Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de game boy color que pertence a saga mega man x, aonde megaman x fica perdido, no jogo Megaman Xtreme
Espero que gostem!
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Mega Man Xtreme, conhecido como Rockman X: Cyber Missão (ン ッ ク マ ン X サ イ ー ミ ッ ョ ョ ン) no Japão, é um jogo de vídeo desenvolvido pela Capcom para o console portátil Game Boy Color. É um título derivado da série de videogames Mega Man X, originada no Super Nintendo Entertainment System. Mega Man Xtreme acontece dentro do cronograma da série, durante o século 22, no qual um grupo de andróides “Maverick” chamados de “Shadow Hunters” invade o sistema “Mother Computer” do mundo, desestabiliza todas as redes e permite outros Mavericks. para causar destruição desenfreada em todo o mundo. O heróico “Maverick Hunter” Mega Man X é encarregado de entrar no ciberespaço para reviver suas missões passadas e acabar com os planos do grupo.
Mega Man Xtreme contém a mesma jogabilidade de suas contrapartes no console doméstico. Um jogo de plataforma de ação, o jogador deve tentar uma série de fases, ganhar vários power-ups, como peças de armadura, e derrotar o chefe de cada estágio, assimilando sua arma característica. O jogo apresenta fases, inimigos e chefes de Mega Man X e Mega Man X2 para o Super Nintendo Entertainment System (SNES). O jogo foi seguido por uma sequência direta, Mega Man Xtreme 2, também para o Game Boy Color. Em 2013, o Mega Man Xtreme foi disponibilizado na Nintendo eShop do Japão para a Nintendo 3DS.
Mega Man Xtreme acontece dentro da linha do tempo da série
Mega Man X, durante o século 22, na qual coexistem humanos e andróides inteligentes chamados “Reploids”. A vida cotidiana está sob constante ameaça por “Mavericks”, os Reploids que se voltaram para uma vida de crime. A série segue as façanhas de Mega Man X e seu parceiro Zero, um par de “Maverick Hunters”, liderados pelo benevolente Dr. Cain. Esta força policial tem sido responsável por suprimir a ameaça de atividades criminosas robóticas, particularmente a de um perigoso líder Maverick chamado Sigma. Na abertura do modo de dificuldade normal do Mega Man Xtreme, um hacker chamado Techno de uma banda chamada “Shadow Hunters” invade o Mother Computer do mundo, desestabilizando todas as redes e permitindo que o Mavericks rode livremente
Com a ajuda de Middy, X mergulha no ciberespaço para apagar os dados de batalha de quatro chefes Maverick de suas missões anteriores. Uma vez que eles são derrotados, X vai até o núcleo da Mother Computer e derrota o Shadow Hunter Zain, apenas para ver os companheiros de Zain, Techno e Geemel, e Sigma se revela como o cérebro por trás do hack. O Dr. Cain consegue encontrar o esconderijo da Sigma, e o X se deforma através do núcleo do Computador Mãe. X confronta Techno, disparando seu buster no computador usado para invadir o computador da mãe. Techno revela que, a fim de invadir o computador da mãe, ele teve que carregar sua própria CPU no computador X destruído. Middy chega, revelando que Techno é seu irmão gêmeo. Tendo sido controlado pela Sigma, Techno cai em si e morre. [8] X continua, encontra Sigma e termina o Maverick. O núcleo do computador começa a detonar, mas quando X escapa, Middy opta por ficar, afirmando que ele e seu irmão gêmeo compartilham uma CPU e perece ao lado da Techno.
Metroid Prime 4 é Bom Mesmo? Análise Completa do melhor jogo do Nintendo Switch 2
Metroid Prime 4 divide opiniões com seu mundo semiaberto, foco em exploração e mudanças na jogabilidade. Veja a análise completa com pontos positivos, negativos e final explicado.
Metroid Prime 4 chegou cercado de expectativa. Depois de anos em desenvolvimento, reinícios e silêncio absoluto da Nintendo, o jogo finalmente foi lançado prometendo renovar a franquia. Mas será que conseguiu?
Neste artigo, vou analisar tudo o que Metroid Prime 4 faz de certo, onde ele erra e se realmente vale a pena jogar.
Metroid Prime 4 tenta reinventar a franquia
O jogo aposta forte em uma estrutura que mistura exploração, narrativa e mundo semiaberto, algo que não fazia parte da essência da franquia original.
Apesar disso, ele ainda carrega o DNA clássico do Metroid:
exploração metódica
backtracking
progressão por habilidades
foco em ambientação
O problema é que essa nova abordagem nem sempre funciona.
Metroid Prime 4 não é um mundo aberto de verdade
Mesmo parecendo um mundo aberto, o jogo é altamente limitado.
Você explora grandes áreas conectadas, mas:
só avança quando desbloqueia habilidades específicas
precisa seguir uma ordem pré-definida
muitas áreas parecem abertas, mas são bloqueadas artificialmente
Isso faz com que o jogo finja liberdade, mas mantenha tudo sob controle.
Combate funciona, mas não é o foco
O combate é sólido e bem construído, principalmente nos chefes. Porém, o foco do jogo não é ação intensa, e sim exploração e observação.
Se você espera algo próximo de um FPS rápido, vai se frustrar.
Metroid Prime 4 é mais sobre entender o ambiente do que reagir rapidamente.
Samus muda, mas continua distante
Após a recepção negativa de Metroid: Other M, a Nintendo optou por deixar Samus praticamente muda.
Ela quase não se expressa. Outros personagens falam por ela.
Isso cria uma narrativa estranha, distante e pouco emocional. Em muitos momentos, parece que os acontecimentos não têm peso real.
História ambiciosa, mas irregular
A trama envolve:
uma civilização extinta
cristais psíquicos
um planeta condenado
o retorno de Silux
A ideia é boa, mas a execução sofre. Muitos personagens surgem e desaparecem rápido demais, sem criar conexão emocional.
O vilão tem presença, mas não impacto suficiente.
O problema do mundo aberto e da moto
A inclusão da moto e das áreas abertas é um dos pontos mais controversos.
O mapa é grande, mas vazio. A exploração vira deslocamento. A moto serve mais como transporte do que como mecânica divertida.
O jogo tenta ser um Zelda moderno, mas não tem a liberdade que faz Zelda funcionar.
Chefes e desafios
Os chefes são o ponto alto do jogo:
visuais impressionantes
uso criativo dos poderes
boa variedade
Mas alguns encontros são longos demais e dependem de mecânicas pouco intuitivas.
Progressão travada e ritmo quebrado
Para avançar, o jogo obriga o jogador a:
coletar cristais
revisitar áreas antigas
cumprir objetivos secundários obrigatórios
Isso quebra totalmente o ritmo da narrativa e alonga artificialmente a campanha.
Final e conclusão
O final é simbólico, bonito e coerente, mas previsível.
Samus cumpre seu papel, o ciclo se fecha e a história termina de forma segura, sem grandes riscos narrativos.
Existe um final secreto, mas ele pouco altera o impacto geral.
Meu amigo, vou te falar a real: vale muito a pena comprar o Nintendo Switch 2 em 2026. Esse console já se mostrou como o verdadeiro sucessor da geração anterior e chega com força total, tanto para quem já vem do Switch original quanto para quem está entrando agora no ecossistema da Nintendo.
Meu amigo, vou te falar a real: vale muito a pena comprar o Nintendo Switch 2 em 2026. Esse console já se mostrou como o verdadeiro sucessor da geração anterior e chega com força total, tanto para quem já vem do Switch original quanto para quem está entrando agora no ecossistema da Nintendo.
O Switch 2 é o novo videogame da nova geração da Nintendo e isso significa duas coisas muito importantes. Primeiro, ele já começa com jogos novos e grandes lançamentos pensados diretamente para o hardware. Segundo, ele herda praticamente toda a biblioteca da geração passada, o que dá um catálogo gigantesco logo de cara.
Se você já tem um Switch 1, o upgrade faz bastante sentido. A diferença de desempenho, estabilidade e qualidade gráfica é bem perceptível. Jogos que antes rodavam com quedas de frame ou resolução mais baixa agora rodam de forma muito mais sólida. É aquele salto que você sente jogando, não só lendo ficha técnica.
Agora, se você nunca teve um Switch, aí a vantagem é ainda maior. Você entra direto em um ecossistema recheado de jogos incríveis. Dá pra jogar desde clássicos como Zelda, Mario e Smash Bros até lançamentos mais recentes como Metroid Prime, Donkey Kong Bananza e o novo Mario Kart. É conteúdo praticamente infinito.
Outro ponto muito forte é que o Switch 2 virou uma plataforma extremamente segura para jogos multiplataforma. Muitos títulos grandes estão chegando nele, como Resident Evil Requiem, Pragmata e outros que antes pareciam impossíveis em um console da Nintendo. Além disso, esses jogos costumam chegar com preços mais acessíveis em comparação a outras plataformas.
E claro, não dá pra ignorar a portabilidade. Poder jogar tudo isso no modo portátil continua sendo um diferencial absurdo. É aquele tipo de console que funciona tanto para quem joga em casa quanto para quem gosta de jogar em qualquer lugar.
O futuro também parece bem promissor. Ainda temos muitos jogos da própria Nintendo por vir, como novos Zeldas, futuros Smash Bros e títulos esportivos que sempre vendem muito bem. É uma base sólida, com suporte garantido por muitos anos.
Sendo bem sincero, acho muito difícil alguém se arrepender de comprar um Switch 2. O console está bem servido, tem uma biblioteca forte, bons exclusivos e um suporte que inspira confiança. A única coisa que falta para deixar ele absolutamente perfeito seria o GTA 6. Muita gente ainda tem esperança de ver esse jogo rodando nele e, do jeito que as coisas estão, eu não duvidaria nem um pouco.
Se você está pensando em entrar nessa geração, o Switch 2 é uma escolha extremamente segura.
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