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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo deo sonic exe invertido aonde a Amy é a Amy exe, no lugar do SOnic.exe

Espero que gostem!


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EPISODIOS SONIC EXE

Playlist https://www.youtube.com/playlist?list=PLnGFuOwAA7IgCkSP_lpMFQyy1FZs-dQDI

Jogos mencionados ensta saga

1 sonic.exe the 3 victims
2 sonic.exe fear of soul
3 amy.exe
4 rouge.exe
5 Leatlo.exe
Extras
1 amy.exe perseguindo outra amy.exe
2 cream.exe morrendo nos espinhos e o chaos Hunter aparece
3 cream.exe encontra sua mãe vanilla

Mais sobre Amy Rose e Amy .exe

Amy Rose (エミー・ローズ, Emī Rōzu?) é uma personagem da série de jogos Sonic The Hedgehog. Ela é uma ouriço-fêmea cor-de-rosa apaixonada por Sonic.

História
Amy se auto-declara namorada de Sonic, porém ela não é correspondida, já que o mesmo vive fugindo dela até hoje. Depois de ter sido capturada por Metal Sonic em Sonic CD, passa a defender-se com o Piko Piko Hammer, um poderoso martelo vermelho com linhas amarelas. Amy tem como melhor amiga Cream The Rabbit. Ela é considerada praticamente como a versão feminina de Sonic e foi por muito tempo a única personagem feminina presente na série, até criarem a Cream, e várias outras como Rouge The Bat, espiã do governo e aliada de Shadow The Hedgehog, Blaze The Cat, uma gata com poderes de fogo de outra dimensão amiga de Silver The Hedgehog em Sonic ’06, e também Marine The Raccoon (melhor amiga da Blaze), e Sticks the Badger, melhor amiga da Amy no universo de Sonic Boom.

Aparência
Em sua primeira aparição em Sonic CD, Amy era idêntica a Sonic, e suas únicas diferenças eram que ela era rosa, seus sapatos eram diferentes dos de Sonic e ela usava uma tiara e o seu vestido. Mas quando foi redesenhada junto com os outros personagens em Sonic Adventure, Amy foi a que mais sofreu mais alterações no seu visual. Depois da modificação, os seus espinhos ficaram para baixo (semelhante aos do Knuckles, mas cobriam toda a cabeça) e a sua roupa também sofreu alterações, e assim como Sonic e os outros personagens, ela ganhou uma íris verde nos olhos.

E aí pessoas, como vocês estão? Espero que estejam muito bem. Hoje irei falar de um jogo que é uma continuação direta daquele Sonic.exe Russo.

Então se ajeita aí que o blog está realmente muito bom.

Antes de mais nada devo confirmar que este jogo que eu vou estar agora neste blog vai ser uma continuação direta, então se você não leu a primeira parte vou deixar o link aqui, leia, curta e depois volta para ler este blog.

Desta vez teremos três novas vítimas nas quais eu falarei um pouco sobre as suas fases e a maneira de salvá-las.

AS PERSONAGENS

AMY ROSE

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Amy Rose é considerada por uma grande parte dos fãs como a namorada do protagonista

CREAM THE RABBIT

A Cream é uma pequena coelha que tem uma boa educação, e como uma criança ela é bem inocente, se tornando uma presa muito fácil.

Mas o estágio dela não é muito complicado por isso você precisa apenas ser teimoso, o jogo vai dar diversas direções para você seguir, e basta simplesmente não seguí – las.

Assim você vai conseguir derrubar a parede de espinhos. Agora sim por uma parte das mais difíceis do jogo.

Tails e Knuckles não irá medir esforços para te cercar e tudo que você precisa fazer é fazer um bater contra o outro.

Mas tome cuidado pois se tiver qualquer tipo de vacilo você morre.

SALLY ACORN

Análise

Vale a pena jogar My Hero Academia all justice agora no Switch 2?

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Vale a pena jogar My Hero Academia no Nintendo Switch 2? Cara, vou te falar que vale sim.

O jogo é praticamente o mesmo que você já conhece nas outras plataformas, mas essa versão para o Switch 2 chega com algumas concessões. Afinal, estamos falando de um lançamento que chegou com cerca de um ano de atraso, então temos algumas diferenças na taxa de FPS e adaptações na resolução.

Mesmo assim, é um porte muito decente. Quando você coloca a versão do Switch 2 lado a lado com as versões de outras plataformas, é difícil encontrar perdas realmente significativas. Para mim, é um dos portes que mais impressionam justamente por conseguir entregar uma experiência muito próxima da versão original.

Na jogabilidade, temos aquele esquema clássico dos jogos de luta de anime da Bandai Namco. Os combates acontecem em arenas completamente circulares, permitindo que você se movimente livremente pelo cenário enquanto tenta encontrar uma abertura para atacar o adversário.

O problema é que o sistema de combate ainda tem algumas limitações. Existem poucas oportunidades para realizar um contra-ataque ou utilizar uma defesa para escapar de determinados combos. Em muitos momentos, quem consegue acertar primeiro acaba levando uma vantagem enorme.

Por outro lado, existe um elemento que faz bastante diferença durante as partidas: a formação da equipe.

Na hora de escolher os personagens, você consegue montar uma composição de time, e isso muda bastante a maneira como cada combate pode acontecer. Escolher bem os personagens e entender como eles funcionam juntos pode ser tão importante quanto dominar os golpes individualmente.

E como estamos falando de um jogo de anime, você já pode imaginar que existe aquele velho problema do meta.

Alguns personagens são simplesmente muito mais apelões do que outros. Normalmente, protagonistas e vilões importantes dos grandes arcos acabam tendo vantagens enormes, então dependendo de quem você escolher, pode acabar entrando diretamente no meta do jogo.

O jogo também tenta fugir um pouco daquela estrutura tradicional de menus. Em vez de simplesmente apresentar uma tela cheia de opções, temos um hub que funciona como uma espécie de área para explorar, substituindo aquele menu convencional de seleção de modos.

O modo história também segue uma estrutura que lembra bastante outros jogos de anime, como os títulos de Naruto. Você escolhe os capítulos e acompanha os acontecimentos da história, mas existe uma diferença interessante: dependendo do personagem escolhido, você pode acompanhar determinados acontecimentos pelo ponto de vista dele.

Isso significa que a experiência não precisa necessariamente seguir uma ordem completamente cronológica. A perspectiva do personagem escolhido pode mudar a forma como você acompanha determinados momentos da história.

No geral, eu não acho que seja um jogo ruim. Muito pelo contrário. Para mim, My Hero Academia é um dos melhores portes que já joguei no Nintendo Switch 2.

Eu já tenho o jogo no PlayStation 5 e, obviamente, aquela versão continua sendo excelente. Mas fiquei bastante surpreso com o resultado no Switch 2. É aquele tipo de porte que você consegue jogar tranquilamente no console da Nintendo sem sentir que está abrindo mão de uma parte enorme da experiência.

O grande problema, pelo menos para nós brasileiros, continua sendo a ausência de português do Brasil.

E isso é algo que eu considero bastante lamentável, principalmente em um jogo baseado em uma franquia de anime tão popular por aqui. Ter uma localização em português ajudaria bastante a tornar a experiência mais acessível para o público brasileiro.

Mas se você estava esperando uma versão para jogar no Switch 2, eu diria que pode ir sem medo.

My Hero Academia no Switch 2 é um porte muito competente, mantém praticamente toda a experiência que já conhecemos e consegue entregar uma versão bastante próxima das plataformas mais poderosas.

Agora só falta a Bandai olhar para o Brasil e lembrar que português também existe.

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Análise

Vale a pena comprar Elden Ring no Switch 2?

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

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Cara, vou te falar uma coisa: se você nunca jogou Elden Ring e está pensando em pegar a versão para o Switch 2, eu acho que vale a pena sim.

Ela custa por volta de R$ 200 e já vem com o jogo completo e a expansão. Mas, para mim, o que realmente chama atenção aqui é a forma como o jogo está rodando no console.

Eu confesso que estava com um certo receio antes de jogar. Afinal, a versão para Switch 2 demorou para receber as otimizações e muita gente ficou preocupada com o desempenho.

Só que, jogando de verdade, a história é bem diferente.

O jogo consegue ficar ali nos 30 FPS na maior parte do tempo e, sendo bem sincero, dá para sentir que existe uma boa estabilidade. Não é aquela experiência em que você fica o tempo inteiro pensando se o jogo vai começar a travar.

É claro que não é perfeito.

Quando aparece uma horda muito grande de inimigos na tela, dá para perceber alguns engasgos. Mas, ao mesmo tempo, é até engraçado porque normalmente isso acontece justamente naqueles momentos em que você já está cercado, com pouca vida e pensando: “agora eu vou morrer”.

Nas lutas contra os chefes, que para mim são uma das partes mais importantes de Elden Ring, o desempenho me surpreendeu bastante. Como muitas dessas batalhas acontecem em arenas mais fechadas, o jogo consegue manter uma performance bem melhor.

E isso é importante porque ninguém quer chegar naquele chefe gigantesco que você está tentando derrotar há meia hora e começar a enfrentar problema de desempenho.

Além disso, estamos falando de Elden Ring completo.

A essência continua aqui. É aquele Soulslike da FromSoftware que exige atenção, que faz você morrer, aprender o padrão dos inimigos e voltar para tentar de novo.

Só que Elden Ring também tem uma pegada muito mais cinematográfica e uma história muito maior. Tem mais cenas, mais personagens e muito mais coisa acontecendo ao seu redor.

E essa versão também traz novas possibilidades para quem gosta de testar classes e estilos diferentes.

Tem opção para quem quer jogar com um personagem completamente pesado, mas também tem uma classe mais leve e focada em mobilidade. Tem até uma opção que combina muito bem com ataques de estocada e combos.

Eu particularmente gostei bastante dessas possibilidades para quem curte um estilo mais físico e agressivo.

Mas, no fim, acho que o grande ponto dessa versão é justamente poder levar Elden Ring para o Switch 2 sem sentir que você está jogando uma versão capada.

Não cortaram conteúdo para fazer o jogo funcionar no console. Você tem a experiência completa e, considerando o tamanho desse jogo, o resultado da otimização ficou muito bom.

Então, se você nunca jogou Elden Ring, eu acho que essa é uma ótima forma de conhecer o jogo.

Agora, se você já tem Elden Ring no PlayStation, Xbox ou PC, aí eu sinceramente não vejo tanto motivo para comprar novamente.

E o principal problema é o cross-save.

Se você já colocou dezenas ou até centenas de horas no jogo em outra plataforma, seria muito bom simplesmente pegar o Switch 2, sincronizar seu progresso e continuar exatamente de onde parou.

Mas isso não acontece.

Então você acaba comprando o jogo novamente para começar praticamente uma nova experiência.

Por isso, minha recomendação fica bem simples: se você nunca jogou Elden Ring, vale muito a pena pegar no Switch 2. Se você já tem em outra plataforma, eu pensaria bastante antes de gastar esses R$ 200 novamente.

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

E para um jogo desse tamanho rodando no Switch 2, cara, ficou muito bom.

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