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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo que mostra a aventura do FILHO do Sonic que tem Amy como Mãe

JOGO do FILHO do SONIC 😍| Historia Sonic Jr
Espero que gostem!


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HISTORIA DE FAN GAMES SONIC

Playlist

Mais sobre Sonic Jr

Sonic the Hedgehog Jr. é um suposto título para o Sega Pico que nunca foi desenvolvido. Assim como Ecco Jr. estrelou uma versão mais nova de Ecco the Dolphin, Sonic Jr. estrelou um Sonic o ouriço mais novo

Sinopse
O Sega Pico, lançado em 1994, foi criado pela Sega para atrair crianças pequenas e utilizava híbridos de livros / cartuchos e funcionava em um motor semelhante ao do Genesis. Sonic só recebeu um jogo no Pico, o Gameworld do Sonic the Hedgehog, embora pareça que a Sega pretendesse que houvesse outro jogo do Sonic lançado para o Pico nos anos anteriores do console.

Como mencionado acima, um jogo anterior do Pico, Ecco Jr., foi lançado para crianças em idade pré-escolar, apresentando uma encarnação mais jovem de outro personagem da Sega, Ecco the Dolphin. Por volta do lançamento deste jogo, a Sega anunciou que estaria criando mais jogos com as versões mais novas de alguns outros personagens da Sega (um desses personagens, supostamente, sendo Sonic). No entanto, a Sega nunca confirmou oficialmente que um jogo de Sonic Jr. seria lançado, a ideia provavelmente sendo proposta como um jogo que provavelmente será desenvolvido que nunca recebeu sinal verde para produção.

Sonic the Hedgehog Jr. é o que se pensa ser um jogo não desenvolvido para o Sega Pico. Ele estrelaria uma versão jovem da maior estrela da Sega, Sonic the Hedgehog.

Sinopse
Em 1994, a Sega lançou o Pico, um dispositivo de aprendizado destinado a bebês baseado no hardware Genesis, e executou um software educacional de jogos que vinha de módulos híbridos de cartuchos e livros de jogos. É sabido que um título de Sonic the Hedgehog foi lançado para este dispositivo (Gameworld do Sonic the Hedgehog). No entanto, havia planos para um jogo Sonic the Hedgehog completamente diferente aparecer no Pico mais cedo na vida do console.

Um dos primeiros jogos disponíveis para o Sega Pico foi o Ecco Jr. – um jogo baseado na franquia Ecco the Dolphin que estrelou um jovem Ecco (Ecco Junior) em uma aventura educacional. Na época do lançamento deste jogo, houve um anúncio de que haveria jogos semelhantes estrelando os mais jovens de outros personagens da Sega, incluindo um “Sonic the Hedgehog Jr.”.

Infelizmente, nenhuma informação adicional sobre Sonic the Hedgehog Jr. foi dada, e o jogo nunca foi lançado (provavelmente nunca saiu da prancheta), então o mundo nunca teve um vislumbre de quais aventuras o bebê Sonic the Hedgehog ia continuar.

Como o Sonic é uma versão mini do seu pai, ele possui as habilidades necessárias para ele, mas existe aqui uma nova habilidade que poderia usar (ou não) nas lutas contra robôs danificados pelo Dr. Robotnik. Eis então as habilidades que ele tem:

Pulo: Sim, o velho pulo, onde abrir qualquer botão que possa saltar e matar quaquer monstro que não esteja protegido por espinhos ou eletricidade.
Giro: O Giro é uma bola que usa quando se abaixa quando está bem, fraquinha e quase nunca usada, não sendo que você ganhe propulsão e precisa girar uma bola por calor que não perde com os danos que ficam no chão.
Spin Dash: Sendo uma das técnicas mais usadas nos jogos de Sonic, por que o seu filho também não poderia ser usado? Onde você pode fazer o suficiente para abrir e abrir o A ou B várias vezes para que possa ir com velocidade total e eliminar qualquer um que tente atrapalhar no seu caminho, mas cuidado com espinhos ou o Buraco infinito nos EUA.
Duplo pulo: Esta é a sua técnica principal, por não conter o Tails, ele é necessário usar este pulo para matar os inimigos no ar o quanto vai para lugares em que Sonic ou Amy não usam.

Análise

Resident Evil Requiem é uma mistura do NOVO e Velho de um bom jeito – REVIEW

Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

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Resident Evil Requiem divide opiniões e isso já diz muito sobre a proposta dele. Ao mesmo tempo em que resgata a essência clássica da franquia, ele também abraça mudanças ousadas que podem agradar ou afastar certos jogadores.

Uma experiência dividida em dois estilos

Logo no início, você assume o controle de Grace, uma protagonista que representa tudo aquilo que marcou os Resident Evil mais recentes pós Resident Evil 7: Biohazard. Terror em primeira pessoa, vulnerabilidade e uma sensação constante de perigo.

Essa primeira parte do jogo é focada no medo puro. Recursos escassos, inimigos imprevisíveis e um ritmo mais lento fazem você sentir cada passo como uma decisão importante. É aquela experiência clássica de sobrevivência que muitos fãs pediam de volta.

Mas tudo muda quando Leon S. Kennedy entra em cena.

A virada para ação

Quando Leon assume o protagonismo, o jogo muda completamente de tom. A gameplay passa a lembrar bastante Resident Evil 6, só que dessa vez funcionando melhor.

Aqui entram combates mais intensos, sistema de parry, uso criativo de itens e muito mais foco em ação e movimentação. É praticamente uma evolução do estilo mais action da franquia, só que melhor equilibrado.

Um conceito criativo e estranho

Um dos pontos mais interessantes do jogo é a forma como os inimigos são construídos.

Os zumbis não são apenas criaturas genéricas. Eles são reflexos de memórias e traumas. Antes de serem infectados, eles tinham vidas, hábitos e obsessões.

Isso gera inimigos bem únicos, como um açougueiro transformado em um monstro brutal, um zelador que continua limpando compulsivamente e criaturas que evitam luz por traumas anteriores.

É estranho, mas funciona e adiciona uma camada psicológica bem interessante ao terror.

Um dos Resident Evil mais longos

Outro destaque é a duração. Resident Evil Requiem é um dos títulos mais longos da franquia, o que pode ser um ponto positivo para quem quer conteúdo.

Mas essa duração vem com uma mudança clara de ritmo. O jogo começa com terror intenso, evolui para sobrevivência no meio e termina com ação total.

Essa progressão pode surpreender ou até incomodar dependendo do tipo de jogador que você é.

Vale a pena?

Sim, e muito.

Mesmo com essa mudança de identidade ao longo da campanha, o jogo consegue se manter divertido do início ao fim. Ele mistura o melhor de diferentes fases da franquia e entrega uma experiência única.

Se você curte terror psicológico, ação estilo Resident Evil moderno e narrativas criativas, então esse jogo é para você.

No fim das contas, pode até dividir opiniões, mas é um dos Resident Evil mais interessantes já feitos.

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Games

Mario Kart World: Vale a Pena? O Novo Mario Kart em Mundo Aberto Dividiu Opiniões

Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.

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Se tem uma coisa que a Nintendo sabe fazer bem, é reinventar suas franquias, mas Mario Kart World leva essa ideia a um novo patamar. O jogo aposta em um mundo totalmente interconectado, com mudanças significativas na fórmula clássica da série, o que acabou dividindo bastante a opinião do público.

A principal novidade está no mapa contínuo. Diferente dos jogos anteriores, onde cada corrida era isolada, aqui tudo é conectado. Ao terminar uma corrida, o jogador precisa dirigir até a próxima pista, o que cria uma sensação de mundo aberto. A ideia, no papel, é interessante e ambiciosa, mas na prática apresenta alguns problemas. Grande parte do tempo é gasta nesses trajetos de transição, o que reduz o aproveitamento das pistas principais e quebra um pouco o ritmo tradicional que consagrou a franquia.

Apesar disso, existe um modo que se destaca claramente acima dos outros. O modo eliminatória funciona como uma espécie de battle royale dentro do universo de Mario Kart. As corridas começam com muitos jogadores e, ao longo do percurso, vários são eliminados progressivamente até restarem apenas os melhores. Essa estrutura torna as partidas mais tensas, competitivas e imprevisíveis, sendo facilmente o ponto mais forte do jogo e o modo que melhor aproveita o conceito de mapa interligado.

Na jogabilidade, o jogo mantém alguns elementos clássicos, como a mecânica de planar, mas também faz mudanças importantes. A presença de até 24 jogadores simultâneos deixa as corridas mais caóticas, e a interação com o cenário ganha mais destaque, com veículos e obstáculos dinâmicos influenciando a corrida. Por outro lado, algumas decisões não agradaram tanto, como a remoção das corridas subaquáticas e, principalmente, a ausência de personalização de veículos, algo que era bastante valorizado nos títulos anteriores.

Outro ponto que chama atenção é o sistema de skins. O jogo introduz uma mecânica em que o jogador pode pegar alimentos durante a corrida e, ao consumi-los, o personagem muda de visual instantaneamente. Isso cria uma progressão diferente, incentiva a exploração e adiciona variedade, mas também contribui para uma experiência mais caótica e, em alguns momentos, até confusa.

Os itens continuam sendo uma parte essencial da experiência e mantêm o caos característico da franquia. Elementos clássicos retornam ao lado de novas adições, ampliando ainda mais as possibilidades durante as corridas. O resultado é um gameplay imprevisível, onde qualquer corrida pode mudar completamente em questão de segundos.

No quesito pistas, o jogo impressiona visualmente e em criatividade. Há cenários que vão de desertos com um estilo cinematográfico a cidades cheias de tráfego, além de áreas inspiradas em Donkey Kong e uma Rainbow Road que se passa no espaço. No entanto, as pistas retrô foram tão modificadas que, em muitos casos, perderam a identidade original, o que pode decepcionar quem esperava uma nostalgia mais fiel.

O mundo aberto também permite exploração livre, onde o jogador pode circular pelo mapa, coletar itens e interagir com o ambiente sem necessariamente estar em uma corrida. Ainda assim, esse elemento funciona mais como um complemento do que como um pilar central da experiência.

Nem tudo funciona perfeitamente. As transições longas entre pistas, a falta de personalização e a remoção de algumas mecânicas clássicas são pontos que pesam contra o jogo. Além disso, ainda existe uma dependência de atualizações futuras para expandir o conteúdo e corrigir algumas dessas questões.

O preço também chama atenção, chegando a cerca de 500 reais no Brasil. Mesmo assim, por ser um dos principais títulos do console e oferecer uma experiência multiplayer forte, acaba se tornando quase indispensável para quem possui a plataforma.

No geral, Mario Kart World é um jogo que assume riscos. Ele abandona parte da fórmula tradicional para tentar algo novo, e embora nem todas as mudanças funcionem, ainda entrega uma experiência divertida e marcante. O modo eliminatória, em especial, mostra que a franquia ainda tem espaço para evoluir de maneiras interessantes.

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