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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos conversar sobre esse novo trailer do novo desenho de megaman

Espero que gostem!

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EPISODIOS EM ORDEM DA TIME LINE DA SÈRIE

Megaman Unlimited https://youtu.be/3hsy06ERCOo

Megaman X4 https://youtu.be/RpNBxSyVuWw
Megaman X7 https://youtu.be/y2ERYV6Lf0w
Mega man X8 https://youtu.be/TXk-5ntuaJA

Megaman Zero 1 https://youtu.be/NTl5jFXdS_I
Megaman Zero 2 https://youtu.be/gdgpd6_WH1c
Megaman Zero 3 https://youtu.be/_nnO2XlM5CU%5D
Megaman Zero 4 : https://youtu.be/f5VQTQWhcXw

MEGA MAN ZERO COMPLETO https://youtu.be/Urisv60qbVY

Megaman ZX https://youtu.be/Vc1YzInxzRo
MEgaman ZX ADVENT https://youtu.be/nW1DEuQtveI

MEGA MAN ZX COMPLETO https://youtu.be/Urisv60qbVY

Megaman Legends https://youtu.be/jkI8ULtiSrw

Megaman Battle Network Tranmission https://youtu.be/EGeXoOmyCBA

SPIN OFF megaman https://youtu.be/uT8GXK_f7w4

Está aqui – a primeira filmagem de Mega Man: Fully Charged estreou na Comic-Con. Confira o trailer da novíssima série animada acima.

Relatórios da Entertainment Weekly, “Todos os 10 episódios * de Mega Man: Fully Charged serão lançados no aplicativo oficial Cartoon Network (atualmente uma das plataformas de conteúdo mais populares para crianças nos EUA) e em várias plataformas de streaming sob demanda e na sexta-feira, 3 de agosto. Os mesmos 10 episódios começarão a ser transmitidos semanalmente todos os domingos, a partir das 6:30 am ET / PT, no dia 5 de agosto. ”

* Nota: Foi confirmado anteriormente que há 52 episódios de 11 minutos. Isso pode ser um erro da parte da EW.

Além do lançamento da série no Cartoon Network, trailers de episódios estarão disponíveis na WildBrain, rede infantil do YouTube baseada em YouTube da DHX Media. Um Mega Man: Fully Charged-dedicado canal do YouTube é esperado para lançar amanhã com clipes e previews para os próximos episódios.

Fique ligado para mais novidades e algumas características exclusivas revelam!

Na série, dois gênios da robótica, Dr. Albert Wily e Dr. Thomas Light, criam uma nova geração de robôs superior a quaisquer outros já criados (Robot Masters). Então, Wily, ex-sócio de Dr. Light (criador de Mega Man), vendo o incrível potencial dos robôs, começa a imaginar que, com eles sob seu comando, poderia ter um enorme poder nas mãos. Ao compartilhar seus planos de domínio com Light e ter retorno negativo, rouba seu projeto inicial, Protoman (Blues, no original japonês), para servi-lo, junto com outros robôs.

Dr. Light, então, cria Rock, um robô ajudante de laboratório e Roll, uma ajudante doméstica, . Quando Wily resolve usar os Robôs para cometer terrorismo, Rock não entende por quê seus irmãos estariam cometendo tais barbaridades e pede para Dr. Thomas Light torná-lo num robô de batalha para deter Wily. Surge então Mega Man, o robô azul que sempre estraga os planos malignos de Wily.

Os dois primeiros parágrafos são um resumo das histórias de cada jogo, somente lançados para o console NES (Mega Man 1 – 6).

Algum tempo depois, Dr. Light cria um novo robô chamado X. X era um robô muito forte, e por isso ele tinha capacidade para desrespeitar as 3 leis da robótica. Com medo, Dr. Light resolve deixar X armazenado em uma cápsula para que no futuro a humanidade tenha melhor controle sobre os robôs. Por isso, essa criação só é despertada um século depois pelo explorador Dr. Cain. A tecnologia de X era avançada mesmo para aquela época e deu origem a um novo tipo de robôs chamados reploids. Alguns reploids, porém, revoltaram-se contra a humanidade, eles foram chamados de Mavericks. Cabe a X e aos Maverick Hunters, (caçadores de Mavericks) parar essa ameaça. O novo vilão da série é Sigma.

Em Mega Man Zero, o jogo muda: X (o original) está desaparecido e sua cópia perfeita controla uma cidade onde a paz é mantida à força. Ciel, a líder dos rebeldes, lidera uma expedição para encontrar o lendário Reploid, Zero. Encontrado em estado de animação suspensa, Zero é trazido de volta à vida por Ciel e logo em seguida une-se a ela e à Resistência contra o Copy X. Zero também se depara com os 4 guardiões: Harpuia, Leviathan, Fefnir e Phantom.

Análise

Yoshi and the Mysterious Book mostra o lado mais criativo e infantil da Nintendo

A velha magia da Nintendo em fazer jogos classicos que até os adultos adoram

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Os jogos do Yoshi sempre foram diferentes dentro do universo do Mario. Enquanto a franquia principal aposta em ação, velocidade e desafio, os títulos estrelados pelo dinossauro verde seguem um caminho mais calmo, criativo e até experimental. E é exatamente isso que acontece em Yoshi and the Mysterious Book, um jogo que parece ter sido feito para apresentar videogames para crianças, mas que ao mesmo tempo entrega ideias extremamente criativas em gameplay, visual e construção de fases.

A história começa com Bowser Jr. encontrando um livro misterioso capaz de ganhar vida própria. Ao investigar uma lenda sobre uma criatura mística, ele acaba sendo sugado para dentro do livro e perdido em uma versão viva da Yoshi’s Island. A partir daí, Yoshi entra nessa aventura para descobrir os mistérios do tal Enigman, uma entidade que transforma capítulos em mundos vivos cheios de puzzles, criaturas estranhas e referências clássicas ao universo Nintendo.

O grande diferencial do jogo está justamente na sua proposta. Aqui praticamente não existe punição. Yoshi quase não morre, chefes funcionam como quebra-cabeças e toda a experiência parece construída para evitar frustração. Em vez de focar em combate, o jogo aposta em exploração, pequenas missões e mecânicas diferentes em cada fase.

As montarias são o coração da gameplay. Dependendo da criatura carregada nas costas, Yoshi ganha habilidades completamente diferentes. Algumas fazem flores desabrocharem, outras criam bolhas, produzem raios ou ajudam a resolver puzzles ambientais. Cada fase apresenta novas ideias constantemente, quase como se cada capítulo fosse um experimento próprio da Nintendo.

O visual também chama atenção. O jogo mistura gráficos 2D com texturas que lembram papel, livros infantis e artesanato, criando uma identidade muito diferente dos jogos tradicionais do Mario. É exatamente aquele tipo de direção artística que faz Yoshi parecer uma franquia separada dentro da Nintendo.

Mesmo sendo extremamente infantil, o jogo surpreende pela criatividade. Existem fases musicais, puzzles usando dentes-de-leão, criaturas que funcionam como guarda-chuvas, nuvens vivas que mudam o clima e até momentos que lembram Kirby ou Paper Mario. Tudo isso acompanhado de várias referências ao clássico Yoshi’s Island e possíveis conexões curiosas com a lore do universo Mario.

No final das contas, Yoshi and the Mysterious Book não é um jogo feito para quem procura desafio hardcore ou plataformas intensas. Ele funciona muito melhor como uma aventura relaxante, criativa e acessível, especialmente para crianças ou jogadores que cresceram com carinho pelos jogos do Yoshi. É aquele tipo de experiência simples, mas cheia de personalidade, que mostra como a Nintendo ainda consegue experimentar ideias diferentes dentro das suas franquias clássicas.

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Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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