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Sonic 1 é um jogo com muitas modificações, inclusive varias hacks e fan mods que deixam o jogo com varias jogabilidades diferentes que são INCRIVEIS, e é sobre elas que falo hoje

SONIC 1 do MEGA DRIVE GANHOU HACKS INCRÍVEIS

Espero que gostem!

Edição @gabrielbarge
Arte de @felipecarneiro


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Jogos Mencionados

1 Cinos The Hedgehog (Contrário) – DONWLOAD
2 Sonic Multi – DONWLOAD
3 The Special Stages – DONWLOAD
4 Dr. Robotnik Plan B – DONWLOAD
5 Where’s Sonic? – DONWLOAD
6 Sonic 1 Mania Edition – DONWLOAD
7 Sonic 1 Bouncy Edition – DONWLOAD
8 Sonic Score Rush – DONWLOAD

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HISTORIA DE FAN GAMES SONIC

Playlist

Sonic hacks são versões alteradas dos jogos Sonic the Hedgehog que foram editados através do processo de ROM Hacking. Desde o surgimento do Sonic 1 Beta Hoax de Cyan Helkaraxe em 1999, a produção de hacks tem sido uma parte vital da comunidade e da cena de pesquisa do Sonic. Começando com os primeiros documentos escritos por Cyan e saxman, até os guias Nemesis, o Guia de Hacking da Comunidade Sonic e além, os pesquisadores usaram seu conhecimento dos jogos do Sonic para alterá-los de várias maneiras. Embora os hacks anteriores fossem simples, como pequenas alterações na paleta, alguns dos hacks atuais são muito complexos. Com o tempo, conforme a cena aprende mais sobre o código subjacente por trás da série ” Sonic the Hedgehog, a extensão dessas modificações se expandiu. As modificações agora incluem:

mudanças de paleta
mudanças de sprite
mudanças na arte principal (tela de título, HUD, et al.)
mudanças de nível de arte e layouts de nível originais
mudanças de música e som
importação de níveis de outros jogos
mudanças nos motores de movimento ou bosses
conceitos originais e estilos de jogo
Hoje, com a ajuda de editores hexadecimais, desmontagens e utilitários Sonic Hacking específicos, os fãs têm criado modificações mais extensas.

Hacks na comunidade Sonic agora são normalmente distribuídos como ROMs completos. No passado, os patches IPS eram usados, já que normalmente são muito menores do que uma ROM completa e, portanto, eram mais fáceis de distribuir em uma época em que o dial-up era amplamente usado. Também se acreditava que, uma vez que os patches não contêm nenhum código protegido por direitos autorais, não era ilegal distribuí-lo. Este formato caiu em desuso quando desmontagens divididas se tornaram disponíveis como uma forma de editar dados do jogo, e quando dial-up estava sendo substituído por conexões de banda larga mais rápidas. As grandes mudanças na ROM que podem resultar da remontagem tornavam os patches IPS muito grandes e, de qualquer forma, eles frequentemente conteriam um bom volume de código, eliminando assim a alegada vantagem legal. Embora o formato de patch RXL do saxman tenha sido projetado para substituir o IPS, ele rapidamente caiu na obscuridade junto com seu predecessor. Outro formato, [1], leva os dados deslocados em consideração, resultando em patches muito menores. (Observe que xdelta-1.x usa o formato original conhecido como xdelta; xdelta-3.x usa o formato VCDIFF padrão.)

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Sonic do Fortnite não o Sonic verdadeiro

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Assim que foi confirmado o Sonic no jogo de Fortnite na nova temporada, a duvida ficou no seu visual, mas apesar de ser uma adaptação onde os personagens se adaptam ao formato humano, aqui a Sega e a Epic Games criaram uma justificativa até canonica para a participação do Sonic na historia de fortnite

Mais detalhes sobre aqui.

abaixo temos alguns quadrinhos traduzidos

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Games

Review | Splatoon Raiders muda a fórmula da franquia e aposta em uma grande campanha single player

A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

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A Nintendo resolveu tirar Splatoon da zona de conforto com Splatoon Raiders, um jogo que aposta em uma campanha single player muito mais robusta e que já está dividindo opiniões entre os fãs. A grande novidade é que, pela primeira vez, quem nunca teve interesse no modo online pode finalmente experimentar a essência da franquia sem depender das partidas multiplayer.

A aventura leva o jogador para ilhas inéditas e diferentes ambientes para explorar. Durante a campanha é possível encontrar novas armas, aprimorar os equipamentos com upgrades e completar diversas missões que variam bastante em estrutura. Algumas colocam o jogador contra grandes hordas de inimigos em áreas abertas, enquanto outras acontecem em regiões subterrâneas repletas de desafios, incluindo inimigos mais poderosos e torres que precisam ser destruídas dentro de um limite de tempo para que a missão seja concluída.

Apesar do foco na experiência solo, o multiplayer continua presente. Você pode chamar amigos para participar das missões ou entrar nas salas de outros jogadores para completar sessões cooperativas e conquistar recompensas adicionais, aumentando ainda mais a longevidade da aventura.

O mais interessante é que toda essa estrutura faz o jogo parecer uma porta de entrada para novos jogadores. Para quem conhece apenas os Splatoon tradicionais, a sensação é de que a campanha original da série acabou se transformando em um enorme tutorial perto do que Splatoon Raiders oferece. A exploração é maior, o sistema de progressão é mais profundo e a experiência consegue agradar tanto quem gosta do competitivo quanto quem sempre quis aproveitar o universo de Splatoon de uma forma mais focada na aventura.

Outro ponto que chama atenção é a evolução da progressão do personagem. Em vez de apenas cumprir objetivos lineares, o jogador é constantemente incentivado a explorar cada canto do mapa em busca de recursos, melhorias e novos equipamentos. Isso faz com que a campanha tenha um ritmo bem diferente dos jogos anteriores da franquia, oferecendo uma sensação de descoberta que lembra outros títulos de aventura e sobrevivência.

Ainda existem desafios opcionais espalhados pelas ilhas, incentivando a revisitar áreas já exploradas depois de desbloquear novas habilidades ou armas mais poderosas. Essa liberdade torna a experiência muito mais variada e aumenta bastante o tempo de jogo para quem gosta de completar tudo. Mesmo mantendo a identidade visual colorida e o sistema de combate baseado em tinta, Splatoon Raiders mostra que a Nintendo está disposta a experimentar novas ideias sem abandonar a essência da série. Se essa direção continuar nos próximos jogos, a franquia pode conquistar um público muito maior do que apenas os fãs das partidas online.

Além disso, a estrutura das missões evita que a campanha fique repetitiva. Existem objetivos de combate, exploração, coleta de recursos, defesa de áreas e confrontos contra chefes que exigem estratégias diferentes. Como cada arma possui características próprias, o jogador acaba sendo incentivado a testar novos estilos de jogo em vez de utilizar sempre o mesmo equipamento do início ao fim.

Outro destaque é que a campanha consegue explicar naturalmente diversas mecânicas tradicionais de Splatoon. Quem nunca jogou um título da série aprende como utilizar a tinta para se locomover, alcançar áreas escondidas, escapar de ataques e obter vantagem durante os combates. Tudo isso acontece de forma integrada à aventura, sem depender de longos tutoriais ou explicações excessivas.

Essa mudança também pode representar um passo importante para o futuro da franquia. Durante muitos anos, Splatoon foi visto principalmente como um jogo competitivo, mas Splatoon Raiders mostra que existe espaço para expandir esse universo com uma campanha mais ambiciosa e cheia de conteúdo. Caso a recepção dos jogadores seja positiva, é bem possível que a Nintendo continue investindo nesse formato e transforme o modo história em um dos pilares da série daqui para frente.

No fim das contas, fica a sensação de que Splatoon Raiders funciona como um grande laboratório para o futuro da franquia. A Nintendo parece estar testando novas mecânicas, um mundo mais aberto, sistemas de progressão e uma campanha muito mais ambiciosa para entender como os jogadores vão reagir. Se a recepção for positiva, é bem possível que muitas dessas ideias sejam levadas para um futuro Splatoon 4.

Afinal, a série já mostrou que consegue sustentar um multiplayer extremamente forte. Agora, a grande oportunidade é transformar o modo história em algo tão importante quanto as partidas online. Caso isso aconteça, Splatoon 4 pode se tornar o jogo mais completo da franquia, unindo uma campanha profunda, exploração, evolução de equipamentos e o competitivo que já conquistou milhões de jogadores ao redor do mundo. Splatoon Raiders pode até parecer um spin-off, mas também pode representar o primeiro passo para a maior evolução que a série já teve.

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