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Sonic Frenzy Adventure é um jogo que demorou anos para ser lançado, ele foi postado primeiro em 2004 e depois só voltou em 2008, mas depois de anos, finalmente ele ficou completo, pelomenos agora só em 2020, com muitos elementos classicos das primeiras fan games feitas no inicio dos anos 2000

NOVO JOGO antigo do SONIC foi LANÇADO 😵| SONIC Frenzy Adventure

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HISTORIA DE FAN GAMES SONIC

Playlist

Mais sobre Sonic Frenzy Adventure

Visão geral
Sonic Frenzy Adventure nasceu muito antes de Sonic Worlds existir. O jogo era ambicioso, com muitos personagens de fãs, um grande enredo e dezenas de níveis. Ainda assim, o jogo caiu sob seu próprio peso.
Mesmo assim, muito trabalho foi feito e, depois de muitos anos me arrependendo de não ter lançado, eu fiz o que deveria ter feito há 10 anos: descontinuar o enredo e embalar todos os níveis como se fosse um estilo de jogo do Sonic 2.

E aqui está: um fangame retro (se esse conceito existir) com mais de 10 zonas diferentes, muitos minibosses e vários personagens jogáveis.

Características Originais

Nível do anel
Existem 4 níveis de anel: Bronze, prata, dourado e hiper. Obtenha um monitor “Ring level Up” para subir de nível. Você perde todos os seus níveis se perder uma vida.
O nível do anel afeta os seguintes recursos:

O número de anéis que você pode recuperar após um acerto (de apenas 5 no nível bronze a 30 no nível hiper)
A velocidade dos anéis quando magnetados.
No hiper nível, anéis valem x2.

Escudos
Os escudos não fornecem poderes para efeitos sonoros, mas sim efeitos passivos. Cada escudo protege você contra um golpe.
Escudo verde: escudo básico sem poderes especiais.
Escudo azul: permite respirar debaixo d’água
Escudo vermelho: torna você imune a fogo e projéteis de fogo
Escudo rosa: ímãs nos anéis
Escudo roxo: destrói os badniks quando perdidos
Escudo de ouro: possui todas as propriedades acima. Ao receber um golpe, torna-se um escudo verde.

Poderes
Sonic é o único personagem capaz de usar esses poderes em salto duplo. Pressionar a tecla CTRL permite alternar entre os poderes. Encontre os monitores de energia para desbloquear o poder. Todos os poderes são perdidos se você perder uma vida.
Poder da chama: impulsiona o Sonic para frente em alta velocidade
Energia eólica: permite salto duplo
Potência da água: Permite queda lenta
Poder da Terra: Propulsiona para baixo em alta velocidade. Você pode pular coisas quebrando altas e quebrar algumas plataformas frágeis.
Força da luz: mistura de chama e força do vento.

Super Sonic
Apenas Sonic e o personagem de fã Darkspeed podem se transformar em suas superformas.
Encontre os anéis gigantes escondidos nos níveis para acessar as fases especiais. Conclua a fase especial para ganhar uma esmeralda do caos. Pegue as 7 esmeraldas do caos para desbloquear o Super Sonic.

Para se transformar em supersônico, você precisa encontrar um dos anéis gigantes escondidos no nível. Existem 3 anéis gigantes em cada nível.
Cada anel gigante fornece 20 anéis em vez dos 50 habituais.

Personagens
Existem 3 personagens jogáveis:
Sonic: usa os poderes encontrados nos monitores
Caudas: podem voar por curtos períodos de tempo. Seu vôo é mais controlável do que nos jogos do genesis.
Juntas: podem planar e escalar. Seu movimento é mais ágil do que nos jogos do genesis.
Além disso, na coleta de lixo, você poderá jogar como dois dos personagens de fãs:
Darkspeed: Personagem de fã. Pode atirar em si mesmo em qualquer direção durante o salto duplo. Além disso, pode rolar o boost pressionando CRTL. Ele é poderoso, mas também representa o modo difícil.

Games

Rhythm Heaven Groove é a despedida perfeita do Nintendo Switch? REVIEW

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

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A Nintendo sempre surpreendeu quando resolveu apostar em ideias diferentes. Quando o Nintendo Switch foi anunciado, muita gente duvidou que um videogame híbrido pudesse fazer sucesso. O resultado foi exatamente o contrário. O console se tornou um fenômeno mundial, recebeu apoio massivo de estúdios terceiros e marcou uma das gerações mais bem-sucedidas da empresa. Agora, com o Nintendo Switch 2 já no mercado, chega a hora de dar adeus ao primeiro Switch, e Rhythm Heaven Groove assume esse papel de forma inesperada.

Um jogo de ritmo diferente de tudo

À primeira vista, Rhythm Heaven Groove parece um jogo simples. O visual minimalista e os comandos reduzidos passam a impressão de que será uma experiência casual. Porém, basta alguns minutos para perceber que o desafio está na precisão.

A maior parte dos minigames utiliza apenas um ou dois botões, normalmente o botão A e o direcional para baixo. O objetivo é acompanhar perfeitamente o ritmo da música enquanto executa pequenas ações, como pular, acelerar, frear ou interagir com personagens. Parece fácil, mas o jogo constantemente muda o ritmo, cria distrações na tela e surpreende o jogador com animações inesperadas.

Minigames criativos e muito carisma

O grande destaque de Rhythm Heaven Groove está na enorme variedade de desafios.

Cada fase apresenta uma situação completamente diferente. Há sapos gigantes observando seus movimentos, carros que exigem precisão absoluta, gatos atrapalhando a coleta de frutas, alienígenas sendo abduzidos, personagens treinando musculação e diversos outros cenários extremamente criativos.

Essa diversidade faz com que o jogo permaneça divertido do começo ao fim, sempre apresentando uma nova mecânica antes que a anterior fique repetitiva.

Os remixes são o verdadeiro desafio

Depois de completar uma sequência de minigames, o jogador desbloqueia um Remix.

Essas fases misturam diversos desafios anteriores em uma única música inédita. O jogador precisa alternar rapidamente entre mecânicas completamente diferentes enquanto mantém o ritmo perfeito.

É justamente aqui que a memória muscular entra em ação. Saber exatamente quando trocar de comando e lembrar de cada minigame transforma os Remixes nos momentos mais difíceis e também mais recompensadores da aventura.

Muito conteúdo além da campanha

Apesar da campanha principal já oferecer dezenas de desafios, Rhythm Heaven Groove ainda apresenta modos extras bastante interessantes.

O multiplayer adiciona novos minigames cooperativos, enquanto um curioso modo RPG coloca o jogador no controle de uma personagem maga que lança feitiços seguindo o ritmo da música. A ideia é bastante criativa e mostra um potencial enorme que poderia até render um jogo próprio futuramente.

Vale a pena?

Rhythm Heaven Groove talvez não seja a grande superprodução que muitos esperavam para encerrar a vida do Nintendo Switch. Não é um novo Zelda nem um novo Mario.

Mesmo assim, ele representa perfeitamente aquilo que a Nintendo faz de melhor: transformar uma ideia extremamente simples em uma experiência divertida, criativa e viciante.

Para quem gosta de jogos de ritmo, desafios de precisão e minigames cheios de personalidade, esta é uma excelente despedida para o Nintendo Switch e um título que certamente merece entrar na coleção antes da transição definitiva para o Switch 2.

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Games

Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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