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Scooby-Doo Spooky Swamp( Scooby doo e o pantano assombrado) é o ultimo jogo do scooby doo que foi lançado pra o playstation 2 e nintendo wii, tentando imitar os jogos do ben 10 e nicktoons

JOGO que FALIU SCOOBY DOO 😨| Scooby-Doo Spooky Swamp

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PLAYLIST HISTORIA DOS JOGOS

Scooby-Doo! and the Spooky Swamp (Scooby-Doo! e o Pântano Assustador no Brasil) é um jogo lançado lançado em 14 de setembro de 2010. Foi desenvolvido pela Torus Games e é a sequência de Scooby-Doo! First Frights publicado pela Warner Bros. Interactive Entertainment em 22 de setembro de 2009.

Sinopse
Salsicha e Scooby-Doo com fome, como sempre, acabam parando num pântano atraídos por um aroma. Lá eles encontram a residente do pântano Lila que lhes pede para recuperar os ingredientes para terminar seu ensopado. Salsicha e Scooby partiram com sua turma para resolver mistérios enquanto secretamente recolhiam os ingredientes. Os ingredientes que encontraram variam de pimentas a cogumelos. Primeiro, Lila pede que Salsicha e Scooby vão para a cidade mexicana de El Muncho pegar o primeiro ingrediente e lhes dá uma câmera e um walk-talkie para guiá-los, quando voltam para a Clubhouse, Velma diz que recebeu uma ligação de Costington para resolver um mistério, chegando lá, a Mistério S.A. é presa e conseguem fugir da prisão e vão imediatamente atrás de Costington que virou um homem poderoso e que foi a El Muncho por causa da grande quantidade de óleo que havia e disse que não tinha nenhum telefone instalado ainda.

Locais
Pântano
É o local principal, onde ficam localizados a Clubhouse e Lila, a abordante principal da história.

El Muncho
É uma cidade mexicana no meio de um deserto. Na mesma, existem cinco habitantes: O Xerife, Costington (que apareceu em Scooby-Doo! First Frights), Romero e os gêmeos Emílio e Esteban. Neste local, a cidade de El Muncho é assombrada por um monstro chamado El Scaryachi, uma caveira gigante com o objetivo de assustar e espantar Constington da cidade.

Howling Peaks
É uma cidade localizada no topo de uma montanha sempre coberta de neve. Também só tem cinco moradores: Anna(prima da Daphne), Sergio (que não tem aparência física no jogo), Moose, Buckley e Planks. Como principal suspeita, Anna Blake era quem mandava as cartas que iria para o calabouço do crocodilo de Lila. Neste local, a cidade de Howling Peaks é assombrada por um Yeti, um gigante “homem das neves” com o objetivo de espantar os turistas.

Jogabilidade

Personagens Jogáveis

Scooby-Doo, cuja habilidade é passar por tubulações, usa um nunchaku de salsichas como arma.

Salsicha, cuja habilidade é usar seu ioiô para chegar a lugares altos ou distantes e usa um estilingue como arma.

Velma, cuja habilidade é ativar/desativar alguns interruptores para atravessar portões ou ativar máquinas e ataca jogando livros.

Daphne, cuja habilidade é escalar tubos e ataca com chutes.

Fred, cuja habilidade é ativar alavancas giratórias e puxar/empurrar caixas grandes e ataca com socos.

Análise

Demon lord: just a block vale R$ 40?

Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

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Se você curte roguelikes mais diferenciados e cheios de caos visual, Demon Lord: Just a Block é aquele tipo de jogo indie que parece meme… mas consegue prender muito mais tempo do que deveria. A proposta dele é simples: você controla literalmente um “Rei Demônio bloco” em um mundo totalmente quadrado, destruindo inimigos e quebrando partes do cenário enquanto o mapa inteiro muda ao seu redor.

O grande diferencial aqui é que o jogo mistura ação com estratégia. Tudo funciona em um looping de runs, onde cada partida serve para você testar builds, desbloquear habilidades e ficar permanentemente mais forte aos poucos. Não espere zerar logo de cara, porque a ideia do game é justamente repetir runs várias vezes até entender melhor os sistemas e criar combinações absurdas.

O combate também tem uma pegada curiosa: o mundo só se movimenta quando você se move. Isso deixa a gameplay quase como um puzzle estratégico misturado com roguelike de ação. Dá para jogar pensando cuidadosamente em cada passo ou simplesmente sair destruindo tudo rapidamente. Essa mistura deixa o gameplay muito viciante depois que você entende como as builds funcionam.

Outro ponto que chama atenção é o exagero visual. O jogo abraça totalmente a estética meme, com personagens caricatos, efeitos exagerados e um visual minimalista cheio de blocos destrutíveis. Pode parecer simples olhando de fora, mas existe bastante variedade de armas, upgrades e habilidades durante as runs. Segundo a página oficial, o jogo possui dezenas de inimigos e centenas de habilidades diferentes para experimentar.

Só que sendo bem sincero: apesar da ideia ser divertida, Demon Lord: Just a Block ainda passa aquela sensação de “jogo OK”. Ele diverte bastante no começo, principalmente pela curiosidade da proposta, mas depois de algumas horas a repetição começa a aparecer forte. Quem gosta de roguelikes provavelmente vai aproveitar mais, principalmente pela montagem de builds e pelo loop de progressão. Já quem procura algo extremamente profundo ou revolucionário talvez ache o preço um pouco alto.

Por R$ 40, ele entra naquela categoria de indie que vale a pena se você gosta do gênero e quer experimentar algo diferente e caótico. Não é um novo fenômeno indie obrigatório, mas é um jogo criativo, engraçado e viciante na medida certa. E sinceramente? Só a ideia de controlar um “cabeça de bloco demoníaca” destruindo um mundo inteiro já rende boas horas de diversão.

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Games

O que explica os 4 milhões de vendas de Pokémon fire red no Nintendo Switch?

Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

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Pokémon FireRed e LeafGreen ultrapassaram a marca de 4 milhões de unidades vendidas, e isso acabou levantando uma discussão muito maior do que apenas números. Enquanto muita gente falava sobre boicote e criticava o lançamento, o sucesso comercial dos jogos mostrou um comportamento bem diferente por parte do público da Nintendo.

Na época, uma grande parcela dos fãs defendia que os jogos fossem disponibilizados diretamente no Switch Online, o serviço de assinatura da empresa. A discussão girava em torno da crescente digitalização da indústria e da dependência de serviços por assinatura, algo que vem se tornando cada vez mais comum no mercado dos games.

Só que o resultado das vendas parece apontar para outra direção. Em vez de apenas consumir jogos através de um catálogo temporário, muitos jogadores continuam preferindo comprar seus próprios títulos e manter uma biblioteca vinculada à conta pessoal. Existe um valor muito forte na sensação de posse, mesmo quando falamos de jogos digitais.

Isso também acaba contrastando bastante com a cultura criada em torno de serviços como o Game Pass, onde o foco principal é acesso instantâneo a um catálogo rotativo. No caso do público da Nintendo, a impressão é que ainda existe um desejo muito maior de construir uma coleção própria, seja digital ou, no cenário ideal para muitos fãs, em mídia física.

Mesmo sem uma edição física nesse caso, o desempenho de Pokémon FireRed e LeafGreen mostra que a compra tradicional de jogos continua extremamente forte. No fim das contas, os números deixam claro que o público ainda valoriza ter seus jogos garantidos na conta, sem depender exclusivamente de assinaturas ou da permanência de um título em um serviço online.

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