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Queridos, eu sou Roberto e vamos falar por que o Apple Iphone Xr falhou miseravelmente, e o Xiaomi redmi note 6 pro que é muito superior ao telefone “barato ” da apple

Redmi Note 6 Pro http://bit.ly/Redmi_note_6_Pro

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O Xiaomi Redmi Note 6 Pro é um smartphone Android avançado e abrangente em todos os pontos de vista com algumas características excelentes. Tem uma grande tela de 6.26 polegadas com uma resolução de 2280×1080 pixels. As funcionalidades oferecidas pelo Xiaomi Redmi Note 6 Pro são muitas e inovadoras. Começando pelo LTE 4G que permite a transferência de dados e excelente navegação na internet. Enfatizamos a memória interna de 32 GB com a possibilidade de expansão.
Respeitável a câmera de 12 megapixels que permite ao Xiaomi Redmi Note 6 Pro tirar fotos com uma resolução de 4000×3000 pixels e gravar vídeos em 4K a espantosa resolução de 3840×2160 pixels. Muito fino, 8.2 milímetros, o que torna o Xiaomi Redmi Note 6 Pro realmente interessante.

A Xiaomi tem um historial de lançamentos de smartphones como é raro encontrar na concorrência. É a linha Mi, a linha Mi Note, a Redmi, a Redmi Note, fora os Mi A… Recentemente, chegou ao mercado mais um destes exemplares, é o Redmi Note 6 Pro.

Conheça os seus pormenores.

O Redmi Note 6 Pro é um novo modelo que vem ocupar um lugar na gama média/baixa. O seu ecrã é de 6,26 polegadas, com a já habitual proporção de 19:9 e com notch. Este ecrã ocupa uma área de cerca de 81% do painel frontal, o que não fará dele um smartphone muito grande, tendo 157,9 x 76,4 x 8,2 mm de dimensões.

O seu sistema operativo é o Android 8.1, já com a MIUI 10, o que é, por si só, uma vantagem para os utilizadores. É dual-SIM LTE, na versão Global oficial.

O processador que o equipa é o Snapdragon 636 e a Xiaomi oferece 3 versões distintas: 6 + 64 GB; 4 + 64 GB; 3 + 32 GB.

As câmaras da Xiaomi estão a melhorar nos seus smartphones e neste modelo a marca dá também importância às selfies, com uma câmara de 20 MP + 2 MP para efeito de fundo desfocado (bokeh). A câmara traseira também é dupla com sensor de 12 MP (F/1.9) + 5 MP (F/2.0), também para efeito bokeh. Grava vídeo a 2160p a 30fps.

Estranhamente, a Xiaomi colocou neste seu novo smartphone uma porta microUSB, mas já vem com Bluetooth 5.0 e tem Wi-Fi ac. Suporta ainda GPS com A-GPS, GLONASS, BDS, GALILEO.

A sua bateria é outro dos pontos fortes, com uma capacidade de 4000 mAh, o que tendo em consideração a nossa experiência de utilização dará perfeitamente para dois dias.

Para o modelo de 4 + 64 GB poderá usufruir de um desconto com o código REDN6P64 ou pelo modelo de 3 + 32 GB com o código REDN6P32, ambos de cerca de 50 €, com envio EU Priority Line sem taxas de alfândega.

O iPhone Xr chega com Face ID e Notch, num design inspirado no iPhone 8.

Hoje é o dia da Apple apresentar as suas novidades para este ano. Depois do iPhone Xs e Xs Max, chega agora o iPhone Xr.

Este novo modelo, com construção em alumínio aeroespacial e vidro frontal muito resistente, traz um ecrã LCD, intitulado Liquid Retina Display, com notch de 6,1″ e 1792 x 828, onde está incorporado o já conhecido Face ID.

A Apple afirma que este é o ecrã LCD mais avançado do mercado, oferecendo cores vividas de ponta a ponta. Está também disponível a opção toque para reativar.

Na traseira, podemos encontrar uma câmara traseira com um único sensor de 12MP de grande angular com abertura focal de f/1.8 e com opções de HDR avançado e modo retrato com controlo de profundidade. Já a câmara frontal usa os mesmos sensores dos iPhone Xs e Xs Max, ou seja, uma tecnologia TrueDepth (câmara de 7 MP), objetiva grande angular ƒ/2,2, vídeo em 1080p até 60 fps, assim como modo retrato.

Este modelo usa o processador Apple A12 Bionic com NPU, apresentado hoje pela Apple, que promete revolucionar o mercado e destacar-se no topo do desempenho. Traz ainda proteção IP67 e carregamento sem fios.

Segundo a Apple, este modelo não trará 3D Touch e a bateria terá uma autonomia superior ao iPhone 8, estando prometido mais uma hora e meia de utilização.

O iPhone Xr terá um custo de 879€ (749 dólares) para o modelo de 64 GB, estando também disponível nas opções 128 e 256 GB.

Este modelo será colocado em pré-venda no dia 19 de outubro, com a venda a ser a 26 de outubro, e estará disponível nas cores branco, preto, azul, amarelo, coral e vermelho.

Games

Review | Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers vale a pena?

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Os beat ’em ups continuam ganhando novas versões e, desta vez, quem retorna é Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers, sequência direta da clássica franquia lançada originalmente no Super Nintendo. Conhecida no Ocidente pelos nomes Rival Turf!, Brawl Brothers e The Peace Keepers, a série finalmente ganha um novo capítulo após décadas.

A fórmula continua a mesma: pancadaria em fases com vários inimigos, chefes e uma campanha cheia de ação. A diferença é que agora tudo foi recriado em gráficos 3D, com um sistema de combate mais moderno e combos que funcionam muito bem.

A jogabilidade é divertida e o sistema de combos responde bem aos comandos. Porém, a movimentação passa uma sensação de ser um pouco travada, principalmente quando comparada a outros beat ’em ups modernos. Outro ponto que não me agradou tanto foi o visual. Particularmente, ainda prefiro jogos desse gênero feitos em pixel art desenhada à mão, já que o 3D acaba deixando a ação menos fluida.

Uma das novidades mais interessantes é o sistema de inventário. Durante as fases é possível carregar itens de cura e objetos de arremesso para utilizar quando for necessário. Isso adiciona um pequeno elemento estratégico que não era tão comum nos clássicos do gênero.

O jogo também conta com uma barra de especial. Quando ela é preenchida, seu personagem passa a atacar com mais velocidade e força, além de liberar um golpe especial que deixa os combates ainda mais intensos.

Outro detalhe legal é a possibilidade de trocar de personagem entre uma fase e outra. Cada lutador possui atributos próprios, como velocidade, força e equilíbrio. Dependendo do seu estilo de jogo, escolher um personagem mais rápido pode facilitar bastante a execução de combos e melhorar o desempenho durante as lutas.

Por outro lado, senti falta de um sistema mais tradicional de vidas. Dependendo da dificuldade escolhida, um erro pode resultar rapidamente em um game over, tornando a progressão um pouco mais punitiva.

O maior problema, no entanto, é o preço da versão física. Na data desta análise, ela custa cerca de R$ 300, um valor difícil de justificar. Já a versão digital apresenta um custo muito mais interessante, saindo por aproximadamente R$ 100 no Nintendo Switch 2 e cerca de R$ 60 na Steam, tornando-se a opção mais recomendada para quem deseja conhecer esse retorno.

No geral, Rushing Beat X: Return of Brawl Brothers é um bom retorno para uma franquia clássica do Super Nintendo. Ele entrega um sistema de combate competente, personagens variados e boas ideias, mas acaba sendo prejudicado pela movimentação um pouco rígida, pelo visual em 3D que não chama tanta atenção e, principalmente, pelo preço elevado da mídia física. Se encontrar uma boa promoção na versão digital, vale a pena dar uma chance.

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Games

Isso que o achei de Fading Echo

Quando fui à Gamescom este ano, tive a oportunidade de conhecer um jogo chamado Fading Echo. Até aquele momento eu nunca tinha ouvido falar dele, mas bastaram alguns minutos jogando para ele chamar minha atenção.

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Quando fui à Gamescom este ano, tive a oportunidade de conhecer um jogo chamado Fading Echo. Até aquele momento eu nunca tinha ouvido falar dele, mas bastaram alguns minutos jogando para ele chamar minha atenção.

Fading Echo é um jogo de ação, exploração e plataforma que coloca você no controle de uma personagem capaz de alternar entre sua forma humana e uma esfera de água. Essa mecânica é a grande estrela da experiência, já que muda completamente a maneira como você explora os cenários, resolve puzzles e enfrenta inimigos.

A proposta mistura elementos de plataforma com combate hack and slash, criando uma jogabilidade dinâmica e cheia de possibilidades. Durante a demonstração que testei, pude utilizar diferentes fluidos, como água, lava, ácido e outros elementos especiais. Cada um deles influencia a exploração e abre novas formas de interagir com o ambiente.

Grande parte da aventura gira em torno dessas transformações e da manipulação dos fluidos. Você precisa entender como cada elemento funciona para alcançar áreas secretas, superar obstáculos e descobrir novos caminhos pelo mapa.

Outro aspecto que me chamou bastante atenção foi o visual. O jogo utiliza uma direção artística que lembra o estilo cel shading, aquele visual mais cartunesco que deixa tudo muito bonito e cheio de personalidade. Foi justamente esse estilo gráfico que despertou minha curiosidade logo de cara.

A versão que joguei durante a Gamescom ainda estava em desenvolvimento. A demo disponível na época era apenas em inglês e apresentava algumas pequenas falhas gráficas, algo totalmente compreensível considerando que certas cenas ainda nem estavam finalizadas. Mesmo assim, já era possível enxergar todo o potencial do projeto.

Agora o jogo continua evoluindo e tudo indica que contará com dublagem. Além disso, uma demonstração já pode ser testada em algumas plataformas, incluindo a Steam.

Fading Echo ainda não é um dos jogos mais conhecidos do mercado, mas acredito que vale a pena ficar de olho nele. Como alguém que adora jogos de plataforma, exploração e mecânicas criativas, encontrei aqui várias ideias interessantes. Somado a isso, o combate hack and slash ajuda a manter o ritmo da aventura sempre ativo, tornando a experiência muito mais envolvente.

Se você gosta de jogos que misturam movimentação fluida, exploração, puzzles inteligentes e combate dinâmico, Fading Echo certamente merece entrar no seu radar.

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