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Queridos tudo bem ?! Eu sou o Roberto e hoje vamos jogar lembrar do final pertubardor do sonic 2 de megadrive


SONIC 2 com FINAL Secreto e PERTURBADOR 😵 SONIC 2 FRIENDSHIP
Espero que gostem!


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Jogos mencionados

Sonic 2 Friendship creppypasta – DOWNLOAD

Sonic 2 Alt – DOWNLOAD


Sonic the Hedgehog 2 (ソニック・ザ・ヘッジホッグ2, Sonikku za Hejjihoggu 2?), é um jogo eletrônico de plataforma lançado em 1992 em 16-bit para o Mega Drive. É o segundo jogo da série Sonic.
O jogo, que possui ainda uma versão 8-bit, para a Master System e Game Gear, marca a estreia de Tails, parceiro de Sonic. É um dos mais famosos e maiores sucessos do Sega Mega Drive, motivo pelo qual transformou seu personagem no mascote do console
Personagens

Sonic 2 teve a estreia do personagem Tails, a raposa mais querida dos video games, que acompanhou Sonic em suas aventuras durante esse e vários outros jogos da série, fazendo de Sonic e Tails uma das duplas mais importantes da história dos video games até hoje.
Sonic the Hedgehog: Mais veloz do que nunca, Sonic irá percorrer toda a Westside Island em busca de anéis de poder, monitores e é claro, as Esmeraldas do Caos, que após reconstruírem a ilha, no Sonic 1, retornaram no número de 7 (uma a mais),e isso possibilitou a clássica transformação Super Sonic.
Miles “Tails” Prower: O novo ajudante de Sonic usará toda a potência de suas caudas para voar e correr atrás de seu herói. Ele aperfeiçoou o avião de Sonic,o Tornado,que ajudou aos heróis chegarem na base espacial de Eggman,a Death Egg.
Dr. Ivo “Eggman” Robotnik: O gorducho cientista maluco,irá perseguir e atrapalhar Sonic e Tails por toda sua jornada.


Jogabilidade

Sonic 2 é um jogo eletrônico de plataforma com os níveis tendo dois “atos” e ao final de cada segundo ato, o jogador enfrenta o Robotnik como chefe. Em cada fase ativando os postes-checkpoint com cinquenta anéis no mínimo, pode-se abrir o caminho para os estágios especiais.
A jogabilidade continua a mesma de Sonic the Hedgehog: níveis em que se tem atravessar em menos de 10 minutos. No caminho, robôs são enfrentados e anéis são coletados. Sonic ganha um novo movimento: o Spin Dash, que permite a ele acelerar sem sair do lugar (botão para baixo + pulo). Apesar de haver dez fases, elas e os chefes estão mais fáceis, especialmente os chefes, comparado ao jogo anterior.

Single Player

No single player padrão, Sonic é seguido por Tails (que pode ser controlado por um segundo jogador), e quando este é deixado para trás, após alguns segundos volta voando. Um menu permite alterar o personagem para Sonic sozinho ou para Tails (mas este não pode voar – habilidade introduzida em Sonic 3).
2P VS

O multiplayer consiste em três estágios do jogo: Emerald Hill, Casino Night e Mystic Cave. Os dois jogadores tem de terminá-los bem rápido, e depois veem quem vence em cinco critérios: placar, tempo, anéis ao final, anéis totais, e monitores quebrados. Além disso, há o estágio especial, no qual o jogador com mais anéis vence.

Super Sonic

Quando o jogador coleta as sete Esmeraldas do Caos, Sonic, ao dar um pulo tendo pelo menos 50 anéis, se transforma em Super Sonic, uma versão mais rápida e praticamente indestrutível. Nessa forma, Sonic adquire uma coloração dourada. A transformação gasta um anel por segundo, e ao atingir 0 anéis, o Sonic volta ao seu estado normal. Super Sonic Pode morrer afogado, esmagado, e caindo em abismos.

História

Enquanto viajava em seu Tornado, Sonic faz um pouso em West Side Island. Depois de alguns dias, ele percebe que está sendo seguido por uma raposa de duas caudas. Ele tenta fugir correndo, mas a raposa gira suas caudas como um helicóptero para alcançar o ouriço. Sonic se impressiona com sua habilidade, e a deixa se juntar a ele. A raposa se apresenta como Miles Prower, mais conhecido como Tails.
Alguns dias depois, Sonic e Tails ouvem uma explosão no centro da ilha. A grande floresta fora destruída e robôs cercavam a área. Sonic sabia o que era: o Dr. Robotnik estava de volta, e resolveu usar o poder das Esmeraldas do Caos novamente, para propulsionar o Death Egg, uma estação espacial do tamanho de uma lua. Sonic e Tails partem para localizar as esmeraldas antes de Robotnik.

Análise

Vale a pena jogar My Hero Academia all justice agora no Switch 2?

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Vale a pena jogar My Hero Academia no Nintendo Switch 2? Cara, vou te falar que vale sim.

O jogo é praticamente o mesmo que você já conhece nas outras plataformas, mas essa versão para o Switch 2 chega com algumas concessões. Afinal, estamos falando de um lançamento que chegou com cerca de um ano de atraso, então temos algumas diferenças na taxa de FPS e adaptações na resolução.

Mesmo assim, é um porte muito decente. Quando você coloca a versão do Switch 2 lado a lado com as versões de outras plataformas, é difícil encontrar perdas realmente significativas. Para mim, é um dos portes que mais impressionam justamente por conseguir entregar uma experiência muito próxima da versão original.

Na jogabilidade, temos aquele esquema clássico dos jogos de luta de anime da Bandai Namco. Os combates acontecem em arenas completamente circulares, permitindo que você se movimente livremente pelo cenário enquanto tenta encontrar uma abertura para atacar o adversário.

O problema é que o sistema de combate ainda tem algumas limitações. Existem poucas oportunidades para realizar um contra-ataque ou utilizar uma defesa para escapar de determinados combos. Em muitos momentos, quem consegue acertar primeiro acaba levando uma vantagem enorme.

Por outro lado, existe um elemento que faz bastante diferença durante as partidas: a formação da equipe.

Na hora de escolher os personagens, você consegue montar uma composição de time, e isso muda bastante a maneira como cada combate pode acontecer. Escolher bem os personagens e entender como eles funcionam juntos pode ser tão importante quanto dominar os golpes individualmente.

E como estamos falando de um jogo de anime, você já pode imaginar que existe aquele velho problema do meta.

Alguns personagens são simplesmente muito mais apelões do que outros. Normalmente, protagonistas e vilões importantes dos grandes arcos acabam tendo vantagens enormes, então dependendo de quem você escolher, pode acabar entrando diretamente no meta do jogo.

O jogo também tenta fugir um pouco daquela estrutura tradicional de menus. Em vez de simplesmente apresentar uma tela cheia de opções, temos um hub que funciona como uma espécie de área para explorar, substituindo aquele menu convencional de seleção de modos.

O modo história também segue uma estrutura que lembra bastante outros jogos de anime, como os títulos de Naruto. Você escolhe os capítulos e acompanha os acontecimentos da história, mas existe uma diferença interessante: dependendo do personagem escolhido, você pode acompanhar determinados acontecimentos pelo ponto de vista dele.

Isso significa que a experiência não precisa necessariamente seguir uma ordem completamente cronológica. A perspectiva do personagem escolhido pode mudar a forma como você acompanha determinados momentos da história.

No geral, eu não acho que seja um jogo ruim. Muito pelo contrário. Para mim, My Hero Academia é um dos melhores portes que já joguei no Nintendo Switch 2.

Eu já tenho o jogo no PlayStation 5 e, obviamente, aquela versão continua sendo excelente. Mas fiquei bastante surpreso com o resultado no Switch 2. É aquele tipo de porte que você consegue jogar tranquilamente no console da Nintendo sem sentir que está abrindo mão de uma parte enorme da experiência.

O grande problema, pelo menos para nós brasileiros, continua sendo a ausência de português do Brasil.

E isso é algo que eu considero bastante lamentável, principalmente em um jogo baseado em uma franquia de anime tão popular por aqui. Ter uma localização em português ajudaria bastante a tornar a experiência mais acessível para o público brasileiro.

Mas se você estava esperando uma versão para jogar no Switch 2, eu diria que pode ir sem medo.

My Hero Academia no Switch 2 é um porte muito competente, mantém praticamente toda a experiência que já conhecemos e consegue entregar uma versão bastante próxima das plataformas mais poderosas.

Agora só falta a Bandai olhar para o Brasil e lembrar que português também existe.

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Análise

Vale a pena comprar Elden Ring no Switch 2?

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

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Cara, vou te falar uma coisa: se você nunca jogou Elden Ring e está pensando em pegar a versão para o Switch 2, eu acho que vale a pena sim.

Ela custa por volta de R$ 200 e já vem com o jogo completo e a expansão. Mas, para mim, o que realmente chama atenção aqui é a forma como o jogo está rodando no console.

Eu confesso que estava com um certo receio antes de jogar. Afinal, a versão para Switch 2 demorou para receber as otimizações e muita gente ficou preocupada com o desempenho.

Só que, jogando de verdade, a história é bem diferente.

O jogo consegue ficar ali nos 30 FPS na maior parte do tempo e, sendo bem sincero, dá para sentir que existe uma boa estabilidade. Não é aquela experiência em que você fica o tempo inteiro pensando se o jogo vai começar a travar.

É claro que não é perfeito.

Quando aparece uma horda muito grande de inimigos na tela, dá para perceber alguns engasgos. Mas, ao mesmo tempo, é até engraçado porque normalmente isso acontece justamente naqueles momentos em que você já está cercado, com pouca vida e pensando: “agora eu vou morrer”.

Nas lutas contra os chefes, que para mim são uma das partes mais importantes de Elden Ring, o desempenho me surpreendeu bastante. Como muitas dessas batalhas acontecem em arenas mais fechadas, o jogo consegue manter uma performance bem melhor.

E isso é importante porque ninguém quer chegar naquele chefe gigantesco que você está tentando derrotar há meia hora e começar a enfrentar problema de desempenho.

Além disso, estamos falando de Elden Ring completo.

A essência continua aqui. É aquele Soulslike da FromSoftware que exige atenção, que faz você morrer, aprender o padrão dos inimigos e voltar para tentar de novo.

Só que Elden Ring também tem uma pegada muito mais cinematográfica e uma história muito maior. Tem mais cenas, mais personagens e muito mais coisa acontecendo ao seu redor.

E essa versão também traz novas possibilidades para quem gosta de testar classes e estilos diferentes.

Tem opção para quem quer jogar com um personagem completamente pesado, mas também tem uma classe mais leve e focada em mobilidade. Tem até uma opção que combina muito bem com ataques de estocada e combos.

Eu particularmente gostei bastante dessas possibilidades para quem curte um estilo mais físico e agressivo.

Mas, no fim, acho que o grande ponto dessa versão é justamente poder levar Elden Ring para o Switch 2 sem sentir que você está jogando uma versão capada.

Não cortaram conteúdo para fazer o jogo funcionar no console. Você tem a experiência completa e, considerando o tamanho desse jogo, o resultado da otimização ficou muito bom.

Então, se você nunca jogou Elden Ring, eu acho que essa é uma ótima forma de conhecer o jogo.

Agora, se você já tem Elden Ring no PlayStation, Xbox ou PC, aí eu sinceramente não vejo tanto motivo para comprar novamente.

E o principal problema é o cross-save.

Se você já colocou dezenas ou até centenas de horas no jogo em outra plataforma, seria muito bom simplesmente pegar o Switch 2, sincronizar seu progresso e continuar exatamente de onde parou.

Mas isso não acontece.

Então você acaba comprando o jogo novamente para começar praticamente uma nova experiência.

Por isso, minha recomendação fica bem simples: se você nunca jogou Elden Ring, vale muito a pena pegar no Switch 2. Se você já tem em outra plataforma, eu pensaria bastante antes de gastar esses R$ 200 novamente.

No geral, fiquei bem surpreso com o desempenho. Existem alguns engasgos em situações muito pesadas, principalmente com muitos inimigos na tela, mas nada que tenha estragado minha experiência.

E para um jogo desse tamanho rodando no Switch 2, cara, ficou muito bom.

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