, ele também é muito intolerante à injustiça e fará tudo o que puder para ajudar os necessitados. Ele também tem um raciocínio rápido, um temperamento curto e um ego bastante grande.

Shadow é a “melhor forma de vida”, criada em um experimento do professor Gerald Robotnik a bordo da Space Colony ARK. Sua idade exata não é conhecida, mas supõe-se que ele tenha cerca de 50 anos. Uma vez faminto por vingança após a morte de Maria, neta de Gerald, ele agora está ciente de seu passado e de quem ele “é”. Ele prefere ficar sozinho, mas ocasionalmente acompanha Sonic e seus amigos quando Eggman não é bom. Ele usa sua habilidade, Chaos Control, para aproveitar os poderes das Chaos Emeralds para aprimorar suas habilidades naturais. Enquanto ele é incapaz de se mover muito rapidamente por conta própria, ele possui patins a jato movidos a fogo, que permitem que ele se mova muito mais rápido do que ele pode sem eles.

Miles, mais conhecido pelo apelido de “Tails”, é o fiel companheiro de oito anos de Sonic. Embora mais conhecido por suas duas caudas, que lhe permitem voar como um helicóptero e lhe dar seu apelido, Miles é muito inteligente; alguém poderia dizer que ele é um gênio mecânico!

Knuckles, em homenagem aos punhos, é uma equidna de 16 anos, conhecida por seu temperamento em brasa. Um habitante da Ilha dos Anjos, e o guardião do Mestre Esmeralda, ele é conhecido por sua força bruta e credulidade.

Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

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Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

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Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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