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Finalmente tenho em mãos o Anbernic RG351XX Plus, um dos melhores videogames chineses para quem deseja rodar jogos antigos até os mais poderosos da era 32 bits. Além disso, ele ainda roda alguns jogos do PSP e pode ser conectado a uma televisão, tudo isso por menos de R$ 400. Claro, para muitas pessoas, este é o melhor de todos, mas vou te dizer: depende muito do caso. Vamos analisar mais detalhadamente este aparelho.

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Primeiras Impressões e Especificações

Eu estava muito ansioso para testar este aparelho há muito tempo. O Anbernic RG351XX Plus vem com uma saída HDMI, uma bateria que durou cerca de 3 horas para mim (dependendo do jogo), e suporte a emuladores de diversos consoles clássicos, como Game Boy, Game Boy Advance e Game Gear.

Alguns emuladores já vêm configurados pela própria Anbernic, mas você pode adicionar outros via RetroArch. Apesar de ter um pouco de receio em configurá-lo, devido a relatos de usuários que mencionam a possibilidade de instalar outros sistemas operacionais, ele oferece uma grande flexibilidade em termos de compatibilidade de jogos.


Controle e Jogabilidade

O controle do Anbernic RG351XX Plus é semelhante ao do PlayStation 1, sem os analógicos, o que pode ser uma limitação para jogos 3D. Por exemplo, jogos do Nintendo 64 podem não ter uma performance ideal neste console. Jogos do PSP que exigem o uso do analógico também podem não rodar bem. No entanto, os jogos 2D são o grande diferencial deste aparelho, proporcionando uma excelente experiência de jogabilidade.


Tela e Resolução

Uma das maiores reclamações sobre este aparelho é a questão da tela. Quando conectado a uma TV, ele não oferece suporte para a proporção 4:3, esticando tudo para widescreen. Isso pode ser corrigido ajustando as configurações da TV para 4:3, mas não é uma solução perfeita. A resolução na TV é de 720p, o que é suficiente para jogos retrô, mas não espere uma resolução muito alta.


Desempenho e Emulação

O Anbernic RG351XX Plus suporta uma ampla gama de emuladores, incluindo PSP, Super Nintendo, Mega Drive, Master System e arcades. No entanto, jogos mais pesados do PSP, como God of War, podem ter problemas de desempenho e travamentos. Jogos 2D do PSP, como Mega Man Maverick Hunter, rodam sem problemas.

O console é ótimo para jogos de luta e arcades, rodando títulos como Street Fighter 3 e The King of Fighters 2002 sem problemas. Emuladores de consoles mais antigos, como Super Nintendo e Mega Drive, também têm uma excelente performance.


Conclusão: Vale a Pena?

O Anbernic RG351XX Plus custa cerca de R$ 313 no site oficial, o que é um ótimo preço considerando que ele já vem com um cartão de 64 GB recheado de jogos. Apesar de não ter Bluetooth ou Wi-Fi, o que impede o uso de controles externos e a ativação de conquistas do RetroAchievements, ele ainda é uma excelente opção para quem quer um console portátil para jogar jogos 2D e alguns 3D.

Se você está procurando um presente de aniversário para um amigo nerd ou quer reviver os jogos antigos de sua infância, o Anbernic RG351XX Plus é uma ótima escolha. E comparado ao preço de jogos de PS5 ou Nintendo Switch no Brasil, ele é uma opção muito mais acessível.


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Análise

Fire Emblem: Fortune’s Wave – Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

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Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

O jogo é simplesmente lindo. Os gráficos em estilo anime são impressionantes, as animações são muito bem produzidas e existe uma grande preocupação em desenvolver a relação entre os personagens enquanto a história avança.

E é justamente aí que aparece um problema enorme para o público brasileiro: o jogo não possui localização para português.

Quando penso em recomendar esse jogo para a galera que acompanha o RK Play, essa é uma das primeiras coisas que passam pela minha cabeça. Estamos falando de um jogo focado em história, personagens, diálogos e construção de um universo medieval. Ou seja, entender o que está acontecendo não é apenas um detalhe.

Você pode até saber inglês e conseguir jogar tranquilamente. Mas muita gente no Brasil não domina o idioma. E isso não significa falta de interesse em videogames. Muitas pessoas simplesmente nunca tiveram a oportunidade de aprender inglês de forma suficiente para acompanhar um jogo com centenas de diálogos.

E existe outro ponto importante: você pode saber inglês, mas seus amigos, familiares ou outras pessoas que poderiam conhecer esse jogo talvez não saibam.

Isso acaba criando uma barreira enorme.

Eu já falei aqui no perfil sobre esse jogo e, sinceramente, é um título que eu facilmente consigo recomendar para muita gente. Ele tem uma proposta muito interessante, visual impressionante, combate estratégico, exploração e muitas horas de conteúdo.

Só que, para quem não entende inglês, a experiência pode ficar bastante prejudicada.

E o pior é que você não está apenas deixando de entender algumas frases. Você pode acabar perdendo justamente uma das partes mais importantes da experiência: a história e a relação entre os personagens.

Eu sei que qualquer pessoa pode começar a aprender inglês a qualquer momento. Também sei que existem escolas bilíngues e pessoas que têm contato com o idioma desde cedo.

Mas estamos falando do Brasil.

Uma localização em português não seria apenas uma comodidade. Para muita gente, ela seria a diferença entre conseguir aproveitar completamente o jogo ou simplesmente deixar passar.

Por isso fica a pergunta: uma tradução para português poderia fazer esse jogo alcançar muito mais jogadores no Brasil?

Na minha opinião, quando um jogo depende tanto de narrativa e diálogo, a localização faz uma diferença enorme na possibilidade de ele conquistar um novo público.

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Análise

Core Keeper: o Minecraft subterrâneo que já conquistou milhões que testei no Switch 2

E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

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E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

Em Core Keeper, você praticamente começa do zero. A aventura começa dentro de cavernas, onde é necessário coletar recursos, criar ferramentas, construir sua base e começar a explorar tudo o que existe ao seu redor.

Conforme você avança, novos equipamentos, armas e ferramentas são desbloqueados, permitindo acessar regiões que antes estavam completamente fora do seu alcance. E é justamente aí que o jogo começa a mostrar toda a sua força.

Uma das coisas mais interessantes é a sensação constante de descoberta. Como o mundo possui elementos gerados proceduralmente, cada exploração pode revelar uma nova região, inimigos diferentes, recursos inesperados e até chefes gigantescos.

E se jogar sozinho já é divertido, a experiência fica ainda mais interessante no multiplayer. Core Keeper permite reunir até oito jogadores, tornando a exploração das cavernas, a construção da base e os combates contra chefes muito mais caóticos e divertidos.

Eu também tive a oportunidade de jogar algumas horas da versão de Nintendo Switch 2, que recebeu um upgrade para aproveitar melhor o novo hardware. A experiência portátil acaba ficando mais confortável, permitindo levar toda essa aventura subterrânea para qualquer lugar.

E vou falar uma coisa: mesmo depois de algumas horas, eu ainda estava meio perdido no começo. E isso é um elogio. Core Keeper tem uma quantidade enorme de coisas para descobrir e vai muito além de simplesmente explorar cavernas e construir uma base.

Se você gosta de Minecraft, Stardew Valley ou até mesmo daqueles clássicos Zeldas 2D, existe uma grande chance de você encontrar algo muito interessante aqui.

Para mim, Core Keeper foi uma bela surpresa. É aquele tipo de jogo que começa parecendo simples, mas quanto mais você joga, mais percebe que existe uma aventura gigantesca escondida debaixo da terra.

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