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Olá pessoal! 👋 Hoje vamos falar sobre um herói icônico da Marvel que não só conquistou as telonas, mas também deu o ar da sua graça nos videogames. Estou falando do Capitão América, o primeiro Vingador, cuja trajetória vai além dos filmes que todos conhecemos.

O primeiro jogo do Capitão América veio logo após as aventuras de Thor e Homem de Ferro, todos conectados no crescente universo dos filmes da Marvel. Distribuído pela Sega, o jogo explorou diversas mecânicas presentes nos títulos anteriores, buscando criar uma experiência única. No entanto, como veremos, o Capitão América trouxe algo diferente para a mesa.

O jogo foi lançado para Xbox 360, PlayStation 3 e até mesmo para o revolucionário Nintendo Wii, aproveitando as funcionalidades do sensor de movimento. A narrativa do jogo, como era de se esperar, refletiu eventos do primeiro filme, com o Capitão enfrentando a Hidra por toda a Europa.

A história do Capitão América remonta à Segunda Guerra Mundial, uma época em que a Marvel buscava criar quadrinhos patrióticos em meio ao conflito. Steve Rogers, o Capitão, tornou-se o primeiro super soldado graças a um soro experimental. Ao longo dos anos, sua história evoluiu, enfrentando inimigos como a Hidra, uma organização terrorista que permeia o universo do Capitão América.

O jogo, embora curto, buscou trazer uma experiência de combate corpo a corpo única, inspirada nos jogos da série Batman: Arkham. O Capitão América, com sua força sobre-humana e habilidades acrobáticas, proporcionou aos jogadores uma visão diferente do universo Marvel nos videogames.

Apesar de seguir a trama do filme, o jogo introduziu personagens não presentes nas telonas, como Madame Hidra e Barão Von Strucker, ampliando o escopo da narrativa e oferecendo novos desafios ao Capitão América.

Com uma jogabilidade centrada no combate físico e o uso estratégico do icônico escudo, o Capitão América enfrenta vilões, desafia as experiências de Arn Zola e luta contra o Caveira Vermelha. O enredo se desenrola com reviravoltas surpreendentes, mantendo os jogadores envolvidos do início ao fim.

Apesar de algumas críticas, como a inclusão do selo 3D em uma era em que essa tecnologia estava em declínio, o jogo conseguiu capturar a essência do herói e oferecer uma experiência única aos fãs.

E assim, a história do Capitão América nos videogames se entrelaça com a rica mitologia que o cerca nos quadrinhos e filmes. Este jogo pode não ter alcançado o mesmo destaque que outros títulos, mas certamente deixou sua marca na jornada do Capitão América no mundo dos games.

E você, já teve a chance de experimentar a aventura do Capitão América nos videogames? Conta pra gente nos comentários! 🎮 #CapitaoAmerica #MarvelGames #HeróisNosGames

Análise

Street Racer: a coletânea que revive o kart clássico em todos os consoles

Street Racer ganhou uma coletânea esta semana: versões de Super Nintendo, Mega Drive, Game Boy e até a curiosa versão de MS-DOS reunidas para você revisitar esse kart retrô cheio de personagens malucos.

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Street Racer ganhou uma coletânea esta semana: versões de Super Nintendo, Mega Drive, Game Boy e até a curiosa versão de MS-DOS reunidas para você revisitar esse kart retrô cheio de personagens malucos.

Vamos falar de jogo velho, cara, mas que voltou com tudo.

Nesta semana foi lançada uma coletânea do Street Racer, aquele jogo de corrida com vibração de Mario Kart que rodou em praticamente tudo na era dos consoles clássicos. Se você não conhece, prepare-se: é um kart com jogabilidade simples, personagens bem aleatórios e aquele charme retrô que só os jogos dos anos 90 tinham.

O lançamento reúne versões clássicas Super Nintendo, Mega Drive, Game Boy (sim, existiu uma!) e até uma versão de MS-DOS, tudo em um único pacote. Então, se você gosta de nostalgia ou quer só fugir dos karts modernos por algumas horas, essa coletânea é um prato cheio.

O que achei (minha opinião rápida)

O elenco é uma das partes mais divertidas: tem personagem pra todo gosto, inclusive um sogro do Aladdin que eu adoro jogar. Ele é meio agressivo nas colisões e dá umas batidas laterais que atrapalham geral. Essas diferenças entre personagens deixam cada corrida imprevisível e é isso que dá graça ao jogo.

Por que vale a pena testar

  • Variedade de versões: jogar a mesma corrida em SNES vs Mega Drive vs Game Boy tem aquele apelo histórico e vale ver como cada console tentou adaptar o título.
  • Pick-up and play: controles simples e partidas rápidas, perfeito para jogar com amigos ou num stream descontraído.
  • Colecionismo e nostalgia: se você curte retro gaming, ter todas essas versões em um só lugar é ótimo para comparar e guardar.

Minhas dicas rápidas

  1. Experimente personagens diferentes, cada um tem um estilo que pode mudar seu jeito de correr.
  2. Use as colisões a seu favor, alguns personagens tiram vantagem nas batidas laterais.
  3. Se for jogar com amigos, escolha pistas curtas para manter a bagunça divertida.

Street Racer na coletânea é aquele tipo de lançamento que respeita o público retrô e ainda diverte quem só quer jogar algo simples e competitivo. Não é a experiência polida dos karts modernos e nem precisa ser. É diversão pura com cheiro de cartucho.

Curtiu? Conta aí: qual versão você acha que vai ser a melhor, SNES, Mega Drive ou a surpreendente versão de Game Boy?

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Análise

TERRIFIER ARCADE GAME — UM MOTIVO POR QUE OS FILMES NÃO DEVEM VIRAR JOGOS

Cara, eu preciso ser sincero com vocês: Terrifier Arcade Game é um dos piores jogos que eu joguei recentemente. Eu recebi a chave do game, dei aquela chance de boa vontade… e olha, não rolou.

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Cara, eu preciso ser sincero com vocês: Terrifier Arcade Game é um dos piores jogos que eu joguei recentemente. Eu recebi a chave do game, dei aquela chance de boa vontade… e olha, não rolou.

O jogo é baseado na série de filmes Terrifier, que eu nem conheço muito bem. Só vi alguns memes, uns gifs perdidos pela internet, e nunca parei pra assistir os filmes. Mas até aí, tudo bem jogo licenciado não precisa de conhecimento prévio pra ser divertido. O problema aqui é outro.

A proposta do game tenta surfar naquela vibe retrô estilizado, igual ao clássico do Scott Pilgrim, e honestamente? No papel, isso até funciona. A estética combina e poderia render algo muito divertido. Poderia.

O problema é que o jogo é simplesmente chato. A gameplay não engaja, as fases não empolgam e, pra piorar, você passa o tempo inteiro enfrentando gente inocente: policial, velhinha, civil aleatório… pessoas que, num filme de terror, seriam vítimas, e não inimigos de um beat ‘em up. Dá pra entender que eles quiseram fazer uma sátira, mas… cara, não ficou legal.

No fim das contas, parece um daqueles jogos com boa intenção, mas execução bem fraca. Se a ideia era ser um “Scott Pilgrim versão terror”, faltou ritmo, faltou personalidade e, principalmente, faltou diversão.

Terrifier Arcade Game tinha potencial, mas vacilou feio.

Se você curte o gênero, vá no Scott Pilgrim que é sucesso garantido.

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