O final de SONIC Advance | HISTORIA Sonic Advance 3
Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de game boy advance que é a historia de Sonic advance 3 que fecha a trilogia da saga Advance
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O final de SONIC Advance 😂| HISTORIA Sonic Advance 3
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Sonic Advance 3 (ソニックアドバンス3 , Sonikku adobansu 3?) é o terceiro jogo da série Sonic the Hedgehog para Game Boy Advance, que encerra a história do ouriço no console
Enredo
Dr.Eggman divide a Terra em 7 pedaços além de usa Controle Do Caos,Sonic e Tails são separados de Knuckles,Amy, e Cream.Os dois começam a procurar os seus amigos e a fonte do problema (que é a separação das Esmeraldas do Caos ). Mas, como sempre, Eggman está a fazer tudo a partir de dispositivos do Juízo Final e está tentando vencer o Sonic de uma vez por todas. A mais perigosa delas é Gemerl , um robô de combate criado a partir de peças danificadas de Emerl, de Sonic Battle.
Jogabilidade
A jogabilidade é a mesma de Sonic Advance 2, agora com o sistema de duplas. O Boost Mode continua presente no jogo, mas apenas as duplas em que Sonic está presente podem usar esta habilidade. Trata-se de uma explosão de velocidade, que felizmente todos os personagens podem fazer. A habilidade mais útil e necessária para passar alguns trechos das fases é a habilidade Mid Air Trick Attack, trata-se de um movimento realizado no ar utilizando o direcional mais o botão R, com isso seu personagem realizará uma manobra na direção apontada, mas esta habilidade só funciona se seu personagem for arremessado para o alto por uma mola ou por uma rampa ou ainda por pular no fim de um Rail, mas cuidado, pois para realizar esta manobra você deve apertar e soltar rapidamente o botão R, caso contrário ao invés de usar o Air Trick, seu personagem começará a carregar o Tag Action. Agora os personagens falam quando executam esses movimentos, mas apenas algumas duplas podem usar tal habilidade: Sonic/Tails, Tails/Sonic, Cream/Amy e Amy/Cream.
Fases
Route 99
Uma cidade com prédios, robôs, loops e obstáculos por todos os lados, alguns prédios são parecidos com os da cidade de Nova York. É uma fase sem muita dificuldade e com bastante áreas para correr bem rápido.
Sunset Hill
A antiga planície de Sonic 1 volta com um novo visual e uma nova forma, agora tem água em algumas partes, plantas que servem de mola.
Ocean Base
Uma base no fundo do oceano, com caminhos dificultosos,mas surpreendentes, possui também cachoiras de água, canhões de água e canos.
Toy Kingdom
Um enorme parque de diversões, cheio de brinquedos como: foguetes, rodas gigantes, balões e outros, uma fase bem colorida e muito bonita.
Uma fase congelada, o gelo em algumas paredes parecem mais pedras preciosas do que gelo, têm carrinhos de minério e partes alagadas.
Ruinas antigas com armadilhas e robôs de Eggman por todos os lados, de todas as fases esta é a que tem a melhor trilha sonora, em especial a do ato 2, Chaos Angel traduzindo significa anjo do caos, provavelmente pelas iscrições que aparecem nas paredes que parecem hebraico.
NON AGRESSION, para enfrentar o chefe final você precisa ter coletado as sete Esmeraldas do Caos e de equipe o Sonic como líder e Tails como parceiro, Gemerl ataca sonic e se apodera das esmeraldas do caos se transformando numa berração robotica, e depois esta se volta contra seu mestre Eggman atacando-o, e a berração ameaça destruir o mundo, Sonic e Eggman não tem alternativa se não unir forças contra o monstro.
Com as sete esmeraldas do Caos, com Sonic liderando, após a Final Zone, você irá à Non Agression. Eggman será seu parceiro. Você deve segurar o botão R e, quando achar que é a hora certa, atirar no robô, ele abrirá uma espécie de “boca”, acerte-a como Super Sonic, usando o botão B. Faça isso até derrotá-lo
Vale a pena jogar My Hero Academia no Nintendo Switch 2? Cara, vou te falar que vale sim.
O jogo é praticamente o mesmo que você já conhece nas outras plataformas, mas essa versão para o Switch 2 chega com algumas concessões. Afinal, estamos falando de um lançamento que chegou com cerca de um ano de atraso, então temos algumas diferenças na taxa de FPS e adaptações na resolução.
Mesmo assim, é um porte muito decente. Quando você coloca a versão do Switch 2 lado a lado com as versões de outras plataformas, é difícil encontrar perdas realmente significativas. Para mim, é um dos portes que mais impressionam justamente por conseguir entregar uma experiência muito próxima da versão original.
Na jogabilidade, temos aquele esquema clássico dos jogos de luta de anime da Bandai Namco. Os combates acontecem em arenas completamente circulares, permitindo que você se movimente livremente pelo cenário enquanto tenta encontrar uma abertura para atacar o adversário.
O problema é que o sistema de combate ainda tem algumas limitações. Existem poucas oportunidades para realizar um contra-ataque ou utilizar uma defesa para escapar de determinados combos. Em muitos momentos, quem consegue acertar primeiro acaba levando uma vantagem enorme.
Por outro lado, existe um elemento que faz bastante diferença durante as partidas: a formação da equipe.
Na hora de escolher os personagens, você consegue montar uma composição de time, e isso muda bastante a maneira como cada combate pode acontecer. Escolher bem os personagens e entender como eles funcionam juntos pode ser tão importante quanto dominar os golpes individualmente.
E como estamos falando de um jogo de anime, você já pode imaginar que existe aquele velho problema do meta.
Alguns personagens são simplesmente muito mais apelões do que outros. Normalmente, protagonistas e vilões importantes dos grandes arcos acabam tendo vantagens enormes, então dependendo de quem você escolher, pode acabar entrando diretamente no meta do jogo.
O jogo também tenta fugir um pouco daquela estrutura tradicional de menus. Em vez de simplesmente apresentar uma tela cheia de opções, temos um hub que funciona como uma espécie de área para explorar, substituindo aquele menu convencional de seleção de modos.
O modo história também segue uma estrutura que lembra bastante outros jogos de anime, como os títulos de Naruto. Você escolhe os capítulos e acompanha os acontecimentos da história, mas existe uma diferença interessante: dependendo do personagem escolhido, você pode acompanhar determinados acontecimentos pelo ponto de vista dele.
Isso significa que a experiência não precisa necessariamente seguir uma ordem completamente cronológica. A perspectiva do personagem escolhido pode mudar a forma como você acompanha determinados momentos da história.
No geral, eu não acho que seja um jogo ruim. Muito pelo contrário. Para mim, My Hero Academia é um dos melhores portes que já joguei no Nintendo Switch 2.
Eu já tenho o jogo no PlayStation 5 e, obviamente, aquela versão continua sendo excelente. Mas fiquei bastante surpreso com o resultado no Switch 2. É aquele tipo de porte que você consegue jogar tranquilamente no console da Nintendo sem sentir que está abrindo mão de uma parte enorme da experiência.
O grande problema, pelo menos para nós brasileiros, continua sendo a ausência de português do Brasil.
E isso é algo que eu considero bastante lamentável, principalmente em um jogo baseado em uma franquia de anime tão popular por aqui. Ter uma localização em português ajudaria bastante a tornar a experiência mais acessível para o público brasileiro.
Mas se você estava esperando uma versão para jogar no Switch 2, eu diria que pode ir sem medo.
My Hero Academia no Switch 2 é um porte muito competente, mantém praticamente toda a experiência que já conhecemos e consegue entregar uma versão bastante próxima das plataformas mais poderosas.
Agora só falta a Bandai olhar para o Brasil e lembrar que português também existe.
No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.
Cara, vou te falar uma coisa: se você nunca jogou Elden Ring e está pensando em pegar a versão para o Switch 2, eu acho que vale a pena sim.
Ela custa por volta de R$ 200 e já vem com o jogo completo e a expansão. Mas, para mim, o que realmente chama atenção aqui é a forma como o jogo está rodando no console.
Eu confesso que estava com um certo receio antes de jogar. Afinal, a versão para Switch 2 demorou para receber as otimizações e muita gente ficou preocupada com o desempenho.
Só que, jogando de verdade, a história é bem diferente.
O jogo consegue ficar ali nos 30 FPS na maior parte do tempo e, sendo bem sincero, dá para sentir que existe uma boa estabilidade. Não é aquela experiência em que você fica o tempo inteiro pensando se o jogo vai começar a travar.
É claro que não é perfeito.
Quando aparece uma horda muito grande de inimigos na tela, dá para perceber alguns engasgos. Mas, ao mesmo tempo, é até engraçado porque normalmente isso acontece justamente naqueles momentos em que você já está cercado, com pouca vida e pensando: “agora eu vou morrer”.
Nas lutas contra os chefes, que para mim são uma das partes mais importantes de Elden Ring, o desempenho me surpreendeu bastante. Como muitas dessas batalhas acontecem em arenas mais fechadas, o jogo consegue manter uma performance bem melhor.
E isso é importante porque ninguém quer chegar naquele chefe gigantesco que você está tentando derrotar há meia hora e começar a enfrentar problema de desempenho.
Além disso, estamos falando de Elden Ring completo.
A essência continua aqui. É aquele Soulslike da FromSoftware que exige atenção, que faz você morrer, aprender o padrão dos inimigos e voltar para tentar de novo.
Só que Elden Ring também tem uma pegada muito mais cinematográfica e uma história muito maior. Tem mais cenas, mais personagens e muito mais coisa acontecendo ao seu redor.
E essa versão também traz novas possibilidades para quem gosta de testar classes e estilos diferentes.
Tem opção para quem quer jogar com um personagem completamente pesado, mas também tem uma classe mais leve e focada em mobilidade. Tem até uma opção que combina muito bem com ataques de estocada e combos.
Eu particularmente gostei bastante dessas possibilidades para quem curte um estilo mais físico e agressivo.
Mas, no fim, acho que o grande ponto dessa versão é justamente poder levar Elden Ring para o Switch 2 sem sentir que você está jogando uma versão capada.
Não cortaram conteúdo para fazer o jogo funcionar no console. Você tem a experiência completa e, considerando o tamanho desse jogo, o resultado da otimização ficou muito bom.
Então, se você nunca jogou Elden Ring, eu acho que essa é uma ótima forma de conhecer o jogo.
Agora, se você já tem Elden Ring no PlayStation, Xbox ou PC, aí eu sinceramente não vejo tanto motivo para comprar novamente.
E o principal problema é o cross-save.
Se você já colocou dezenas ou até centenas de horas no jogo em outra plataforma, seria muito bom simplesmente pegar o Switch 2, sincronizar seu progresso e continuar exatamente de onde parou.
Mas isso não acontece.
Então você acaba comprando o jogo novamente para começar praticamente uma nova experiência.
Por isso, minha recomendação fica bem simples: se você nunca jogou Elden Ring, vale muito a pena pegar no Switch 2. Se você já tem em outra plataforma, eu pensaria bastante antes de gastar esses R$ 200 novamente.
No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.
E para um jogo desse tamanho rodando no Switch 2, cara, ficou muito bom.
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