Connect with us

Published

on

O Yoshi é um personagem secundário da turma do Super Mario. Ele apareceu pela primeira vez no jogo chamado “Super Mario World”, mas ele virou o protagonista em “Yoshi’s Island”, sendo um guardião legal e também uma babá dinossauro do bebê Mario, mostrando que ele estava no prequel da história do Mario antes de ele conhecer o seu legado como Super Mario.

Esse aqui é “Yoshi’s Island”, e para muitas pessoas é um jogo spin-off do Mario, mas a verdade é que ele se chama “Super Mario World 2”. É sério, está na caixa! Esse jogo conta a história de um bebê Mario quando ele foi resgatado pelo grupo de grandes Yoshi’s que cuidaram dele e salvaram-no de uma certa calamidade. E é sobre essa história que vou falar agora, então já mande um salve, curta e compartilhe este vídeo no Facebook e WhatsApp, porque agora, meus amigos, nós vamos para a história de “Yoshi’s Island”!

“Super Mario World 2: Yoshi’s Island” é um grande clássico da Nintendo que, durante muito tempo, era até difícil de emular porque estamos falando de um jogo com um visual muito, mas muito único. Ele tem gráficos que lembram bastante giz de cera, como se fosse um desenho pintado por uma criança, e eles fizeram um trabalho bem bonito nesse jogo. Mas o grande destaque é que, em vez de ser uma sequência original para o Super Mario, ele é quase um prequel. Agora, com a ajuda dos Yoshi’s, os irmãos Mario podem ser salvos graças aos poderes únicos que o Yoshi tem.

Esse jogo foi lançado inicialmente para o Super Nintendo, mas a grande questão dele é que teve vários relançamentos. Eu quero falar da versão que é conhecida como “Super Mario Advance 3”, que faz parte da cronologia de relançamentos da Nintendo. Mas ele coloca coisas especiais, como dublagem! É sério, na versão original, você pode achar até a música melhor, os gráficos mais bonitos, mas a versão do Game Boy Advance é a melhor de todas. Pois é, quando você compara as duas versões, dá para perceber que o Yoshi não tinha nenhuma fala na versão original, mas na versão de Game Boy Advance, ele já tem toda aquela dublagem que veio com os jogos do Yoshi que surgiram depois, como “Yoshi’s Story” e até mesmo o “Super Smash Bros.”.

Então, tudo está conectado aqui, e isso faz esse jogo ser muito mais especial, porque é uma versão definitiva daquele que conhecemos como o jogo do Yoshi. A jogabilidade dele é bastante complicada. Aqui, você controla o Yoshi, que tem um pulo que faz com que ele flutue por alguns segundos, gemendo no alto. Ele também pode engolir vários inimigos, e além de cuspir, ele pode arremessar os seus ovos. Já que todo mundo virou um ovinho aqui, praticamente colocando as suas espécies em extinção, eles preferem arremessar os ovos em vez de chocá-los. Seria mais fácil fazer um exército de Yoshi’s aqui, mas eles fazem isso pelo caminho mais fácil, a sujeira e a lambança. E olha que nem é aniversário de ninguém! Comente aí se você já atacou ovo na cabeça de alguém no aniversário. Nojento, mas acontece.

A história de “Yoshi’s Island” é muito mais complicada do que você possa imaginar. Por via de regra, todos os bebês são entregues por cegonhas. No serviço iFood de cegonhas, os irmãos Mario já estavam a caminho da entrega. Porém, Kamek, o Magikoopa responsável pela criação do grande Bowser, começa a ir atrás dos irmãos Mario porque ele começou a ter uma certa premonição. Ele cuida de um ser chamado bebê Bowser, que está predestinado a ser o rei dos Koopas. Porém, mesmo sendo guardião legal do bebê Bowser, ele tem uma premonição de que os irmãos Mario não só irão crescer, mas vão causar muitos problemas no reino do Bowser. Então, ele vai atrás de sequestrar os dois bebês. Só que um dos bebês acaba caindo em cima de um Yoshi, e nesse caso era o bebê Mario. Junto dele, tinha um pequeno mapa que poderia revelar a localização de um certo Yoshi, que poderia ser a localização do bebê Luigi. E Kamek ficou revoltado já que o outro bebê acabou ficando para trás. Então, ele precisa fazer com que o bebê Mario seja capturado também para garantir que o reino do Bowser não tenha problemas no futuro.

É aqui que a história de “Yoshi’s Island” começa. Os Yoshi’s irão apenas entrar em comunicação uns com os outros para passar de um em um o bebê Mario até chegar no seu objetivo. E o maior obstáculo são os inimigos que são lacaios do reino do Bowser. Aqui começa o primeiro mundo. Ele é cheio de Shy Guys, e o Yoshi acaba engolindo cada um deles para garantir um pouco mais de energia. Ele pode pegar várias moedas para ganhar vidas, mas a realidade é que as vidas do Yoshi são praticamente infinitas, já que são contadas por tempo. Ele pode até tentar aumentar a vida pegando algumas estrelas, mas o real é que ele só perde a vida quando o bebê Mario começa a chorar, e ele só chora quando está longe do Yoshi. E toda vez que ele termina uma fase, ele acaba passando o bebê Mario de mão em mão para um Yoshi de cor diferente. Tanto que na segunda fase, o maior desafio é enfrentar o Chomp, esse Pac-Man preto gigante que pula na direção do Yoshi tentando comer ele e também cavando buracos no chão. Sem contar que o Yoshi também ganha poderes, ele consegue mudar de forma, virando uma espécie de helicóptero. Faz sentido isso para você? Claro que não, né?

Na terceira fase, vem o Yoshi azul, que consegue fazer a maior bagunça entrando em cavernas e enfrentando uns Pac-Man brancos, bichos feios. E no meio do mundo ainda tem o subchefe, uma pequena fortaleza onde o Yoshi amarelo aparece por aqui. Enfrentamos um chefe, uma bola gigante que usa uma calça que lembra bastante o Obelix. Sério, não é igual, só que a única forma de vencer é jogando ovos em cima dele. Em vez de criar um exército de Yoshi’s, a calça dele vai cair, mas vai cair tanto que ele vai ficar com tanta vergonha que vai sair decolando de novo. Estamos decolando de novo! E as últimas fases são repeteco: uma vai andando sozinha, além de uma outra caverna, só que dessa vez mais escura, e claro, uma área florestal, mas com melancias que o Yoshi acaba virando uma metralhadora. Só que aqui tem umas poeiras que, se o Yoshi acabar encostando, ele fica meio “drogado”. Vai só um toquinho no fim.

Tem o grande castelo com o chefe que aparece aqui jogando seus feitiços. Ele faz a única coisa que é transformar criaturas pequenas em gigantes. E ele faz uma gosma gigantesca para o Yoshi enfrentar. A forma de enfrentar esse bicho é tosca: é só engolir os minions que saem do corpo dele e soltar pela boca mesmo, ou soltar ovos. Porque é assim que você consegue derrotar esse bicho. Ele vai encolhendo, mas vai encolhendo tanto, tanto que assim o Yoshi consegue vencer a criatura. E assim ele explode, liberando a grande chave que dá ao bebê Mario a porta para o próximo mundo. Acho que você já entendeu qual é o esquema desse jogo. Tentei explicar para você, né?

Mas vamos para uma certa curiosidade: você sabia que o bebê Mario não era para participar desse jogo? Depois que teve um grande vazamento da Nintendo, foi revelado que, na verdade, o bebê que seria levado junto com o Yoshi seria um bebê mago. Mas eles cortaram isso do jogo. Depois de um certo tempo, trocaram pelo bebê Mario. E ele poderia ter sido muito mais feio do que você imagina. O que eu acho muito da hora são essas versões alternativas que esse jogo poderia ter tido. Inclusive, o bebê Mario não seria um bicho tão chorão assim. Ele apenas ficaria andando pelo cenário em vez de ficar flutuando numa bolha.

O segundo mundo é focado em montanhas e áreas de água. Ele fica mais complexo, sério! Esses macacos aqui, você não pode engolir, mas eles são um pé no saco porque ficam atirando melancia em cima de você. Tem horas que o chão é muito gosmento e é muito ruim de andar. Mas a melhor coisa para esse jogo é ficar pegando as melancias e sair correndo. É aqui que surgem os primeiros Shy Guys gigantes nesse jogo. Pô, o bicho é enorme, ocupa um espaço enorme no jogo, não deixando o Yoshi passar. E o pior, quando você engole ele, ele vira um ovo jumbo, daqueles ovos graúdos que custam R$1,00. É o carro do ovo passando aqui na sua rua. O primeiro chefão é tosco, é uma espécie de planta que está sendo possuída por um fantasma. O Yoshi apenas empurra ele para cair para fora da plataforma. Mas o segundo chefe é a planta piranha, que cresceu e ainda consegue ter quase uma invencibilidade. Ele é o chefe mais difícil do jogo. A única forma de vencer é arremessando o ovo diretamente na cara dele. Só que o detalhe, que é o chefão do segundo mundo, já é uma versão de boss gigante. O chefe gigante está aí para você.

O terceiro mundo tem muito mais planta piranha, mas é focado nas cavernas. Não são cavernas grandes, mas são bem complicadas porque o Yoshi tem que ficar subindo na teia e tem uma gosma rosa que se cair na cabeça do Yoshi, é fim de jogo. O segundo chefe é um sapo gigante, e aqui é uma referência ao Pinóquio, pois ele come o Yoshi e engole o Yoshi junto com o bebê Mario. Só que dentro da barriga dele, o Yoshi deve atacar o coração. E se ele não arremessar o ovo, o coração do sapo vai ganhar. Depois de derrotar o sapo, ele cospe o Yoshi de volta e volta ao seu tamanho normal. Mas no meio do caminho, Yoshi encontra as pequenas Yoshi’s rosas, que são as mais “lolicon” que você poderia encontrar aqui, mesmo não tendo um. Yoshi não faz tanta diferença na mecânica do jogo.

No mundo quatro, com o ambiente focado na neve, onde aparece uma tirolesa gigante, onde o Yoshi precisa subir. Além de ele usar a bola de neve para descer mais rápido, tem uns pinguins aqui que acabam saindo voando. E uma coisa que também foi cortada desse jogo é que, nos arquivos que a Nintendo deixou dentro do jogo, existe um pinguim chamado Poochy. Poochy não pôde participar do jogo, porque era um cachorro que aparecia ajudando o Yoshi para levar o bebê Mario. E no meio do caminho, também aparece a Yoshi preta, que aparece na versão secreta do jogo. E é um pesadelo para os olhos porque o visual dela é horrível. E também, se você pegar os Shy Guys vermelhos, você pode soltar uma fireball!

Os pinguins voadores, que são legais, o Yoshi também encontra vários inimigos. Depois de derrotar o chefe do castelo, que é um golem de pedra que vai crescendo cada vez mais e que se desfaz com o tempo, o próximo chefe vai ser o Shy Guy ninja que cresce e fica invencível. A única forma de vencer é jogando ovos diretamente na boca dele, pois ele fica gigante e é muito complicado de derrotar.

No último mundo, a ilha começa a mudar com o ambiente cheio de lava. Só que esse é o mundo que tem os Baby Bowser, que estão prestes a ser lançados. O Yoshi enfrenta ele, depois o Kamek faz com que ele cresça e fique gigante. E o mais da hora é que é o único jogo do Super Nintendo que tem uma luta de perspectiva 3D. Ou seja, o Yoshi enfrenta o Baby Bowser que cresceu tanto, tanto que virou praticamente um Godzilla gigante, cuspindo fogo e jogando objetos para frente da tela. Quando o Baby Bowser é derrotado, Yoshi consegue salvar o bebê Mario e encontrar o bebê Luigi, que estavam sendo prisioneiros no castelo. E assim, depois de passar por uma pequena fase de foguetes, onde o Yoshi pode atirar as coisas. Ele acaba vencendo, salvando os bebês.

Depois disso, a cegonha acaba levando os bebês para a sua verdadeira casa, o Reino Cogumelo. Apesar de parecer ser o final, anos depois a Nintendo lançou um jogo chamado “Yoshi’s New Island”, onde eles revelam que a cegonha, na verdade, tinha entregue os irmãos Mario na casa errada. E agora ela precisava levar os irmãos Mario para o endereço correto. Aí sim! Yoshi vai enfrentar tudo isso de novo e várias outras aventuras.

Esse aqui é “Yoshi’s Island”. Eu joguei ele pelo Nintendo Switch Online. E se você quiser saber mais sobre os jogos do Mario, confira a playlist, mande um salve! Muito obrigado, valeu, fui, e até o próximo vídeo!

Games

Ace Combat 8 vale R$ 400 no PlayStation 5? O novo jogo de combate aéreo promete uma experiência frenetica!

Ace Combat 8 chega com a promessa de elevar a experiência de combate aéreo a um novo patamar, apostando em missões cinematográficas, narrativa mais elaborada e toda a intensidade das batalhas entre caças de guerra. Mas será que vale investir cerca de R$ 400 em um jogo desse gênero no PlayStation 5?

Published

on

By

Meu amigo, se você gosta de aviação militar, batalhas aéreas e daquela sensação de estar no meio de um filme como Top Gun, esse é o tipo de jogo que merece sua atenção. A franquia Ace Combat construiu uma identidade muito própria ao longo dos anos, misturando combates intensos, missões variadas e uma narrativa que coloca o jogador no centro de conflitos militares de grandes proporções.

Mas existe uma questão importante: apesar de ser uma experiência bastante interessante para quem gosta de jogos de combate aéreo, Ace Combat não é necessariamente uma franquia que vai conquistar qualquer jogador logo de cara. Sua proposta exige paciência, adaptação e, principalmente, interesse pelo gênero.

Uma experiência de combate aéreo digna de Top Gun

O grande destaque de Ace Combat está na maneira como transforma o combate aéreo em uma experiência cinematográfica. Em vez de simplesmente colocar você em um avião e pedir que destrua tudo o que aparece pela frente, o jogo aposta em missões com objetivos específicos, cenários de guerra e situações que exigem atenção constante.

Durante a campanha, o jogador participa de diferentes operações militares, envolvendo confrontos contra aeronaves inimigas, missões de infiltração, proteção de aliados e transporte, conforme os objetivos apresentados em cada operação. Essa variedade ajuda a manter a experiência interessante, evitando que todas as missões pareçam exatamente iguais.

As batalhas aéreas são o coração da experiência. Você precisa acompanhar os movimentos dos adversários, posicionar sua aeronave corretamente, administrar seus ataques e aproveitar as oportunidades para derrubar os inimigos. Em determinados momentos, o campo de batalha pode ficar bastante movimentado, exigindo que você mantenha a concentração enquanto acompanha diferentes ameaças.

É justamente essa combinação de ação, estratégia e espetáculo visual que faz a série se destacar. Existe uma satisfação particular em perseguir uma aeronave adversária, conseguir uma boa posição de ataque e finalmente concluir o objetivo da missão.

Uma campanha com mais atenção à história

Outro aspecto interessante é o investimento na narrativa. Ace Combat tradicionalmente não se limita a apresentar uma sequência de combates sem contexto. A franquia costuma desenvolver conflitos militares fictícios, disputas políticas e personagens envolvidos em situações que vão muito além de simplesmente pilotar um caça.

A presença de protagonistas humanos e de diálogos durante a campanha ajuda a construir esse universo. As conversas entre os personagens, as informações transmitidas durante as operações e os acontecimentos que se desenrolam ao longo da história contribuem para dar mais significado às missões.

Para quem gosta de produções militares cinematográficas, é fácil perceber a conexão com o estilo de filmes como Top Gun. A tensão antes dos confrontos, a comunicação entre os pilotos e a sensação de participar de operações de alto risco são elementos que combinam muito bem com a proposta da franquia.

É importante lembrar, porém, que Ace Combat possui identidade própria. Seu universo fictício e a maneira como apresenta seus conflitos fazem parte da personalidade da série, que há décadas conquista um público interessado em combates aéreos.

É um simulador de voo ou um jogo de ação?

Essa é uma das questões mais importantes para quem está pensando em comprar Ace Combat pela primeira vez.

Apesar de utilizar aeronaves militares e apresentar combates aéreos, a série não deve ser confundida com um simulador de voo extremamente realista. Sua proposta é mais voltada para a ação, oferecendo uma experiência acessível o suficiente para permitir combates cinematográficos, mas com profundidade para quem deseja aprender a dominar os controles.

Você não precisa ser um especialista em aviação para aproveitar a experiência. Entretanto, isso não significa que o jogo seja simples ou que qualquer pessoa consiga dominar todas as suas mecânicas imediatamente.

Aprender a controlar a aeronave, entender a movimentação dos inimigos e escolher o momento certo para atacar faz parte da progressão. Quanto mais você compreende o funcionamento dos combates, maior é a possibilidade de aproveitar as missões mais exigentes.

Essa característica também explica por que a franquia possui uma comunidade fiel. Existe espaço para quem quer apenas aproveitar a ação, mas também para jogadores que gostam de aperfeiçoar suas habilidades e enfrentar desafios mais complexos.

O maior problema pode ser a paciência do jogador

Aqui está o ponto que considero mais importante na hora de avaliar Ace Combat 8.

Por mais interessante que seja sua proposta, esse não é necessariamente o tipo de jogo que vai conquistar todos os jogadores acostumados com experiências de ação mais imediatas. Existe uma curva de aprendizado, e parte da diversão depende da disposição de compreender os controles e as particularidades do combate aéreo.

Quem está acostumado a jogos de tiro em primeira pessoa, aventuras de mundo aberto ou títulos nos quais basta avançar e eliminar os inimigos pode estranhar o ritmo das batalhas.

Em Ace Combat, não basta mirar e disparar. A movimentação da aeronave influencia diretamente o combate, e compreender o posicionamento dos adversários pode ser tão importante quanto acertar os ataques.

Para quem já acompanha a franquia há anos, essa característica provavelmente faz parte do charme da experiência. São justamente esses elementos que ajudam a preservar a identidade da série, em vez de transformar tudo em um jogo de ação genérico.

Por outro lado, jogadores que nunca tiveram contato com a franquia podem precisar de algumas missões para entender o funcionamento das batalhas. É uma experiência que recompensa a prática, mas exige um pouco de dedicação.

Ace Combat 8 é uma boa porta de entrada para a franquia?

Na minha opinião, esse é um dos aspectos mais interessantes da proposta.

Mesmo que a série já tenha uma longa história, não significa que você precise jogar todos os títulos anteriores para entender a experiência. Os jogos de Ace Combat costumam apresentar conflitos e narrativas próprias, permitindo que novos jogadores conheçam a franquia sem necessariamente acompanhar toda a cronologia.

Para quem está chegando agora, o oitavo capítulo pode representar uma oportunidade de conhecer a fórmula moderna da série, especialmente se a intenção for experimentar combates aéreos com uma apresentação cinematográfica.

Entretanto, é importante separar duas coisas: ser um bom ponto de entrada não significa que o jogo seja indicado para qualquer público. Se você não gosta de controlar aeronaves, não tem interesse por conflitos militares ou prefere jogos com uma progressão mais imediata, talvez seja necessário avaliar melhor a compra.

Agora, se você gosta de aviação militar, aprecia campanhas com uma narrativa elaborada e procura algo diferente dos jogos de ação tradicionais, Ace Combat pode oferecer uma experiência bastante diferenciada.

Vale pagar R$ 400 em Ace Combat 8 no PS5?

O preço é uma questão importante, principalmente porque estamos falando de um jogo de nicho. Embora o combate aéreo tenha seu público, ele não possui a mesma abrangência comercial de gêneros como ação em terceira pessoa, RPG ou jogos de tiro competitivos.

Por isso, pagar aproximadamente R$ 400 exige uma avaliação cuidadosa do seu interesse pelo gênero e da quantidade de conteúdo que você espera encontrar.

Para quem acompanha Ace Combat há muito tempo, gosta de combates aéreos e está ansioso para experimentar uma nova campanha, o investimento pode fazer sentido. A proposta de reunir missões variadas, batalhas cinematográficas e uma narrativa militar é justamente o que torna a franquia especial.

Já para quem nunca jogou um título da série, eu teria um pouco mais de cautela. Não porque Ace Combat seja necessariamente uma experiência ruim para iniciantes, mas porque o preço elevado torna mais importante ter certeza de que você realmente gosta desse estilo de jogo.

Também vale acompanhar eventuais promoções na PlayStation Store e comparar as edições disponíveis antes de comprar. O valor final pode mudar conforme a edição, a região e as ofertas vigentes.

É importante destacar que o preço de R$ 400 mencionado aqui serve como referência para a avaliação, e não como confirmação de um valor oficial atualizado da PlayStation Store.

Veredito: Ace Combat 8 merece sua atenção?

Ace Combat 8 tem uma proposta que pode agradar bastante aos fãs de aviação militar e de jogos com combates aéreos cinematográficos. A combinação de missões variadas, narrativa, personagens e confrontos intensos ajuda a diferenciar a experiência de outros jogos de ação.

O maior mérito da franquia é manter sua identidade. Em vez de abandonar aquilo que conquistou seus fãs ao longo dos anos, Ace Combat continua apostando em uma fórmula própria, que mistura ação, estratégia e espetáculo.

Ao mesmo tempo, essa identidade pode ser uma barreira para parte do público. Quem não tem paciência para aprender os controles ou não se interessa por combates aéreos talvez não encontre aqui a experiência que procura.

Minha recomendação é simples: se você já gosta de Ace Combat ou sempre quis experimentar um jogo que entregue batalhas aéreas com clima de filme militar, vale ficar de olho nesse lançamento. Se estiver chegando agora à franquia, procure conhecer melhor a jogabilidade antes de investir um valor tão alto.

E aí, meu amigo, você pagaria cerca de R$ 400 em Ace Combat 8 no PlayStation 5 ou prefere esperar uma promoção? Conta nos comentários!

Continue Reading

Análise

Tales of Eternia Remastered: vale a pena jogar hoje em dia?

Agora, o jogo retorna em uma versão remasterizada pela Bandai Namco, trazendo melhorias visuais, recursos de qualidade de vida e uma oportunidade de conhecer essa aventura em plataformas modernas, incluindo o PlayStation 5.

Published

on

By

Quando a gente fala de RPGs clássicos, é impossível não lembrar daqueles jogos que marcaram época com suas histórias envolventes, personagens carismáticos e sistemas de combate que fugiam do tradicional. E é justamente nesse cenário que entra Tales of Eternia Remastered, uma versão atualizada de um dos títulos mais queridos da franquia Tales, originalmente lançado em 2000 no Japão e em 2001 no Ocidente.

Agora, o jogo retorna em uma versão remasterizada pela Bandai Namco, trazendo melhorias visuais, recursos de qualidade de vida e uma oportunidade de conhecer essa aventura em plataformas modernas, incluindo o PlayStation 5.

Mas será que esse RPG ainda consegue conquistar os jogadores de hoje? Depois de conhecer suas principais características, dá para entender por que ele merece a atenção de quem gosta de aventuras em 2D.

Uma aventura clássica que atravessa dois mundos

A história de Tales of Eternia acompanha Reid Hershel, um jovem aventureiro que acaba envolvido em uma jornada muito maior do que poderia imaginar. Ao lado de sua amiga de infância Farah Oersted, ele conhece Meredy, uma garota misteriosa que fala uma língua desconhecida.

A partir desse encontro, o grupo descobre que dois mundos, Inferia e Celestia, estão ameaçados por uma catástrofe conhecida como Grande Queda. Para impedir que os dois mundos entrem em colisão, os protagonistas precisam descobrir a verdade por trás desse acontecimento e buscar o poder necessário para salvar seus habitantes.

É uma premissa que mistura fantasia, mistério e aventura, com espaço para desenvolver os personagens e explorar as relações entre eles. Como acontece em bons JRPGs, a jornada não se resume apenas a derrotar inimigos. Existe todo um universo para conhecer, com culturas diferentes, segredos e conflitos que dão sentido à aventura.

Para quem gosta de histórias de RPGs japoneses, esse é um dos elementos que tornam Tales of Eternia interessante mesmo tantos anos depois de seu lançamento original.

Combate em 2D que lembra um beat ’em up

Um dos maiores diferenciais de Tales of Eternia está no seu sistema de batalha. Em vez de apostar exclusivamente em combates por turnos, o jogo utiliza o Aggressive Linear Motion Battle System, um sistema de combate em tempo real que coloca os personagens em um campo de batalha bidimensional.

Na prática, isso significa que você pode movimentar seu personagem, atacar os adversários, executar técnicas especiais e encadear golpes para criar sequências de ataques. Dependendo da situação, os confrontos podem lembrar um beat ’em up, principalmente pela movimentação lateral e pela necessidade de reagir rapidamente às ações dos inimigos.

Só que existe muito mais estratégia envolvida do que simplesmente apertar os botões de ataque. É necessário compreender as habilidades disponíveis, administrar os recursos do grupo e aproveitar as oportunidades para causar mais dano. Os companheiros também participam das batalhas, tornando importante entender como cada integrante contribui para o combate.

Essa mistura entre ação e elementos tradicionais de RPG faz com que as lutas tenham um ritmo próprio. Para quem está acostumado com jogos de RPG mais recentes, pode ser uma experiência diferente, principalmente por colocar boa parte da ação diretamente nas mãos do jogador.

Pixel art e melhorias visuais que valorizam o clássico

Visualmente, Tales of Eternia Remastered mantém a identidade de um RPG clássico em 2D. Os cenários, os personagens e as animações preservam o charme da pixel art, algo que combina muito bem com a proposta do jogo.

A remasterização procura melhorar a apresentação dessa aventura para os equipamentos atuais, sem abandonar completamente o estilo artístico que tornou o original especial. É justamente essa combinação que pode agradar tanto aos jogadores que conheceram o título no passado quanto àqueles que estão entrando em contato com ele pela primeira vez.

Outro destaque são as cenas em anime, que ajudam a dar mais personalidade à narrativa e reforçam a sensação de estar acompanhando uma aventura de RPG japonês daquela época.

O jogo também permite alternar entre os modos gráficos e os efeitos sonoros remasterizados e originais. Isso é interessante porque oferece duas maneiras de experimentar a aventura: aproveitar as melhorias da nova versão ou recuperar parte da apresentação clássica.

Não estamos falando de uma reformulação completa do jogo, mas de uma atualização que procura respeitar sua identidade enquanto oferece mais opções para os jogadores atuais.

Um RPG dos anos 2000 que não precisa ser complicado

Aqui está um dos pontos mais interessantes dessa versão: a acessibilidade.

Quem já jogou RPGs antigos sabe que muitos títulos daquela época não faziam questão de explicar tudo. Às vezes, era necessário conversar repetidamente com personagens, explorar mapas inteiros ou descobrir sozinho para onde seguir. Embora isso fizesse parte da experiência para muita gente, também podia transformar algumas etapas em momentos frustrantes.

Tales of Eternia Remastered procura tornar essa jornada mais confortável com recursos que ajudam o jogador a entender seus objetivos. Os marcadores de destino podem indicar para onde ir, enquanto as opções de qualidade de vida ajudam a reduzir interrupções desnecessárias durante a exploração.

Isso é especialmente importante para quem nunca teve contato com a franquia Tales ou está começando agora a explorar os JRPGs clássicos.

O jogo preserva sua estrutura tradicional, mas oferece ferramentas para que o jogador não precise perder tanto tempo tentando descobrir o próximo passo. Dessa maneira, fica mais fácil aproveitar a história, conhecer os personagens e se concentrar nas batalhas.

E o melhor é que algumas dessas opções podem ser ajustadas de acordo com a preferência de cada pessoa. Quem gosta de uma experiência mais tradicional pode manter uma abordagem próxima à original, enquanto quem prefere avançar com mais agilidade tem alternativas para facilitar a progressão.

Recursos extras que fazem diferença na jogabilidade

As melhorias não ficam restritas aos gráficos. A remasterização também inclui recursos que modificam a maneira como a aventura pode ser aproveitada.

Entre eles está a possibilidade de ajustar a experiência recebida e a frequência dos encontros com inimigos por meio do recurso Boost. Também é possível desativar os encontros, o que pode ser útil para explorar determinadas áreas sem precisar interromper o caminho constantemente para enfrentar adversários.

Outro recurso interessante é a opção de acelerar as batalhas durante o modo automático, facilitando a passagem por confrontos nos quais o jogador não deseja dedicar tanto tempo.

A versão remasterizada ainda conta com opções como Battle Retry e Quick Recovery, além de níveis de dificuldade adicionais. A dificuldade Extreme pode ser selecionada desde o início, enquanto o modo Unknown é desbloqueado após concluir o jogo.

Esses recursos ajudam a tornar a experiência mais flexível. Quem quer aproveitar cada detalhe da aventura pode jogar com mais calma, enquanto quem prefere uma progressão mais rápida tem ferramentas para reduzir o tempo gasto em encontros e deslocamentos.

É um conjunto de melhorias que demonstra como um RPG antigo pode ser adaptado para os hábitos atuais sem necessariamente abandonar suas características originais.

Vale a pena jogar Tales of Eternia Remastered no PS5?

Na minha opinião, Tales of Eternia Remastered é uma opção que merece a atenção de quem gosta de RPGs em 2D, principalmente pela combinação de pixel art, história de fantasia e batalhas em tempo real.

O sistema de combate é um dos principais motivos para conhecer o jogo, já que oferece uma alternativa aos RPGs tradicionais por turnos. A ambientação também tem seu charme, e a possibilidade de alternar entre a apresentação clássica e a remasterizada ajuda a preservar a identidade do título.

Mas o aspecto que mais chama a atenção é a preocupação em tornar essa aventura mais acessível. Os recursos de orientação, os ajustes nos encontros com inimigos e as opções de velocidade ajudam a reduzir algumas das barreiras que poderiam afastar jogadores menos acostumados com RPGs antigos.

É importante lembrar, porém, que a remasterização mantém a estrutura de um jogo clássico. Quem procura gráficos tridimensionais modernos, combates semelhantes aos RPGs de ação atuais ou uma reformulação completa da jogabilidade precisa ter isso em mente antes de comprar.

Para quem gosta de jogos como Tales of Phantasia, outros títulos clássicos da franquia Tales ou RPGs com uma pegada mais tradicional, essa aventura pode ser uma ótima oportunidade de conhecer uma parte importante da história da série.

Tales of Eternia Remastered vale a pena para quem procura um JRPG clássico, com combate dinâmico em 2D, uma aventura de fantasia e melhorias que tornam a experiência mais confortável nos consoles atuais.

Se você ficou interessado em conhecer esse clássico no PlayStation 5, confira o link de compra que aparece no vídeo.

E não se esqueça de acompanhar o RK Play para mais análises, gameplays e novidades do mundo dos games!

Continue Reading
Advertisement

FAN GAMES do CANAL

RK Play Joga

Facebook

Advertisement

Trending