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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de fan chamado Sonic World, que é um jogo que deixa colocar varios personagens juntos em um unico jogo, fazendo dele um jogo quase infinito neste Sonic Fan game

FINAL do SONICVERSO no SONIC WORLD 😱| SONICVERSO

baixe sua fan game aqui https://rkplay.com.br/fangame

Espero que gostem!


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Fan games do SONIC

Mais SOBRE o Sonic World

Personagens mencionados

Zero
Megaman
Mario
Luigi
Sonic
Sonic mania
Sonic saturn
sonic 3d
sonic adventure
tails
miles
knuckles
uganda knuckles
SAnic
Sally
President
Sonic

Tails

Knuckels

Amy

Shadow

Rouge

Omega

Espio

Charmy

Vector

Big

Cream

Silver

Blaze

Marine

Mighty

Ray (sega sonic- arcades)

Fang (Sonic fighters- arcades)

Bean (Sonic fighters-arcades)

Bark (Sonic fighters-arcades)

Chaos (Sonic adventure-dreamcast)

Tikal (Sonic adventure-dreamcast)

Jet (Sonic riders-ps2)

Wave (Sonic riders-ps2)

Storm (Sonic riders-ps2)

Tiara (Sonic extreme-cancelado)

Shade (Sonic Chronicles-ds)

Honey (Sonic fighters-arcades)

MEPHILES (Sonic 06-xbox 360)

102-gamma (Sonic adventure-dreamcast)

Emerl (Sonic battle-GBA)

Metal Sonic (CD version)

Tails Doll (Sonic R-saturn)

Metal knuckels (Sonic R-saturn)

Heavy and bomb (knuckels chaotix-32x)

esses são os personagens que temos em Sonic world :v e todos tem características distintas em jogabilidades

Sonic World é um jogo 3D do Sonic the Hedgehog Fan, é baseado no seu antecessor BlitzSonic Heroes e ainda está em desenvolvimento. Lançado pela primeira vez por “Ozcrash” com a ajuda de “Nibroc.Rock”, “3DSawnikku” e “Syphyous” para Sonic Amateur Games Expo de 2014, e foi o jogo Sonic Fan mais amado de 2014, o lançamento mais recente do jogo público é R9.

Recursos
Mais de 20 personagens jogáveis, incluindo alguns não vistos em anos.
Niveis diferentes.
Diferentes tipos de missões.
Menu detalhado e animado, com diferentes temas.
Jardim Chao.
Novos armários para câmeras.
Nova física da água
Rotação de came automatizada semelhante a console.
Atualizações visuais.
Sonic 3 / Heroes como configurações de parceiros.
Sonic 3 Shields.
Caracteres desbloqueáveis.
Sistema de ligação de chave semelhante a um terremoto.
Super transformações.
Habilidades únicas para cada personagem.
Muitos novos objetos inspirados em vários jogos sônicos.
Estágios especiais baseados em Sonic 2 / Heroes.

JOGABILIDADES

como eu disse esse jogo tem várias habilidades mas vamos dizer apenas algumas já como existe a habilidade principal de um personagem mas existe outro que só tem um poder diferente variando do poder original então vamos lá

Sonic World Fan Game está sendo saudado como um dos melhores jogos de fãs de Sonic the Hedgehog ao redor. Com seus gráficos coloridos em 3D e paisagens diversas para explorar, isso leva a diversão a um nível inteiro e também dá aos jogadores a chance de assumir o papel de criador.

Junte-se ao Sonic the Hedgehog e seus amigos
A gangue completa tem sido amorosa recriada e simplesmente explodiu na tela. Enquanto uma série de cenas já estão disponíveis para que os jogadores explorem esta versão também vem completo com um modo de editor especial para permitir que os jogadores se divirtam criando e compartilhando suas próprias cenas para que os personagens explorem. No entanto, deve notar-se que o Sonic World Fan Game não é um dos jogos originais e, como resultado, o escopo e o jogo em si são bastante limitad

Análise

Vale a pena jogar My Hero Academia all justice agora no Switch 2?

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Vale a pena jogar My Hero Academia no Nintendo Switch 2? Cara, vou te falar que vale sim.

O jogo é praticamente o mesmo que você já conhece nas outras plataformas, mas essa versão para o Switch 2 chega com algumas concessões. Afinal, estamos falando de um lançamento que chegou com cerca de um ano de atraso, então temos algumas diferenças na taxa de FPS e adaptações na resolução.

Mesmo assim, é um porte muito decente. Quando você coloca a versão do Switch 2 lado a lado com as versões de outras plataformas, é difícil encontrar perdas realmente significativas. Para mim, é um dos portes que mais impressionam justamente por conseguir entregar uma experiência muito próxima da versão original.

Na jogabilidade, temos aquele esquema clássico dos jogos de luta de anime da Bandai Namco. Os combates acontecem em arenas completamente circulares, permitindo que você se movimente livremente pelo cenário enquanto tenta encontrar uma abertura para atacar o adversário.

O problema é que o sistema de combate ainda tem algumas limitações. Existem poucas oportunidades para realizar um contra-ataque ou utilizar uma defesa para escapar de determinados combos. Em muitos momentos, quem consegue acertar primeiro acaba levando uma vantagem enorme.

Por outro lado, existe um elemento que faz bastante diferença durante as partidas: a formação da equipe.

Na hora de escolher os personagens, você consegue montar uma composição de time, e isso muda bastante a maneira como cada combate pode acontecer. Escolher bem os personagens e entender como eles funcionam juntos pode ser tão importante quanto dominar os golpes individualmente.

E como estamos falando de um jogo de anime, você já pode imaginar que existe aquele velho problema do meta.

Alguns personagens são simplesmente muito mais apelões do que outros. Normalmente, protagonistas e vilões importantes dos grandes arcos acabam tendo vantagens enormes, então dependendo de quem você escolher, pode acabar entrando diretamente no meta do jogo.

O jogo também tenta fugir um pouco daquela estrutura tradicional de menus. Em vez de simplesmente apresentar uma tela cheia de opções, temos um hub que funciona como uma espécie de área para explorar, substituindo aquele menu convencional de seleção de modos.

O modo história também segue uma estrutura que lembra bastante outros jogos de anime, como os títulos de Naruto. Você escolhe os capítulos e acompanha os acontecimentos da história, mas existe uma diferença interessante: dependendo do personagem escolhido, você pode acompanhar determinados acontecimentos pelo ponto de vista dele.

Isso significa que a experiência não precisa necessariamente seguir uma ordem completamente cronológica. A perspectiva do personagem escolhido pode mudar a forma como você acompanha determinados momentos da história.

No geral, eu não acho que seja um jogo ruim. Muito pelo contrário. Para mim, My Hero Academia é um dos melhores portes que já joguei no Nintendo Switch 2.

Eu já tenho o jogo no PlayStation 5 e, obviamente, aquela versão continua sendo excelente. Mas fiquei bastante surpreso com o resultado no Switch 2. É aquele tipo de porte que você consegue jogar tranquilamente no console da Nintendo sem sentir que está abrindo mão de uma parte enorme da experiência.

O grande problema, pelo menos para nós brasileiros, continua sendo a ausência de português do Brasil.

E isso é algo que eu considero bastante lamentável, principalmente em um jogo baseado em uma franquia de anime tão popular por aqui. Ter uma localização em português ajudaria bastante a tornar a experiência mais acessível para o público brasileiro.

Mas se você estava esperando uma versão para jogar no Switch 2, eu diria que pode ir sem medo.

My Hero Academia no Switch 2 é um porte muito competente, mantém praticamente toda a experiência que já conhecemos e consegue entregar uma versão bastante próxima das plataformas mais poderosas.

Agora só falta a Bandai olhar para o Brasil e lembrar que português também existe.

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Análise

Vale a pena comprar Elden Ring no Switch 2?

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

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Cara, vou te falar uma coisa: se você nunca jogou Elden Ring e está pensando em pegar a versão para o Switch 2, eu acho que vale a pena sim.

Ela custa por volta de R$ 200 e já vem com o jogo completo e a expansão. Mas, para mim, o que realmente chama atenção aqui é a forma como o jogo está rodando no console.

Eu confesso que estava com um certo receio antes de jogar. Afinal, a versão para Switch 2 demorou para receber as otimizações e muita gente ficou preocupada com o desempenho.

Só que, jogando de verdade, a história é bem diferente.

O jogo consegue ficar ali nos 30 FPS na maior parte do tempo e, sendo bem sincero, dá para sentir que existe uma boa estabilidade. Não é aquela experiência em que você fica o tempo inteiro pensando se o jogo vai começar a travar.

É claro que não é perfeito.

Quando aparece uma horda muito grande de inimigos na tela, dá para perceber alguns engasgos. Mas, ao mesmo tempo, é até engraçado porque normalmente isso acontece justamente naqueles momentos em que você já está cercado, com pouca vida e pensando: “agora eu vou morrer”.

Nas lutas contra os chefes, que para mim são uma das partes mais importantes de Elden Ring, o desempenho me surpreendeu bastante. Como muitas dessas batalhas acontecem em arenas mais fechadas, o jogo consegue manter uma performance bem melhor.

E isso é importante porque ninguém quer chegar naquele chefe gigantesco que você está tentando derrotar há meia hora e começar a enfrentar problema de desempenho.

Além disso, estamos falando de Elden Ring completo.

A essência continua aqui. É aquele Soulslike da FromSoftware que exige atenção, que faz você morrer, aprender o padrão dos inimigos e voltar para tentar de novo.

Só que Elden Ring também tem uma pegada muito mais cinematográfica e uma história muito maior. Tem mais cenas, mais personagens e muito mais coisa acontecendo ao seu redor.

E essa versão também traz novas possibilidades para quem gosta de testar classes e estilos diferentes.

Tem opção para quem quer jogar com um personagem completamente pesado, mas também tem uma classe mais leve e focada em mobilidade. Tem até uma opção que combina muito bem com ataques de estocada e combos.

Eu particularmente gostei bastante dessas possibilidades para quem curte um estilo mais físico e agressivo.

Mas, no fim, acho que o grande ponto dessa versão é justamente poder levar Elden Ring para o Switch 2 sem sentir que você está jogando uma versão capada.

Não cortaram conteúdo para fazer o jogo funcionar no console. Você tem a experiência completa e, considerando o tamanho desse jogo, o resultado da otimização ficou muito bom.

Então, se você nunca jogou Elden Ring, eu acho que essa é uma ótima forma de conhecer o jogo.

Agora, se você já tem Elden Ring no PlayStation, Xbox ou PC, aí eu sinceramente não vejo tanto motivo para comprar novamente.

E o principal problema é o cross-save.

Se você já colocou dezenas ou até centenas de horas no jogo em outra plataforma, seria muito bom simplesmente pegar o Switch 2, sincronizar seu progresso e continuar exatamente de onde parou.

Mas isso não acontece.

Então você acaba comprando o jogo novamente para começar praticamente uma nova experiência.

Por isso, minha recomendação fica bem simples: se você nunca jogou Elden Ring, vale muito a pena pegar no Switch 2. Se você já tem em outra plataforma, eu pensaria bastante antes de gastar esses R$ 200 novamente.

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

E para um jogo desse tamanho rodando no Switch 2, cara, ficou muito bom.

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