Shadow no Sonic: A hack que transforma o Sonic 1 em um jogo do Shadow
Shadow the Hedgehog, de longe, é um dos personagens mais populares da franquia Sonic. Curiosamente, ele deveria ter morrido lá em Sonic Adventure 2, mas acabou voltando à vida e ganhando uma história completamente confusa. Tudo isso aconteceu por conta dos fãs, que simplesmente amaram o visual estiloso, a personalidade sombria e o fato de ele ser extremamente poderoso — superior ao Sonic em vários aspectos. Sem contar que ele é considerado a “forma de vida perfeita”.
Shadow the Hedgehog, de longe, é um dos personagens mais populares da franquia Sonic. Curiosamente, ele deveria ter morrido lá em Sonic Adventure 2, mas acabou voltando à vida e ganhando uma história completamente confusa. Tudo isso aconteceu por conta dos fãs, que simplesmente amaram o visual estiloso, a personalidade sombria e o fato de ele ser extremamente poderoso — superior ao Sonic em vários aspectos. Sem contar que ele é considerado a “forma de vida perfeita”.
Todo esse carisma fez com que Shadow ganhasse não só jogos oficiais, mas também dezenas de fangames e mods em sua homenagem. E um desses mods é o incrível Shadows no Sonic Versão 2, uma hack de Sonic 1 que transforma o jogo clássico do Mega Drive em uma verdadeira aventura estrelada pelo anti-herói.
Shadow no Sonic: muito além de uma troca de sprite
Essa hack não é só uma simples troca de sprite. Shadow não só substitui o Sonic como também ganha habilidades inéditas, deixando o jogo muito mais difícil e interessante. Além disso, as fases receberam mudanças criativas, com novos desafios e até áreas secretas.
E o mais impressionante: conseguiram colocar uma música em qualidade de CD rodando no Mega Drive. Sim, algo que poucos conseguiriam imaginar na época!
Um novo visual para Green Hill
Logo de cara, Green Hill já mostra que a hack é diferenciada. A paleta de cores foi alterada, deixando tudo com um tom mais alaranjado, como se fosse pôr do sol — combinando perfeitamente com a vibe sombria do Shadow. O criador da hack abusou das limitações do Mega Drive, mas usou isso a seu favor, transformando os visuais em algo único.
Habilidades especiais do Shadow
Se no Sonic 1 original o ouriço azul apenas corria e pulava, Shadow chega muito mais equipado. Ele tem:.
Homing Attack: Pulo duplo que acerta automaticamente os inimigos.
Spin Dash aprimorado: Ganha mais velocidade e alcance.
Chaos Control: Um teleporte que permite alcançar áreas secretas ou escapar de armadilhas.
Pulo do Chaos: Um salto absurdamente alto ao combinar o teleporte com o pulo.
Com essas habilidades, Shadow acaba sendo muito mais forte que o Sonic — um problema clássico de hacks e fangames, onde o Sonic quase sempre fica obsoleto diante de outros personagens jogáveis.
Fases expandidas e novos desafios
Green Hill, por exemplo, tem o dobro do tamanho original. Há novas áreas para explorar, com caminhos secretos, armadilhas inéditas e monitores escondidos. Algumas fases mudaram completamente, enquanto outras mantiveram sua essência com apenas algumas melhorias visuais e ajustes no layout.
O destaque fica para o cuidado do criador em expandir os atos, algo raro em hacks de Sonic. Normalmente, só trocam o personagem e mantêm as fases iguais, mas aqui há um verdadeiro trabalho de reconstrução.
Problemas e pontos fracos
Apesar de todo o capricho, é visível que o criador da hack acabou desanimando perto do final. As últimas fases receberam menos atenção, com poucos ajustes e quase nenhuma novidade. Isso tira um pouco do brilho da experiência, mas ainda assim, o que foi feito é impressionante.
As Esmeraldas do Caos continuam iguais e, curiosamente, falta a sétima Esmeralda — ou seja, sem Super Shadow. Um detalhe decepcionante para quem esperava uma forma ainda mais poderosa do ouriço negro.
Chefes e desafios extras
A luta contra o Eggman também ficou mais difícil. Agora, para vencer, é necessário usar o Chaos Control com perfeição, aproveitando a invencibilidade temporária de Shadow. Pequenos detalhes como esse mostram como o criador queria que a jogabilidade de Shadow realmente se destacasse.
Por outro lado, algumas fases de água são um verdadeiro pesadelo. Toda vez que Shadow sai da água, ele entra numa animação nova, inspirada em artes conceituais antigas. Só que essa animação deixa o personagem vulnerável, facilitando ataques inimigos. Isso transforma Labyrinth Zone em um verdadeiro teste de paciência.
Conclusão: uma hack promissora, mas incompleta
Shadow no Sonic Versão 2 é uma daquelas hacks que mostram o imenso potencial da comunidade de fãs de Sonic. Com novas habilidades, fases expandidas e uma estética própria, é fácil se apaixonar por essa versão alternativa do clássico.
O único ponto negativo é que o projeto parece ter sido abandonado antes de ser totalmente finalizado. Se um dia houver uma versão 3, com todas as fases alteradas e melhorias nos detalhes finais, essa pode se tornar uma das melhores hacks de Sonic já feitas.
Se você é fã do Shadow e quer ver como seria um Sonic 1 estrelado pelo anti-herói, vale muito a pena conferir. E claro, deixa aquele like pra fortalecer quem trabalha duro pra trazer essas pérolas pra gente.
Baixe e jogue você também!
Quer testar essa hack incrível? O link para download está na descrição do vídeo lá no canal RK Play. Corre lá e bora jogar!
Pokemon Presets mostra a força da franquia e confirma novo jogo com localização pt BR
O evento de 30 anos de Pokémon foi aquele misto de nostalgia, surpresa e algumas decisões meio esquisitas. Três décadas de franquia é coisa pra caramba. Se você jogou Yellow, Silver, Ruby, Emerald, Platinum ou Black e White como eu, sabe que foi feliz por muito tempo com esses jogos. O vídeo comemorativo deixou isso bem claro: Pokémon marcou gerações.
O evento de 30 anos de Pokémon foi aquele misto de nostalgia, surpresa e algumas decisões meio esquisitas. Três décadas de franquia é coisa pra caramba. Se você jogou Yellow, Silver, Ruby, Emerald, Platinum ou Black e White como eu, sabe que foi feliz por muito tempo com esses jogos. O vídeo comemorativo deixou isso bem claro: Pokémon marcou gerações.
Entre os anúncios, tivemos novidades interessantes. O Pokémon Champions finalmente traz a ideia que muita gente esperava: usar os Pokémon guardados no Pokémon Home ao longo dos anos para batalhas competitivas, inclusive com suporte a celular. A proposta lembra bastante a vibe de Pokémon Stadium, mas agora integrada ao ecossistema moderno. Se funcionar bem, pode valorizar todo o legado que a gente construiu.
Também tivemos a confirmação de Pokémon XD no Switch Online em março, um RPG diferente da era GameCube, e o relançamento pago de Pokémon FireRed com conexão ao Home. Aqui entra a polêmica: R$ 120 é um preço salgado, especialmente para um remake que já existe há anos. Ainda assim, a conectividade salva o projeto. Sem isso, realmente não faria sentido.
Sobre Pokémon Unite e TCG, nada muito impactante. Já Pokémon Legends ZA recebeu atualização, mas não me empolgou tanto quanto a revelação principal da noite: Pokémon Winds and Waves, que será traduzido oficialmente para português. Só isso já é histórico. Visualmente é o Pokémon principal mais bonito até agora, mesmo não sendo o mais impressionante do Switch 2. Os iniciais parecem promissores e o mundo aberto parece mais ambicioso do que tudo que vimos antes.
O problema? Lançamento só em 2027. Vai ser uma longa espera.
No geral, saí feliz. Pokémon faz parte da nossa história. Mesmo com críticas e ressalvas, é uma franquia que continua tentando evoluir. E talvez esteja na hora de trazer mais Pokémon de volta pro canal. Afinal, 30 anos não se comemoram todo dia.
Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 é uma prova que de Tudo que é bom tem um custo
Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.
Eu joguei Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2 e já vou direto ao ponto: depende muito do seu perfil como jogador.
Ele é, sim, um jogo de tênis muito bom. A jogabilidade é sólida, responsiva e cheia de elementos do universo Super Mario. Só isso já é um baita atrativo. Personagens carismáticos, partidas rápidas, especiais exagerados e aquele caos divertido típico da franquia tornam cada jogo imprevisível.
O problema começa quando olhamos para o preço.
Ele custa o mesmo que um novo Zelda. E aí a comparação pesa.
Se eu fosse montar uma escala de prioridade dentro do universo Nintendo, ficaria mais ou menos assim: primeiro um Mario Kart, depois um jogo principal do Mario em plataforma ou até mesmo Donkey Kong Bananza. Só depois eu colocaria um Mario Tennis como terceira opção de compra.
Isso não significa que o jogo é ruim. Muito pelo contrário.
O modo online funciona bem e é um dos grandes pontos positivos. As partidas são estáveis e competitivas, o que aumenta bastante a vida útil do game. Além disso, o sistema de gameplay vai além do simples tênis. Não é só escolher um personagem com atributos diferentes. Você também pode usar raquetes com poderes especiais que lançam fogo, gelo, aplicam efeitos no adversário ou até criam clones seus na quadra. Algumas habilidades são até apelonas, mas deixam tudo mais dinâmico e divertido.
Você pode jogar tanto no controle tradicional quanto usando sensor de movimento, o que ajuda a variar a experiência.
Já o modo história é o ponto mais fraco. Ele tem boas animações, mas é bem cru. Grande parte da experiência é baseada em diálogos com personagens parados e funciona quase como um grande tutorial estendido. Não é algo que vá te prender por muitas horas.
No fim das contas, não acho que seja um arrependimento de compra. É um jogo divertido, competente e funciona muito bem no que se propõe. Mas é aquele tipo de título que faz você parar e pensar: será que eu prefiro investir esse valor nele ou em um Zelda pelo mesmo preço?
Se você ama jogos esportivos arcade e quer algo competitivo para jogar online, pode valer a pena. Se você está buscando uma experiência mais robusta e épica para o seu Nintendo Switch 2, talvez seja melhor repensar a prioridade.
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