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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar um jogo de video game que é conhecido como um clone de Sonic , que chamamos de Freedom Planet, que chamo de Jogos do Sonic aonde o Sonic é uma mulher dragão

Espero que gostem!


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Historia Detalrune https://youtu.be/s2ZCYTHW4oM

Bendy And the ink Machine https://youtu.be/cJASLn6Hckw

Historia de Pokemon https://youtu.be/K7jy-p67h9o

Sobre Freedom Planet

Freedom Planet é um videojogo de plataforma 2D desenvolvido e publicado pela GalaxyTrail, um estúdio criado pelo designer Stephen DiDuro. O jogador controla um dos três protagonistas animais antropomórficos: o dragão Lilac, o gato selvagem Carol, ou o basset hound Milla. Ajudado pelo Torque de pato, o jogador tenta derrotar Lorde Brevon, que planeja conquistar a galáxia. Enquanto o jogo se concentra em plataformas de ritmo acelerado, seus níveis são intercalados com cenas de ação mais lentas.

O Freedom Planet começou o desenvolvimento como um fangame de Sonic the Hedgehog, mas DiDuro perdeu o interesse em criar um trabalho derivado e reconcebeu o projeto como sua propriedade intelectual. Ele visitou o site DeviantArt para recrutar o artista Ziyo Ling, que substituiu o elenco existente de personagens por conta própria. Lilás, originalmente um ouriço, tornou-se um dragão; o antagonista Doctor Eggman foi substituído por Brevon; e o sistema de saúde baseado em anéis da série Sonic foi abandonado. Outras mudanças foram sugeridas pelos fãs e incorporadas ao longo do desenvolvimento. O Freedom Planet foi desenvolvido na Dinamarca e nos Estados Unidos e sua direção de arte tem influências do Leste Asiático: seus visuais de fundo foram inspirados na arte medieval chinesa e o título do jogo está escrito em katakana.

O jogo foi lançado para o Microsoft Windows, primeiro como uma demonstração em agosto de 2012, depois de uma bem sucedida campanha no Kickstarter, como um jogo completo via Steam em julho de 2014. O jogo foi lançado no Wii U em outubro de 2015, no PlayStation. 4 em 2017, e no Nintendo Switch em agosto de 2018. O Freedom Planet tem sido amplamente comparado aos primeiros jogos do Sonic. Os críticos elogiaram sua jogabilidade, estética e equilíbrio dos elementos do Sonic com o conteúdo original, mas foram misturados em seu ritmo e duração. Uma continuação, Freedom Planet 2, será lançada em 2019.

O Freedom Planet é uma plataforma 2D e um jogo de ação com personagens animais antropomorfizados e gráficos de estilo de 16 bits que imitam a aparência dos jogos lançados para o Sega Genesis, particularmente a série Sonic the Hedgehog. O jogo coloca os jogadores no papel de um dos personagens jogáveis ​​disponíveis enquanto atravessam cada nível, lutando contra inimigos e obstáculos antes de enfrentar um chefe no final. Os jogadores têm um medidor de saúde, que pode ser reabastecido através da coleta de folhas vermelhas, e um medidor de energia regenerativa usado para realizar movimentos especiais únicos de cada personagem. Os jogadores podem ganhar vidas extras coletando cristais azuis encontrados em todo o nível, ou resgatando criaturas presas em gaiolas. Os jogadores também podem obter vários tipos de escudos, alguns dos quais frequentemente oferecem atributos como invulnerabilidade ao fogo ou a capacidade de respirar debaixo d’água, e invencibilidade de power-ups.

Lilac luta contra um dos chefes do jogo, Serpentine, enquanto Carol ajuda-a com ataques e Milla com saúde extra.
O jogo tem três personagens jogáveis ​​que são os protagonistas: Lilac, Carol e Milla. Cada personagem tem ataques corpo-a-corpo e um conjunto único de movimentos que permitem que eles percorram o ambiente de maneiras diferentes. Lilac pode executar um ataque de salto duplo e pode lançar-se em um traço de ar, permitindo-lhe saltar paredes e alcançar áreas altas. Carol é capaz de enrolar em um ataque rotativo enquanto corre e pode escalar paredes. Pegando botijões de gás, Carol pode trazer sua motocicleta, que pode dar um salto duplo e subir em paredes verticais. Milla pode jogar cubos gelatinosos e colocar um escudo ofensivo, combinando os dois para realizar um Blast Shield, e bater as orelhas para alcançar áreas altas.

Os jogadores podem jogar o jogo principal de duas maneiras; Adventure, que conta a história do jogo através da perspectiva de um personagem escolhido, e Classic, em que os níveis são jogados em ordem, sem cenas de história.

Análise

Fire Emblem: Fortune’s Wave – Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

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Uma tradução para português poderia salvar esse jogo no Brasil?

Estou falando de Fire Emblem: Fortune’s Wave, o novo jogo da Nintendo que chama atenção logo de cara pelo seu visual épico de anime e por trazer uma mistura de combate tático por turnos, exploração de dungeons e uma quantidade enorme de diálogos.

O jogo é simplesmente lindo. Os gráficos em estilo anime são impressionantes, as animações são muito bem produzidas e existe uma grande preocupação em desenvolver a relação entre os personagens enquanto a história avança.

E é justamente aí que aparece um problema enorme para o público brasileiro: o jogo não possui localização para português.

Quando penso em recomendar esse jogo para a galera que acompanha o RK Play, essa é uma das primeiras coisas que passam pela minha cabeça. Estamos falando de um jogo focado em história, personagens, diálogos e construção de um universo medieval. Ou seja, entender o que está acontecendo não é apenas um detalhe.

Você pode até saber inglês e conseguir jogar tranquilamente. Mas muita gente no Brasil não domina o idioma. E isso não significa falta de interesse em videogames. Muitas pessoas simplesmente nunca tiveram a oportunidade de aprender inglês de forma suficiente para acompanhar um jogo com centenas de diálogos.

E existe outro ponto importante: você pode saber inglês, mas seus amigos, familiares ou outras pessoas que poderiam conhecer esse jogo talvez não saibam.

Isso acaba criando uma barreira enorme.

Eu já falei aqui no perfil sobre esse jogo e, sinceramente, é um título que eu facilmente consigo recomendar para muita gente. Ele tem uma proposta muito interessante, visual impressionante, combate estratégico, exploração e muitas horas de conteúdo.

Só que, para quem não entende inglês, a experiência pode ficar bastante prejudicada.

E o pior é que você não está apenas deixando de entender algumas frases. Você pode acabar perdendo justamente uma das partes mais importantes da experiência: a história e a relação entre os personagens.

Eu sei que qualquer pessoa pode começar a aprender inglês a qualquer momento. Também sei que existem escolas bilíngues e pessoas que têm contato com o idioma desde cedo.

Mas estamos falando do Brasil.

Uma localização em português não seria apenas uma comodidade. Para muita gente, ela seria a diferença entre conseguir aproveitar completamente o jogo ou simplesmente deixar passar.

Por isso fica a pergunta: uma tradução para português poderia fazer esse jogo alcançar muito mais jogadores no Brasil?

Na minha opinião, quando um jogo depende tanto de narrativa e diálogo, a localização faz uma diferença enorme na possibilidade de ele conquistar um novo público.

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Análise

Core Keeper: o Minecraft subterrâneo que já conquistou milhões que testei no Switch 2

E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

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E se você misturasse a exploração de Minecraft, a progressão de Stardew Valley e colocasse tudo isso em um gigantesco mundo subterrâneo cheio de mistérios? É mais ou menos essa a proposta de Core Keeper, um jogo de exploração, sobrevivência, construção e combate que já ultrapassou a marca de 5 milhões de cópias vendidas.

Em Core Keeper, você praticamente começa do zero. A aventura começa dentro de cavernas, onde é necessário coletar recursos, criar ferramentas, construir sua base e começar a explorar tudo o que existe ao seu redor.

Conforme você avança, novos equipamentos, armas e ferramentas são desbloqueados, permitindo acessar regiões que antes estavam completamente fora do seu alcance. E é justamente aí que o jogo começa a mostrar toda a sua força.

Uma das coisas mais interessantes é a sensação constante de descoberta. Como o mundo possui elementos gerados proceduralmente, cada exploração pode revelar uma nova região, inimigos diferentes, recursos inesperados e até chefes gigantescos.

E se jogar sozinho já é divertido, a experiência fica ainda mais interessante no multiplayer. Core Keeper permite reunir até oito jogadores, tornando a exploração das cavernas, a construção da base e os combates contra chefes muito mais caóticos e divertidos.

Eu também tive a oportunidade de jogar algumas horas da versão de Nintendo Switch 2, que recebeu um upgrade para aproveitar melhor o novo hardware. A experiência portátil acaba ficando mais confortável, permitindo levar toda essa aventura subterrânea para qualquer lugar.

E vou falar uma coisa: mesmo depois de algumas horas, eu ainda estava meio perdido no começo. E isso é um elogio. Core Keeper tem uma quantidade enorme de coisas para descobrir e vai muito além de simplesmente explorar cavernas e construir uma base.

Se você gosta de Minecraft, Stardew Valley ou até mesmo daqueles clássicos Zeldas 2D, existe uma grande chance de você encontrar algo muito interessante aqui.

Para mim, Core Keeper foi uma bela surpresa. É aquele tipo de jogo que começa parecendo simples, mas quanto mais você joga, mais percebe que existe uma aventura gigantesca escondida debaixo da terra.

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